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Brasil de Todas as Telas investe mais R$ 1,9 milhão

7.4.2016 – 11:54

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) divulgaram quatro projetos contemplados com investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), selecionados em três chamadas públicas do Programa Brasil de Todas as Telas que funcionam em fluxo contínuo. Na operação, que soma R$ 1,9 milhão, foram beneficiados dois longas-metragens de ficção para as salas de cinema e dois telefilmes documentais para veiculação na TV por assinatura.
Pela Chamada Prodecine 03/2013, que disponibiliza recursos para a fase de comercialização da obra nos cinemas, foi selecionado o longa Fome, de Cristiano Burlan. Já pelo Prodecine 04/2013, o longa-metragem O banquete, novo trabalho da diretora Daniela Thomas, obteve investimentos na complementação de recursos para viabilizar a produção.
Dois projetos de teor documental ligados à música também foram contemplados nesta operação pela Chamada Pública Prodav 01/2013: os telefilmes Som, sol & Surf, de Gustavo Ribeiro; e Clara estrela, de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir. O primeiro conta a história de um festival de rock em Saquarema, no litoral fluminense, em 1976, e o segundo celebra a vida e a carreira da cantora Clara Nunes. Ambos têm previsão de exibição pelo Canal Curta.
Sobre o Programa Brasil de Todas as Telas
Lançado em julho de 2014, o Programa Brasil de Todas as Telas foi moldado para atuar na expansão do mercado e na universalização do acesso às obras audiovisuais brasileiras. O Programa, uma ampla ação governamental que visa transformar o Brasil em um centro relevante de produção e programação de conteúdos audiovisuais, foi formulado pela Ancine em parceria com o MinC e com a colaboração do setor audiovisual por meio de seus representantes no Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual.
O Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2 foi lançado no dia 1º de outubro, no Rio de Janeiro, em cerimônia com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, garantindo a continuidade de uma política pública vigorosa para o audiovisual brasileiro.
O Fundo Setorial do Audiovisual é um marco na política pública de fomento à indústria cinematográfica e audiovisual no País, ao inovar quanto às formas de estímulo estatal e à abrangência de sua atuação. Isso porque o FSA contempla atividades associadas aos diversos segmentos da cadeia produtiva do setor – produção, distribuição/comercialização, exibição, e infraestrutura de serviços – mediante a utilização de diferentes instrumentos financeiros, tais como investimentos, financiamentos, operações de apoio e de equalização de encargos financeiros.
Agência Nacional do Cinema (Ancine)
Ministério da Cultura
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Mais R$ 8,1 milhões para o audiovisual brasileiro

15.3.2016 – 10:44

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciaram novos projetos contemplados em quatro chamadas públicas do Programa Brasil de Todas as Telas que têm sua operação na modalidade fluxo contínuo. A operação contempla quatro longas-metragens de ficção para as salas de cinema, uma série para TV e uma proposta de programação para a TV por assinatura. O investimento total chega a aproximadamente R$ 8,1 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
Pela Chamada Pública Prodecine 03/2013, que disponibiliza recursos para a fase de comercialização de obras, foram selecionados os longas Prova de Coragem, de Roberto Gervitz, A Família Dionti, de Alan Minas, e Introdução à música do sangue, de Luiz Carlos Lacerda. Cada obra receberá investimentos de R$ 200 mil.
Ainda no âmbito da produção para o cinema, foi anunciado aporte de R$ 1 milhão para a complementação de recursos de produção do longa-metragem Praça Paris, de Lucia Murat, por meio da chamada Prodecine 04/2013.
A operação inclui ainda o investimento de R$ 2,6 milhões na série de ficção Feras, dirigida por Teodoro Poppovic, com veiculação inicial prevista para o canal MTV. Contemplada pela chamadaProdav 01/2013, a série de comédia da Primo Filmes fala sobre as agruras e desventuras de um jovem adulto no complicado mundo dos relacionamentos do século XXI.
O Programa anunciou, ainda, investimento de R$ 3,93 milhões na proposta de programação apresentada pela TVE, do Rio Grande do Sul, na Chamada Pública Prodav 02/2013. Receberão recursos cinco séries: Família Pereira, da Demaman e Jorge, Um lugar para sentir, da Estação Elétrica Filmes, Turma 5B, da Invidio Produções Cinematográficas, Formigas, da Gustavo Spolidoro, e Inimigo Interno, da Margem Cinema Brasil.
A linha Prodav 02/2013 possibilita que empresas programadoras de televisão solicitem recursos para obras audiovisuais de produção independente pré-selecionadas em processos realizados por elas próprias. As programadoras são as proponentes, mas os investimentos do Programa Brasil de Todas as Telas são contratados diretamente com as produtoras independentes, na modalidade participação em projeto.
Saiba mais sobre o Programa Brasil de Todas as Telas
Lançado em julho de 2014, o Programa Brasil de Todas as Telas foi moldado para atuar na expansão do mercado e na universalização do acesso às obras audiovisuais brasileiras. O Programa, uma ampla ação governamental que visa transformar o Brasil em um centro relevante de produção e programação de conteúdos audiovisuais, foi formulado pela Ancine em parceria com o MinC e com a colaboração do setor audiovisual por meio de seus representantes no Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual.
O Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2 foi lançado no dia 1º de outubro, no Rio de Janeiro, em cerimônia com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, garantindo a continuidade de uma política pública vigorosa para o audiovisual brasileiro.
O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) é um marco na política pública de fomento à indústria cinematográfica e audiovisual no País, ao inovar quanto às formas de estímulo estatal e à abrangência de sua atuação. Isto porque o FSA contempla atividades associadas aos diversos segmentos da cadeia produtiva do setor – produção, distribuição/comercialização, exibição, e infraestrutura de serviços – mediante a utilização de diferentes instrumentos financeiros, tais como investimentos, financiamentos, operações de apoio e de equalização de encargos financeiros.
Agência Nacional do Cinema (Ancine)
Ministério da Cultura
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Teles tem até dia 31 para recolher Condecine 2015

