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Confira a programação cultural do Ministério da Cidadania

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A partir deste sábado (23), a exposição “Raízes” passará pelo Complexo Cultural Funarte, em São Paulo, na Galeria Mario Schenberg. O projeto traz um diálogo entre culturas ancestrais e suas vertentes contemporâneas. A visitação é gratuita e vai até 7 de abril, de terça a sexta, das 10h às 18h, e sábados e domingos, das 14h às 21h. Espetáculos teatrais e mostras de filmes também compõem a agenda do último fim de semana de fevereiro. Confira a programação completa abaixo:

CINEMATECA BRASILEIRA

Roma na Cinemateca
Até 8/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Lançado comercialmente em Video on Demand (VoD) em dezembro de 2018, o filme Roma terá exibições especiais na Cinemateca nas próximas semanas. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, a película dirigido por Alfonso Cuarón tem sido destaque na temporada de premiações e concorre a 10 Oscar na edição de 2019.
As sessões ocorrem de 8 de fevereiro a 8 de março, sempre às 20h. A venda de ingressos ocorrerá somente on-line, respeitando a lotação da sala de exibição, que é de 210 lugares. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) e podem ser obtidos no site da Cinemateca.
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Clássicos ao Ar Livre
Até 9/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Abrindo a programação de 2019, a Cinemateca Brasileira realiza sessões gratuitas do projeto “Clássicos ao ar livre”. De 9 de fevereiro a 9 de março, sempre aos finais de semana, haverá a exibição de clássicos do cinema estrangeiro, no seu suporte original 35mm, em sessões na tela externa da Cinemateca. Entre os destaques estão clássicos do cinema fantástico como Sangue de pantera (1942), dirigido por Jacques Tourneur, Planeta fantástico (1972), animação de René Laloux, e Vampiros de almas (1956), ficção científica de Don Siegel; o suspense de Alfred Hitchcock Suspeita (1941), filme que iniciou sua parceria com Cary Grant e que rendeu a Joan Fontaine o Oscar de Melhor Atriz; Lili Marlene (1981), de Rainer Werner Fassbinder, sobre o romance de uma popular cantora alemã com um compositor judeu no período do nazismo; e Gente da Sicília (1999), dos mestres Jean-Marie Straub e Danièle Huillet – vencedor do Prêmio da Crítica na 23ª Mostra Internacional de São Paulo – que acompanha o retorno de um escritor à região italiana para reencontrar a mãe. A programação exibe também uma das obras-primas de Jean Renoir, French Cancan (1955).
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Exposição ‘Raízes’
Abertura: 23/2, às 14h
De terças a sextas, das 10h às 18h, sábados e domingos, das 14h às 21h.
Entrada franca
Endereço: Complexo Cultural Funarte SP — Galeria Mario Schenberg

Raízes é um projeto artístico que dialoga com as culturas ancestrais e suas vertentes contemporâneas. Por meio de desenhos, pinturas e um mural, Ju Costa exalta a diversidade e a singularidade das expressões artísticas de povos de matrizes africanas e indígenas, que acreditam no equilíbrio da natureza e valorizam suas raízes sociais. A artista representa a riqueza cultural e a pluralidade racial brasileiras.
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Exposição “Estar no mundo, sem ser do mundo”
Abertura: 23/2, às 14h
Encerramento: 7/4.
Horário de visitação: terças a sextas, das 10h às 18h; sábados e domingos, das 14h às 21h.
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

A exposição apresenta 12 pinturas inéditas, resultado de uma pesquisa realizada por Maíse Couto entre 2017 e 2018. As obras são fruto de uma imersão da artista em suas questões pessoais e do enfrentamento da rotina solitária e silenciosa do ateliê. As paisagens – que atravessam as fronteiras entre figuração e abstração – em geral são habitadas por uma criança inspirada nos retratos de sua filha. O símbolo personifica sua própria imagem infantil, em espaços indefinidos, em situações e ações que revelam resquícios de lembranças e imaginação. A exposição foi uma das contempladas no edital Paralelos de Artes Visuais, em 2018.
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Oficina “Trance Lucid Dance”
Data: 24/2, domingo, das 15h às 18h.
Ingressos: R$ 90 (meia-entrada: R$ 45)
Endereço: Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – Complexo Cultural Funarte SP

