Mulheres empreendedoras dão cada vez mais força ao mercado brasileiro

mulher-empreendedora-1As mulheres empreendedoras estão fortalecendo a economia brasileira. O empoderamento feminino se expandindo tem permitido o alcance de bons patamares para mulheres em inúmeras áreas profissionais, e o empreendedorismo não fica de fora, e tem ganhado destaque com o aumento de mulheres entrando no ramo.

Elas têm criado cada vez mais coragem para iniciar um negócio e enfrentar as oscilações presentes no mercado. Uma prova concreta é que elas já são maioria – 51,5% – entre os empresários iniciais do país. Por outro lado, se tratando dos empreendedores já estabelecidos, as mulheres ainda estão atrás, e representam 42,7% contra 57,3% de homens. Os dados foram extraídos do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2016. Porém o empreendedorismo feminino vai muito além disso.

Caminhos se abrindo

Com o cenário do empoderamento feminino e a inserção de cada vez mais mulheres no empreendedorismo, foi aberto um caminho promissor em diversas áreas. E apesar do conhecimento do longo caminho a ser percorrido para atingir a equidade de gêneros e respeito às mulheres e suas atividades, há notáveis mudanças já expostas, e as perspectivas vão muito mais além.

O empreendedorismo, em conjunto com a liderança das mulheres, têm ganhado muita  força e aumentado a representatividade no mercado brasileiro. A Rede Mulher Empreendedora (RME) realizou uma pesquisa com 1300 mulheres no Brasil e revela que 85% já são empreendedoras, enquanto 15% pensam em empreender. As perspectivas e oportunidades só aumentam.

Empreendedorismo Feminino

A consultoria de moda é algo que serve como fonte de renda fixa e extra à muitas mulheres, alavancando mais ainda o empreendedorismo feminino, dando maior oportunidade para que mulheres, independentemente da idade, sejam donas de seus próprios negócios, acessando assim a total independência financeira almejada.

Segundo o maior shopping online de roupas em atacado – Atacado.com

‘’Muitas mulheres enxergam oportunidades promissoras a partir da revenda de roupas. Roupas da moda fitness e moda íntima são apostas interessantes para o mercado brasileiro, sobretudo neste momento da economia. A consultoria de moda surge com um importante impulso para a concretização do empreendimento e independência financeira’’

A consultoria de moda, unida às estratégias de vendas, é uma atividade que serve como fonte de renda fixa e extra à muitas mulheres, alavancando mais ainda o empreendedorismo feminino, dando maior oportunidade para que mulheres, independentemente da idade.

O Atacado.com afirma que:

‘’Mulheres que se identificam com o trabalho em torno de moda, planejamento e comunicação estão apostando na consultoria de moda para inserção no empreendedorismo, aproveitando assim as oportunidades do mercado. Mesmo em tempos de crise econômica, o mercado em torno do vestuário está a todo vapor. ‘’

O empreendedorismo feminino é mais forte do que o simples ato de empreender, é um movimento de transformação social que vem ganhando espaço na sociedade. É um movimento importante para dar força e visibilidade a outras diversas questões em torno do universo das mulheres.

Por Exame

Tipos de empreendedores, veja qual é o seu!

noticia_125633Engana-se quem ainda pensa que o traço do empreendedorismo restringe-se a somente um perfil específico de personalidade e postura profissional. Com tantas possibilidades no mercado, foi-se o tempo em que a figura do empresário representava o clássico homem de negócios a frente de uma companhia multinacional.

Hoje em dia, com a crescente demanda por inovações, encontramos espaço para que os mais diversos alinhamentos de caráter possam encontrar o seu nicho e sua forma de trabalho mais adequada, garantindo assim a possibilidade de sucesso para todos que queiram se aventurar em novos territórios. Vamos então conhecer alguns dos perfis mais frequentes no cenário empresarial brasileiro e seus respectivos potenciais em suas áreas de atuação.