14.03.2016 – 18:55

Na última sexta-feira, dia 11, o audiovisual brasileiro obteve mais uma vitória judicial contra o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel de Celular e Pessoal (SindiTeleBrasil). O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Desembargador Federal Cândido Ribeiro, derrubou mais uma liminar concedida ao sindicato, que suspendia o reajuste de 28% da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine). A decisão ancorou-se na deliberação anterior tomada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski.
No dia 8 de março, Lewandowski já havia derrubado uma liminar que suspendia o recolhimento da Condecine, encargo que subsidia o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Já a decisão do presidente do TRF1 diz respeito à suspensão do reajuste da contribuição, estabelecida pelo governo federal em outubro do ano passado.
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, comemorou a decisão. “Mais uma boa notícia para o audiovisual brasileiro. A Condecine compõe o Fundo Setorial do Audiovisual e tem sido importante para o desenvolvimento do cinema, da televisão, dos games e de toda a indústria do audiovisual brasileiro, que nunca esteve tão bem. Seguimos em frente”, afirmou.
Com as duas decisões judiciais, as empresas de telecomunicação estão agora obrigadas a fazer o recolhimento da Condecine de 2015, incluídos aí os 28% de reajuste até o próximo dia 31 de março. Não cabem mais liminares para suspensão do pagamento da contribuição e de seu reajuste até o julgamento de mérito da questão, que deverá ser feito por juiz federal de Brasília, ainda sem data prevista.
As ações judiciais foram movidas no início deste ano pelo SindiTeleBrasil, que representa empresas como Claro, Oi, Telefônica/Vivo e TIM.  A primeira delas contestava a obrigatoriedade da contribuição pelo setor específico. Já a outra questionava o reajuste da taxa, aprovado no ano passado pelo Congresso Nacional. A entidade alegava que as empresas de telecomunicações não integravam a cadeia produtiva audiovisual.
Com as liminares obtidas, as operadoras de telefonia móvel isentavam-se do recolhimento da contribuição até o julgamento do mérito. As decisões da última semana, entretanto, culminaram em um entendimento exatamente contrário: caberá a elas o recolhimento até que o mérito da questão seja julgado.
“Essa decisão fortalece o entendimento do STF, que já havia tratado da matéria. Mais do que isso, ela fortalece o princípio da referibilidade, já que as empresas de telecomunicações alegavam não integrar a cadeia produtiva audiovisual, funcionando apenas como agente potencial desse mercado. Esse foi o debate central e as decisões mostraram que há, sim, uma correlação da atividade (por elas exercida) com o setor audiovisual, o que traz a obrigação pelo recolhimento da Condecine”, disse Rosana Alcântara, diretora da Agência Nacional do Cinema (Ancine).

