Arquivo do autor:Ministério da Cidadania - Regional Nordeste

PERNAMBUCO | III Seminário Biblioteca nas Escolas

A Editora Cubzac, com patrocínio da Cepe e apoio do Sesc, está realizando o III Seminário Biblioteca nas Escolas. Nesta edição, o evento acontecerá em Recife, Triunfo, Nazaré da Mata e Caruaru.

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Fazem parte do projeto também oficina para coordenadores de bibliotecas e um trabalho de pesquisa junto aos coordenadores de bibliotecas de escolas municipais e estaduais para futura publicação em livro.

O Seminário em Recife terá como público coordenadores de biblioteca de escolas públicas, mas serão destinadas 50 vagas para outros interessados. Enviar e-mail para bibliotecanasescolas@gmail.com (enviando nome, RG, atividade profissional e instituição).

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PERNAMBUCO | VII Festival RioMar de Literatura

No dia 26 de abril (sexta-feira), às 14h30, no Teatro RioMar (Av. República do Líbano, 251, Pina, Recife-PE), haverá o VII Festival RioMar de Literatura que homenageia este ano a presidente da Academia Pernambucana de Letras, Margarida Cantarelli e o acadêmico José Paulo Cavalcanti Filho. Como há uma ligação muito próxima dos dois escritores com Portugal, caberá dentro, na ocasião, uma conexão luso-brasileira em suas produções literárias com os dois países.

Sem título

       No início e nos intervalos de cada painel, o grupo Dispersos Cia de Teatro  vai encenar textos dos dois homenageados. O evento contará com a participação da atriz Fabiana Karla que além de cantar falará sobre o seu mais recente livro. O show de encerramento será com o cantor e poeta, Petrúcio Amorim. Evento aberto ao público, entrada gratuita.

                            *** PROGRAMAÇÃO:

>> 14h30:
– Abertura com Luzilá Gonçalves Ferreira (vice-presidente da APL)
– Carmen Peixoto (fala sobre o festival)
– Apresentação da Dispersos Cia de Teatro

>> 15h:

– Primeiro painel em homenagem a escritora e desembargadora, Margarida Cantarelli: Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Luiz Alberto Gurgel de Faria e a Professora e ex-secretária de Educação, Creuza Aragão.

>> 16h30:

– Grupo Dispersos encena texto de Margarida Cantarelli.

>> 16h45:

– Segundo Painel em homenagem ao escritor e jurista, José Paulo Cavalcanti Filho: Cientista e Professor Sílvio Meira e o Cardiologista Carlos Roberto Moraes.

>> 18h15:
– Grupo Dispersos encena texto de José Paulo Cavalcanti Filho (baseado no livro do autor sobre Fernando Pessoa).

>> 18h30:

– Apresentação de Fabiana Karla.

>> 19h:
– Show de encerramento com Petrúcio Amorim.

 

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Festival MID leva atrações do Brasil e de outros dez países aos palcos de Brasília

Na Funarte Brasília, apresentações são entre os dias 20 e 26 de abril e os ingressos, a preços populares

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O MID – Movimento Internacional de Dança chega à sua quinta edição e se consolida como um dos mais importantes festivais do gênero do país. De 18 de abril a 5 de maio, o festival leva a diferentes palcos de Brasília (DF) 36 coreografias nacionais e internacionais, divididas em 55 apresentações. Na Funarte Brasília –  um dos seis espaços que recebem a programação – serão apresentados os espetáculos Tears (dia 20 de abril, às 19h), Jardín de Invierno (dia 23, às 15h), O Vazio é Cheio de Coisa (dia 25, às 19h) e Palco Aberto: apresentações com performances de até 10 minutos (dia 26, às 19h). Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Já as apresentações do Palco Aberto têm ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Artistas do Brasil e de outros dez países – Alemanha, Bélgica, Burkina Faso, El Salvador, Espanha, França, Itália, Lituânia, México e Moçambique – ocupam os palcos do Centro Cultural Banco do Brasil (Teatro e área externa), do Espaço Cultural Renato Russo (Sala Multiuso e Teatro Galpão), Teatro Sesc Paulo Autran (Taguatinga), Teatro Sesc Newton Rossi (Ceilândia), Teatro Sesc Paulo Gracindo (Gama), além do Teatro Plínio Marcos (Funarte).

Na programação, espetáculos de qualidade com atividades formativas (mesas de debates, oficinas e residências artísticas), de intercâmbio (rodas de negócios com a vinda de curadores nacionais e estrangeiros e encontros entre artistas de três continentes), de formação de plateia (ação com professores e estudantes da rede pública) e de mobilização com a população (batalha de breaking e aulões abertos de dança).

