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Pernambuco: Grupo Experimental de Dança promove debate sobre os caminhos da arte

O Grupo Experimental de Dança realiza neste sábado (25) o Fórum “Discutindo as urgências da arte em Pernambuco”, no Espaço Experimental (situado na Rua Tomazina, 199, Bairro do Recife). O objetivo é debater o cenário atual da produção cultural, suas adversidades e o papel da arte na construção de novos caminhos para a sobrevivência. Concebido e idealizado pela bailarina e diretora Mônica Lira, o encontro encerra a quinta edição do projeto Reciclarte, que promoveu oficinas teórico-práticas gratuitas de dança.forum-reciclarte5-portal-24032017-1O debate contará com duas mesas. A primeira recebe o tema “Temos uma faculdade de dança. E agora?”, acontece das 16h às 18h e será composta pelas professoras de dança Roberta Ramos (UFPE), Daniela Santos (CENSUPEG) e Gilsamara Moura (UFBA). Também participam as bailarinas Gardênia Coleto e Marcela Aragão, que farão suas performances, resultados de seus projetos de conclusão do curso de dança da UFPE.

Já a Mesa 2 terá o tema “Como permanecer artista nesse lugar?”, e será realizada das 19h às 21h. Participam artistas de diversos gêneros, como Maciel Salú (música), Paula de Renor (teatro), Marcelo Sena (dança), Pedro Severien (cinema) e Gilberto Trindade (circo), além da Gerente de Formação da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Tarciana Portella, dentre outros representantes do poder público.

A entrada é gratuita e as vagas são limitadas por ordem de chegada.

Reciclarte – Projeto do Grupo Experimental, o Reciclarte 5 fomenta pensamentos e movimentos acerca do fazer artístico da dança, através do intercâmbio das perspectivas de especialistas em teoria e prática, estimulando reflexões críticas e estéticas por parte dos profissionais pernambucanos. A iniciativa, que dispõe de financiamento do Funcultura, está finalizando a última oficina em Goiana e contou com cursos em Recife, Caruaru, Arcoverde e no Arquipélago Fernando de Noronha.

Serviço
Reciclarte 5 | Fórum “Discutindo as urgências da arte em Pernambuco”
Quando: 25 de março, das 16h às 21h
Local: Espaço Experimental – Rua Tomazina, 199, Recife Antigo (próximo ao Burburinho)
Informações: (81) 98812.1036 / 3224.1482 / contato@grupoexperimental.com.br
Página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/618842831656734/

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Governo do Estado de Pernambuco divulga análise dos recursos enviados ao Funcultura Audiovisual

Por meio da Secult-PE e da Fundarpe, o Governo do Estado torna público o resultado dos recursos da análise documental do 10° edital do Programa de Fomento ao Audiovisual de Pernambuco – Funcultura 2016/2017. Ao todo, foram interpostos 17 recursos, solicitando a reconsideração dos projetos que não constavam na lista das propostas habilitadas, divulgada no último dia 14/03.

Resultado do julgamento dos recursos

Do total de recursos apresentados, quatro foram deferidos pela Comissão Deliberativa do Funcultura, determinando a habilitação dos projetos para a segunda etapa da seleção, que compreende a análise técnica das propostas. Os outros 13 recursos foram indeferidos pelos membros da Comissão, permanecendo como projetos inabilitados. Conforme prevê o edital, os produtores de projetos não-habilitados tiveram a oportunidade de solicitar o motivo da exclusão da seleção e apresentar recurso, no período de 15 a 21 de março deste ano. O resultado final do 10° Edital do Programa de Fomento ao Audiovisual de Pernambuco – Funcultura 2016/2017 deverá ser divulgado até julho.

Confira AQUI todos os documentos relativos ao Edital

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Oficinas de dança afro e percussão recebem inscrições no Recife

Originado por intermédio da Nação do Maracatu Porto Rico, o grupo Ògún Onilê (antigo Maracaatômico), está com inscrições abertas para oficinas de percussão e dança afro. As atividades, que se iniciam no próximo dia 8 de abril, acontecem sempre aos sábados, no horário das 14h às 18h, sendo direcionadas especialmente aos interessados em aprender o maracatu de raiz.