Mobilização

No início de fevereiro, vários artistas divulgaram um abaixo-assinado  reiterando o compromisso com o desenvolvimento do setor audiovisual brasileiro e repudiando a ação judicial promovida pelas empresas de telecomunicações, que, a seu ver, poderia paralisar todo setor audiovisual brasileiro. Fabiano Gullane, produtor de filmes como Carandiru e Que horas ela volta?, foi um dos mais de 130 signatários. “É claro que essa é uma vitória, mas uma vitória parcial. A classe tem que continuar unidade e os gestores públicos, completamente focados nesta questão”, pontuou o produtor, referindo-se às decisões judiciais da última semana.
Gullane salientou ainda que empresas com fins lucrativos deveriam ter uma responsabilidade social frente à exploração de determinado mercado. “Qualquer empresa, independentemente do setor a que pertencem, deveria ter um compromisso social, cultural, educacional e ambiental com o país que explora comercialmente. Elas deveriam ajudar a formar os cidadãos desse país, até para que o seu negócio prospere lá na frente. Com um crescimento orgânico e sustentável, quanto mais gente consumir audiovisual, mais numerosos serão os clientes dessas empresas”, disse o produtor.
Para Laís Bodanzky, diretora de filmes como Bicho de Sete Cabeças e Chega de Saudade, a Condecine foi fundamental para o avanço do mercado audiovisual nos últimos anos. “Nós amadurecemos muito nos últimos anos enquanto indústria de audiovisual. Se nós rompermos com esse fluxo de forma drástica, como foi proposto pelas teles, podemos jogar no lixo todas as nossas conquistas. Nós, enquanto brasileiros, temos de nos ver nas várias telas e expressões com uma linguagem própria. Não podemos só consumir o que vem de fora e isso é extremamente importante para a formação de identidade cultural de um povo”, afirmou
Condecine
Criada em 2001 por meio de uma medida provisória, a Condecine passou a incidir, a partir de 2011, também sobre os serviços de telecomunicações. A tributação do setor foi definida pela Lei 12.485/2011, marco regulatório do serviço de TV por assinatura, que abriu o mercado às operadoras de telefonia.
O entendimento então vigente era que tal contribuição cabia às operadoras de telefonia, uma vez que elas passaram a atuar também como potenciais distribuidoras do conteúdo audiovisual. É inegável a relevância que plataformas como celulares, tablets e computadores ganharam nos últimos anos na circulação e divulgação dessas obras. As operadoras, entretanto, alegam que não participam do setor audiovisual e que não se beneficiam com a disseminação de seus produtos.
A contribuição incide sobre a veiculação, a produção, o licenciamento e a distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas com fins comerciais, bem como sobre o pagamento, o crédito, o emprego, a remessa ou a entrega, aos produtores, distribuidores ou intermediários no exterior, de importâncias relativas a rendimento decorrente da exploração de obras cinematográficas e videofonográficas ou por sua aquisição ou importação.
Os recursos investidos pelo FSA a partir da Condecine responderam por 71% do total de recursos destinados ao fomento ao setor audiovisual entre 2013 e 2015. Nesse mesmo período, a parcela arrecadada pelas teles respondeu por 89% da arrecadação total da Condecine. Sem a arrecadação das teles, a Ancine estimava um prejuízo líquido de R$ 1,13 bilhão em 2016. O rombo poderia impactar diretamente o programa Brasil de Todas as Telas, cuja terceira edição está prevista para o segundo semestre deste ano.
O mais estranho disso tudo foi um pacto ter sido quebrado por uma das partes sem que houvesse qualquer diálogo. No ambiente que estamos, devemos sempre buscar uma tentativa de acordo. Infelizmente, esse não foi o caminho escolhido pelas teles.
Cristiane Nascimento
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
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Inscrições para editais de baixo orçamento são prorrogadas até o dia 28 de março