“O MID é o campo fértil para o intercâmbio intenso entre criadores e público, posicionando o Distrito Federal e, consequentemente, o Centro-Oeste como territórios visíveis para a dança tanto no Brasil como no exterior”, afirma Sérgio Bacelar, diretor-geral do festival.

O MID tem patrocínio do Banco do Brasil, da Embaixada da França, do Instituto Francês e do Governo de Brasília, por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC).

Acesse aqui a programação completa

Programação no Teatro Plínio Marcos – Complexo Cultural Funarte Brasília

Espetáculos

Tears – Moçambique/Alemanha     
Edivaldo Ernesto

20 de abril, sábado, às 19h

Sinopse:
Um homem entre o medo e o espanto, incomodado por dúvidas irracionais. Nós assistimos à sua jornada através de regras que se tornaram papéis incômodos. Em tensão inquebrável entre o performer e o ouvinte, Tears reflete sobre o que você pode ou não fazer quando exige liberdade. Descarregando a raiva, implodindo em conexões claustrofóbicas, apresenta reação transformadora, explosões de energia imprevisíveis e ilustração de movimento que se alterna em sensível contraste com a música.

Duração: 55 min
Classificação indicativa: 10 anos

Jardín de Invierno – Espanha/Brasil
Cia. Cielo rasO
23 de abril, terça-feira, às 15h 
– Sessão exclusiva para alunos especiais de escolas públicas
(Bate-papo após a sessão)

Sinopse:
Um cenário poético e desolador, que atrai ao mesmo tempo que assusta. Esse cenário, em parceria com a música e a iluminação, nos convida a um estado íntimo e pessoal de contemplação e percepção de nós mesmos. Esse estado é o que nos conduz quase hipnoticamente a esse mundo criado, o qual interpretamos através das sensações físicas que vemos nos corpos dos intérpretes, identificando essas sensações como se fossem nossas também. Jardín de Invierno, obra que nasceu do projeto de residência artística na edição passada do MID, convida o público a se ver refletido em cena.

Duração: 60 min
Classificação indicativa: 10 anos

O Vazio é Cheio de Coisa
Cia Nós no Bambu

25 de abril, quinta-feira, às 19h

(Bate-papo após a sessão com acessibilidade em libras)

Duração: 45 min
Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse:
Com direção de Edson Beserra, põe em cena o duo entre Poema Mulhemberg e um bambu, material de extensa pesquisa que entrelaça acobracia, teatro e dança.
Um corpo humano e um bambu se bastam. Do encontro minimalista entre um bambu oco e um corpo recoberto de experiências da artista, uma profusão de imagens e significados invadem o imaginário do público.

Palco Abertoapresentações com performances de até 10 minutos

26 de abril, sexta-feira, às 19h

Classificação indicativa: Livre

Adágio para Oito – Cia Contemporânea Noara Beltrami
Amanaiara – Alumeia Criações Artísticas
Cabernet – Rodrigo Cruz Cia de Dança
DiFilms Ballydance – Jalila Najla Cia de Dança do Ventre
Hábraços – PÉS – Teatro-Dança com Pessoas com Deficiência
Guerreiras – Backstage Performance
Espaço de Trás – Rosa Schramm
Entre Esquivas – Raiz de Três
Fracasso Coreográfico – Coletivo Ceda-si
Os segredos do Matulão – Transições Companhia de Dança e Artes
Recortes de um corpo mambembe – Transições Companhia de Dança e Artes
Resiliência – Grupo Charadas
Vulcânicas – Larissa Hollywood

Sinopses:

Adágio para Oito
Grupo: Cia Contemporânea Noara Beltrami
Direção: Noara Beltrami
Coreografia: Fabiano Lima
Duração: 10 minutos

Adágio para oito reúne trabalhos coreográficos realizados através de experimentações que foram sendo moldadas em dois anos de pesquisas e apresentações em diversos festivais e mostras. Elementos composicionais abstratos bastante utilizados nesta proposta são as sombras e os reflexos. Abstratos porque ambos representam objetos reais, enquanto não são objetos eles estão lá, bem à frente, em torno de você, são intangíveis, mas podem ser vistos e fotografados. O reflexo, o retorno da luz, depois de atingir uma superfície, cria um espaço mais profundo e místico dentro do quadro artístico, valorizando a sensação de profundidade, podendo gerar uma visão impressionista da cena onde está inserido.

Amanaiara
Grupo: Alumeia Criações Artísticas
Direção/coreografia: Aline Melo
Duração: 5 minutos

A coreografia é parte do espetáculo Bendita Bença, da Alumeia Criações Artísticas, coletivo candango que se dedica a contribuir com pesquisas em torno de manifestações artísticas populares da cultura brasileira. Amanaiara está focado em aprofundamentos junto à ancestralidade indígena e possui como mote para a criação a experimentação com os sons e formas geométricas encontradas com o instrumento indígena “pau de chuva”. Nessa coreografia, quatro intérpretes-criadores dançam ao som de cânticos dos povos Yawanawá e se revezam em movimentos que enfatizam a tradição e o fluxo de transformações rápidas da contemporaneidade. Os movimentos dos dançarinos revelam os costumes e o trabalho criativo e coletivamente construído que desemboca na criação e memória perpetuada aprendidas com a resistência dos povos originários.

