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  • Setor de Livros do Nordeste colhe os primeiros frutos rumo a Frankfurt

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 15/05/2012

    Rodrigo Neves (Delta Zero), Martin Mahn (Consulado da Alemanha), Roberto Azoubel (RRNE), Mileide Flores (RNLLL) e Tarciana Portella (Delta Zero)

    Articulação, atualização e capacitação. Estas foram as três palavras de ordem que nortearam as pautas discutidas na oficina “O Nordeste na Feira de Frankfurt”, realizada neste último final de semana (11 e 12/05), na segunda edição da Expoidea – A Feira do Futuro, no Recife. O encontro foi organizado através de parceria entre a Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC); a Rede Nordeste do Livro, Leitura e Literatura; e o Instituto Delta Zero, que abrange 50 entidades do setor da economia criativa. As atividades ministradas ao longo do encontro foram marcadas por debates pontuais entre representantes da cadeia produtiva do segmento literário e agentes de fomento ao empreendedorismo. O objetivo é estabelecer um cenário consistente de políticas de apoio e investimentos que atendam às demandas nacionais e internacionais da área.

    De acordo com a presidente executiva do Instituto Delta Zero, Tarciana Portella, a articulação do setor é o primeiro passo para a construção de um cenário dinâmico para o segmento de livros, leitura e literatura, que “precisa ser pensado de forma integrada entre a cadeia de produção, a sociedade e o poder público”. Identificando o panorama atual de expansão do setor, Portella afirmou: “Temos uma riqueza incontestável no que se refere ao conteúdo que precisa ser escoado, porém esbarramos num quadro onde 75% da população não tem o hábito de frequentar bibliotecas. Conhecendo nossos colegas e identificando potenciais, poderemos desenvolver estratégias para aumentar o valor do livro enquanto produto de afirmação cultural e a leitura como ferramenta no exercício da cidadania da população. O desafio de mostramos ao mundo o que nós temos de melhor em Frankfurt será nossa primeira ação neste sentido”.

    A Feira Internacional de Frankfurt é uma vitrine em potencial para o acervo literário dos países participantes, sendo considerada a maior do seu segmento. Os números da última edição impressionam: o evento de 7.539 instituições (entre editoras, indústrias, livrarias e empresas de todo mundo) rendeu ao Brasil mais de US$ 130 mil em negócios fechados, com negociações posteriores estimadas em cerca de US$ 175 mil, de acordo com números do Projeto Brazilian Publishers, uma parceria da Câmara Brasileira do Livro (CBL) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

    Dosh Manzano, Brazilian Publishers

    Segundo a gerente do projeto Brazilian Publishers, Dosh Manzano, os grupos literários do Nordeste devem aproveitar o momento para reeestruturar seus modelos produtivos e vislumbrar uma atuação mais proativa no contato com parcerias estrangeiras. “A dinâmica internacional demanda mais objetividade e observação dos casos de sucesso no setor, para que se possa ousar na ampliação do mercado. O fato desta articulação estar focando num evento deste porte por si só já se caracteriza como uma ousadia bastante positiva que merece ser trabalhada”, disse. Entre os destaques na estratégia de divulgação do Brazilian Publishers, está a elaboração de catálogos com as obras disponíveis para publicação em línguas estrangeiras, além de missões internacionais com visitas de editores brasileiros no exterior, e a vinda de editores estrangeiros ao Brasil.

    Para dialogar com os participantes da oficina, o adido cultural do consulado da Alemanha no Recife, Martin Mahn, esteve presente para esclarecer dúvidas acerca da feira e do ritmo empresarial germânico. “Vejo este evento como uma oportunidade para estreitar laços e promover o intercâmbio de informações e saberes entre as culturas dos dois países. Tendo isto em vista, me disponho a ser uma ponte entre a cadeia do livro do Nordeste e as entidades alemãs relacionadas à feira. É do nosso interesse que os grupos locais cheguem em Frankfurt com metas e estratégias bem definidas, de modo que possamos alcançar o maior sucesso possível. Todos ganham neste processo”, concluiu.

    Cauê Baptista, Diretoria de Livro, Leitura e Literatura

    Este mesmo diálogo com o mercado exterior também foi a pauta da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura, ligada à Fundação Biblioteca Nacional, representada na oficina por Cauê Baptista: “Estamos bastante confiantes no aumento da presença brasileira no meio editorial internacional. Tanto, que desenvolvemos o Programa de Apoio à Tradução e Publicação de Autores Brasileiros no Exterior, destinado à editoras estrangeiras que possuam contratos para publicação de nossas obras. Esta proposta prevê o investimento de pelo menos R$ 12 milhões ao longo dos próximos dez anos, tanto para publicações inéditas, como para a reedição das mesmas”, disse.