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (MinC) prorrogou, até 28 de março de 2016, o prazo de inscrições dos Editais Longa BO, Longa Afirmativo e Longa Infantil. Juntos, os três editais resultarão na produção de 22 filmes de baixo orçamento.
Os editais fazem parte do Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2 e o orçamento total é de R$ 27,5 milhões, provenientes do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). As inscrições devem ser feitas por meio do sistema on-line Salicweb, disponível no site do Ministério da Cultura.
O Longa Afirmativo tem como objeto a realização de três filmes inéditos de ficção, com temática livre, dirigidos por cineastas negros. O Longa Infantil apoia nove projetos de filmes inéditos de ficção, com conteúdo destinado ao público infantil ou infanto-juvenil. O Longa BO vai selecionar 10 projetos para a realização de filmes de baixo orçamento, inéditos, de ficção. Os projetos poderão receber até R$ 1,25 milhão e o orçamento total de cada projeto não pode ultrapassar R$ 1,8 milhão. As produções dos três editais podem conter técnicas de animação.
Secretaria do Audiovisual
Ministério da Cultura
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STF derruba liminar e garante recolhimento da Condecine

9.3.2016 – 14:16

A Condecine é a principal fonte de financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, derrubou, na noite desta terça-feira (8), a liminar concedida ao Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel de Celular e Pessoal (SindiTeleBrasil) que suspendia o recolhimento da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), encargo que subsidia o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Com a nova decisão, as operadoras de telecomunicações estão obrigadas a fazer o recolhimento da Condecine de 2015 até o próximo dia 31 de março.
A liminar havia sido obtida no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), em janeiro deste ano, e mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em fevereiro, isentando as operadoras de telefonia móvel de recolher a contribuição. A ação foi uma das duas movidas pelo SindiTeleBrasil, que representa empresas como Claro, Oi, Telefônica/Vivo e TIM, entre outras. A Agência Nacional do Cinema (Ancine) já havia entrado com recursos para cassá-la em fevereiro deste ano, mas teve o seu agravo negado pela Justiça Federal.
A outra ação movida pelo SindiTeleBrasil diz respeito ao reajuste de 28% da contribuição, estabelecida pelo Governo Federal em outubro do ano passado. As ações movidas pelas empresas de telecomunicações agora seguirão o trâmite legal, mas com a decisão desta terça-feira, não caberá mais liminar até o seu julgamento do mérito pelo TRF1, em data ainda não definida.
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, comemorou a decisão do STF. “Esta é uma vitória do audiovisual brasileiro. A Condecine compõe o Fundo Setorial do Audiovisual, que tem sido uma grande força para a qualificação e o crescimento do cinema, da televisão, dos games e de toda a indústria do audiovisual brasileiro. Proponho às teles que reforcemos o diálogo, sem ameaças às políticas públicas, para que elas possam continuar colaborando no desenvolvimento deste setor importantíssimo para a cultura e também para a economia do nosso País”, afirmou.
A diretora da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Rosana Alcântara, afirmou que decisão do STF garante a continuidade do Programa Brasil de Todas as Telas e do Fundo Setorial do Audiovisual. “É uma decisão de extrema importância, que repõe a situação no momento anterior à ação. O governo pode exigir de todo o mercado a incidência da Condecine no prazo ordinário até 31 de março. Estamos confiantes de que a ação vai correr em bom tempo”, completou.
O secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Pola Ribeiro, ressaltou que o audiovisual tem importância fundamental para a sociedade. “Não apenas pelo mercado de trabalho, mas para a construção de um patrimônio importante do País”, afirmou. “Acho até que precisamos ampliar o escopo da aplicação no audiovisual”, completou.
Repercussão