Franqueado e franqueador

Embora nem sempre considerado um empreendedor propriamente dito, a iniciativa de comandar o próprio negócio exige um espírito de liderança e inovação nato. Normalmente, o franqueado busca uma renda mensal média e de retorno consideravelmente rápido em seu investimento, sem ampliar demasiadamente a visão do negócio a longo prazo. Mas, de qualquer forma, o franqueado é um dos tipos mais presentes no mercado e, por conta disso, parte fundamental do fluxo da economia. Enquanto isso, o franqueador é o outro lado da moeda: ao construir uma rede, espera-se um retorno mais demorado porém duradouro, com aspirações de expansão do negócio e, naturalmente, de seu público-alvo.

Um bom exemplo são os gerentes de unidades de grandes franquias comerciais; eles não detém a propriedade do negócio, porém são os responsáveis por toda a sua gestão e atividade econômica.

Cooperado

O empreendedor cooperado pode ser definido como aquele indivíduo que cuja produção é autônoma, porém, trabalha em conjunto com alguma comunidade ou companhia, atrelando assim seu trabalho e seus resultados aos de toda a empresa. Sem buscar um crescimento diretamente ligado ao do negócio ao que está ligado, o empreendedor cooperado geralmente dispõe de poucos recursos e não toma grandes riscos no mercado. Mas ainda assim, seu traço mais forte é sempre o de trabalho em equipe, afinal, tanto seu nome quanto seu trabalho estão vinculados e respondem a uma instituição.

Neste caso, podemos ressaltar artesãos, costureiros, ilustradores, redatores, dentre muitas outras modalidades freelancers de trabalho – autônomas, porém regidas por um contrato que as conecta a entidades externas.

Informal

Sendo um perfil que mais surge da necessidade do que do sonho pelo próprio negócio, o empreendedor informal é um dos mais comuns no país exatamente pela busca de um retorno rápido e sem grandes perspectivas para o futuro do negócio. Por não buscarem grandes resultados, raramente se colocam em grandes riscos, porém, dependendo do potencial do serviço prestado por este indivíduo, não raramente um empreendedor informal se encontra em expansão e diante de uma demanda maior do seu trabalho, o que pode transformar sua iniciativa em um grande empreendimento, ainda que “por acidente”.

Muitas vezes o empreendedor informal é aquela pessoa que abre uma loja na própria casa, uma oficina na garagem, que aceita encomendas para fora e produz tudo internamente. Sem uma regulação própria, mas de todo modo, prestando um serviço e se mantendo financeiramente com os seus frutos.

Social

Um tipo de empreendedorismo que tem crescido muito atualmente por conta da geração de jovens cada vez mais engajados com causas sociais e comunitárias, o empreendedor social, assim como qualquer outro, irá buscar o lucro, o crescimento profissional – porém, este objetivo está intimamente ligado ao desejo de realizar um trabalho que beneficie um determinado grupo de pessoas em situação de carência ou necessidade.

Trabalham muito bem em equipe, são naturalmente visionários e possuem um viés de sustentabilidade que sempre permeia suas ações. Dentre seus exemplos, podemos citar empresas cujo público-alvo são pessoas portadoras de deficiências, moradores de regiões em situação de risco e organizações que visam a aplicação de políticas públicas em prol do bem estar geral da sociedade.

Individual

O individual se assemelha muito ao informal devido ao fato de ambos possuírem a necessidade de empreender para sobreviver. Porém, o ponto que os diferencia é a regularização de seu trabalho, uma vez que um empreendedor individual se categoriza como um MEI, um microempreendedor individual. Trabalha de forma independente, visa um crescimento rápido e particular e geralmente enxerga oportunidades em campos até então pouco explorados. Normalmente é de natureza flexível às demandas do mercado e procura sempre se manter em evolução perante ao que lhe é exigido para garantir seu público e seu espaço em determinado segmento. Contadores, consultores e advogados, por exemplo, fazem parte deste parcela de empreendedores.

Público

Similar ao cooperativo e ao social, o empreendedor público traz as características mais marcantes de cada um destes tipos, o trabalho em equipe e a valorização do trabalho em prol da comunidade, porém ele aplica estas qualidades na esfera governamental.

Geralmente são funcionários do setor público que, ao enxergar a oportunidade de otimizar serviços básicos e essenciais, tomam a iniciativa para fazê-lo e utiliza dos recursos que tem em mãos para fazer melhorias dentro de sua realidade.

