Archive for 2011

Linkania: uma teoria de Redes

O livro “Linkania, uma teoria de redes” trata do surgimento e desenvolvimento da cibercultura no Brasil, bem como da inserção da cibercultura nos diversos âmbitos da sociedade. Analisa estratégias de comunicação, como os blogs, e projetos de colaboração online, como o projeto Metáfora, além dos desdobramentos dessas ações em novas práticas sociais, políticas públicas, no mercado e na comunicação.

.

Escrito por Hernani Dimantas, o livro é fruto do trabalho final de pesquisa de mestrado do mesmo, pesquisa intitulada “Linkania – a sociedade da colaboração” a qual foi adaptada para compor o livro e pode ser lida na íntegra aqui.

.

Palavras-chave: cultura hacker, links, colaboração, conhecimento livre, linkania.

Entrevista dada para a rádio Jovem Pan pelo autor sobre o livro – formato OGG.

Entrevista dada para a rádio Jovem Pan pelo autor sobre o livro – formato MP3.

Nenhum comentário.

O Jornalismo e a Cultura Digital: redes sociais, blogs e outros desconcertos.

Um novo papel para o jornalismo

Blogs e redes sociais revolucionam divulgação de informações na era digital

Por SILVIA KOCHEN


Churrasco de “gente diferenciada”: ideia lançada
no Facebook / Foto: P. Mariano

O policial canadense Michael Sanguinetti, numa palestra sobre segurança em um campus universitário de Toronto, em 24 de janeiro, fez uma recomendação que repercutiu em todo o mundo. Ele disse que as mulheres, para evitar estupro, não deviam usar roupas que pudessem sugerir que fossem vadias. A infeliz declaração foi o estopim para um movimento conhecido como a Marcha das Vadias (ou Slutwalk, no original em inglês), que se alastrou por todo o mundo nos últimos meses.

Em 3 de abril, 3 mil pessoas foram às ruas de Toronto vestidas de forma sensual para protestar contra a cultura que transforma as mulheres em culpadas pela violência que sofrem. “Já basta, não se trata apenas de uma ideia ou de um policial culpando as vítimas, mas de mudar o sistema e fazer algo construtivo com a raiva e a frustração”, disse Heather Jarvis, de 25 anos, uma das organizadoras da marcha em Toronto.

Leia o resto desse post »

2 Comentários

Banda Larga é ficção nas escolas públicas

Via Instituto Telecom.

Criado em 2008, o Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE) nasceu como parte de uma mudança no Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU), do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) – responsável por estabelecer obrigações a serem cumpridas pelas concessionárias de telefonia fixa. O programa foi resultado de um trabalho conjunto dos Ministérios da Educação, das Comunicações, Planejamento, Casa Civil e Anatel com o objetivo de levar, gratuitamente, o serviço de banda larga a 56.865 escolas públicas de ensino básico do país.

As concessionárias teriam que instalar conexão à internet em alta velocidade (mínimo de 1 megabit por segundo) e oferecer a ampliação periódica da velocidade a fim de manter a qualidade e a atualidade do serviço. O cronograma previa que, ainda em 2008, 40% do total das escolas seriam atendidas. Em 2009, a previsão era de incluir mais 40%. Em 2010, os 20% restantes também estariam atendidos.

A partir de 31 de dezembro de 2010, a conexão em cada escola deveria ser bidirecional, com  velocidade igual ou superior a dois megabits efetivo por segundo (Mbps) no sentido Rede-Escola e pelo menos um quarto dessa velocidade no sentido Escola-Rede.
A TeleBrasil – entidade representante do empresariado do setor – tem divulgado documentos, como a Carta de Brasília 2011, garantindo que cerca de 58 mil escolas públicas já teriam acesso livre à internet em alta velocidade. E os próprios balanços da Anatel reforçam estes dados, afirmando que até dezembro de 2010, 57.586 instituições já foram conectadas – o que, segundo a Agência, representaria 91% de todas as escolas privilegiadas pelo programa.