Para muitos cineastas, a decisão do ministro do STF também foi motivo de comemoração. Jorge Furtado, que dirigiu filmes como Ilha das flores, O homem que copiava e Meu tio matou um cara, ressaltou que cassar a liminar foi fundamental. “Essa arrecadação (Condecine) é responsável pelo desenvolvimento do audiovisual nos últimos anos, pela diversidade no País, geração e empregos e surgimento de novos talentos”, destacou.
Fernando Meirelles, diretor de Cidade de Deus e Ensaio sobre a Cegueira, avalia que a derrubada da liminar foi justa porque as teles tendem a virar a principal mídia para filmes, séries e TVs. “(As teles) ganham muito com o setor, é justo que contribuam. Fora o lado de cidadania. Empresas não podem ser só para dar lucro para seus acionistas, são atores da sociedade e precisam fazer sua parte”, afirmou.
Meirelles salientou, ainda, que a Condecine é o pilar do mercado e que, em uma conjuntura nacional tão desfavorável, a Condecine é uma das raras unanimidades no governo. “Há discordâncias quanto a formatos de funcionamento, claro, mas não conheço ninguém que seja contra”, completou.
Roberto Farias, cineasta responsável pelos filmes Pra frente Brasil e O assalto ao trem pagador, também falou sobre a decisão. “Ter essa contribuição é fundamental para desenvolvimento do produto brasileiro, mas é uma briga que vai se resolver na justiça”, pontuou.
Condecine
Criada em 2001 por meio de uma medida provisória, a Condecine passou a incidir, a partir de 2011, também sobre os serviços de telecomunicações. A tributação do setor foi definida pela Lei 12.485/2011, marco regulatório do serviço de TV por assinatura, que abriu o mercado às operadoras de telefonia.
O entendimento então vigente era que tal contribuição cabia às operadoras de telefonia, uma vez que elas passaram a atuar também como potenciais distribuidoras do conteúdo audiovisual. É inegável a relevância que plataformas como celulares, tablets e computadores ganharam nos últimos anos na circulação e divulgação dessas obras. As operadoras, entretanto, alegam que não participam do setor audiovisual e que não se beneficiam com a disseminação de seus produtos.
A contribuição incide sobre a veiculação, a produção, o licenciamento e a distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas com fins comerciais, bem como sobre o pagamento, o crédito, o emprego, a remessa ou a entrega, aos produtores, distribuidores ou intermediários no exterior, de importâncias relativas a rendimento decorrente da exploração de obras cinematográficas e videofonográficas ou por sua aquisição ou importação.
Os recursos investidos pelo FSA a partir da Condecine responderam por 71% do total de recursos destinados ao fomento ao setor audiovisual entre 2013 e 2015. Nesse mesmo período, a parcela arrecadada pelas teles respondeu por 89% da arrecadação total da Condecine. Sem a arrecadação das teles, a Ancine estimava um prejuízo líquido de R$ 1,13 bilhão em 2016. O rombo poderia impactar diretamente o programa Brasil de Todas as Telas, cuja terceira edição está prevista para o segundo semestre deste ano.
Abaixo-assinado
No início de fevereiro, vários artistas divulgaram um abaixo-assinado reiterando o compromisso com o desenvolvimento do setor audiovisual brasileiro e repudiando a ação judicial promovida pelas empresas de telecomunicações, que, a seu ver, poderia paralisar todo setor audiovisual brasileiro.
No documento, números do setor são destacados de modo a salientar a relevância da produção nacional. “Somente em 2014 e 2015, 713 empresas de audiovisual produziram, em todo o País, 2.867 horas de conteúdos, 306 longas-metragens e 433 séries e telefilmes, gerando empregos qualificados, aumentando nossa presença na TV, salas de cinema e ainda trazendo prestígio internacional para o País”, afirmam.
Entre os seus mais de 130 signatários, estão os atores e atrizes Wagner Moura, José de Abreu, Fernanda Montenegro e Marieta Severo, além dos diretores Andrucha Waddington, Cacá Diegues, Fernando Meireles e Anna Muylaert.
Com o uso das hashtags #‎NãoDeixeOAudiovisualMorrer e #EuConsumoAudiovisualNoMeuCelular, apetição tem ganhado apoio também nas redes sociais. Até a manhã desta quarta-feira (9), mais de 14 mil internautas haviam assinado o documento em defesa do mercado audiovisual brasileiro.
Cristiane Nascimento e Cecilia Coelho
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
Foto na home do site: Fábio Pozzebom (Agência Brasil)
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Encontros sobre o PRODAV TVs Públicas em Pernambuco