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    CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS

    O avanço tecnológico também foi uma das pautas mais importantes na oficina. Com uma tendência inevitável à digitalização das obras literárias, discutiu-se a necessidade urgente de se buscar parcerias na área de tecnologia da informação. “O leitor agora tem à sua disposição outros canais além do papel para entrar em contato com os livros e com os próprios autores. Não adianta focarmos apenas no modelo tradicional de negócios. O e-commerce, o self-publishing, a distribuição descentralizada via internet já são realidade. O próprio Ministério da Educação está investindo em tablets nas escolas, então, como fica a distribuição literária para o formato digital e o diálogo com as outras plataformas? Isso sem falar na exploração das inúmeras possibilidades que teremos com estas ferramentas, como jogos e aplicativos que interajam com todo este acervo, para otimizar o caráter educativo e incentivar a leitura, aproveitando esta geração conectada que estamos vendo crescer”, afirmou Tarciana Portella.

    Para Rodrigo Neves, da Editora Paés, a cadeia produtiva do livro deve aproveitar a interação entre as mais variadas mídias para criar uma nova geração de leitores. “Estamos ocupando um lugar de destaque numa feira conceituada, em plena era da informação. Não podemos deixar esta chance passar em branco. Um aprimoramento na organização das editoras além do know-how para abordagens e negociações com outros países é imprescindível”, afirmou.

    Tarciana Portella, Instituto Delta Zero

    Segundo Mileide Flores, da Rede Nordeste do Livro, Leitura e Literatura, a renovação da dinâmica de negócios deve ser apoiada na troca de informações entre as demais entidades do segmento, através de um contato constante. “Somos uma região bastante heterogênea, apesar das muitas identificações culturais. Este é um dos motivos pelos quais realizamos fóruns permeados pelas princiapais bienais de livros do Nordeste. Estes encontros servem para realizarmos diagnósticos e estabelecermos propostas com foco no fortalecimento no setor, agregando autores, bibliotecas e demais agentes literários”, disse.

    A oficina também proporciou aos participantes um encontro com representantes de entidades como o Banco do Nordeste (BNB), BNDES e Sebrae, que ofereceram uma tarde pontuada por questões técnicas e empresariais, para a orientação dos participantes, além do planejamento e composição da Carta do Nordeste, documento referente ao plano de metas e articulação da cadeia literária regional. “Este encontro nos mostrou que precisamos nos unir e desenvolver planos que garantam a perenidade deste crescimento que almejamos. Frankfurt é apenas o passo inicial desta trajetória. Nós estamos estudando o mercado e vamos brigar por ele”, afirma Tarciana Portella.

    Para acompanhar as ações desenvolvidas pela Rede Nordeste do Livro, Leitura e Literatura, assim como a agenda das próximas reuniões, basta acessar o blog oficial da entidade: http://forumdeliteraturace.wordpress.com

    Texto e fotos: Juliano Mendes da Hora – Ascom MinC / RRNE

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  • Funarte e Músicos se encontram em Sergipe para discutir a cadeia produtiva da música

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 14/05/2012

    Na última sexta-feira, 11 de maio, aconteceu um diálogo entre a Fundação Nacional das Artes (Funarte) e os agentes da música sergipanos, no Auditório Francisco Pimentel Franco, em Aracaju. A conversa propôs um diálogo sobre a cadeia produtiva da música, com enfoque nos Editais e no Projeto de Circulação Musical Nordeste. Entre os segmentos, reuniram-se os agentes de música das áreas de Música Infantil, Bandas e Fanfarras, Forró, Rock, MPB, Samba, Bossa Nova, Bandas de Blocos e Escolas de Samba dentre outros.

    Reinaldo Freire, representante da Funarte no Nordeste, apresentou os caminhos e contatos que o setor da música deve percorrer nos sites da Funarte e do Ministério da Cultura (MinC) para aumentar ainda mais a sua participação nos editais e projetos ofertados por estes órgãos. Dentre as demandas locais, surgiu a necessidade da criação de oficinas profissionalizantes para a música. Ciente da solicitação, foi proposto ao setor musical organizado discutir quais seriam as oficinas que, por critério de prioridade, poderiam ser sugeridas. As verbas e projetos destinados a bandas e fanfarras, assim como as inscrições das bandas no cadastro da Funarte também foram pontos levantados durante o encontro.