Cabernet
Grupo: Rodrigo Cruz Cia de Dança
Direção/Coreografia: Rodrigo Cruz
Duração: 11min59

Inspirado no calor e na paixão do tango argentino. É uma visão contemporânea sobre essa vigorosa dança, em que o coreógrafo Rodrigo Cruz explora as nuances do olhar, do toque e das pisadas marcadas, e propõe a desconstrução de gestos e dos passos típicos.

DiFilms Ballydance
Grupo: Jalila Najla Cia de Dança do Ventre
Direção/Coreografia: Jalila Najla
Duração: 4min17

Uma apresentação regada de muito amor, carinho e amizade entre elas. São sonhos e conquistas em conjunto. O mais belo de se ver em um grupo é isso, a união e parceria, mesmo cada uma tendo sua forma e personalidades diferentes na dança, todas são lindas do jeito que são. Jalila Najla e sua companhia de dança mostram para todas as pessoas o encanto, cultura, magia e entrega por esta arte milenar incrível chamada de Dança do Ventre.

Entre Esquivas
Grupo: Raiz de Três
Direção/Coreografia: Márcia Duarte
Duração: 10min

O imaginário contemporâneo é povoado pela consciência da incerteza de um presente em constante mutação, o que nos coloca permanentemente em risco. Entre Esquivas apresenta dois personagens que vivem uma ação que se transforma continuamente. De um sereno repouso, embalados pela respiração, se movem num fluxo sensível entre o amalgamar e o confronto de seus corpos. É nesta zona de constante mutação que eles se relacionam. Um lugar desconhecido que os conduz por um mundo imaginário onde vivem desafios.

Espaço de Trás
Grupo: Companhia Rosa Schramm
Coreografia: Rosa Schramm
Duração: 10min

Como nos orientamos no movimento? A partir da caminhada para trás, motor de desequilíbrio e de deslocamento, dançarinos exploram o espaço de trás, criando sendas, prolongando linhas em curvas e espirais. Comprometidos com essa orientação, se lançam no que não se vê, no que não se habita, no que ainda não é. Nesse percurso paisagens se vertem em outras.

Fracasso Coreográfico
Grupo: Coletivo Ceda-si
Direção/coreografia: Rafael Alves / Zé Reis
Duração: 10min

Um homem que perde as certezas e faz nascer um corpo dividido: corpo criança, corpo cachorro, corpo convite, corpo sedutor, corpo bola, corpo ditador, corpo pisoteado, corpo medo, corpo perigo. Uma dança na sombra, o último suspiro possível em uma democracia. A saudação de um fracasso.

Guerreiras
Grupo: Backstage Performance
Direção/coreografia: Érica Rézio
Duração: 3min

A coreografia retrata a força das mulheres e o empoderamento feminino através de uma dança forte e marcante. Feita com uma temática fantasiosa remetendo à Temiscira, terra das mulheres guerreiras, tem um cenário atemporal que retrata também as mulheres da atualidade e a força para desempenhar o seu papel cotidiano com tanta garra e firmeza. A coreografia é representada apenas por mulheres.

Hábraços
Grupo: PÉS – Teatro-Dança com Pessoas com Deficiência
Direção: Rafael Tursi
Coreografia: Mari Lotti, Roges Moraes e Yuri Jorge
Duração: 7min

Qual é a potência de um abraço? Quanto de mim existe no outro e o quanto do outro eu carrego em mim? Em cena, através do encontro e do desencontro, os dançantes Roges Moraes e Mari Lotti investigam o poder do toque, do afeto e do desafeto. Hábraços é um excerto do espetáculo homônimo do grupo PÉS, de teatro-dança com pessoas com deficiência. O quarto espetáculo da companhia traz 16 dançantes, homens e mulheres, com idades entre 20 e 59 anos. Um caminhar diferente, um olhar diferente, um pensar diferente. Em tempos controversos, de alta comunicabilidade midiática e excessivo isolamento dos indivíduos, de repente, reconhecer nossa diferença pode ser exatamente nossa maior unidade, e reconhecer isso em outrem é ver que não estamos a sós. Há braços.