Conhecimento

O empreendedor focado no conhecimento é aquele que sempre buscará a especialização em determinada área antes de tudo. Ele quer se tornar uma referência em seu mercado, garantindo assim um público fiel que o procure não necessariamente por uma oferta de preço atrativa, por exemplo, mas sim, pela qualidade exímia de seus serviços prestados. Este empreendedor atrela de maneira muito forte seus ganhos profissionais às suas realizações pessoais e busca sempre ser reconhecido pelos seus feitos em seu campo de especialização.

Corporativo

Este perfil é extremamente valorizado e procurado pelas empresas em geral por ser aquele indivíduo que, como colaborador de uma companhia, busca sempre desenvolver novas ideias e iniciativas dentro dela, agregando assim, muito valor à instituição que trabalha.

É uma pessoa que aspira ascender na carreira de forma contínua e valoriza o trabalho que exerce na corporação, entendendo que como uma célula de seu todo, ele é fundamental para seu pleno e bem sucedido funcionamento.

Do próprio negócio

Este perfil de empreendedor geralmente é aquele visto como genial, como visionário em dado segmento pela sua capacidade de enxergar oportunidades até então despercebidas. Ele vai além da visão do empreendedor informal ou do individual, por exemplo, que tomam a iniciativa pela própria necessidade e geralmente não buscam traçar uma trajetória de mercado; o empreendedor do próprio negócio planeja a longo prazo, visando sempre a expansão de mercado e de público-alvo. Perfil empreendedor: Conheça com a Tray as características necessárias Sponsored 

Sua característica mais marcante é com certeza a ambição, a vontade de crescer e sempre continuar aprendendo tanto quanto possível para entregar o melhor serviço ao seu nicho de consumidores. Similar ao empreendedor do conhecimento, suas atividades profissionais se relacionam fortemente à sua realização pessoa, fazendo assim, da sua carreira, o seu sonho.

Um mundo a ser explorado 

Felizmente, o mundo dos negócios não se limita a um recorte de personalidade – ao menos, não mais. Pessoas de todas as bagagens culturais e cenários socioeconômicos podem procurar inovar ao fazer aquela simples pergunta: o que está faltando ao meu redor hoje? Como posso, com as habilidades e recursos que possuo hoje, oferecer algo novo?

Precisamos nos desligar da ideia de que somente grandes negócios têm lugar no mercado. Um empreendimento de bairro, uma iniciativa que seja na própria casa: se existe um público, existe uma demanda. E quando conseguimos enxergá-la, temos a oportunidade de expandir nosso alcance, perspectiva e principalmente, de crescer tanto profissional quanto pessoalmente.