“Pode se inscrever na oficina de percussão quem nunca teve contato com os instrumentos que estaremos disponibilizando, assim como para a oficina de dança afro, que não é exigida experiência prévia”, destacou Elaine Torres, uma das organizadoras das atividades. Para quem tem interesse nos instrumentos caixa, agbê e atabaque, o valor da inscrição é R$ 50. Já para alfaia, o valor custa R$ 70, e gonguê, R$ 35. Para a oficina de dança afro, o investimento custa R$ 50. Para estudantes da UFPE e UFRPE, as oficinas serão oferecidas com valores promocionais.

DivulgaçãoDivulgação

O grupo, que chega ao seu terceiro ano de formação de batuqueiros, tem se destacado não apenas em apresentações realizadas durante o carnaval de Recife e Olinda, mas também pelo trabalho social desenvolvido em uma escola municipal da Várzea, na qual faz parte da grade disciplinar através de aulas ministradas por alguns de seus integrantes. “Para o próximo semestre, estão previstas mais atividades abertas ao público, como oficina de pandeiro, Ilu e atabaque em nosso espaço cultural”, adiantou Elaine.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 7 de abril, através dos telefones (81) 99396.5895 e 99156.7472. A sede do grupo Ògún Onilê fica localizada na Rua Alvares Cabral, nº 200, no Bairro do Recife.

Serviço:
Inscrições para oficinas de dança afro e percussão do grupo Ògún Onilê
Período de inscrição: de 23 de março a 7 de abril
Realização das oficinas: sempre aos sábados, das 14h às 18h, no Recife Antigo
Valores:
– Caixa, agbê e atabaque: R$ 50
Alfaia: R$ 70
–  Gonguê: R$ 35
– Dança afro: R$ 50
Inscrições e informações:  (81) 99396.5895 e 99156.7472

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ALAGOAS: Secult lança edital para registro de dois novos mestres do Patrimônio Vivo

ARTE-EDITAL-RPV-2017A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) lançou um novo edital de inscrição para o Livro de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Alagoas, disponível no Diário Oficial do Estado da quarta-feira (22). Nesta edição, serão preenchidas duas vagas destinadas para representantes da cultura popular do Estado. As inscrições seguem até o dia 20 de abril.

O edital reconhecerá como Patrimônio Vivo do Estado da Alagoas mestre e mestras que detenham os conhecimentos ou as técnicas necessárias para a produção e para a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular de uma comunidade estabelecida em Alagoas nas áreas de danças e folguedos da cultura popular, literatura oral e/ou escrita, gastronomia, música, artes cênicas, artesanato, dentre outras.

 “Os mestre do Patrimônio Vivo são de suma importância para a conservação da história cultural de Alagoas. A transmissão de conhecimentos e costumes não deve acabar, pois a identidade cultural de um povo é uma das suas maiores riquezas”, ressalta a titular da pasta Mellina Freitas.

Será considerado apto a receber o registro de Patrimônio Vivo brasileiro residente em Alagoas há 20 anos, que tenha participação comprovada em atividades culturais no mesmo período e esteja capacitado a transmitir seus conhecimentos ou suas técnicas à sociedade, de forma presencial ou por intermédio dos mais diversos meios de comunicação.

Uma comissão especial composta por cinco representantes de entidades relacionadas à cultura irá analisar e avaliar os candidatos, segundo os critérios de sustentabilidade cultural, currículo do participante, reconhecimento na sua comunidade e por outros segmentos como transmissor e fomentador desse saber e cultura dos povos tradicionais (indígenas e/ou quilombolas).

Os candidatos devem se inscrever através de um formulário padrão disponível no portal da Secretaria de Estado da Cultura, através do endereço eletrônico www.cultural.al.gov.br e entregá-lo devidamente preenchido no setor de Protocolo da Secult, de segunda-feira a quinta-feira das 09h às 13h, e na sexta-feira das 9h às 12h.

A Secult fica localizada na Praça Marechal Floriano Peixoto, 517, Centro.

A dotação orçamentária vigente faz parte do Programa de Concessão de bolsas para Mestres da Cultura, dentro do orçamento do Fundo de Desenvolvimento de Ações Culturais de Alagoas.

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Maranhão: Coordenação Estadual do Artesanato fará cadastro para emissão de Carteira Nacional do Artesão

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur), por meio da Coordenação Estadual do Artesanato, realiza a partir de 4 abril o cadastro de artesãos e trabalhadores manuais, com produção inspirada nos elementos da cultura maranhense, no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab) e fará a emissão da Carteira Nacional do Artesão. A retirada do documento é feita exclusivamente pelo Programa do Artesanato, no Ceprama (Rua São Pantaleão, 1212, Madre Deus). O atendimento será sempre às segundas e quartas-feiras, das 9h às 11h30, e das 14h às 16h30.“Essa ação está ligada ao Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e tem como objetivo garantir o direito dos artesãos e trabalhadores manuais maranhenses a terem a sua identidade funcional, bem como coletar informações sobre o setor artesanal e viabilizar o cadastro integrado dos artesãos”, explica a coordenadora estadual do Artesanato, Viviane de Jesus.