Os segredos do Matulão
Grupo: Transições Companhia de Dança e Artes
Direção/Coreografia: Lehandro Lira
Duração: 2min43

Celeiro das grandes artes populares do Brasil, o Nordeste traz consigo seus costumes e tradições galgados de pureza e musicalidade. Por meio desses seus significados, o Matulão tem a funcionalidade de uma trouxa improvisada utilizada para carregar objetos pessoais. Com base nisso, essa composição coreográfica vislumbra a releitura do Matulão, que é o grande esconderijo das vertentes musicais e a corporeidade. Representado por um Matulão humano, desfrute do que a cultura popular nordestina tem de tão sagrado e importante para a história da dança no Brasil e sua contemporaneidade.

Recortes de um corpo mambembe
Grupo: Transições Companhia de Dança e Artes
Direção/Coreografia: Lehandro Lira
Duração: 5min10

Através das danças populares e da criatividade, os brincantes da Transições Companhia de Dança e Artes marcam os palcos itinerantes que abrem espaço para a arte viva e com recortes que compõem essa colcha de retalhos corporais.

Resiliência
Grupo: Charadas
Direção/Coreografia: Luiz Fernando Barbosa Magalhães
Duração: 10min

A coreografia tem como tema central a Resiliência, sinônimo de resistência e força, ou seja, propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica e/ou capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças. No decorrer do espetáculo, são apresentadas diversas situações vivenciadas por dançarinos, moradores de periferia, juntamente com o método do grupo de combater os estigmas, que é, sobretudo, através da arte, especificamente da dança, que faz parte da cultura Hip Hop, o Freestyle Hip Hop Dance e o Breakdance.

Vulcânicas
Grupo/Artista: Larissa Hollywood
Direção/Coreografia: Gustavo Letruta
Duração: 5min

Assim o artista define a apresentação: Sobre a dança trazer nossa identidade, sobre os caminhos que atravessam nossos corpos, nossas viadagens, nossas transmutações. Sobre o que nos veste sempre é além de roupa. De pele, de escama, de fala. Nossa dança é que fala.

Serviço

MID 2019 – Movimento Internacional da Dança

Teatro Plínio Marcos, no Complexo Cultural Funarte Brasília
Eixo Monumental – Setor de Divulgação Cultural (SDC), lote 2
(entre a Torre de TV e o Centro de Convenções)
Brasília (DF)

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Apresentações do Palco Aberto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Sujeito a lotação. Ingressos devem ser retirados na bilheteria. Bilheteria do Teatro abre no dia do evento, uma hora antes do espetáculo.

Acesse aqui a página do Festival

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SEMANA SANTA | Espetáculos da Paixão de Cristo movimentam Semana Santa em várias cidades do Brasil

Além da tradicional montagem em Nova Jerusalém, encenações em diversas cidades reproduzem os últimos dias de vida de Jesus

Às vésperas da Páscoa, a encenação da Paixão de Cristo ganha palco em igrejas, hortos, parques e vales em diversas cidades do País. A representação, que no Brasil começou com a iniciativa visionária do comerciante e político Epaminondas Mendonça, no interior de Pernambuco, se tornou uma das principais tradições nacionais nesta época do ano. Diversas montagens já obtiveram apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Desde 1991, 142 versões da peça foram realizadas com recursos captados por meio da Lei, em um total de R$ 21 milhões.

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A Paixão de Piracicaba (SP), que em 2019 chega à 30ª edição, é uma delas. Tudo começou quando um grupo de atores da cidade se reuniu para fazer a encenação por conta própria. Com o aprimorar da peça, foram percebendo que necessitavam de uma estruturara melhor e, em 1996, criaram a Associação Cultural e Teatral Guarantã, que, desde então, organiza anualmente a montagem.

A associação conta com diversos apoios, entre os quais o da prefeitura municipal e da Lei Federal de Incentivo à Cultura. De acordo com a diretora de produção da Associação, Anelisa Ferraz, em 2019, eles conseguirão fornecer ajuda de custo para os mais de 200 atores que compõem o elenco. “Nós nos reunimos com o Sated (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões), pois nos últimos anos, além dos voluntários, há atores e estudantes de artes cênicas que participam da encenação, e conseguimos acordar uma ajuda de custo para os todos os intérpretes que atuam na montagem”, informa.

Os trabalhos começam quase um ano antes da Páscoa, quando são abertas as oficinas de atuação para as pessoas que não têm formação em artes cênicas e desejam atuar na peça. Em 2018, as oficinas começaram em julho. Em dezembro, são feitas as inscrições e candidaturas para os papéis principais e, em janeiro, começam os ensaios. Durante a semana, são realizados nas dependências da Associação e, no fim de semana, no Parque do Engenho, onde a peça é encenada para um público de cerca de 2 mil pessoas. Desde que foi fundada, a Associação já captou mais de R$ 3,9 milhões para organizar 30 encenações da Paixão de Cristo.