A atividade faz parte dos projetos da Universidade Coreosofia, dos dançarinos Raji e Mudra, da Bélgica. Em parceria, os artistas desenvolveram um conjunto de exercícios que permitem a cada praticante entrar em intimidade com o próprio organismo, “sem opor o processo instintivo à racionalidade”. A proposta é, ao contrário, “abrir a via intuitiva entre os dois hemisférios do cérebro” por meio de atividades que envolvem consciência corporal, ritmo, respiração, música, pintura, meditação e criatividade.
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Espetáculo ‘Poética do Cotidiano’
Até 27/3, às 20h (quartas)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
A peça é resultado da oficina O Século de Stanislavski, projeto contemplado no programa Laboratório da Cena Funarte 2018. Os ingressos são vendidos na modalidade “pague quanto puder”. Coordenado por Dirce Thomaz, Edson Caeiro e Geraldo Fernandes, o trabalho reúne cenas sobre temas diversos, que refletem as angústias do ser humano, sua relação com a realidade, os desejos e os sonhos e seu contato com o outro. As questões – abordadas pelas perspectivas do naturalismo, realismo e simbolismo – transitam pelos campos político, social e espiritual.
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Espetáculo ‘Àtma’
De 22/2 a 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
De acordo com o espetáculo, diz-se que uma pessoa tem bom senso quando sua alma age de acordo com as regras da sociedade, mas ela é considerada “louca” quando sua alma se liberta da prisão. No entanto, as pessoas acometidas por essa “loucura” podem predizer o futuro, conhecem as línguas e as ciências sem tê-las aprendido e oferecem algo de verdadeiramente lúcido porque se libertam das estratégias mentais e corpóreas e exercem suas faculdades naturais. Presos a uma rede de desejos e absortos pelo egocentrismo inconsciente, os seres humanos desconhecem sua natureza interior e aniquilam-se para obter o gozo dos sentidos.
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Espetáculo ‘O Céu dança no Espelho do Mundo’
23/2, às 18h (sábado)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
A Sala Renée Gumiel do Complexo Cultural Funarte SP recebe o espetáculo O Céu dança no Espelho do Mundo. Os ingressos têm preços populares. A coreografia, de inspiração filosófica, remete ao mistério do “amor”, ao grande sopro do universo”, que “pulsa” “ao ritmo do coração dos enamorados”. O espetáculo também sugere que o fluxo de vida dos amantes “nunca se esgota”.
O Céu dança no Espelho do Mundo faz parte dos projetos da Universidade Coreosofia, dos dançarinos Raji e Mudra, da Bélgica. Em parceria, os artistas desenvolveram um conjunto de exercícios que permitem a cada praticante entrar em intimidade com o próprio organismo, “sem opor o processo instintivo à racionalidade”. A proposta é, ao contrário, “abrir a via intuitiva entre os dois hemisférios do cérebro” por meio de atividades que envolvem consciência corporal, ritmo, respiração, música, pintura, meditação e criatividade.
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45ª edição da Campanha de Popularização Teatro & Dança
Até 24/2
Endereço: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte (MG)
A Campanha de Popularização Teatro & Dança é realizada até 24 de fevereiro e vai circular por seis cidades de Minas: Betim, Contagem, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e a capital, Belo Horizonte.
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Espetáculo ‘Cão’
Até 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Na trama, o personagem Ricardo sofre com a falta de memória. Com a ajuda de um garçom, ele tenta resgatar lembranças de sua vida em meio a papeis, vultos de si e aparições de duas mulheres: Bela e Laura. O espetáculo aborda questões do mundo contemporâneo, como a virtualização das relações e a falta de memória de si, do entorno e das questões sociais. A peça – que tem como referências o teatro do absurdo, o teatro épico e o realismo fantástico, além das obras de Jean Paul Sartre, Luiz Alberto de Abreu e Carlos Alberto Soffredini – também traz à tona a complexidade de sentimentos humanos, como o amor, a loucura, a dignidade e o desejo.
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Espetáculo ‘Mãe’
Até 28/2, às 20h30 (quarta e quinta)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Mãe
 parte de um episódio trágico vivido pelo personagem quando tinha apenas um ano e quatro meses: a morte de sua mãe em um acidente. O estímulo inicial da obra – que transita entre o teatro, a dança, a performance, a poesia e a meditação – é uma poderosa e dolorida imagem interna da mãe. A peça remete ao sagrado feminino,às subversões, aos silenciamentos e estupros sociais, culminando no maior arquétipo da mãe: nosso planeta.
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Exposição ‘Dupla Face’
Até 24/3 – 10h30 às 19h (terça a domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Com curadoria de Maria Eugenia Cordero, a mostra apresenta 33 esculturas de Pallardó, que, além de artista visual, é também ator de teatro e integrante do coletivo paulistano Cia da Vértebra. Os trabalhos permitem vislumbrar algo do seu processo de criação, uma conjugação dessas duas faces de sua expressão artística.
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FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘1808 – 1818: A construção do reino do Brasil’
Até 29/3 – 12h às 16h30 (segunda), 10h às 16h30 (terça a sexta)
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)
A exposição reflete sobre a época joanina,  período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e, logo em seguida, pela abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D.João. Deixando para trás uma Europa conflagrada, D. João passou a reinar na cidade do Rio de Janeiro, que se transformou na cabeça do Império Ultramarino. A instalação da corte no Brasil promoveu a quebra do chamado “pacto colonial”, abrindo os portos para as nações amigas.
Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.
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FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Mostra ‘Rui, sua casae seus livros: o homem e sua biblioteca’
Até 4/4
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro(RJ)
O Museu Casa de Rui Barbosa promove a mostra ‘Rui, sua casa e seus livros:o homem e a sua biblioteca’. O roteiro temático tem como objetivo buscar o diálogo entre o acervo, o espaço e o personagem. A entrada franca.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Circuito Villa-Lobos
27/2, às 11h
Local: Museu Villa-Lobos – Rua Sorocaba, 200, Rio de Janeiro (RJ)
Passeio guiado por lugares frequentados pelo maestro e compositor, relacionados ao seu trabalho e lazer. O Circuito inicia-se na escadaria do Theatro Municipal. Os participantes caminham por ambientes que Villa-Lobos frequentou ao longo de sua trajetória e termina na Casa do Choro, onde é apresentado um recital de música brasileira, com destaque para o gênero musical Choro, estilo que inspirou Villa-Lobos em suas composições. Reserve sua vaga entrando em contato com o número (21) 97133 1822.
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Mostra ‘Três Momentos da Pintura de Paisagem no Brasil’
Até 31/5
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)
A mostra “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil. São 36 obras provenientes do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas. Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas. A mostra é dividida em três módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil ou, ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero. As visitações são de terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
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Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’
Até 17/6 – quarta a segunda-feira, das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo, SP
Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’
Até 15/3 – das 8h às 18h
Endereço: SEPS, Quadra 713/913, Bloco D, Edifício Iphan – Brasília (DF)
A Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’ é uma homenagem ao trabalho desenvolvido por Luiz de Castro Faria pela preservação dos bens arqueológicos brasileiros. A exposição detalha em quatro módulos um pouco da história do antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo, destacando sua contribuição para a consolidação das políticas de proteção aos bens arqueológicos brasileiros.
Uma amostra da pesquisa do arqueólogo padre João Alfredo Rohr, exibindo 167 peças que integram sua coleção, tombada pelo Iphan em 1986, também está disponível, trazendo uma abordagem aos dois patrimônios arqueológicos inscritos pela Unesco na Lista de Patrimônio Mundiais: Parque Nacional Serra da Capivara, declarado Patrimônio Mundial em 1991 e tombado pelo Iphan em 1993, e Sítio Cais do Valongo, inscrito na Lista em 2017.
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Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Carnaval da Casa da Cultura evidencia as principais manifestações culturais de Pernambuco