Apesar do site do MEC reforçar esses números, a realidade constatada nas escolas é completamente diferente. Durante o Futerecom 2011, por exemplo, a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados de São Paulo) divulgou dados em relação à velocidade utilizada nas escolas públicas paulistas, cerca de 80% delas atingem apenas 64 Kbps.

Garantir 1 Mbps ou 2 Mbps já seria muito pouco para as demandas colocadas pelos conteúdos educacionais. Mas, quando se compara com Portugal, a situação chega a ser dramática. De acordo com o presidente da Portugal Telecom, Zeinal Baiva, em palestra na Futurecom, em Portugal  as escolas públicas estão conectadas a 64 Mbps. Ou seja, mesmo sendo um país de dimensões menores, ainda significa uma velocidade muitas  vezes maior que a instalada aqui.

Alertamos, mais uma vez, da necessidade da convocação imediata do Fórum Brasil Conectado. Criado no governo Lula, o Fórum não foi convocado uma única vez no atual governo. Ele é fundamental no acompanhamento das atividades ligadas ao Plano Nacional de Banda Larga e, em particular, na discussão sobre se é realidade ou ficção o Banda Larga nas Escolas.

Cobramos uma averiguação profunda sobre os dados divulgados.  A Anatel, o Ministério da Educação, o Ministério das Comunicações, governos estaduais e prefeituras devem ter um quadro claro a ser apresentado à sociedade.

Conteúdo

Uma pesquisa recente divulgada pelo Centro de Estudo sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) mostrou, que mesmo com 81% das escolas públicas do Brasil tendo laboratórios de informática, apenas 4% das mesmas possuem acesso à ferramenta na sala de aula. Ao todo foram entrevistados 1.541 professores, 4.987 alunos, 497 diretores e 428 coordenadores pedagógicos em 497 escolas brasileiras com o objetivo de identificar o uso e a qualidade da banda larga em instituições públicas e a partir daí, procurar soluções para a educação no país.

Segundo o estudo, todas as atividades realizadas com alunos apresentam baixa incidência de uso da internet. Apenas 20% dos professores entrevistados afirmaram usar esta ferramenta para organizar e mediar à comunicação com os estudantes. Como era esperado, a região do país responsável pela maior utilização de computadores e acesso à rede em sala de aula, é a Sul, onde se concentram 56% dos educadores. Os 44% restantes são oriundos de todas as demais regiões do Brasil.

Seminário Universalização da Banda Larga

O Instituto Telecom convida todos a participar do seminário “Banda Larga como Direito: balanço do PNBL e perspectivas para a universalização do serviço”, promovido pela Campanha Banda Larga é um Direito Seu.

O evento é aberto ao público e acontece na próxima quinta-feira, dia 22/09, às 9h30, na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. A presença de todos os interessados é muito importante para aprofundar o debate e a luta por um acesso democrático e de qualidade à banda larga no país.

Nenhum comentário.

Plano Nacional de Cultura: consulta pública ONLINE das metas

Ministério da Cultura abre, dia 21 de setembro de 2011, consulta pública para a construção das metas do Plano Nacional de Cultura, documento que visa servir como plano de metas para os próximos 10 anos de investimentos e políticas culturais no Brasil.

Na próxima quarta-feira, 21 de setembro, o Ministério da Cultura abrirá consulta pública para receber sugestões às metas propostas para o Plano Nacional de Cultura (PNC), instituído pela Lei nº 12.343/2010.  O objetivo da consulta é  receber contribuições da sociedade civil e de gestores públicos para o processo de construção das metas que nortearão as políticas públicas no campo cultural, no período de dez anos de vigência do PNC.

A consulta, disponível até o dia 20 de outubro, reafirma o compromisso do MinC com os processos democráticos, participativos e abertos com relação à formulação de políticas culturais.

Logo após o período da consulta pública, representantes do MinC e do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) – órgão colegiado integrante da estrutura básica do Ministério da Cultura – se reunirão para a consolidação final das metas, as quais serão publicadas em dezembro próximo.