Acessibilidade

No Distrito Federal, onde anualmente há diversas montagens para a peça, uma se destaca: a Via Sacra de Surdos de Brasília. Quem tomou a iniciativa de montar uma versão para deficientes auditivos foi a professora de artes Lilian Pazzini, da rede pública de Planaltina (DF). Ela buscou em Renato Telles, ator e integrante do elenco da Via Crucis que já era encenada na cidade, o apoio para executar a ideia. “Foi muito fácil dirigi-los, pois a linguagem de Libras (linguagem brasileira de sinais) já exige que sejam muito expressivos. Minha maior dificuldade, no início, foi mesmo para me comunicar com eles, já que eu não entendia Libras na época”, conta Telles, que foi o diretor dos espetáculos até 2018. “Hoje, são eles que fazem tudo e eu fiquei, praticamente, como produtor”, relata.

Na primeira montagem, o elenco foi composto por 50 surdos, que foram reunidos com o auxílio da Pastoral dos Surdos do Instituto Nossa Senhora do Brasil, em Brasília. Atualmente, são 200 atores, sendo que alguns, além de ter deficiência auditiva, também são cegos ou portadores de síndrome de Down ou autismo.

Entre os desafios que enfrentou para dirigir o espetáculo, Telles conta que foi necessário criar algumas expressões que não existiam em Libras, como as palavras Herodes ou Páscoa. Além disso, tudo tem de ser feito de acordo com as regras de acessibilidade, desde o piso podotátil até as rampas de acesso ao palco.

“A Via Sacra mudou o meu modo de ver tudo, de ver as pessoas, de ver a vida. Diariamente, eu vejo como essas pessoas constroem as próprias vidas com alegria, têm seus filhos, vão à universidade, e isso me dá muito mais força para lidar com meus problemas, por exemplo. É transformador, você não consegue passar por esse processo sem querer ajudá-los, mas a verdade é que eles me ajudam bem mais do que eu a eles”, destaca Renato. Este ano, a encenação, que é itinerante, será montada em Samambaia (DF), provavelmente uma semana após o domingo de Páscoa e a entrada é gratuita.

Histórico


Desde a primeira edição, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém já atraiu público de mais de 4 milhões de pessoas (Foto: Divulgação)

As encenações da Paixão de Cristo no Brasil tiveram início em 1952, na vila de Fazenda Nova, no município de Brejo da Madre de Deus, a 200 km do Recife. Epaminondas Mendonça leu sobre a encenação do calvário organizada por uma cidade da Baviera alemã e decidiu que faria o mesmo, a fim de impulsionar o comércio local.

Em 1956, o gaúcho Plínio Pacheco assistiu ao espetáculo a convite do ator e diretor Luiz Mendonça, que interpretava Jesus. Além de se apaixonar por Diva Mendonça, filha de Epaminondas, com quem se casou, Luiz também se deixou envolver pela história da Paixão de Cristo. Em 1962, Pacheco teve mais uma ideia visionária: construir uma cidade teatro que replicasse Jerusalém e que servisse de palco para o espetáculo. Com recursos próprios e o apoio da família e de amigos da região, ele inaugurou a cidade teatro de Nova Jerusalém em 1968 e, desde então, a peça é encenada no local.

Desde a primeira edição, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém já atraiu mais de 4 milhões de pessoas. Movimenta, anualmente, o comércio de Brejo da Madre de Deus e de municípios próximos, como Caruaru, Gravatá, Santa Cruz do Capiberibe e Toritama, como também o turismo em Porto de Galinhas e até Recife.

A cada temporada, cerca de 250 mil pessoas visitam a região, sendo que 60 mil assistem ao espetáculo. Estima-se que a encenação movimente R$ 200 milhões na economia local, incluindo os investimentos em divulgação, produção, comércio, hotéis, pousadas e transporte. A montagem se tornou tão famosa que até já foi tema de documentário da rede TV estatal da Inglaterra, a BBC.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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ARTES CÊNICAS | Funarte abre inscrições para curso técnico em arte circense

Serão selecionados, via edital, 60 novos alunos para formação na Escola Nacional de Circo. Inscrições vão até 1º de junho

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cidadania, abriu inscrições para o processo seletivo paraingresso no Curso Técnico em Arte Circense da Escola Nacional de Circo – Turma 2019/2021. As inscrições podem ser feitas até 1º de junho. Confira o edital.

Serão selecionados 60 novos alunos no edital. Cada um receberá bolsa de R$ 57,5 mil (R$ 2,5 mil mensais) durante os 22 meses consecutivos das aulas (Foto: Micael Bergamaschi)

As aulas serão realizadas na sede da ENC, no Rio de Janeiro (RJ). Serão selecionados 60 novos alunos no concurso. Cada um receberá bolsa no valor total de R$ 57,5 mil (R$ 2,5 mil mensais) durante o período de 22 meses consecutivos das aulas.