No dia 10 de março (Quinta-feira) Hermano Figueiredo estará conversando com a comunidade audiovisual para apresentar o edital Prodav 09. O Encontro será realizado na Torre Malakoff com entrada gratuita, direcionado para realizadores/as e produtores/as independentes do Recife. Hermano Figueiredo é produtor executivo do Escritório Regional Nordeste da Linha de Produção de Conteúdos Destinados às TVs Públicas.

No dia 15 de março(terça-feira) Hermano estará em Caruaru conversando com a comunidade audiovisual do agreste pernambucano, tirando dúvidas sobre o edital que está com as inscrições abertas até o dia 31 de março. Em Caruaru, o Encontro será realizado no Museu do Barro, as 19 horas, com entrada gratuita.

A Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas, do Programa Brasil de Todas as Telas, tem como objetivo a regionalização da produção de conteúdos audiovisuais independentes para destinação inicial ao campo público de televisão (segmentos de TV universitária, comunitária e educativa e cultural).

Pelo segundo ano consecutivo, a linha disponibiliza R$ 60 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), para investimentos em obras destinadas ao campo público de televisão, nos segmentos de TV universitária, comunitária e educativa e cultural.

Com o objetivo de regionalizar a produção de conteúdos audiovisuais independentes, os editais são divididos pelas cinco regiões do País disponibilizando R$ 12 milhões para cada região.

Os perfis de programação foram definidos a partir das propostas levantadas durante o Seminário de Programação da Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Pública com representantes de aproximadamente 100 canais de programação e emissoras dos segmentos universitário, comunitário, e educativo e cultural do campo público de televisão, além da participação remota de 40 TVs desses segmentos.

As Chamadas Públicas regionais são operadas por meio de uma parceria entre a ANCINE, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e conta com o apoio da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU), Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM) e Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC).

Encontros com Hermano Figueiredo

  • Recife-PE

    Dia10 de março 2016 (quinta-feira), 15h

    Local de realização: Torre Malakoff (segundo andar)

    Endere̤o:Pra̤a do Arsenal, s/n РRecife Antigo

  • Caruaru-PE

    Dia 15 de março 2016 (terça-feira), 19h

    Local de realização: Museu do Barro de Caruaru – Auditório.
    Endereço: Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru (do lado do pátio de eventos Luiz Gonzaga)

Apoios institucionais em Caruaru-PE:

– Secretaria de Participação Social – Prefeitura Municipal de Caruaru

РCurso de Comunica̤̣o Social, Centro Acad̻mico do Agreste da Universidade Federal de Pernambuco (CAA/ UFPE )

РFedera̤̣o Pernambucana Cineclubes (FEPEC)

– Museu do Barro de Caruaru (MUBAC).

Conheça o Edital Prodav 09/2015, disponível no site do BRDE.

LOGOMARCAS OFICINAS PE

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Brasil de Todas as Telas libera R$ 5,6 milhões para cinema e TV

26.2.2016 – 8:13

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciaram novos projetos contemplados em três chamadas públicas do Programa Brasil de Todas as Telas que têm sua operação na modalidade fluxo contínuo. A operação contempla três longas-metragens de ficção para as salas de cinema e uma proposta de programação para a TV por assinatura. O investimento total chega a aproximadamente R$ 5,6 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
Pela Chamada Pública Prodecine 02/2013, na qual empresas distribuidoras inscrevem projetos de produção de longas-metragens, foram selecionados os longas Tio imperfeito, de Felipe Joffily, apresentado pela H2O; e King Kong em Assuncion, de Camilo Cavalcante, apresentado pela distribuidora Ludwig Maia Arthouse. Maresia, de Marcos Guttmann, foi o outro longa selecionado, desta vez pela chamada Prodecine 03/2013, que disponibiliza recursos para a fase de comercialização da obra. O longa receberá investimentos de R$ 200 mil.
O Programa anunciou ainda investimento de R$ 2 milhões na proposta de programação apresentada pelo Canal Brasil na Chamada Pública Prodav 02/2013. Esta linha possibilita que empresas programadoras de televisão solicitem recursos para obras audiovisuais de produção independente pré-selecionadas em processos realizados por elas próprias. As programadoras são as proponentes, mas os investimentos do Programa Brasil de Todas as Telas são contratados diretamente com as produtoras independentes, na modalidade participação em projeto. O montante será investido em duas séries de ficção: Naite, da Carioca Filmes (RJ), com seis episódios de 25 minutos, e Gilda, da Baleia Filmes (RJ), com quatro episódios de 25 minutos.
Agência Nacional do Cinema (Ancine)
Ministério da Cultura
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Mais R$ 6,9 milhões para o audiovisual brasileiro