Para a emissão da Carteira Nacional do Artesão, os interessados devem levar ao foto 3×4 recente, cópia do RG e CPF, além de comprovante de residência e 3 (três) peças de sua autoria.

A carteira é gratuita, tem validade de quatro anos e é reconhecida em todo o território nacional. É emitida após o registro do artesão no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab). Entre os benefícios do registro no Sicab estão a possibilidade de concorrer a editais para participar em feiras de artesanato regionais, nacionais e internacionais, e, em alguns estados, o acesso a incentivos fiscais. Além disso, em algumas instituições financeiras pode ser utilizada como comprovante de emprego e renda.

O Sicab passou por algumas correções que aprimoram a emissão do documento e que preparam o caminho para que a Carteira Nacional do Artesão se torne uma identidade formal do artesão brasileiro.

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Prefeito de Garanhuns (PE) recebe representante do Ministério da Cultura

Reunião com representantes do Ministerio da Cultura - Edmea Ubirajara - 230317 (2)Na manhã da quinta-feira (23) o prefeito de Garanhuns, Izaías Régis, recebeu em seu gabinete a chefe da Representação do Ministério da Cultura no Nordeste, Maria do Céu. A vinda de Maria do Céu foi articulada pela Associação Quilombola Castainho, que trouxe a representante do Governo Federal para uma conversa com o gestor municipal. Durante o encontro também estiveram presentes o vice-prefeito Haroldo Vicente, o secretário de Governo, Articulação Política e Ouvidoria, Mewitton Araújo, o vice-presidente da Associação, Sandro Mendes, a vereadora Luzia Cordeiro, o vereador Ary Souto Leal e o cordelista Gonzaga de Garanhuns.

Reunião com representantes do Ministerio da Cultura - Edmea Ubirajara - 230317 (9)Izaías abordou assuntos como a Lei Rouanet e um apoio maior do Ministério da Cultura em ações desenvolvidas no município. De acordo com Maria do Céu, a intenção de vir até Garanhuns é promover uma maior aproximação sobre a iniciativa Nordeste Realidade Real, que visa entender  ‘in loco’ as especificidades da cultura nordestina. “É um prefeito comprometido e muito atuante, disposto, mesmo tendo vindo de uma reeleição, fato que às vezes faz o pique diminuir. Para fomentar a cultura tem que haver incentivo e vamos trabalhar para trazer  ações  relevantes para região”, afirmou.

Edméa Ubirajara
Secom Garanhuns

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Oficinas de dança afro e percussão recebem inscrições no Recife

Originado por intermédio da Nação do Maracatu Porto Rico, o grupo Ògún Onilê (antigo Maracaatômico), está com inscrições abertas para oficinas de percussão e dança afro. As atividades, que se iniciam no próximo dia 8 de abril, acontecem sempre aos sábados, no horário das 14h às 18h, sendo direcionadas especialmente aos interessados em aprender o maracatu de raiz.

“Pode se inscrever na oficina de percussão quem nunca teve contato com os instrumentos que estaremos disponibilizando, assim como para a oficina de dança afro, que não é exigida experiência prévia”, destacou Elaine Torres, uma das organizadoras das atividades. Para quem tem interesse nos instrumentos caixa, agbê e atabaque, o valor da inscrição é R$ 50. Já para alfaia, o valor custa R$ 70, e gonguê, R$ 35. Para a oficina de dança afro, o investimento custa R$ 50. Para estudantes da UFPE e UFRPE, as oficinas serão oferecidas com valores promocionais.

DivulgaçãoDivulgação

O grupo, que chega ao seu terceiro ano de formação de batuqueiros, tem se destacado não apenas em apresentações realizadas durante o carnaval de Recife e Olinda, mas também pelo trabalho social desenvolvido em uma escola municipal da Várzea, na qual faz parte da grade disciplinar através de aulas ministradas por alguns de seus integrantes. “Para o próximo semestre, estão previstas mais atividades abertas ao público, como oficina de pandeiro, Ilu e atabaque em nosso espaço cultural”, adiantou Elaine.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 7 de abril, através dos telefones (81) 99396.5895 e 99156.7472. A sede do grupo Ògún Onilê fica localizada na Rua Alvares Cabral, nº 200, no Bairro do Recife.