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Pri Buhr/Secult-PE

A Casa da Cultura, palco dos principais ciclos festivos de Pernambuco, dá início à sua programação de Carnaval nesta próxima segunda-feira (25). A festa segue até a sexta-feira seguinte (1/03), com uma série de apresentações de blocos líricos, orquestras de frevo, afoxés, grupos de ursos, bois, maracatus e cocos.

Com acesso gratuito, o evento, promovido pelo Governo do Estado, é uma das ações do ciclo carnavalesco da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, que todos os anos evidencia e traz para o palco da Casa da Cultura as principais manifestações e expressões culturais de Pernambuco.

Dentre as atrações confirmadas, estão quatro Patrimônios Vivos de Pernambuco: Caboclinho 7 Flexas; Maracatu Estrela de Ouro de Aliança; Mestre Galo Preto; e Maracatu Leão Coroado.

Maracatu Leão Coroado estará presente no cortejo

Maracatu Leão Coroado também vai levar seu baque virado para o Carnaval da Casa da Cultura

“A ideia é apresentar um recorte da diversidade cultural pernambucana aos turistas que circulam diariamente pelo espaço durante este época do ano, além de dar uma chance aos pernambucanos que também frequentam o equipamento cultural de conhecerem grupos e artistas de outras regiões do Estado”, comenta o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto.

Costa Neto/Secult-PE

Costa Neto/Secult-PE

O Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é uma das atrações confirmadas na quinta-feira (28/02)

CARNAVAL DE PERNAMBUCO – O secretário de cultura de Pernambuco Gilberto Freyre Neto reforça que o carnaval no estado se destaca ainda pelas centenas de contratações artísticas, que ajudam a compor a grade de carnaval de dezenas de municípios, em todas as regiões de Pernambuco. Além dos apoios a alguns eventos consagrados, como o 15º Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca, Encontro de Afoxés de Pernambuco, 18º Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda, 19º Encontro  Estadual de Afoxés, VI Os Bois Brilham no Carnaval de Todos, Encontro Estadual de Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, entre outros.

“É um modelo exitoso do Carnaval de Pernambuco, no qual o Governo garante que as expressões mais genuínas do período momesco, como os maracatus, caboclinhos, orquestras, agremiações, etc – motivo pelo qual recebemos milhares de turistas todos os anos -, estejam presentes na programação dos municípios que promovem a festa no nosso estado”, destaca o secretário. Até o final da semana a Secretaria de Cultura e a Fundarpe deve divulgar a lista de artistas que estão sendo contratados pelo Governo.

Programação do Carnaval na Casa da Cultura 2019

Segunda-feira (25/02)
15h30 – Troça Carnavalesca Mista Cachorro do Homem do Miúdo
16h30 – Aurinha do Coco
17h30 – Bloco Compositores e Foliões

Terça-feira (26/02)
15h30 – Urso Cangaçá de Água Fria
16h – Caboclinho 7 Flexas (Patrimônio Vivo de Pernambuco)
17h – Afoxé Ylê de Egbá

Quarta-feira (27/02)
15h30 – Nação Africana Pretinha do Congo
16h – Maracatu Estrela de Ouro de Aliança (Patrimônio Vivo de Pernambuco)
17h – Santino Cirandeiro

Quinta-feira (28/02)
15h30 – Maracatu Nação Sol Nascente
16h30 – Bloco das Flores
17h30 – Mestre Galo Preto (Patrimônio Vivo de Pernambuco)

Sexta-feira (01/03)
15h30 – Boi D’Loucos
16h – Maracatu Leão Coroado (Patrimônio Vivo de Pernambuco)
17h – Troça Carnavalesca Mista Batutas de Água Fria

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CEARÁ l Conheça os Novos Mestres e Mestras da cultura

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A Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) divulga o resultado final do Edital do “Tesouros Vivos da Cultura” do Estado do Ceará 2018 para reconhecimento dos novos Mestres e Mestras da Cultura, novos grupos e coletividades. Com esse resultado, mais uma meta do Plano Estadual de Cultura do Ceará foi atingida: a da ampliação do número de Mestres da Cultura do Estado. Confira o resultado no site de editais da Secult: http://editais.cultura.ce.gov.br/.