    Entre os convidados, esteve presente a Associação de Bandas, Fanfarras e Regentes do Estado de Sergipe, a Federação de Fanfarras e Bandas de Sergipe, a Secretaria de Cultura do Estado de Sergipe além do Fórum de Música e artistas especializados. O encontro funcionou como escuta para conhecer a realidade da categoria, para tentar atender suas necessidades orientando sobre as possibilidades de diálogo entre o segmento e as instituições públicas mantenedoras de políticas culturais especializadas para a área.

    Texto: Stephanie Siqueira – Ascom RRNE/MinC
    Fotos e Informações: Fórum Permanente de Música de Sergipe

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  • Regional Nordeste do MinC recebe homenagem

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 12/05/2012

    Na estreia da nova temporada do espetáculo A Inconveniência de Ter Coragem, o Centro de Criação Galpão das Artes prestou homenagem a instituições e pessoas importantes na trajetória de 11 anos do grupo. Após a apresentação, realizada no Teatro Arraial, no centro do Recife, nesta sexta-feira, 11 de maio, foram celebrados o Ministério da Cultura, através da Representação Regional Nordeste (RRNE/MinC), a Associação dos Realizadores do Teatro de Pernambuco (Artepe), e o Banco do Nordeste, entre outros.

    A peça teatral, que será representada ainda neste sábado (12), e nos dias 18 e 19 de maio, conta a história, baseada na obra de Ariano Suassuna, agregando alguns dos elementos pitorescos do cotidiano popular nordestino bastante explorados pelo escritor, narrando uma trama cujo eixo central – a suspeita da traição pairando sobre um casal -, se torna o mote para o desenrolar dos acontecimentos.

    Com humor e irreverência, os atores, fantasiados como bonecos, interagem com a plateia, ao mesmo tempo em que embalam a narrativa com canções diversas e também criam a sonoplastia do espetáculo. A atual montagem conta com a participação do coquista e artesão natural de Tracunhaém, Mano de Baé, que com seu pandeiro e musicalidade do elenco embalam a atmosfera festeira da obra de Suassuna. A montagem já percorreu as principais cidades de Pernambuco e capitais do Nordeste, além de integrar programações de festivais nos estados do Amazonas e do Rio de Janeiro, e ter estado em Portugal, em 2005, a convite da Universidade de Coimbra.

    O Centro de Criação Galpão das Artes, que também é Pontinho de Cultura e Ponto de Memória, é uma instituição cultural de direito privado sem fins lucrativos, que surge na cidade de Limoeiro (PE), em 2000, pensando em suprir a carência de um espaço exclusivo ao exercício das artes cênicas, educação e cultura em geral. O centro trabalha para manter a tradição dos brinquedos populares através de oficinas e contação de histórias, por meio do projeto Ponto de Memória Galpão das Artes, e através de seu Pontinho de Cultura assiste crianças incentivando a leitura e proporcionando atividades lúdicas.

    Texto: Maíra Brandão e Stephanie Siqueira – Ascom RRNE/MinC
    Foto: Maíra Brandão – Ascom RRNE/MinC

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  • Educação e Cultura: Encontro em Pernambuco dá início às inscrições para Pesquisa-Ação

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 12/05/2012

    Projeto convida educadores a participar de pesquisa-ação para construção de políticas públicas que integrem cultura e educação

    Pensando na integração entre educação e cultura, se reuniram nesta quinta-feira, 10 de maio, na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), representantes das duas áreas, gestores públicos das instâncias federais e estaduais, e sociedade civil, para conhecer o projeto de Pesquisa-ação fruto de um acordo cooperativo entre Ministério da Educação e Ministério da Cultura que pretende, a partir de uma pesquisa-ação identificar, mobilizar, formular e pactuar políticas nacionais para educação e cultura.

    No encontro, estiveram presentes Verena Santiago, da Comissão de Educação e Cultura do Ministério da Cultura, Marcos Bonachela, da Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Luciana Brito, da Comissão de Educação Integral de Pernambuco, Sueli Lima, do Ponto de Cultura Casa da Arte de Educar do Rio de Janeiro, e representando o chefe da Representação Regional do Ministério da Cultura, o assessor da Regional, Roberto Azoubel.