Primeiro no gênero a ser reconhecido pelo Ministério da Educação no Brasil, o Curso Técnico em Arte Circense – cuja primeira turma iniciou-se em 2015 – é ministrado pela Escola Nacional de Circo, em uma parceria da Funarte com o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A seleção é aberta a brasileiros natos ou naturalizados e a estrangeiros que tenham concluído o ensino médio até a data de publicação do edital.

Com o Curso Técnico em Arte Circense da Escola Nacional de Circo, a Funarte pretende possibilitar a formação de novos profissionais em artes circenses, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão e promover o incentivo à cadeia produtiva das atividades circenses – sobretudo nas áreas de criação, formação, difusão e memória do circo. Os recursos para o desenvolvimento do programa somam R$ 3,45 milhões.

Fundação Nacional de Artes (Funarte)
Ministério da Cidadania

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FOMENTO | CNIC avalia 122 projetos que buscam captar pela Lei de Incentivo à Cultura

291 ª reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura será realizado de terça (16) a quinta-feira (18). Plenária final será transmitida ao vivo

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Começou nesta terça-feira (16), em Brasília (DF), a 291ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que se estenderá até a próxima quinta-feira (18), com transmissão ao vivo da plenária final. Até o momento, estão em pauta 122 projetos culturais que pleiteiam receber aprovação para captar recursos junto à iniciativa privada via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Os projetos estão enquadrados nas seguintes áreas: artes cênicas (44), música (27), audiovisual (18), artes visuais (14), humanidades (9), patrimônio cultural (9) e museus e memória (1). No total, os 122 projetos pleiteiam autorização para captar cerca de R$ 152,7 milhões.

As reuniões da CNIC ocorrem mensalmente. Cabe à comissão dar parecer favorável ou não aos projetos apresentados ao Ministério da Cidadania (MinC). Antes que os projetos aprovados pela comissão comecem a captar recursos por meio de incentivo fiscal, as decisões da CNIC precisam ser referendadas pelo secretário de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura, José Paulo Soares Martins, que preside a comissão.

A partir daí, o proponente está autorizado a procurar junto a empresas ou pessoas físicas o apoio financeiro à iniciativa, investimento que poderá ser posteriormente deduzido, totalmente ou em parte, do imposto de renda devido. Como ocorre em todas as reuniões, a plenária final, que será realizada na tarde da quinta-feira (6), terá transmissão ao vivo pelo site e redes sociais do MinC, garantindo a transparência das discussões.

A CNIC

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura é um colegiado de assessoramento formado por representantes dos setores artísticos, culturais e empresariais, em paridade da sociedade civil e do poder público. Os membros da sociedade civil são provenientes das cinco regiões brasileiras, representando as áreas das artes cênicas, do audiovisual, da música, das artes visuais, do patrimônio cultural, de humanidades e do empresariado nacional.

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Programa Encontros com o Cinema Brasileiro abre inscrições para sua 36° edição, com curadores dos Festivais Internacionais de Cinema de Veneza, Locarno e San Sebastián

Estão abertas, até o dia 21 de abril, as inscrições para o Programa Encontros com o Cinema Brasileiro. Para a sua 36° edição, o Programa, em parceria Ministério das Relações Exteriores (MRE), trará ao Brasil os representantes dos Festivais de Locarno e Veneza, que virão entre os meses de maio e junho para assistir às obras por eles selecionadas. O representante do Festival de San Sebastian participará de uma edição online do programa.

Inscrições

As inscrições vão até às 23:59 do dia 21 de abril de 2019. Serão aceitos apenas os longas-metragens brasileiros independentes, que não tenham estreado internacionalmente e que já estejam finalizados. Os filmes que ainda não tenham sido concluídos devem possuir corte provisório de som/imagem para exibição no Programa Encontrose deverão estar prontos para o dia da exibição no festival, caso sejam selecionados. As coproduções só serão aceitas caso sejam majoritariamente brasileiras.

Serão considerados como não tendo feito estreia internacional os filmes que não foram exibidos em festivais de cinema fora do território brasileiro ou lançados comercialmente no exterior. No caso de filmes que já tenham tido exibições em sessões públicas (festivais ou lançamento comercial) apenas no Brasil, será admitida a inscrição, desde que transcorrido menos de 1 ano da data da primeira exibição no momento de abertura das inscrições.

Os produtores interessados deverão preencher o formulário de inscrição online no Portal da ANCINE e disponibilizar um teaser ou trailer da obra de até 5 minutos, com legenda em inglês. Não há limite no número de filmes que podem ser inscritos por um produtor.

As informações das inscrições e os respectivos links serão repassados aos curadores dos festivais, que encaminharão para a ANCINE uma listagem dos filmes que gostariam de ver projetados integralmente.

lista das obras selecionadas será divulgada no site da ANCINE no dia 07 de maio de 2019.