Fonte:Administradores

Ministérios assinam Programa de Capacitação #economiacriativagerafuturo

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, lançaram, nesta quarta-feira (4), o Programa de Capacitação #economiacriativagerafuturo. Resultado de parceria entre os dois ministérios, o programa vai oferecer cursos profissionalizantes em diversos segmentos da economia criativa para 8 mil jovens, com 14 anos de idade ou mais, moradores de cerca de 40 áreas vulneráveis do Rio de Janeiro. A parceria  prevê investimentos de cerca de R$ 22 milhões do Ministério Extraordinário da Segurança Pública (MSP). Ao Ministério da Cultura (MinC), caberá a operacionalização do Programa.
A intenção é matricular jovens que tenham concluído pelo menos o 6º ano do Ensino Fundamental e que estejam frequentando a escola. Cada jovem matriculado contará com bolsa de estudos de cerca de R$ 900 por mês (variável de acordo com a carga horária do curso), para cobrir despesas com alimentação e transporte. Serão oferecidas cerca de 50 opções de cursos na área de economia criativa, entre eles fotografia, produção de TV e cinema, programação web, figurinista, pintura digital, desenho, edição de vídeo, entre outros.
Esta é a primeira de um conjunto de ações sociais de suporte à intervenção federal no Estado. Com o #economiacriativagerafuturo, o Governo Federal espera transformar a realidade de jovens das favelas do Rio, dando a eles oportunidade de capacitação e mais chances de ingressar no mercado de trabalho por meio de um setor em franca ascensão.
Segundo a diretora do CTAv, Daniela Pfeiffer, o centro vai atuar forte no audiovisual, mas o projeto irá mais longe. Segundo ela, a instituição que vai operar o programa (que ainda será definida) oferecerá capacitação também em outras áreas. “O escopo do acordo de cooperação do MinC com o MSP é a economia criativa. Um curso de eletricista, por exemplo, poderá estar contemplado. O eletricista pode atuar em um evento, em uma produção cultural, em um estúdio de cinema ou no cenário de teatro. É um escopo largo, são muitos os cursos que pretendemos propor no projeto”, explicou.
Indústria Cultural
De acordo com pesquisa da PricewaterhouseCoopers, a indústria cultural e criativa no Brasil cresceu 9,1% ao ano de 2012 a 2016, mesmo com a crise econômica. A expectativa é de que continue crescendo a uma taxa média anual de 4,6% até 2021. Levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) mostra que o setor representa 2,6% do PIB brasileiro, engloba mais de 200 mil empresas e instituições e gera mais de 1 milhão de empregos diretos. A média salarial dos profissionais criativos é três vezes maior do que a média nacional.
“O desemprego entre jovens de 14 a 24 anos no Brasil atinge 28,1%. A indústria cultural e criativa, que vem crescendo a taxas chinesas, é a solução para mudar essa realidade”, afirma o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.
Segundo ele, as oportunidades de trabalho geradas pela economia criativa estão em sintonia com os interesses de uma vasta parcela da população jovem. “A economia criativa precisa estar no centro de qualquer política de geração de empregos e combate à criminalidade, especialmente para o público jovem, que está conectado às novas tecnologias. Além disso, estamos também garantindo a um mercado em ascensão a mão-de-obra qualificada de que ele tanto precisa”, comenta o ministro.
Mobilização
Para garantir a mobilização nos territórios que se pretende atingir, será criada uma rede de agentes comunitários com experiência na mobilização e articulação das comunidades. Com a assinatura do termo e a liberação dos recursos, o MinC fará a contratação de entidade que executará o Programa. A previsão é de que a seleção dos jovens beneficiados comece a ser feita na segunda quinzena de agosto.
Fonte: MinC

Com 35 reais, ex-ambulante cria empresa de lanches e fatura 3 vezes mais

Depois de várias dificuldades, o empreendedor Frederico Amorim estudou e chegou a uma receita de negócio estratégico e sustentável

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Muitos desistiriam do empreendedorismo se passassem pelo que Frederico Amorim passou. Sua inexperiência em gestão fez com que diversos negócios quebrassem, desde a revenda de bugigangas na escola até uma lan house, além de uma indústria de confecção.

O êxito só veio quando Amorim resolveu buscar conhecimento de mercado – tanto nos estudos quanto na conversa com potenciais clientes da sua região, a comunidade mineira de Morro das Pedras.

Desse esforço nasceu a Mix Lanches, empresa especializada em alimentaçãoacessível e saudável para empresas e seus eventos. Hoje, Amorim afirma que fatura três vezes mais do que no início do negócio, que começou com ele próprio, vendedor ambulante, e 35 reais.

História de empreendedor: altos e baixos

Morador da comunidade Morro das Pedras, em Belo Horizonte, Amorim começou a trabalhar aos 12 anos de idade. Ele queria uma bicicleta, mas sua mãe não tinha condições financeiras para o presente.

“Ela me deu 10 reais. Fui a um atacadista, comprei um pacote de balas e revendi na escola. Com o dinheiro, procurei outras bugigangas para vender, como brincos magnéticos e mechas coloridas para prender no cabelo. Assim, consegui comprar peças no ferro-velho e montar minha própria bicicleta.”

Esse foi o primeiro negócio de Amorim – e o primeiro fracasso. Percebendo que os alunos saíam da aula para comprar os produtos do estudante, a diretora da escola proibiu a venda.

Fonte: Exame por Marina Fonseca

Descortinando o Design Thinking

Design-Thinking

Então começamos com a pergunta: Afinal, você sabe o que é design thinking?