    Na ocasião, Verena explicou que a ideia surgiu do acordo colaborativo entre os dois Ministérios e que, através de um chamamento público realizado no ano passado, o Ponto de Cultura Arte de Educar foi selecionado para assumir a frente da pesquisa. Sueli Lima, coordenadora do projeto, apresentou a metodologia Mandala dos Saberes – utilizado para levantamento de dados, além do objetivo da pesquisa-ação, uma breve apresentação sobre o Ponto de Cultura Arte de Educar e estatísticas como o índice de analfabetismo e a desmotivação dos alunos, dentre outros argumentos para justificar a necessidade de mudanças que embasarão a pesquisa.

    A proposta do projeto é reunir diferentes sujeitos educacionais para formar um coletivo de pesquisadores que possam colaborar com o trabalho de pesquisa, que será registrado em um livro, onde todos os participantes serão co-autores, e ainda produzidos dois vídeos. E como explicou a coordenadora da pesquisa, Sueli Lima: “È uma pesquisa que vai se desenvolver ao longo de todo ano. Começa agora e termina por volta do mês de janeiro de 2012”. Verena Santiago lembrou a importância da participação de todos: “Necessitamos ouvir opiniões e precisamos da participação de vocês para que possa ser construída uma pesquisa ação realmente coletiva, onde possamos ainda, ter como resultado uma política nacional de cultura para educação de forma efetiva”.

    As inscrições para o Seminário de Recife, que possibilitará a Pesquisa-Ação em Educação e Cultura, tiveram início no dia 10 de maio e se entendem até o próximo dia 30. Os interessados em participar do evento, que acontecerá nos dias 14 e 15 de junho, podem se cadastrar através do endereço: www.artededucar.org.br. Podem participar educadores ou pessoas envolvidas na área que se interessem pela inserção da cultura no sistema educacional.

    Texto e Foto: Stephanie Siqueira – Ascom RRNE/MinC

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  • Novos 40 municípios da Paraíba passam a integrar o Sistema Nacional de Cultura

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 11/05/2012

    Ato de adesão coletiva se deu em Taperoá, cidade do Cariri Paraibano

    Uma articulação consistente de gestores, reunidos através do Fórum de Cultura e Turismo do Cariri Paraibano, resultou na adesão coletiva ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), de 40 municípios da região. O ato de assinatura do Acordo de Cooperação Federativa se deu durante o Encontro Pontão Cariri Território Cultural, realizado nesta quinta-feira (10), em Taperoá (PB). Com essa adesão, os municípios passam a integrar as políticas públicas culturais implantadas pelo governo federal e a receber recursos via Fundo Nacional de Cultura.

    “Esta é a primeira vez que o Ministério da Cultura testemunha a participação maciça dos prefeitos de uma região, em torno da adesão ao Sistema”, afirmou Bernardo Novais da Mata Machado, diretor de Programas Integrados da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (SAI/MinC). Uma das metas do Plano Nacional de Cultura – as quais apontam o cenário que se deseja para a cultura em 2020 – prevê um Sistema Nacional de Cultura com 100% dos estados e 60% dos municípios com sistemas de cultura implementados.

    Machado palestrou a respeito do SNC, demonstrando para os participantes que esta é uma proposta de organização das políticas públicas de cultura que busca atender ao artigo 215 da Constituição Federal de 1988, item que versa a respeito da responsabilidade do estado sobre a garantia do pleno exercício dos direitos culturais. “Esta organização, através do Sistema Nacional de Cultura, precisa portanto garantir que a identidade e diversidade cultural dos brasileiros seja protegida e promovida. É necessário assegurar ainda não só a liberdade de criar, mas também de acessar a produção cultural brasileira, lembrando que não falamos apenas dos valores materiais, mas também dos imateriais”, completou Bernardo.

    Além do diretor da SAI, prestigiaram a solenidade a secretária de Cidadania Cultural (SCC) do MinC, Márcia Rollemberg, o chefe da Representação Regional Nordeste do MinC, Fábio Henrique Lima, a secretária Executiva de Cultura da Paraíba, Amazile Vieira, o gerente do Centro Cultural Banco do Nordeste no Cariri, Lenin Falcão, a coordenadora do Pontão Cariri Território Cultural, Alice Monteiro, e o reitor da Universidade Leiga do Trabalho, Balduíno Lélis.