Com o Edital do Tesouros Vivos da Cultura 2018, foram contemplados 11 (onze) novos Mestres e Mestras da Cultura. Além deles, 02 (dois) grupos e 01 (uma) coletividade estão na lista. No processo seletivo, 119 inscrições foram validadas, sendo 105 inscritos para a categoria pessoa natural – mestres e mestras da Cultura, 11 para categoria grupos e 03 para coletividade.

O processo seletivo do Edital contou com a avaliação de uma Comissão Especial formada por Jana Rafaella Maia Machado, mestra em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural – PEP-MP/IPHAN; Sílvia Maria Aragão de Andrade Furtado, mestra em Educação, pela Universidade Federal do Ceará, editora e secretária executiva da Fundação Waldemar Alcântara; Francisco Otávio de Menezes, historiador e coordenador do Arquivo Intermediário da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará; Raimundo Oswald Cavalcante Barroso, doutor em Sociologia, pela Universidade Federal do Ceará, professor da Universidade Estadual do Ceará, dramaturgo, poeta, jornalista, folclorista e teatrólogo; e Poliana Santos Braga, presidente da Comissão Cearense de Folclore.

1. Mestres e Mestras da Cultura

Adrião Sisnando de Araújo (Juazeiro do Norte – Cabaceiro) – Cabaceiro Siará, com 52 anos, é filho do Cariri cearense. Destaca-se pelas atividades de pesquisador e museólogo popular, coletando e mantendo um importante acervo no seu Museu das Cabaças, preservando a memória do povo cabaceiro.

Aécio Rodrigues de Oliveira (Crato – Luthieria) – Com 62 anos de idade, Aécio de Zaira tem como ofício, há 21 anos, a produção artesanal de instrumentos musicais (luthieria), por meio da reciclagem de madeiras mortas e outros materiais descartados no lixo, além de materiais em decomposição encontrados na natureza. Representa também através da música e da poesia popular as tradições do Cariri. Sua produção tem como raízes os saberes e fazeres de sua bisavó paterna, índia Kariri que morava na região rural do Crato. Seus conhecimentos foram adquiridos em família através da oralidade e do convívio cotidiano e, atualmente, transmite-os voluntariamente no quintal de sua casa em aulas de música e de luthieria.

Antônio Ferreira Evangelista (Juazeiro do Norte – Reisado) –  Mestre Antônio, 57 anos, natural de Juazeiro do Norte, é líder de reisado e brincante há mais de 40 anos. Tem uma ligação tão forte com a manifestação que se torna impossível separar sua existência da brincadeira do reisado. Começou a participar da atividade quando criança no Reisado do Mestre Pedro, após o falecimento do mesmo, Antônio e seus irmãos deram continuidade ao grupo que passou a ser chamado de Reisado dos Irmãos, em 1996.

Expedito Antonio do Nascimento (Juazeiro do Norte – Banda Cabaçal) – Mestre Expedito Caboco possui 69 anos, dos quais 60 têm sido vivenciando e difundindo a tradição das bandas cabaçais e 50 representando o personagem Mateus em reisados e guerreiros de Juazeiro do Norte. Mantém com muito afeto e respeito a cultura da banda cabaçal, que tem sido vivida e transmitida entre as diversas gerações de sua família. Recebeu de seu pai, João Marques de Souza, em 1971, a direção da banda cabaçal fundada por seu avô e irmãos deste, em 22 de março de 1901, sob as bênçãos de Padre Cícero. À frente da banda cabaçal, hoje denominada Banda Cabaçal Santo Expedito, mantém, com sua memória, criatividade e incrível habilidade, os repertórios, os instrumentos, as danças e os demais saberes e fazeres ligados a esta importante tradição.

Francisco Alves de Freitas (Caridade – Artesanato em Couro) – Conhecido como Chico Belo, nasceu há 70 anos em Caridade, no Sertão de Canindé. Desenvolve o artesanato em couro, ofício herdado do pai e do avô. Em suas mãos, o couro curtido vira selas e arreios, botas e sandálias, cintos e chicotes. Mestre Chico Belo se destaca pelo esmero e pela delicadeza do seu trabalho, certamente por considerar seu ofício uma arte.

João Pedro de Carvalho Neto (Fortaleza – Xilogravura e Literatura de Cordel) – João Pedro (54 anos), reside em Fortaleza desde 2001. Conhecido como João Pedro de Juazeiro, é um artista inquieto e muito produtivo na área de xilogravura e literatura de cordel. Começou a desenvolver seus trabalhos com xilogravura na Lira Nordestina, em Juazeiro do Norte. Além de produzir, preocupa-se em transmitir seus conhecimentos através de oficinas e fomentar sua arte em exposições. O Mestre empenha-se ainda em preservar a memória de seu povo, mantendo e protegendo um acervo de mais de 8000 mil peças composto por xilogravuras impressas e equipamentos para a fabricação dessa arte que tanto representa o Nordeste.

Raimunda Rodrigues Teixeira (Caucaia – Cultura Indígena – Povo Tapeba) – Dona Raimunda Tapeba (73 anos) é líder de seu povo, ocupando a função de pajé, sendo considerada a primeira mulher indígena a ocupar o papel de pajé numa etnia indígena no Ceará. Sua comunidade está estimada, atualmente, numa população de oito mil indígenas da etnia Tapeba, que vivem na margem do rio Ceará, em Caucaia. D. Raimunda mantém os costumes indígenas vivos através de sua memória e seus ensinamentos acerca das lendas, culinária, ervas, rituais e costumes. A Mestra Pajé Raimunda Tapeba é uma representante valente e incansável dos indígenas do Ceará.