A ideia é pensar em caminhos diferentes para resoluções de problemas ou indagações. Mas, na contemporaneidade pensar, imaginar, filosofar, ficar no campo das ideias não é tarefa fácil e viável. Em um mundo de transformações tectônicas e cada vez mais veloz, precisamos pensar mas já agir, principalmente, no universo comparativo. Almeja-se errar menos e converter as  ações em cifras rentáveis para as organizações e/ou negócios.

A ferramenta de Design Thinking entra para auxiliar no processo da inovação. Tim Brown, CEO da Ideo, autor do livro “Design Thinking” ficou famoso em 2009 por compartilhar com o mundo um caminho diferente que tornou a Ideo uma das dez empresas mais inovadoras do mundo.

O Marketing enquanto ciência trás em seu objeto de estudo atender a necessidade do cliente. As vezes pensar e criar o produto não é o suficiente para satisfazer o consumidor final, cada vez mais exigente. Entender todo a construção do produto, da empresa, e principalmente o desejo do cliente faz o caminho da assertividade ser menos complicado.

A aplicação da ferramenta de Design Thinking nos remete a imersão para conhecimento das alternativas e (re)construções de caminhos. Como designer, Brown descobriu que um bom desenho nem sempre é suficiente para resolver problemas do produto e que muitas vezes nem o próprio produto resolve o problema do cliente.

Daí então ele sugeriu algumas etapas no processo criativo que perpassam pela empatia, pensar coma “cabeça” do outro. Evidenciou o que chama de Insight, uma técnica para “aprender com a vida alheia”, em que  descobertas  surgem repentinamente depois de um momento de reflexão e contemplação sobre a situação que queremos resolver, sendo  decorrente de muita observação do comportamento das pessoas e da forma como elas lidam com a situação problema, como improvisam, como reduzem o impacto, como contornam de diversas formas as limitações impostas.

Na aplicação do método, o consultor aplica o pensamento integrativo, em que tudo se conecta, trata-se de uma etapa do processo que permite a exploração de ideias opostas para construir uma nova solução. As concepções não lineares  e multidirecionais é  fonte de inspiração, e não de contradição. Pois, é necessário admitir a desordem no campo das ideias e sintetiza novas ideias a partir de fragmentos.

Talvez chegando até aqui a pergunta inicial começa a ficar menos confusa, percorremos o caminho da imersão do negócio, pensamos com a cbeça do cliente no processo da empatia e agora é necessário compreender a prototipagem sugerida pelo escritor,que é o pensamento visual da ideia, sendo a criação tangível da ideia. Em uma especie de mostruário da ideia, com o conceito de protótipo do produto, assim a ideia vai se solidificando e a busca da solução torna-se mais tangível, o que não acontece quando se está somente no campo das ideias.

Por Ana Eliza Lucialdo, professora, pesquisadora, consultora, palestrante e psicanalista em formação.

MINISTÉRIO DA CULTURA LANÇA CURSO GRATUITO DE GAMES A DISTÂNCIA

Não é de hoje que você já deve ter escutado que o mercado de games é um dos maiores e mais lucrativos e que o Brasil tem tudo para crescer no segmento. Isso é bem verdade e o governo federal está de olhos bem abertos aos jogos eletrônicos — tanto que estuda reduzir os impostos vendidos no país.

Agora, o Ministério da Cultura em parceria com a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS), está lançando cursos de ensino a distância (EAD) gratuito focado na capacitação de mais profissionais na área no Brasil.

O conteúdo foi baseado nas palestras realizadas no BIG Festival, (Brazil’s Independent Games Festival), que foram todas gravadas, e, após uma grande curadoria, teve esse conteúdo transformado neste curso. Ao final das 30 horas (cinco aulas) deste primeiro módulo, o participante recebe um certificado de extensão universitária.

As inscrições estão previstas para iniciarem nesta quarta-feira (31) e pode ser feitas por meio deste link. Em seguida, basta selecionar o curso da área de games. O primeiro deles é “O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades”. Os módulos seguintes serão lançados em fevereiro.