Serviço:
Inscrições para oficinas de dança afro e percussão do grupo Ògún Onilê
Período de inscrição: de 23 de março a 7 de abril
Realização das oficinas: sempre aos sábados, das 14h às 18h, no Recife Antigo
Valores:
– Caixa, agbê e atabaque: R$ 50
Alfaia: R$ 70
–  Gonguê: R$ 35
– Dança afro: R$ 50
Inscrições e informações:  (81) 99396.5895 e 99156.7472

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Funcionário público usa redes sociais para relatar racismo

article“Eu vi que você guardou seu celular quando eu cheguei. Não se preocupa, eu só vim comprar, pode respirar, não vou te roubar, e sobre o celular: o meu é superior ao seu”. Com essas frases, o publicitário, poeta e funcionário da Fundação Cultural Palmares (vinculada ao Ministério da Cultura), Mateus Santana, abre post em sua página no Facebook em que relata série de preconceitos e discriminações que ele, assim como tantos outros negros, sofrem em situações cotidianas no Brasil.

A postagem, publicada na última terça-feira (21), Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, recebeu mais de 1,6 mil curtidas. É por meio de posts em sua página no Facebook, que já acumula mais 15 mil seguidores, ou em seu perfil no Instagram, com 37 mil seguidores, e em sua página na internet, com mais de 100 mil seguidores, que Mateus milita contra o racismo. Segundo ele, esse é o espaço para relatar algo que é real, mas sobre o qual ninguém quer falar.

Dia de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

Mateus, personagem da semana em que se comemora o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, explica que começou a escrever e a militar em prol dessa causa de forma natural e que não imaginava que teria tanta repercussão.  “A maioria de nós passa por preconceitos. Quando era criança não entendia porque nunca entrava nas listas dos meninos mais bonitos ou porque mandavam cortar meu cabelo”, lembra.

Ele lamenta que o preconceito seja diário, o tempo inteiro, e conta que já se deparou com diversas situações constrangedoras. “Entrei em lojas e não me deram atenção por acharem que não tinha poder aquisitivo ou vi pessoas segurando a bolsa por acharem que eu ia roubar”, exemplifica.

Para ele, é possível combater o racismo por meio da educação e do empoderamento dos negros.  “Acho que é importante mostrar que não dá para ser vítima do sistema, que tenta diminuir a gente o tempo todo”, destaca.

Mateus também salienta a importância de órgãos públicos atuarem por essa causa. “Eu, se estiver sozinho, é pouco. Meus braços são pequenos. É importante que um órgão público, como a Fundação Palmares ou o Ministério da Cultura, abracem a causa. Dá mais visibilidade e estrutura”, avalia.

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“Cabra Marcado para Morrer” Eleito melhor documentário

20170316-arton342-e1489684365197O filme Cabra Marcado para Morrer foi eleito pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine como melhor documentário do cinema nacional. O filme foi restaurado pela Cinemateca no âmbito da segunda edição do Programa de Restauro Cinemateca Brasileira Petrobras. Os trabalhos se iniciaram em 2010, com a restauração do primeiro rolo de imagem e dos materiais de som. O projeto foi finalizado em 2011, sob a coordenação de Patricia de Filippi, e contou também com a colaboração do diretor Eduardo Coutinho.

Veja fotos no Banco de Conteúdo Culturais da Cinemateca:
http://www.bcc.org.br/fotos/galeria/025150

INFORMAÇÕES DO FILME

Data e local de produção

Ano: 1964-1984
País: BR
Cidade: Rio de Janeiro

Sinopse
Em 1962, o líder da liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem de latifundiários. Um filme sobre sua vida começa a ser rodado em 1964, com a reconstituição ficcional da ação política que levou ao assassinato, e com a produção do CPC da UNE e do Movimento de Cultura Popular de Pernambuco, e direção de Eduardo Coutinho. As filmagens com a participação de camponeses do Engenho Galiléia (PE) e da viúva de João Pedro, Elizabeth Teixeira, são interrompidas pelo Golpe Militar em 1964. Dezessete anos depois, em 1981, Eduardo Coutinho retoma o projeto e procura Elizabeth Teixeira e outros participantes do filme interrompido, como o camponês João Virgílio, também atuante em ligas. O tema central passa a ser a história de cada um deles que, estimulados pela filmagem e revendo as imagens do passado, elaboram para a câmera os sentidos de suas experiências. João Virgílio conta a tortura e a prisão que sofreu neste período. Enquanto Elizabeth, que havia mudado de nome e vivia refugiada numa pequena cidade da Bahia com apenas um de seus dez filhos, emerge da clandestinidade e reassume sua identidade. Ela também fala de sua prisão e do rencontro com os filhos, antes dispersos por várias cidades do Brasil, e da tentativa de reconstituir suas vidas.