Clique aqui para acessar o formulário de inscrição

Clique aqui para acessar o regulamento da 36° edição do Programa Encontros com o Cinema Brasileiro

Sobre o Programa Encontros com o Cinema Brasileiro

O Programa é uma iniciativa da ANCINE, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e com o apoio do Programa Cinema do Brasil. O objetivo é aumentar a visibilidade do cinema brasileiro no mercado internacional, investindo na aproximação das relações com os curadores dos principais festivais do mundo.

O calendário do Encontros com o Cinema Brasileiro é planejado de forma que cada edição do programa aconteça no período em que está sendo feita a escolha dos filmes que integrarão a programação do festival. Em edições anteriores, vieram ao Brasil curadores de alguns dos mais prestigiosos festivais internacionais de cinema, como os de Cannes, Sundance, Veneza, Toronto, Roterdã, Berlim, Locarno, Havana e Roma.

Quaisquer dúvidas sobre o regulamento, ou aspectos específicos podem ser sanadas pelo e-mail encontros.cinema@ancine.gov.br.

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FORMAÇÃO PROFISSIONAL | Inscrições abertas para sete cursos de formação na área audiovisual

Aulas gratuitas serão realizadas em maio no Centro Técnico Audiovisual (CTAv), no Rio de Janeiro. Interessados têm até 26 de abril para se inscrever

As chuvas que atingiram o Rio de Janeiro na noite da última segunda-feira (8) não impediram que os estudantes Matheus Damasceno, Marcos Vinícius Lourenço, José Bismarck e Liã Piraporé fossem ao Centro Técnico Audiovisual (CTAv) do Ministério da Cidadania, no início da tarde de terça-feira (9), para o segundo dia do workshop sobre iluminação em cinema. Afinal, não é todo dia que se tem a oportunidade de aprender com um dos maiores especialistas brasileiros sobre o tema, o iluminador Joaquim Eufrasino Neto, o Babá, servidor do CTAv desde o início das atividades, em 1985. O workshop integra o Ciclo Audiovisual em Formação, que inclui outros sete cursos no mês de maio, todos com inscrições abertas até 26 de abril. A expectativa é atender pelo menos 700 pessoas apenas no primeiro semestre.

O workshop de iluminação integra o Ciclo Audiovisual em Formação do CTAv. Inscrições para os cursos de maio estão abertas até 26 de abril (Fotos: Clara Angeleas/Ministério da Cidadania)

O workshop de iluminação integra o Ciclo Audiovisual em Formação do CTAv. Inscrições para os cursos de maio estão abertas até 26 de abril (Fotos: Clara Angeleas/Ministério da Cidadania)

“Sempre ouvi falar nos cursos do CTAv, mas ainda não tinha tido a oportunidade de participar. Gostei das aulas, o conteúdo é muito amplo, consegui aprender várias coisas interessantes”, conta Matheus Damasceno, 18 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio e do curso técnico de produção de áudio e vídeo na Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec). “Meu sonho é fazer faculdade de cinema. Quero participar de vários outros cursos no CTAv, de som, edição… Tudo o que aparecer e eu puder fazer, estou interessado”, completa Damasceno, que é morador de Bonsucesso.

Morador de Vila Isabel e colega de turma de Damasceno na Faetec, Marcos Vinícius Lourenço, de 20 anos, também elogiou o workshop de iluminação do CTAv. “Aqui é um centro de referência do audiovisual brasileiro, com potencial de me ajudar a desenvolver meu conhecimento e conseguir um lugar no mercado de trabalho. Este foi meu primeiro curso no centro e estou muito satisfeito”, destaca o estudante, que pretende fazer Jornalismo e se tornar repórter cinematográfico.

Também estudante da Faetec, José Bismarck, de 19 anos, morador do Complexo da Maré, sempre passou em frente ao CTAv no caminho da escola, mas nunca tinha entrado no local. “Só fui saber melhor quando meus professores do curso de produção de áudio e vídeo me falaram. Gostei muito do que aprendi. Esse workshop de iluminação veio literalmente me dar uma luz”, brinca o estudante. “Estou animado para fazer outros cursos aqui. O próximo vai ser o de mixagem de som”, conta Bismarck, que sonha em trabalhar como operador de câmera e fotógrafo.