A ideia do MinC é que o curso pode ser feito tanto por iniciantes quanto por quem já está no mercado de games. Este primeiro módulo terá como foco uma análise inicial dos games, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades de games que permitam um crescimento conjunto do setor. Com cinco aulas, o primeiro curso foca também nas experiências dos profissionais que construíram uma carreira no setor de jogos no Brasil. A ideia é mostrar quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games entre as quais estão roteirista, programador e designer…

“Hoje, há diversos hubs de desenvolvimento de games no Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, entre outros, espalhados. A precisão é que o setor da economia da cultura cresça 6,5% em 2018. Os games geram empregos não só para desenvolvedores, mas para artistas, tradutores… Por isso, a importância de dar acesso a este tipo de conteúdo e informação, promovendo capacitação”, disse Mansur Bassit, secretário de economia da cultura do MInC ao IGN Brasil. Para ele, essa capacitação vai melhorar nossa cadeia produtiva. “Tivemos a ideia a partir do conteúdo do BIG Festival e foram criados para que o máximo de pessoas interessadas possam fazer o curso.”

Desde 2009, o MinC investe em games por meio de editais: já investiu R$ 20 milhões pela Ancine e R$ 3 milhões pela secretaria do audiovisual e pela secretaria de economia da cultura.

Eliana Russi, diretora executiva do Brazil Game Developers (BGD) e do BIG Festival, acredita na capacitação que o curso de games EAD gratuito se propõe. “Sempre foi nosso objetivo ter conteúdo das palestras gravado, editado e disponibilizado e não conseguíamos quem fizesse isso. Este ano, o MinC entrou e pegou uma parte desse conteúdo, editou e colocou em uma plataforma EAD e estamos super felizes”, conta ao IGN Brasil. “Na nossa curadoria, pegamos palestras que tivessem escopo geral parar quem está começando. Fomos amadurecendo para temas mais específicos [que estarão nos próximos módulos]. Selecionamos conteúdos voltados para empresas, profissionais, aspirantes e os já mais avançados na área. O mais interessante é o certificado de extensão universitária da UFRGS.”

Para quem sempre sonhou em trabalhar na área de games, o curso é uma boa iniciativa para ajudar a começar a carreira ou, para quem já trabalha, aprimorar suas aptidões e conhecimentos para que os jogos no Brasil alcancem outro patama.

 

Por Gustavo Petrô

Construção de marca e rotinas organizacionais

A construção de marca se faz a cada dia aplicando conhecimentos e fazendo acontecer

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A rotina na empresa torna-se fundamental a partir dos objetivos traçados, o compromisso dos colaboradores faz o diferencial para que as metas sejam alcançadas e haja evolução. A habilidade deve ser adquirida e aprimorada a cada dia com o intuito de agregar valor à marca. Conhecimento dos produtos, clientes, público alvo e a praça de atuação são práxis de gestão a bastante tempo, o que se ausenta em muitos casos é a capacidade de aplicar na prática tais conhecimentos.

Técnicas como os 4P’s (conceito básico de marketing), Preço, Produto, Promoção e Praça; conhecer outros paradigmas como Bens Complementares; Formação de Rotina, Conhecimento da Missão, Visão e Valores são fundamentais para se ter sucesso.

O nível estratégico traça rumos e metas, contudo construir uma marca e cultura dentro da organização depende da atitude de cada um. Em mente pense sempre em fazer parte de um time de excelência e aprender a aprender.

No que tange rotina esta depende da importância e urgência de cada tarefa no dia a dia da empresa, por tanto pense e reflita:

Urgente:
São tarefas que após perca de prazo torna-se irreversível a sua execução.

Importante:
São tarefas que podem ser adiadas, porém não podem cair no esquecimento a sua posterior execução.

Sempre classifique suas tarefas e fique atento a sua rotina, com isso ganhará velocidade e melhor gestão de seus compromissos.