    Para Márcia Rollemberg, a representatividade de segmentos, setores e instituições presentes no evento foi uma demonstração de como deve ser implementado o SNC. “Temos aqui representantes da educação, da cultura, do fomento, da sociedade civil, dos governos estadual, federal e municipal, pensando na cultura enquanto fator de desenvolvimento, cidadania e igualdade social. Fico muito feliz de ver o Cariri paraibano nesse movimento, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorização da territorialidade”, declarou Rollemberg.

    A partir deste ato, passaram a integrar o Sistema Nacional de Cultura os seguintes municípios: Alcantil, Amparo, Aroeiras, Assunção, Barra de Santana, Barra de São Miguel, Boa Vista, Boqueirão, Cabaceiras, Camalaú, Caraúbas, Caturité, Congo, Coxixola, Desterro, Gurjão, Juazeirinho, Livramento, Monteiro, Ouro Velho, Olivedos, Parari, Prata, Queimadas, Riacho de Santo Antônio, Santa Cecília, Santo André, São Domingos, São João do Cariri, São João do Tigre, São José dos Cordeiros, S.S do Umbuzeiro, Soledade, Salgadinho, Serra Branca, Sumé, Taperoá, Tenório, Umbuzeiro e Zabelê.

    Texto: Maíra Brandão – Ascom RRNE/MinC
    Fotos: Fábio Henrique Lima e Maíra Brandão – Ascom RRNE/MinC

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  • Pernambuco: Petrolina respira literatura com o Clisertão

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 10/05/2012

    A cidade de Petrolina-PE realiza um congresso totalmente dedicado à produção literária, entre os dias 14 e 19 de maio. Trata-se do Clisertão, uma parceria das Secretarias de Cultura e de Ciência e Tecnologia do Governo do Estado de Pernambuco, com o Colegiado de Letras da UPE/Campus Petrolina. A proposta tem o objetivo de dar o primeiro passo rumo à sedimentação da Rede do Livro, Leitura e Literatura no Sertão, provocando um maior contato da população através de ações de incentivo à leitura e fortalecimento da literatura local.

    Entre as iniciativas a serem desenvolvidas, estão a “soltura de livros” e a biblioteca itinerante, instalada numa embarcação fluvial. O evento também conta com palestras, mini-cursos, aulas-espetáculo, e um encontro de escritores, com a presença de autores nacionais e internacionais como Raimundo Carrero, Antônio Torres, Ariano Suassuana, Jessier Quirino, o dominicano Rei Berroa, e o poeta português Luís Serguilha, que dará uma conferência sobre poéticas e línguas de fronteiras, além de uma oficina sobre conexões entre a poesia brasileira e a portuguesa.

    O congresso irá focar em assuntos  significativos para a cadeia de produção do livro e do incentivo à leitura. Estão na pauta temas como letramento, hibridização, nomadismo, redes de leitura e literatura latino-americana. O público poderá conferir a apresentação de trabalhos acadêmicos, localizado no campus da Universidade de Pernambuco, assim como participar das recitais poéticos e sessões de leituras realizados em espaços na beira do Rio Francisco. A parcela infantil dos visitantes também será contemplada com atividades lúdicas e educativas.

    Para quem quiser acompanhar o Clisertão pela internet, o evento possui um blog no qual serão disponibilizadas informações à medida em que se aproxima o início das atividades, e no qual deverá ser realizada uma cobertura da programação.

    Para mais informações, acesse: http://www.clisertao.com

    Texto: Juliano Mendes da Hora – Ascom MinC / RRNE

    Fonte: Clisertão

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  • Paraíba poderá ter Centro de Referência das Culturas Populares

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 10/05/2012

    Um espaço voltado para fomento, difusão, preservação e transmissão dos saberes e fazeres das culturas populares e de tradição oral. Esta descrição integra a proposta de implantação do Centro de Referência e de Fomento das Culturas Populares e Tradicionais da Paraíba, projeto apresentado nesta quarta-feira, 9 de maio, à secretária de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC/MinC), Márcia Rollemberg.

    O encontro foi realizado no Grupo Escolar Thomaz Mindello, edificação onde pretende-se abrigar o Centro de Referência das Culturas Populares, no centro de João Pessoa. Além da secretária do MinC, estiveram presentes à reunião o chefe da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC), Fábio Henrique Lima, o secretário de Cultura da Paraíba, Chico César, a secretária executiva de Cultura da Paraíba, Amazile Vieira, além de representantes da Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-PB), do Sebrae, e técnicos da Secretaria de Cultura da Paraíba (Secult-PB).

