Atividade

  • Ricardo Vianna Barradas publicou uma atualização no grupo Logotipo do Grupo Políticas Culturais para a Segurança Pública.Políticas Culturais para a Segurança Pública. 3 meses atrás

    A juventude brasileira hoje bem mais semelhante a qualquer outra do mundo inteiro vive os problemas internacionais que são um estado depressivo gerado pela propaganda macica de consumo e por conseguinte a falta de oportunidades, um ateísmo ou um fundamentalismo violento, uma letargia de fuga imediatista e convivência com a míngua de recursos já vivido de forma real pela família que faz parte, que de forma clara não tem a menor condição nem o acesso as minimas politicas publicas e serviços de sobrevivência básica e digna para os cidadãos das comunidades que habitam o chão da piramide social. Com isto cada falso jovem, jovem em idade mas precoce em mascaras, passa a viver um mundo irreal e digital, realidades virtuais distorcidas, força, beleza, impunidade e muito poder numa comunidade de muitas mentiras e prazeres fáceis flutuantes. Cada qual a seu jeito integra comunidades de vários contatos meramente divertidos digitais e celulares , ao mesmo tempo que é contaminado a toda conexão constantemente por uma versatilidade de consumo exagerado impune e o bombardeio de aplicativos sugerindo facilidades irreais para o ingresso em universos digitais criminosos e lugares paradisíacos que não existem de verdade, muito bem frequentado por figuras famosas do “jet set ” internacional. O resultado disto é desastroso, em qualquer sociedade que ainda tem como atmosfera paralela circulante um meio marginal quase institucional, onde é notório a facilidade para o uso e consumo de vários tipos de drogas, cada vez mais embalados com a torpe modalidade do prazer sexual individual descartável, toda uma industria da ilegalidade crescente com caminhos cada vez mais fáceis conhecidos pelos jovens cada vez mais cedo. Tais como onde se compra facilmente remédios controlados sem receitas assim como onde tem a farta oferta de substancias ilícitas desde para o doping muscular, as bombas das academias, enxertos de silicone industriais, e uma falsa estética de esculturação de um corpo doente mas que mais lhe satisfaz sem qualquer controle. Da mesma forma que sabe de forma fácil onde compra uma arma, uma faca de guerrilha, uma roupa tática, uma espada ninja, estrelas cortantes, mascaras e outros milhares apetrechos não cadastrados como sub-armas letais, geralmente de fabricação oriental que chegam fartamente no comercio brasileiro sem o menor critério normativo em vigor. E vai alem, todos sabem onde compra ou desbloqueia um celular furtado liberado que geralmente é ofertado aos brados pelas calcadas dos comércios informais, onde também podem com facilidade copiar e adulterar documentos originais furtados por programinhas baratos de computador e as facilidades marginais não cessam por aqui. Logo, temos duas uma população de jovens, falsos jovens com múltiplas personalidades entre um grande numero de meninas e meninos cada vez mais jovens. Uma personalidade doente dramaticamente forjada e operandi que a pobre família acha que sabe e a outra que a família jura que não sabe ou mesmo nunca quis saber, pois era de se estranhar a quantidade de recursos que apareciam, diante de tão sortudos, delinquentes, marginais, bombas relógio humanas, composto por meninas e meninos de programa, drogados, indiferentes, impios, selvagens, perdidos, imediatistas, embrutecidos e cada vez mais egoístas e violentos. A falta de politicas publicas abrangentes na educação, cultura e de geração de trabalhos de apoio ao comercio, as prestações de serviços e as industrias com oportunidades reais de crescimento é sem duvida alguma a grande responsável pela maior parte institucional geradora deste problema mas a sociedade civil, o legislativo e o judiciário também são….assim como as forças policiais e fiscalizadoras pois fazem corpo mole diante a maioria das facilidades das ilegalidades circulantes. Ninguém quer contrariar a economia informal que parece ser a grande fonte de renda paralela não declarante e a grande fonte de suborno nas principais regiões de baixa renda espalhadas por todos os lugares deste nosso imenso Brasil Continental. Diante deste lamentável quadro social marginal é de se esperar infelizes acontecimentos violentos e suicidas individuais, em pequenos grupos e em massa cada vez mais vitimizaram o manto e seio da sociedade familiar brasileira. Enquanto não houver uma mobilização nacional real apolítica neste sentido, muito pouco vai mudar.