A gestão é feita por todos e todos fazem parte do resultado de sucesso. Fazer uma boa gestão deve estar na atitude de cada um que colabora para êxito nos negócios,

Por Mauro Diego

Diversão com arte para criançada nas férias

Ilson Oliveira

A Em Cena – Escola de Artes de Cuiabá é coordenada pelo ator e produtor Ilson de Oliveira

 A Cia Theatro em Cena, a Associação Cultural ‘Em Cena Escola de Artes de Cuiabá’ e o Ponto de Cultura ‘Em Cena Escola de Palhaços’ de Mato Grosso promovem, no mês de janeiro, uma série de cursos rápidos de teatro, musicalização e circo, para crianças e adultos. As inscrições estão abertas, e as aulas começam no próximo dia 22 de janeiro.

O ator Ilson de Oliveira será responsável em conduzir a meninada. Ele é formado em palhaçaria pela Escola Livre de Palhaços (ESLIPA), pela Escola Nacional de Circo – Funarte (Rio de Janeiro) e pelo Grupo Off-Sina em 2015, pós-graduado em Desenvolvimento Expressivo Através da Dramatização pela Pós Grado,.

Com muita experiência, Ilson de Oliveira vai proporcionar pra criançada muita divresão e conhecimento, pois sendo fundador da Cia Theatro em Cena e da Associação Cultural EM CENA escola de Artes de Cuiabá possui experiencia em investigação e criação artística.

Foto: Em Cena

Escola de artes oferece cursos de teatro, circo e musicalização para crianças e adultos nas férias

Veja a programação:

1ª Turma – Segunda e Quarta- Valor R$ 85.
Matutino
Teatro Infantil a partir de 8 anos de idade.
Horários das 09 as 11:30 e Vespertino das 14h as 16:30
Desenvolver a auto-expressão por meio da arte cênica (teatro) favorecendo a atenção, observação, imaginação, criatividade e a psicomotricidade da criança.
Vagas: 16
Público-alvo: Crianças a Partir dos 08 anos.

Musicalização (Violão Levar o seu Violão!).Valor R$ 85
Horários das 09 as 11:30 e Vespertino das 14h as 16:30
A musicalização para crianças favorece o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade, do senso rítmico, do prazer de ouvir música, daimaginação, memória, concentração, atenção, dorespeito ao próximo, também contribuindo para umaefetiva consciência corporal e de movimentação.
Vagas: 16
Público-alvo: Iniciantes a partir dos 07 anos.

2ª Turma – Noturno das 18h as 21h
Iniciação ao Oficio de Palhaço “O Meu Nariz é Vermelho”.
O objetivo dessa oficina consiste em buscar a verdade do ser palhaço que o público, através da linguagem do palhaço em sua vulnerabilidade, quais sejam na expressão corporal e facial.
Período de 22 a 26 de janeiro de 2018.- Valor R$ 199,99
Vagas: 16
Público-alvo: Iniciantes a partir dos 14 anos.

4ª Turma- Terça e Quinta Feira
Horários das 09 as 11:30 e Vespertino das 14h as 16:30
Musicalização (Violão) Levar o seu Violão!
Horários das 09 as 11:30 e Vespertino das 14h as 16:30
Valor R$ 85
Vagas: 16
Público-alvo: Iniciantes a partir dos 08 anos.

5ª Turma – Sexta e Sábado
Teatro Adulto Horários das 08 as 12h
Vespertino Oficinão das 14h as 18h
Musicalização (ViolãoLevar o seu Violão!).
Horários das 09 as 11:30 e Vespertino das 14h as 16:30.
Valor R$ 85.
Vagas: 16
Público-alvo: Iniciantes a partir dos 14 anos.

Serviço

Fazendo Arte nas Férias
Local: Rua Custódio de Melo, Nº 827 – Bairro Cidade Alta, próximo a Arena Pantanal.
Informações: 65 – 99978 – 6162 (Ilson de Oliveira).
www.escoladepalhacos.com.br

Por Ana Eliza Lucialdo

 

A relação entre Marketing e Empreendedorismo

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Empreender é o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfação econômica e pessoal’’.

Quem não é visto, não é lembrado. E quem não é lembrado não conquista o consumidor – e, portanto, não vende. E é aí que entra o marketing e suas contribuições no empreendedorismo.