Gênero
Documentário

Prêmios
Prêmio Gaivota de Ouro no Festival Internacional de Cinema, 1, 1984, RJ..
Prêmio Tucano de Ouro no Festival Internacional de Filme e Vídeo, 1, 1984, RJ..
Melhor Documentário no Festival de Havana, 4, 1984, Havana – CU..
Grande Prêmio no Festival de Tróia, 1985 – PT..
Prêmio Especial do Júri no Festival de Salsa – IT..
Grande Prêmio no Festival de Cine Realidade, 1985, Paris – FR..
Prêmio no Festival Georges Pompidou, 1985 – FR..
Prêmio do Júri Evangélico, Crítica Internacional, Associação Internacional dos Cinemas de Arte e Fórum de Cinema Jovem no Festival de Berlim, 35, 1985, Berlim – DE..
Prêmio Air France, 1985..
Golfinho de Ouro do Cinema do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

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O futuro do frevo em debate no III Encontro do Plano Integrado de Salvaguarda do frevo

frevoO III Encontro do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo será realizado no museu Paço do Frevo entre os dias 30 e 31 de março de 2017 e no dia 06 de maio de 2017. No primeiro momento será realizada a programação com seminários e debates acerca das atividades do Comitê Gestor. No dia 06 de maio de 2017 será realizado o processo de eleição dos novos representantes.

Para participar das atividades do “III Encontro do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo”, os interessados deverão realizar a sua inscrição através do formulário digital ou, presencialmente, no Centro de Documentação e Memória Maestro Guerra- Peixe, pavimento térreo, Paço do Frevo, Praça do Arsenal da Marinha, nº 91, Bairro do Recife, Recife, de terça a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 17h; ou no Pátio de São Pedro, Casa 10, Bairro de Santo Antônio, de segunda à sexta das 10h às 12h e das 14h às 16h.

Inscrições online, de 20 à 29 de março de 2017; e as Inscrições presenciais no Paço do Frevo ou na Casa 10 do Pátio de São Pedro, de 20 à 31 de março de 2017.

DIA 30/03/2017

9h – 12h – CONFERÊNCIA DE ABERTURA: A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL PARA A SALVAGUARDA DOS BENS CULTURAIS REGISTRADOS
LOCAL: Sala Nelson Ferreira (1º andar)
Palestrantes: Mestre Mago (Centro de Capoeira São Salomão); Manoelzinho Salustiano (Representante dos Maracatus de Baque Solto); Giorge Bessoni (Antropólogo do IPHAN/PE).
Mediador: Eduardo Sarmento (Gerente Geral do Paço do Frevo)

13h – 17h – LEITURA E DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE SALVAGUARDA DO FREVO
LOCAL: Centro de Documentação e Memória (térreo)

DIA 31/03/2017 

9h – 12h – MESA: O FUTURO DO FREVO: O QUE ISSO TEM A VER COMIGO?
LOCAL: Sala Nelson Ferreira (1º andar)
Palestrantes: Maria Flor (Passista/Musicista); Maestro Ivan do Espírito Santo (Músico); Nilsinho Amarante (Músico); Maria Chaves (Bloco Eu Acho É Pouquinho).
Mediadores: Newton Caivano (Representante do segmento de Música no Comitê) e Carmem Lélis (Secult/PCR)

13h – 17h – DEBATE SOBRE O PROCESSO DE ELEIÇÃO DOS NOVOS REPRESENTANTES DO COMITÊ GESTOR DE SALVAGUARDA
LOCAL: Centro de Documentação e Memória (Térreo)
Mediação: Socorrinho Cardoso (Titular do segmento dos Blocos Carnavalescos Líricos), Severino Vila Nova (Suplente do segmento dos Blocos Carnavalescos Líricos) e Luiz Santos (Paço do Frevo)

 

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