Para enviar contribuições ao PNC, acesse http://pnc.culturadigital.br/

(Ascom/MinC)

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2011/09/15/plano-nacional-de-cultura-23/

Nenhum comentário.

Pontos de Cultura: sem previsão em orçamentos e PPAs, rede pode deixar de receber recursos

Via ARede.

E mais uma vez esse blog traz uma notícia preocupante relacionada ao Programa Cultura Viva. Veja abaixo a reportagem da revista ARede sobre a probabilidade real de perda orçamentária da Rede de Pontos de Cultura.

Quando se fala em recursos para os Pontos de Cultura, as pessoas logo pensam no orçamento do Ministério da Cultura e no governo federal. Mas é preciso acompanhar e exigir, também, a presença dos pontos nos Planos Plurianuais (PPAs) e orçamentos públicos dos estados e prefeituras, sob pena de não conseguir recursos para ampliar o programa. Ou para mantê-lo, depois que vencer o prazo dos atuais convênios.

A maior parte dos Pontos de Cultura, hoje, é conveniada a redes estaduais e municipais, em um arranjo institutcional no qual o MinC contribui com 2/3 dos recursos e o parceiro, com 1/3. “Por isso, os estados devem garantir em seus PPAs e orçamentos anuais recursos para manutenção e ampliação das redes de pontos”, alerta Sttela Cabral, participante da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura.

Além disso, os estados e municípios que não se conveniarem, até 2012, ao Sistema Nacional de Cultura, não poderão mais receber os repasses do MinC. Essas questões são importantes para o futuro das redes descentralizadas de pontos. Também haverá mudanças na fonte de recursos para o programa com a aprovação da nova lei Rouanet. Na entrevista abaixo, Stella explica por quê estados e municípios devem ser pressionados a prever verbas para o programa..

ARede – Se os pontos de cultura não estiverem nos PPAs e orçamentos, não podem receber recursos públicos? Por que?

Stella – Fiz este alerta para todos os representantes da Comissão Nacional dos 27 Grupos de Trabalho dos Estados fiquem atentos aos Planos Plurianuais (PPAs) dos estados. Não basta olharmos para o PPA Nacional, se os governos estaduais e municipais não fizerem as mesmas previsões de recursos em seus orçamentos para que sejam garantidas as contrapartidas das Redes de Pontos de Cultura.

Os recursos aportados pelo Ministério da Cultura no Programa Cultura Viva vêm do Fundo Nacional de Cultura (FNC), que cobre até 80% dos projetos. E 20% têm que ser de contrapartida, ou seja, nos convênios com os estados e municípios a proporção é R$ 2,00 do MinC e R$ 1,00 das redes nos estados e municípios, como contrapartida finaceira. No PPA do governo do Estado de São Paulo, foi garantido o repasse da 3ª parcela dos pontos da rede aqui e a ampliação de mais 300 Pontos a partir de 2012. E nos outros estados, o que sabemos?

Precisamos acompanhar outra coisa: no Plano Nacional de Cultura e no Sistema Nacional de Cultura está previsto que os municipios e estados devem aderir ao Sistema Nacional de Cultura até 2012 para garantir o recebimento dos repasses do Ministério da Cultura para todos os projetos (Pontos de Cultura, Bibliotecas, Museus…). Que municipios e estados já aderiram ao sistema?

Como as comissões podem pressionar para que o programa entre nesses documentos, cada um em seu estado? Qual é o prazo para conseguir fazer isso?

O Poder Executivo elabora os projetos dos PPAs e Orçamentos (União, Estados e Municipios) até 31 de agosto e manda para os legislativos com uma reserva de contingente para que os parlamentares façam suas emendas. No caso dos convênios existentes, os governantes costumam manter suas contrapartidas. No caso de ampliação, nem sempre. As comissões de Pontos de Cultura podem e devem pressionar, monitorar e acompanhar a execução. Há, no acordo de cooperação do Minc com os estados, um item que prevê a criação de um comitê com participação do MinC, do governo do estado e da sociedade civil, para acompanhar as redes (está no site do MinC o de todos os Estados). Os nomes devem ser publicados no Diário Oficial.