 

Contribuições comprovadas

Uma pesquisa realizada na Europa, avaliou 42 empresas e concluiu que as que, ao longo deste período, conseguiram sobreviver e por vezes prosperar, foram aquelas consideradas como “orientadas para o mercado”, ou seja, utilizavam-se das práticas, conceitos e ferramentas do marketing.

Muitas pessoas associam o Marketing a Publicidade ou Vendas. No entanto estas são apenas duas das suas muitas funções, e nem sempre as mais importantes. O marketing na verdade pode ser considerado como a entrega de satisfação ao consumidor (satisfação das necessidades do cliente), sob a forma de lucro.

Em um exemplo simples: podemos pensar que a venda ocorre apenas depois do produto ser produzido, enquanto que o marketing inicia seus trabalhos muito antes da empresa ter um produto e isso inclui a fase de detecção de necessidades e a sua transformação em oportunidades. Assim, ele se permeia ao longo da vida desse produto, conquistando novos clientes, melhorando o aspecto e performance da marca e aprendendo com os resultados das vendas já realizadas.

Portanto, podemos entender que toda a atividade empreendedora, seja na criação de empresas, lançamento de novos produtos ou serviços ou ainda a expansão e internacionalização de empresas, é um processo constituído por cinco fases, que são eles: Cultura Empreendedora; Ideia; Projeto; Recursos; Startup. E o marketing está ligado a todas as fases desse processo, já que cabe a ele o papel de realizar análises de mercado e avaliar se as ideias são realmente oportunidades.

Agora, vamos lá, mãos à obra! Acreditando que o Marketing pode ser vital na estruturação da ideia, do negócio, e principalmente da rentabilidade das organizações.

Fonte: ecommercenews

Pausar em tempos de crise

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Recebo um e-mail muito bacana e emocionante de José, empreendedor do ramo têxtil, que compartilhou comigo um pouco de sua jornada familiar, ao assumir há 5 anos o negócio que era dos pais. Ele me confidenciou que teve um 2017 difícil, passou por um teste de fé na própria capacidade de liderar a empresa, e que agora está avaliando se continua com o negócio ou vende tudo e volta a ser empregado.

O José (alterei o nome) tem uma decisão difícil pela frente, com a pressão da esposa e dos filhos, dos empregados, e dele mesmo em honrar o negócio da família. Impossível imaginar tudo o que ele está passando, e estou torcendo por ele, qualquer que seja a escolha.

Posso apenas indicar uma sugestão para ajudar o José tomar a melhor decisão: fazer uma pausa.

Pausar pode ser doloroso, mas às vezes é importante dar um tempo, tomar uma certa distância, acalmar, entender melhor o momento, reavaliar as forças, organizar e mensurar os recursos disponíveis, adaptar estratégia, e então decidir – ou não –  avançar novamente.

Seguir em frente, quando se está passando por dificuldades, sem entender os motivos, é extremamente perigoso para um negócio. É como dirigir com os olhos vendados – é questão de tempo até bater em alguma coisa. É claro que me refiro a negócios que estão passando por alguma dificuldade (aos que estão indo bem, parabéns, continuem em frente).

Uma pausa também ajuda a avaliar se precisam ser feitos ajustes no negócio em si, ou seja, se o negócio ainda tem relevância e valor. E não me refiro à tecnologia – essa selvagem em constante transformação. Mesmo mercados tradicionais, como o do José, têm mudado muito nos últimos anos.

Em alguns casos, a situação tem mudado várias vezes ao ano. Setores conservadores do varejo sofreram terremotos, nos últimos anos, que afetaram certezas até agora absolutas. Tudo é liquido no mundo atual: custos, produtos, mercado internacional, e até mesmo clientes que repentinamente mudam hábitos de consumo e desaparecem. Parafraseando alguém: a única certeza é que não dá para ter certeza de nada.

Mas o empreendedor é um bicho difícil de ser convencido a fazer uma pausa, pois tem uma conotação de perda, de derrota, ou de erro. Para o empreendedor é sempre difícil admitir que errou. Mas, em algum momento, o empreendedor inteligente vai perceber os sinais e fazer uma pausa, antes de seguir em frente.

Por Ivan Primo Bornes