19.2.2016 – 8:43  
A Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE)anunciaram uma nova rodada de investimentos em projetos selecionados entre os inscritos em quatro chamadas públicas do Programa Brasil de Todas as Telas que funcionam em fluxo contínuo. Os investimentos, em um total de R$ 6,9 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), vão beneficiar quatro longas-metragens de ficção com destinação para as salas de cinema, sendo um deles uma coprodução com República Dominicana e Porto Rico, e uma série documental para exibição na TV por assinatura.
Pela Chamada Pública Prodecine 02/2013, na qual empresas distribuidoras inscrevem projetos de produção de longas-metragens, foram contemplados os novos projetos dos diretores Felipe Jofill – a comédia romântica Estúpido cupido, projeto apresentado pela Imagem Filmes – e Rodrigo Bittencourt – o longa Extremos tropicais, apresentado pela H2O Distribuidora, inspirado na história real de surfistas brasileiros que se mudaram para o Havaí na década de 80. Cada um deles receberá investimentos de R$ 2,5 milhões.
Ainda no âmbito da produção para o cinema, foi anunciado aporte de R$ 1 milhão para a complementação de recursos de produção do longa-metragem Depois de você (Efeito ex-marido), de Marcus Ligocki Jr, por meio da chamada Prodecine 04/2013. E pela chamada Prodecine 06/2015, edital que disponibiliza recursos para projetos de coprodução com países da América Latina nos quais produtoras brasileiras tenham participação minoritária, o Programa Brasil de Todas as Telas vai investir em O homem que cuida – El hombre que cuida, do diretor dominicano Alejandro Andújar, parceria da brasileira Tempero Filmes com produtoras dominicanas e porto-riquenhas.
A operação inclui ainda o anúncio de investimento na série documental Geografia da arte, dirigida por Augusto Barra do Amaral e Tatiana Issa, com veiculação inicial prevista para o canal Arte 1. Contemplada pela chamada Prodav 01/2013, a série da Planet Pop Mídia e Editorações vai mostrar a relação de nomes famosos das artes plásticas, da moda, e da dança com locais específicos que se tornaram referência em momentos de suas obras.
Agência Nacional do Cinema (Ancine)
Ministério da Cultura
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Ancine divulga resultado preliminar do Prodav 06/2015

10.02.2016 – 15:14

Acesso rápido

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) divulgou o resultado preliminar da Chamada Pública Prodav 06/2015, a linha de desempenho comercial do Sistema de Suporte Automático. Os recursos aos indeferimentos poderão ser interpostos, unicamente por meio doSistema Ancine Digital, entre 11 e 24 de fevereiro de 2016.
Essa linha disponibilizará R$ 70 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Os recursos premiam empresas produtoras brasileiras independentes, distribuidoras brasileiras atuantes no mercado de salas exibição e programadoras de televisão atuantes no serviço de acesso condicionado ou de radiodifusão, em razão de seu desempenho comercial anterior. Os recursos oferecidos deverão ser investidos na produção de novos conteúdos brasileiros independentes para cinema e televisão.
O sistema é estruturado em três módulos: produção, programação e distribuição. Cada empresa – produtora, programadora de TV aberta ou por assinatura e distribuidora de cinema – disporá de uma conta automática, em que são escriturados os pontos relativos ao seu desempenho ou prática comercial: receitas de bilheteria e licenciamentos de obras brasileiras independentes passíveis de constituir espaço qualificado.
As empresas inscritas no Sistema de Suporte Automático selecionaram as obras de referência, que se referem aos conteúdos audiovisuais cujo licenciamento comercial é considerado para fins de pontuação no Sistema de Suporte Automático. Depois de selecionadas as obras de referência, as empresas participantes apresentaram contratos e documentos fiscais que comprovaram as transações comerciais realizadas, as quais foram convertidas em pontos.
Para o cálculo da pontuação, somente é considerada a comercialização de licenças ocorrida nos dois exercícios anteriores (2013 e 2014). Os pontos conquistados pelas empresas são então convertidos em valores financeiros. Os recursos ficarão disponíveis por até dois anos para investimento em projetos de produção independente a serem indicados e selecionados pelas próprias empresas. São elegíveis projetos de produção de longas-metragens, telefilmes e obras seriadas de ficção, animação e documentários aptos a constituir espaço qualificado.
Nos módulos de programação e distribuição, as empresas que forem contempladas com valor maior que R$ 667 mil deverão destinar 30% dos recursos a produtoras independentes sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Saiba mais
O Programa Brasil de Todas as Telas, lançado em julho de 2014, busca expandir o mercado e universalizar o acesso às obras audiovisuais brasileiras. Além disso, visa transformar o Brasil em um centro relevante de produção e programação de conteúdos audiovisuais. A iniciativa foi formulada pela Ancine em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e com a colaboração do setor audiovisual por meio de seus representantes no Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual.
No Ano 2, o Programa Brasil de Todas as Telas mantém investimentos fortes, em montante total de R$ 646 milhões, para a consecução de todos os objetivos programados. A replicação das ações financeiras anteriores garante a continuidade do financiamento e permite aos agentes do setor planejarem suas ações.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
Com informações da Ancine
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Audiovisual: este ano já foram lançados sete editais