Maria Josefa da Conceição (Porteiras – Comunidade Quilombola dos Souza – Dança do Coco e Maneiro Pau) – Conhecida como Maria de Tiê tem 58 anos, dos quais 41 anos são dedicado aos fazeres e saberes da dança do coco e do maneiro-pau na Comunidade Quilombola dos Souza, localizada no Sítio de Vassourinha, zona rural do município de Porteiras. Suas toadas e emboladas de coco divulgam as tradições e práticas culturais próprias de seu povo, como forma de reconhecimento e valorização da transmissão entre as gerações dos saberes de raiz cultural africana e afro-brasileira, esta advinda da singularidade, história e cultura repassada pelo seu pai, o Mestre Luiz Manoel de Souza, que foi mestre de reisado, embolador de coco e Maneiro-Pau. Maria de Tiê dedica-se também através de sua dança, cores e cantos à luta pelos direitos da mulher negra, pelo respeito à diversidade étnica e à sua própria história.

José Maria Pereira dos Santos (Aratuba – Cultura Indígena – Povo Kanindé) – Cacique Sotero, hoje com 75 anos, cresceu em meio às matas, acompanhando os pais desde pequeno nas caçadas e nos trabalhos agrícolas. Tem trabalhado na agricultura familiar de subsistência por toda a sua vida, dedicando-se também às lutas dos movimentos sociais e populares desde a década de 1960, especialmente como liderança indígena. É o idealizador do Museu dos Kanindé, o primeiro museu indígena do Ceará e segundo do Brasil, reinterpretando os saberes e técnicas herdados dos seus ancestrais.

Edite Dias de Oliveira Silva (Crato – Dança do Coco) – Dona Edite do Coco, com 78 anos de vida, é a principal responsável por manter viva a dança do coco na comunidade das Batateiras, no Crato. Ela lidera o Grupo de Mulheres do Coco da Batateira, um grupo de 17 agricultoras cratenses, com idades entre 56 e 84 anos, criado em 1979, quando ela e três amigas se reuniram para fazer uma apresentação da turma do Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) na programação do Dia do Folclore na Praça da Sé do Crato. O grupo hoje é reconhecido com um dos mais importantes do Nordeste, tendo sido já objeto de diversas pesquisas.

Francisco Gildamir de Sousa Chagas (Aurora – Escultor e Luthier) – Conhecido como Gil D’Aurora, nasceu há 60 anos, em Juazeiro do Norte, mas, desde três meses de idade, reside em Aurora, considerando-se assim “aurorense de coração”. Aprendeu cedo com o pai e o avô a transformar madeira em arte e, no grupo dos notáveis escultores de Aurora, destacou-se nas esculturas em movimento. Gil foi deixando sua marca nos vários segmentos que explora, seja nas esculturas em movimentos, ex-votos ou móveis, mas foi inspirado pelo Mestre Antônio Pinto Fernandes que Mestre Gil D’Aurora entrou de cabeça no ofício de luthier, apaixonando-se fulminantemente pelas curvas e pela sonoridade da rabeca.

2. Grupos

Reisado Mirim Santo Expedito (Juazeiro do Norte – Reisado) tem origem na dedicação a esta expressão que é transmitida entre as gerações como tradição familiar. Foi fundado por um grupo de meninas entre nove e dezoito anos, que conquistaram o seu espaço em um universo marcadamente masculino, evidenciando a beleza mística encarnada de guerreiras ou semideusas. O protagonismo das meninas, sob a condução de Flatenara Silva, reconfigura o papel do feminino no universo do reisado e representa o futuro de uma tradição que, através dos jovens, encanta e atualiza a memória dos mais velhos e de seus antepassados.

Maracatu Rei de Paus (Fortaleza- Maracatu) é o maracatu em atividades contínuas há mais tempo em Fortaleza. Foi fundado há 65 anos pelos irmãos Antônio Barbosa, José Bernardino Barbosa e Geraldo Barbosa. Já recebeu vinte e sete (27) títulos de campeão do carnaval de rua de Fortaleza, destacando-se, tradicionalmente, nos seus cortejos, por seus ritmos, cores, loas, alas e coroação de sua rainha. A família Barbosa mantém com muito amor essa tradição familiar, buscando sempre fortalecer os elos afetivos da comunidade para com esta expressão afro-brasileira, promovendo momentos de aprendizado, socialização e ludicidade através de seus mutirões para confecção de material, ensaios e apresentações.

3. Coletividade

Associação União dos Moradores do Jatobá (Chaval – Farinhada / Mandiocultura)  foi reconhecida como coletividade pelo fazer cultural da farinhada, tradição ancestral da agricultura familiar da zona rural de Chaval. Sua prática resiste ao tempo há mais de 40 anos, e tem a farinha como referência de suas memórias, passando entre as gerações até os dias atuais. A casa de farinha é um espaço sagrado de produção de um dos principais alimentos do povo nordestino, lugar de convívio e socialização onde diversas famílias e gerações praticam a reciprocidade, alimentando seus laços de afeto e convivência. Em Chaval, a produção da farinha preservar a forma artesanal, baseada na herança ancestral indígena e afrodescendente. Dentre várias atividades realizadas pela associação está o rito que celebra a colheita da mandioca entre os meses julho a outubro de cada ano, reunindo as trabalhadoras e os trabalhadores rurais para vivenciar este momento de fortalecimento da identidade coletiva dando sentido ao conhecimento e à técnica do fazer tradicional.