O estudante Liã Piraporé, de 22 anos, deixou sua cidade natal, Pirapora, em Minas Gerais, para seguir o sonho de trabalhar com cinema. O workshop no CTAv foi o primeiro contato com o conhecimento técnico audiovisual. “Sempre gostei de cinema, mas minha ligação com o audiovisual não é tão estreita quanto eu gostaria, porque na minha cidade não tem cinema, o mais próximo é em Montes Claros, a 170 quilômetros de distância, então acaba que não é tão acessível”, conta. “Lá em Pirapora, eu pensei que, colocando meus poemas de forma imagética, eu conseguiria talvez alcançar outras pessoas, aí pensei em trabalhar com audiovisual e externalizar os meus pensamentos. Foi uma necessidade de transbordar. Sou poeta, fotógrafo e, agora aqui no Rio, também aspirante a cineasta”, afirma.


“Sou muito grato de poder repassar aos outros o conhecimento que tenho”, destaca Babá, professor do workshop de iluminação e servidor do CTAv desde a fundação

O professor do workshop de iluminação, Joaquim Eufrasino Neto, o Babá, de 61 anos, destaca que os cursos que ministra no CTAv são uma oportunidade de transmitir o conhecimento adquirido em 45 anos de profissão. “Sou muito grato de poder repassar aos outros o conhecimento que tenho. Você vê esses meninos, que estão procurando se descobrir dentro do cinema. É muito bom poder contribuir para que daqui a 20, 30 anos, eles possam ser diretores renomados, por exemplo. Este programa de formação renovou o CTAv. Em breve muitos de nós vão se aposentar e esse conhecimento não pode ficar só com a gente”, observa Babá.

Inscrições

Em maio, o CTAv vai promover sete workshops, que contemplam diversas etapas da cadeia produtiva do audiovisual. A participação é gratuita, limitada a 50 vagas para cada workshop. Os participantes devem ser maiores de 16 anos e serão selecionados segundo a ordem de inscrição, com prioridade para aqueles que tenham renda mensal familiar inferior ou igual a três salários-mínimos (R$ 2.994). Para acessar o formulário e se inscrever, clique neste link.

Serão realizados workshops de elaboração de projetos, produção executiva, estruturação de empresa e marketing, financiamento, inscrição de projetos para captação de recursos via leis de incentivo federais, montagem e mixagem, produção de acessibilidade para conteúdos audiovisuais e distribuição e exibição. Para mais informações sobre os cursos, acesse este link.

“Nosso foco prioritário com esses workshops são jovens de comunidades carentes do Rio de Janeiro e também de outros locais. Nós queremos que esses jovens possam vislumbrar um futuro profissional no setor audiovisual”, explica a coordenadora-geral do CTAv, Daniela Pfeiffer. “A grande vocação do Centro Técnico Audiovisual é exatamente a formação. Começamos o ciclo de formação em 2018, quando realizamos 10 workshops e atendemos cerca de 400 pessoas. Este ano, vamos abordar todas as etapas da cadeia produtiva”, informa.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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ANCINE encerra o enquadramento da Modalidade C do Fluxo TV

O enquadramento de todos os projetos inscritos na Modalidade C da Chamada Pública BRDE/FSA – Fluxo Contínuo para Televisão 2018 foi finalizado. O resultado do enquadramento começou a ser enviado individualmente a cada proponente pelo Sistema BRDE na última quinta-feira (11). É válido informar que apenas projetos na zona de saldo disponível receberam o enquadramento.

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A etapa de Enquadramento da Chamadaconsiste na atribuição de pontos, segundo os critérios de pesos percentuais fixados em cada modalidade, de forma a estabelecer os limites de investimento em diferentes faixas. 79 projetos de 13 estados, divididos entre 49 produtoras e 23 programadoras/emissoras, participaram desta etapa, sendo a maioria dos projetos (40) de fora do eixo RJ-SP, advindos do FAMES (Fórum Audiovisual Minas Gerais, Espírito Santo e Sul/Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e CONNE (Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte e Nordeste).

– 34 projetos alcançaram a faixa de recursos solicitados e passarão para a etapa de Habilitação;

– 22 projetos não conseguiram pontos suficientes, mesmo com a aplicação de indutores, para alcançar a faixa de recursos solicitados. Estes serão encaminhados ao Comitê de Investimento de Televisão do FSA para um possível reenquadramento em até duas faixas acima do enquadramento automático inicial. Mesmo que o CI decida por não investir acima da faixa alcançada, o projeto tem garantido o investimento correspondente a sua pontuação e passará para etapa de Habilitação;

– 23 projetos não alcançaram a nota mínima e poderão recorrer no prazo de 10 (dez) dias, exclusivamente pelo Sistema BRDE.

A publicação da lista do projetos a serem contratados será realizada após a fase de habilitação e à medida que forem habilitados, comporão listas a serem publicadas no Diário Oficial da União, dando início à etapa de contratação. Os projetos não habilitados terão direito ao prazo de 10 dias para recurso. Caso a inabilitação permaneça e seja liberado saldo pelo não provimento de recursos, não provimento de reenquadramento ou inabilitação de projetos, novos projetos serão enquadrados.

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