Ancine27.01.2016 – 19:22

O Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2, da Agência Nacional do Cinema (Ancine) beneficia mais um estado. Desta vez, trata-se do Prêmio Catarinense de Cinema, que oferece R$ 3,375 milhões para a realização de um projeto de longa-metragem de ficção, dois telefilmes de documentário, uma obra seriada e 12 curtas-metragens. As inscrições estão abertas até 7 de março.
O edital é realizado pelo governo do estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), entidade vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL). O edital oferece R$ 3,375 milhões para a realização de um projeto de longa-metragem de ficção, dois telefilmes de documentário, uma obra seriada e 12 curtas-metragens. Dos recursos, R$ 2,04 milhões são oriundos do Fundo Estadual de Incentivo à Cultura (Funcultural) e R$ 1, 335 milhão são provenientes do Programa Brasil de Todas as Telas-Ano 2, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
O Prêmio Catarinense de Cinema, criado em 2002, busca incentivar a produção audiovisual no estado, estimular o setor e gerar empregos. As inscrições são gratuitas, e podem ser efetuadas até o dia 07 de março de 2016.
Para participar, os interessados devem verificar toda a documentação exigida no edital e enviá-la por via postal, ou entregar diretamente no serviço de protocolo da FCC, mediante o recebimento de comprovante a ser emitido por servidor. A abertura dos envelopes será no dia 29 de março, no CIC – Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis. Para mais informações, acesse o site Fundação Catarinense de Cultura.
Desenvolvimento da produção regional brasileira
O Programa Brasil de Todas as Telas é a maior e mais importante iniciativa de fomento ao setor audiovisual já desenvolvida no país. Uma das ações, no eixo de fomento à produção e difusão de conteúdos, busca estimular o desenvolvimento regional da produção brasileira por meio de parcerias com governos municipais e estaduais.
Só neste ano, além de Santa Catarina, foram abertos editais no Ceará, Pernambuco e Minas Gerais.  Graças à parceria com o programa, a Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) e a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) estão com inscrições abertas em editais lançados no setor audiovisual.
Os concursos oferecem oportunidades de investimento para a produção de longas-metragens para as salas de cinema e, no caso do edital cearense, também para a produção de obras seriadas para a TV, episódios pilotos, curtas-metragens e novas mídias para veiculação pela internet, além do apoio a criação e manutenção de cineclubes e ações de formação em audiovisual.
O XII Edital Ceará de Cinema e Vídeo 2015 disponibiliza pouco mais de R$ 10,8 milhões em investimento no setor audiovisual do Estado, um acréscimo de 42% em relação ao valor oferecido na última edição, lançada em 2014. Deste valor, R$ 6,43 milhões serão aportados pelo Programa Brasil de Todas as Telas, com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), e os R$ 4,45 milhões restantes virão do Fundo Estadual de Cultura do Ceará – FEC. O edital cearense é o primeiro a ser lançado já no âmbito da Chamada Pública ANCINE/FSA nº 001/2015.
Já o Edital de Seleção de Obras Audiovisuais de Longa-Metragem de Ficção para Cinema, lançado pela Codemig em parceria com o Programa Brasil de Todas as Telas, disponibiliza um total de R$ 525 mil, sendo R$ 315 mil em recursos do FSA, para o investimento em dois longas-metragens de ficção, com destinação inicial para as salas de cinema. Cada projeto selecionado fará jus a um investimento de R$ 262,5 mil.
Em Pernambuco, a Secretaria de Cultura do Estado anunciou o lançamento do 9º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco. O edital oferece R$ 19,98 milhões em investimentos no setor audiovisual pernambucano, sendo R$ 9,98 milhões oriundos do Programa Brasil de Todas as Telas, com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), e o restante do orçamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura. A ação de arranjos financeiros estaduais e regionais do Brasil de Todas as Telas busca estimular o desenvolvimento regional da produção audiovisual brasileira por meio de parcerias com governos municipais e estaduais. As inscrições estão abertas até 19 de fevereiro.
Além desses quatro editais em parceria com o Brasil de Todas as Telas, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Audiovisual, lançou três editais para produção de 22 filmes de baixo orçamento.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
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