Saiba mais

O aumento do número de Mestres e Mestras da Cultura do Estado se deu com a alteração da Lei dos Tesouros Vivos da Cultura, sancionada pelo Governador Camilo Santana, ampliando o limite de 60 para 80 mestres(as) reconhecidos(as).

Os Mestres da Cultura do Ceará são reconhecidos pelas leis 13.351/2003 e 13.842/2006 que instituem o registro dos Tesouros Vivos da Cultura do Estado do Ceará. Por meio de seleção pública, os mestres agraciados passam a receber um auxílio financeiro mensal e os grupos tradicionais recebem apoios para suas atividades.

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BAHIA: Prorrogadas as inscrições para os festivais em homenagem ao poeta Castro Alves

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Foram prorrogadas até 08 de março as inscrições para a 18ª edição do Festival de Declamação de Poemas de Antônio de Castro Alves e para o 5º Festival Infantil de Declamação de Poemas de Castro Alves que acontecem gratuitamente todos os anos no Parque Histórico Castro Alves (PHCA), local onde nasceu o poeta baiano em 1847, em Cabaceiras do Paraguaçu, localizada no Recôncavo baiano (a 170 km de Salvador). Os interessados têm até 08 de março para realizar a inscrição no PHCA ou pelo telefone (75) 3681-1102; de segunda a quinta-feira das 9h às 12h e das 14h às 17h.

 Os festivais acontecerão no sábado, 09 de março, a partir das 13h; e as premiações serão entregues na quinta, 14 de março, data de comemoração aos 172 anos de nascimento do poeta. “Serão dois dias de eventos. Sendo que o dia 14 terá uma programação mais extensa. Sábado (09) serão selecionados os cinco melhores declamadores nas categorias adulto e infantil. Os vencedores deverão se apresentar na quinta-feira”, explica Diogenisa Oliva, coordenadora do PHCA.

 Na categoria adulto podem se inscrever pessoas a partir de 14 anos completos até data do festival (09/03) e na categoria infantil são válidas crianças de 03 anos a 13 anos. Nas declamações os jurados analisam originalidade (criatividade utilizada para a apresentação do poema), dicção (clareza das palavras pronunciadas na declamação), fluência verbal (correção e a pronúncia das palavras); fidelidade ao texto (exatidão e o respeito a todos os versos e palavras do poema); além do grau de dificuldade do poema declamado pelo candidato. O júri será composto por professores, historiadores, diretores de teatro, escritores e representantes da Diretoria de Museus (Dimus) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 “A cidade abraça maravilhosamente bem o evento. E as outras cidades vizinhas juntam-se a nós. Passamos o ano todo preparando os festivais. No parque desenvolvemos cursos, oficinas, palestras. Travamos uma batalha para manter viva a memória de Castro Alves, para que a nova geração conheça seus escritos e compreenda a atualidade de sua obra”, ressalta Diogenisa Oliva.

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA) – Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o Parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a “Cruz da Estrada”, a Fonte e o Marco da Fazenda. O público pode ainda usufruir de projetos socioeducativos e anualmente, o Parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O PHCA integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Visitação: terça-feira a sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 17h. Sábados, domingos e feriados das 9h às 13h.

Entrada: grátis

Endereço: Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/BA.

Contato: (75) 3681-1102

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Adiadas inscrições na Modalidade A1 do edital Coprodução Internacional Cinema

De acordo com comunicado publicado hoje no site do BRDE, agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA, houve uma falha técnica no Sistema do banco. O problema acarretou a inscrição indevida, antes do horário previsto, de projetos na Modalidade A1 da Chamada Pública Coprodução Internacional Cinema 2019, resultando em benefício indevido para alguns proponentes.

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Para manter a isonomia do processo seletivo, todas as inscrições serão canceladas e precisarão ser refeitas. As inscrições na Modalidade A1 foram fechadas e serão reabertas na quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019, a partir das 13 horas.

Com exceção da tela inicial de identificação do projeto e do desempenho artístico da produtora e diretor, todas as demais telas do sistema terão os dados apagados e precisarão ser preenchidas novamente, a partir da reabertura do sistema.

O Edital e outros documentos relativos à Chamada estão disponíveis nos links abaixo:

Edital

Perguntas Frequentes

Manual de Habilitação

Guia de Telas de Utilização  do Sistema FSA  – Coprodução Cinema

Guia de Telas de Utiliza̤̣o do Sistema FSA РCoprodṳ̣o TV

Regulamento de Pontuação

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Paulo Amaral assume presidência do Instituto Brasileiro de Museus

Foi publicada nesta quinta-feira (21), no Diário Oficial da União, a nomeação de Paulo César Brasil do Amaral como presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), instituição do Ministério da Cidadania responsável pela Política Nacional de Museus (PNM), pela administração direta de 30 museus e pela melhoria dos serviços do setor.

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Paulo Amaral é artista plástico, curador de artes, escritor e engenheiro civil formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Foi diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs) em três ocasiões: entre abril de 1997 e dezembro de 1998, período em que conduziu as definitivas obras de restauro do museu; de janeiro de 2003 a janeiro de 2007; e de 2015 a janeiro de 2019, quando deixou o cargo para unir-se à equipe do Ministério da Cidadania.

Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas e de salões de arte ao longo de sua carreira como artista plástico. Suas obras integram acervos de diversas instituições, como a Pinacoteca Aldo Locatelli (RS), o MARGS, o Museu da Gravura Brasileira de Bagé (RS), o Stedelijke Museum van Aalst (Bélgica) e coleções privadas no Brasil e no exterior.

Amaral foi responsável pela curadoria e chefiou as atividades do Rio Grande do Sul no Ano do Brasil na França (Saison Brésil-France), da exposição Vasco Prado – A Escultura em Traço e da mostra Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, que integrou a missão cultural do Rio Grande do Sul na República Tcheca, entre outras.

Foi diretor institucional pelo Rio Grande do Sul na I Bienal de Artes Plásticas do Mercosul, em 1997, em Porto Alegre. A partir da terceira edição, passou a compor o Conselho da Fundação Bienal, cargo que deixou em 2015.

Em 1994, recebeu a Comenda da Ordem do Mérito das Belas Artes, do estado do Rio de Janeiro, no grau de Comendador, e, em 2006, o título de Cidadão Honorífico da Cidade de Porto Alegre. Desde 2010, integra a Academia Brasileira de Belas Artes, na qual ingressou pela cadeira de Di Cavalcanti. Em 2017, recebeu a mais alta honraria da Academia, a Grande Medalha de Honra.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Edital do IberCultura Viva apoia participação em congresso na Argentina

O programa IberCultura Viva lançou edital para apoiar a participação de representantes de organizações culturais comunitárias e/ou povos indígenas no 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária. O evento, organizado pela Rede de Cultura Viva Comunitária da Argentina, será realizado em formato de caravana, passando pelas cidades de Mendoza, San Francisco, Paraná, San Martín, Hurlingham e Buenos Aires entre 10 e 18 de maio deste ano.

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O edital é dirigido aos países membros do Conselho Intergovernamental do IberCultura Viva: Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba (país convidado), Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, México, Peru e Uruguai. Cada organização cultural comunitária e/ou povo indígena poderá apresentar uma pessoa candidata, que deverá ser maior de idade e estar em condições de viajar para a Argentina na data do evento.

O valor total destinado ao Edital de Mobilidade 2019 é de US$ 35 mil, que serão distribuídos para a compra de passagens aéreas, seguros de viagem e taxas de inscrição para os representantes das organizações ou coletivos selecionadas. A inscrição inclui hospedagem e traslados entre as cidades sedes, a cargo dos organizadores do congresso. O programa não se responsabilizará pelos serviços oferecidos pela organização do congresso, como hospedagem, transporte e alimentação.

Inscrições

As inscrições estão abertas até as 18h de 15 de março (considerando o horário oficial de Buenos Aires, Argentina) e podem ser feitas pela plataforma Mapa IberCultura Viva. Confira o regulamento.

Não poderão participar organizações que se encontrem inabilitadas ou com prestações de contas pendentes com o programa. Também não poderão ser selecionadas pessoas que tenham sido beneficiadas em mais de uma oportunidade nos editais de mobilidade do IberCultura Viva, à exceção do de 2018, que teve como objetivo apoiar a participação nas Jornadas Preparatórias do 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária.

As pessoas candidatas deverão comprometer-se a participar das atividades programadas durante todos os dias do congresso. Caso o IberCultura Viva programe atividades em parceria com o 4ª Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária, a participação será obrigatória.

Entre os critérios que serão levados em conta para a avaliação estão a trajetória da organização em ações culturais comunitárias, a experiência em processos de articulação de redes comunitárias e o perfil da pessoa candidata. Pelo menos 50% das pessoas selecionadas deverão ser mulheres. As pessoas candidatas pertencentes a povos indígenas e/ou que se declarem afrodescendentes terão dois pontos extras, assim como aquelas que tenham entre 18 e 29 anos de idade.

Para dúvidas ou mais informações, envie e-mail para
programa@iberculturaviva.org.

Assessoria de Comunicação
IberCultura Viva

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Servidor do TJ, Gustavo Amaral assume Secretaria da Diversidade Cultural

Gustavo Amaral, servidor de carreira do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) e professor de Direito Administrativo da Escola de Magistratura do DF, foi nomeado nesta quarta-feira (20) secretário da Diversidade Cultural da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania.

Para Amaral, seu maior desafio é buscar fortalecer a cidadania por intermédio da Cultura. “A Secretaria de Diversidade Cultural (SDC) tem programas que atendem a esse princípio. Quero dar continuidade ao que vem sendo bem desenvolvido, regular o que precisa ser ajustado e expandir ainda mais as políticas públicas da cultura”, declarou ele. “A cidadania é um princípio fundamental da República e a cultura é um instrumento importante para a formação do cidadão”, completou.

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Anteriormente, em 2017 e 2018, Amaral foi Administrador Regional do Plano Piloto, uma das 32 Regiões Administrativas do Distrito Federal. O cargo possibilitou a ele ter maior contato com a área cultural. “Foi uma experiência muito enriquecedora. Como administrador do Plano Piloto, pude coordenar a realização de eventos culturais em Brasília, o que me deu uma visão bastante abrangente do setor e de sua diversidade. Fizemos eventos que atendem a vários tipos de públicos e também diferentes manifestações culturais”, destacou.