    O projeto do Centro propõe a inclusão de artistas, griôs e mestres tradicionais, em um ambiente que atenda demandas de circulação, formação e produção cultural, com sala de exposições, museu, biblioteca, telecentro, espaço multimídia, salas de aula, entre outros. De acordo com Chico César, a ideia de ocupar o Grupo Escolar Thomaz Mindello é devolver vida a um espaço “que respira cultura”. O secretário de Cultura da Paraíba complementa: “Esta é uma reivindicação do movimento da cultura popular do estado e a Secult resolveu assumir esse compromisso, buscando parcerias que ajudem a viabilizar o projeto”.

    Márcia Rollemberg aprovou a implementação do Centro de Referência e de Fomento das Culturas Populares e Tradicionais da Paraíba. “Os brasileiros têm que se apropriar da cultura brasileira, e esse espaço será muito importante, especialmente por atender uma demanda prioritária de formação e preservação do Plano Setorial para Cultura Popular”, discorreu Rollemberg. O chefe da RRNE/MinC, Fábio Henrique Lima, também se pronunciou a favor da iniciativa: “Essa proposta poderá ser proliferada Brasil afora. Não podemos deixar desaparecer as manifestações e mestres da cultura popular, precisamos dar visibilidade à diversidade cultural do nosso país”.

    As instituições presentes pactuaram a continuação do diálogo no intuito de pensar as possibilidades de financiamento do espaço. O projeto do Centro de Referência e de Fomento das Culturas Populares e Tradicionais da Paraíba está orçado em pouco mais de R$ 2 milhões.

    Texto e fotos: Maíra Brandão – Ascom RRNE/MinC

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  • Abertura da Expoideia discute a importância da cultura para a economia

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 09/05/2012

    Luciana Guilherme, diretora de Empreendedorismo, Gestão e Informação da Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura (SEC/MinC), participou na última terça-feira, 8 de maio, da abertura da Feira do Futuro – Expoideia, no Paço Alfândega, no Recife (PE). Na ocasião, ela integrou a mesa de discussão com tema “A Invenção da Cultura”, composta por Roberto Abreu, secretário Executivo de Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado; José Bertotti, secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento da Prefeitura do Recife; Pedro Arsenian, chefe de Gabinete do Memorial da América Latina; Danilo Carias, assessor técnico do Instituto Ideação; Rogério Robalinho, diretor da Companhia de Eventos, e o escritor Paulo Bruscky.

    Luciana acredita que a proposta da feira e a Secretaria de Economia Criativa partilham do mesmo pensamento:  “Desde que tive contato com a proposta da Expoideia eu percebi que tinha tudo a ver com a Secretaria de Economia Criativa. A gente fala muito sobre cultura, sobre o potencial dessa cultura para o desenvolvimento do território”. Refletindo sobre a composição dos convidados, representados pelas três dimensões de governo, iniciativa privada e terceiro setor, somada à proposta da própria feira em integrar cultura, tecnologia e sustentabilidade, Luciana lembrou ainda, que é fundamental trabalhar de forma transversal, intersetorial e colaborativa em favor de um pleno desenvolvimento econômico: “Há um alinhamento de pensamento na constituição da política pública. A gente percebe que cultura, ciência, tecnologia, desenvolvimento econômico e sociedade civil estão alinhados, e quando a gente fala em economia criativa a gente fala de transversalidade e intersetorialidade”.

    Dando continuidade à discussão, Luciana teve a oportunidade de discorrer sobre as ações da Secretaria de Economia Criativa para esta gestão, como o futuro lançamento do Criativa Birô, projeto que ainda está sendo discutido internamente, com previsão de lançamento para o segundo semestre, e ainda o Plano Brasil Criativo, primeiro plano de governo conduzido pelo Ministério da Cultura, em parceria com mais dez ministérios, no intuito de fortalecer a cultura como fator de desenvolvimento econômico. “A iniciativa foi apresentada pela secretária Cláudia Leitão e a ministra Ana de Hollanda, que junto à Casa Civil conduziram a elaboração deste plano, entre novembro do ano passado e abril deste ano. Não foi aprovado ainda mais está lá. Se tudo der certo, até junho temos boas novidades”, explicou a diretora Luciana Guilherme.