O que pode mudar para os repasses aos Pontos de Cultura, na nova Lei Rouanet?

O projeto da nova Lei Rouanet, que irá se chamar ProCultura, está tramitando no Congresso Nacional. Na lei atual temos um único fundo. Quando a nova lei for aprovada, o ProCultura terá 13 fundos temáticos (artes visuais, audiovisual, arte cênicas, musica e outros). Não há nenhum Fundo para o Programa Cultura Viva. Por isso, temos dois desafios: criar o Marco Legal do Programa Cultura Viva e criar um Fundo Cultura Viva no Procultura. Poucas pessoas estão atentas para isso.

Por isso, no dia 05/10 será realizada uma audiência pública na Assembléia Legislativa de São Paulo, coordenada pela Comissão de Educação e Cultura da Casa, para tratar do Marco Legal do Programa Cultura Viva com a presença da Ministra Ana de Hollanda, o Secretário de Estado da Cultura Andrea Matarazzo ou o José Luiz Herencia, a Deputada Jandira Feghali, o relator da Lei Cultura Viva, o relator da Lei ProCultura e um Senador(a) da Comissão de Educação e Cultura do Senado.

Nenhum comentário.

Doode: a rede social GNU/Linux no Brasil

O Que é O Doode?

O Doode começou como um projeto de fim de semana de Vitor Micillo e tinha como objetivo criar um misto de rede social e twitter dedicada aos usuários GNU/Linux. O nome veio da gíria dos surfistas americanos e havaianos que significa amigo.
.
O Doode levou 1 ano e 6 meses para ser concluí­do. Foi feito totalmente em Software Livre e de Código Aberto e se baseia em uma mistura do CMS floopo e o renomado sistema de blogs WordPress. Mas simplesmente juntar essas duas ferramentas não foi o suficiente.
.
Para garantir uma melhor segurança foi utilizado no projeto o sistema de criptografia do IonCube (disponível no pacote Zend-PHP), alguns scripts em Python para comunicação e proteção do Banco de Dados MySQL, além da alteração de todo o sistema de autenticação de usuário. Em resumo, a parte de infra-estrutura foi feita basicamente em PHP, ajax, jQuery, MySql e Python enquanto para o design foram utilizadas as ferramentas Inkscape e GIMP.
.
Destaques:
  • Em menos de um mês o projeto já conta com mais de 1300 usuários cadastrados (hoje o número é esse e cresce a cada dia);
  • O autor recentemente foi entrevistado pela revista Info e entrou em contato com a Canonical;
  • Totalmente feito em Software Livre;
  • O Doode pode vir a ser um aplicativo da distribuição ubuntu. Se ele tiver 50.000 usuários e se Vitor concluir seu aplicativo (esse é o plano) para Desktop muito possivelmente ele virará uma rede social a ser acomplada no sistema ubuntu.

.

Como Eu Posso Ajudar?

Existem tês formas de contribuir: a primeira é se cadastrar e utilizar a rede social (ela possui integração com o Twitter) para atingirmos os 50.000 usuários; a segunda é ajudar a divulgar o projeto (e a rede social) para seus amigos e colegas; a terceira e última é ajudar no desenvolvimento do aplicativo para Desktop do Doode.
.
Para isso precisamos apenas de pessoas que tenham conhecimento Python e que tenham interesse de trabalhar no desenvolvimento de uma aplicação que poderá ter patrocínio da Canonical. Não é obrigatório ter conhecimento em GTK, mas se você estiver disposto e quiser aprender iremos ajudar, então entre em contato!
.
Referências:

Nenhum comentário.

Wikileaks: Microsoft temia posição do Brasil

Corrigido por Diego Rabatone e comentaristas.