Com o papel de fortalecer e desenvolver as políticas culturais a partir de uma governança em rede, envolvendo os entes federados e ampliando a participação social, a SDC é responsável pelas políticas para a diversidade e cidadania culturais, pela articulação do Sistema Nacional de Cultura (SNC), pela coordenação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), pelo monitoramento do Plano Nacional de Cultura (PNC), pela gestão do Programa Nacional de Formação de Gestores e Conselheiros Culturais e pela Política Nacional de Cultura Viva (PNCV).

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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BAHIA | Divulgadas as entidades habilitadas para o Carnaval Ouro Negro 2019

Foram divulgados na edição desta quarta-feira (20), do Diário Oficial do Estado, os blocos de matrizes africanas que participarão do Carnaval Ouro Negro 2019. O edital é promovido pelas secretarias da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). Dentre as organizações habilitadas para o recebimento dos recursos, estão os afoxés Filhos de Gandhy e Filhos do Congo, e os blocos Olodum, Cortejo Afro, Ilê Aiyê, Didá, Alerta Geral, Alvorada, Bloco da Capoeira, Amor e Paixão, Pagode Total, etc.

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Voltado para entidades carnavalescas das categorias afro, afoxé, samba, reggae e de índio, o processo de seleção teve início em 27 de dezembro de 2018, com a abertura das inscrições, que se estenderam até 25 de janeiro de 2019. Os blocos classificados pela avaliação preliminar foram convocados a entregar os documentos de habilitação nos dias 06 e 07 de fevereiro.  Os que não foram habilitados tiveram de 13 a 18 de fevereiro para apresentar recursos, que foram avaliados pela comissão de seleção de projetos. Durante a seleção, foram realizados encontros com representantes das entidades para prestação de orientações sobre o edital, e disponibilizada central de atendimento via presencial, e-mail ou telefone.

As organizações habilitadas devem comparecer, nos dias 21 e 22 de fevereiro de 2019, na sede da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Palácio Rio Branco, Praça Thomé de Souza, s/n, Centro), das 8h30 às 12h e das 14h às 17h, para a assinatura dos Termos de Fomento e Convênios.

CONFIRA AQUI O RESULTADO

Ouro Negro – Chegando à sua 12ª edição, o Ouro Negro oferece importantes subsídios para o apoio a agremiações de matrizes africanas e tradicionais dentro dos circuitos do Carnaval de Salvador. Desta forma, é promovida a preservação e valorização a presença destes blocos, com o desfile em alas e indumentárias tradicionais, assim como a maior participação da juventude, transmitindo o legado para as novas gerações. Dentro de suas comunidades, estas entidades contribuem para o desenvolvimento social através de projetos que estimulam a construção de uma cultura cidadã.

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Edital seleciona instituições para encontro de Pontos de Cultura rurais

Estão abertas até o dia 28 de fevereiro as inscrições do edital de seleção de participantes da 1ª Teia Latino-americana de Pontos de Cultura e de Memória Rurais. O encontro será realizado em abril, na comunidade rural de Santo Antônio, município de Bom Jardim, no estado do Rio de Janeiro (Brasil). Acesse o edital e inscreva-se.

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Serão selecionados representantes de cinco organizações culturais comunitárias que tenham experiência em articulação em rede e atuem em territórios rurais dos seguintes países: México, Argentina, Uruguai, Equador, Chile, Bolívia e Colômbia.

A 1ª Teia Latino-americana dos Pontos de Cultura e Memória Rurais foi um dos 17 projetos selecionados no Edital IberCultura Viva de Apoio a Redes e Projetos de Trabalho Colaborativo 2018. O evento será realizado conjuntamente com o 3º Encontro Nacional de Pontos de Cultura e Memória Rurais.

O objetivo do evento é abrir um diálogo mais profundo sobre os territórios rurais presentes na América Latina, com suas proximidades e distinções, permitindo, assim, a elaboração de políticas públicas de cultura para áreas rurais que considerem as especificidades da região.

O edital prevê a escolha de uma pessoa por organização. Os representantes destas cinco organizações selecionadas receberão passagem, hospedagem, traslado e alimentação. A seleção será feita por integrantes da Rede Nacional de Pontos de Cultura e Memória Rurais e levará em consideração a inserção da organização cultural em territórios rurais. A divulgação do resultado está prevista para 4 de março.

Responsável pelo evento e coordenadora do Pontão de Cultura Rural, de Bom Jardim (RJ), Marjorie Botelho comenta a importância do encontro. “Nosso intuito é abrir diálogos capazes de aprofundar o conhecimento da realidade sobre os territórios rurais da América Latina, considerando pontos de semelhanças e divergências com foco na elaboração de políticas públicas de culturais”, destaca.

Segundo Marjorie, a ação também pretende apoiar movimentos que consigam articulação dentro de um universo de trabalho conjunto entre múltiplas organizações, “formando uma teia de fortalecimento das produções comunitárias para a construção da cidadania, garantindo a valorização do campo e construindo a identidade já existente do programa Cultura Viva em outros países”. Para a coordenadora, o que une e dá sentido a essas iniciativas é o vínculo que as organizações têm com seus territórios.

Sobre a Rede

A Rede Nacional de Pontos de Cultura e Memória Rurais é uma articulação de organizações culturais que foram reconhecidas como pontos de cultura e/ou pontos de memória. Atualmente, conta com 30 integrantes.

Para dúvidas e mais informações, envie e-mail para redepontosdeculturarurais@gmail.com.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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