    Assunto bastante discutido, a cultura como vetor de economia para o estado foi visto de modo esperançoso para artistas e cadeia produtiva presentes. Na dimensão política, ficou clara a necessidade de subsídios governamentais para a sua potencialização. Luciana lembrou que, ao falar em cultura como vetor de desenvolvimento, trata-se de reposicionamento: “Por exemplo, o MinC é acionado para indicar artistas ou para ajudar na programação cultural de um evento. Não que o evento não seja um veículo, gera economia também, mas um evento é muito pouco quando a gente pensa a dimensão cultural como vetor de desenvolvimento. A cultura precisa ser pensada na sustentabilidade, são muitos setores criativos e particularidades muito próprias que precisam ser tratadas de modo diferenciado”.

    Acreditando na importância de discutir tecnologia, sustentabilidade e cultura como mecanismos de desenvolvimento econômico foi consenso entre os presentes a importância de uma convergência. “Não dá mais para pensar só cultura, só ciência ou apenas tecnologia. A economia criativa exige a intersetoriedade e a Expoideia traz este “mix” produtivo e criativo que é fundamental para os dias de hoje”, explicou.

    A Expoideia – Feira do Futuro segue até o dia 13 de maio e acontece de modo descentralizado e simultâneo pela cidade do Recife. Acompanhe a feira em: http://expoidea.com.br/.
    Texto e Foto: Stephanie Siqueira – Ascom RRNE/MinC

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  • Funarte Nordeste reúne artistas visuais em Aracaju

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 09/05/2012

    A Funarte Nordeste realiza nesta sexta (11/05), uma reunião com artistas na Biblioteca Pública Epífanio Dória, em Aracaju (SE), para promover o diálogo com o segmento das artes visuais. As atividades têm início às 16h30. Na ocasião,  agentes públicos vão participar de uma oficina temática entitulada Desafios Contemporâneos.

    O representante da Funarte Nordeste, Naldinho Freire, irá apresentar as ações da Funarte e da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC) para o ano de 2012. A reunião é a primeira de uma série de encontros a serem realizados com artistas visuais nos estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.  Sergipe é o primeiro estado do Nordeste a ser contemplado com a iniciativa da Fundação.

    Serviço:

    Encontro com artistas e oficina de Artes Visuais

    Sexta-feira, dia 11 de maio, às 16h30
    Local: Biblioteca Pública Epífanio Dória
    Rua Dr. Leonardo Leite s/n – Bairro 13 de Julho – Aracaju (SE)

    Fonte: Funarte

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  • 10ª Semana de Museus no Nordeste

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    por: Comunicação - Representação Regional Nordeste do MinC, em Textos no dia 09/05/2012

    Confira a programação da 10ª Semana de Museus na região Nordeste. O guia traz informações detalhadas (data, horário, local e descrição) sobre os eventos programados para a edição deste ano. Só na região estão inscritas 270 instituições, nos nove estados, com exposições, palestras, oficinas, seminários e ações educativas.

    Entre os museus vinculados ao Ibram (MinC), o Museu Casa Histórica de Alcântara, no Maranhão, realizará a mostra Itinerante “Museu e Consciência Ambiental” nas instituições de ensino em Alcântara, tendo como abordagem o lixo e, no dia 22 de maio, promoverá na frente do museu, a “Serenata no museu”, uma apresentação de MPB com instrumentistas e cantor local.

    Já no Museu da Abolição, em Recife (PE), acontecerá a exposição “La SAPE: O culto da elegância na África contemporânea”, além da exibição de filmes africanos sobre política, moda, música e cinema, seguidos de diálogos com professores, mestrandos e doutorandos da museologia, antropologia e áreas afins da UFPE.

    No total, 1.114 museus e organizações culturais se cadastraram para participar da temporada, somando 3.420 eventos inscritos em 513 cidades por todo o país. A Semana Nacional de Museus acontece anualmente em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio) e neste ano ocorrerá entre os dias 14 e 20 de maio. Com o tema “Museus em um Mundo em Transformação – novos desafios, novas inspirações”, proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), a 10ª edição da Semana de Museus será uma oportunidade de promover o debate sobre o desafio de trabalhar com a memória em uma era de fragmentação das fronteiras entre passado, presente e futuro.

    O link para o guia (PDF) com a programação completa da 10ª Semana de Museus está disponível nos no site: http://www.museus.gov.br/destaque/ibramminc-divulga-programacao-da-10-semana-de-museus/

    Texto: Ascom/Ibram

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