Por Tatiana de Mello Dias

Documento do consulado dos EUA mostra preocupações da Microsoft no Brasil com a pressão do governo para aprovar formato aberto

SÃO PAULO – No dia 21 de dezembro de 2007, o cônsul-geral dos EUA em São Paulo, Thomas White, escreveu o relatório “Microsoft vê ataque do governo contra propriedade intelectual”. White narra o encontro do embaixador nos EUA no Brasil, Clifford Sobel, e do presidente da Microsoft no País, Michel Levy, que havia acontecido no dia anterior. O assunto: as preocupações da Microsoft sobre a adoção de padrões abertos e a ideologia antiamericana no Ministério das Relações Exteriores. O documento foi publicado pelo Wikileaks e está disponível online.

—-

Michael Levy que solicitou a audiência com o embaixador. Segundo ele, o Itamaraty estava forçando a ABNT a adotar uma postura mais agressiva contra o formato OOXML. O governo também pressionava outros países a adotarem o formado ODF (Open Document Format) — usado em arquivos de edição de texto e planilhas — em detrimento ao OOXML durante um encontro da Organização Internacional de Padrões, em Genebra.

O presidente da Microsoft disse ter cartas do Ministério das Relações Exteriores para outros governos, pedindo a colaboração para a adoção do ODF, formato aberto, como padrão internacional. E ele tinha uma preocupação específica com a então ministra da Casa Civil, Dilma Roussef. Ela era uma das líderes das estratégias do governo contra as leis de propriedade intelectual e royalities. Ela teria ajudado a convencer o presidente Lula que não haveria diferença entre o ODF e o OOXML.

A preocupação de Michael Levy, segundo o documento, é que a questão se tornasse uma “manifestação de antiamericanismo”.

No final do relatório, o cônsul-geral teceu seus próprios comentários a respeito do caso. Ele disse que a questão de padrões internacionais não é nova no Brasil, e as “preocupações sobre uma ideologia antiamericana no Ministério das Relações Exteriores não eram apenas preocupações da Microsoft”.

A assessoria da Microsoft não respondeu ao pedido de informação durante o feriado.

Outras informações sobre essa disputa em DiRaOL.

6 Comentários

Direitos Autorais, Internet, cultura livre, remix, linux, software livre: entrevista com Rodrigo Savazoni, Pedro Paranaguá e João Moreirão

Direitos Autorais, Internet, cultura livre, remix, linux, software livre, streamming, tecnologia digital, download de música, legalização de compartilhamento de arquivos para fins privados, P2P, download de obras autorais na Internet, licenças Creative Commons, MinC, reforma autoral etc. Entrevista da TVT com Rodrigo Savazoni, Pedro Paranaguá e João Moreirão, feita por Marcelo Godoy.

[youtube JSZpyX2bqAY http://youtu.be/JSZpyX2bqAY]

A Internet veio misturar conceitos e mundos que estavam separados, protegidos. Quem é dono do que no mundo dos direitos autorais? Quais são as forcas por trás do grande dilema e questionamento que envolve apaixonadamente artistas, fabricantes, editoras, governos, estudantes, programadores, consumidores.O programa reuniu um ciberativista, um especialista em direito autoral e um representante de uma gravadora para discutirem este assunto polemico.

Clique e Ligue exibido em 26/072011

[youtube zvy9l757C9E http://youtu.be/zvy9l757C9E]

[youtube ikOMcx71JaQ http://youtu.be/ikOMcx71JaQ]

Nenhum comentário.

Festival CulturaDigital.Br seleciona projetos por Chamada Pública Internacional

O Fórum da Cultura Digital Brasileira chega a sua terceira edição com o nome Festival CulturaDigital.Br. Seguindo a mesma lógica do Fórum 2010, a programação do encontro será colaborativamente organizada por meio de uma Chamada Pública Internacional de Atividades que está no ar neste endereço: http://culturadigital.org.br/#!/chamada-publica.

As propostas serão aceitas até 30 de setembro e, após a data, avaliadas por um time de curadores. Os selecionados terão a ida ao Festival, que acontece de 02 a 04 de dezembro no Rio de Janeiro, viabilizada pela organização do evento.

http://culturadigital.org.br/

Leia o resto desse post »

Nenhum comentário.

Em São Paulo, apoio aos Pontos de Cultura

Via ARede.

A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo reuniu-se, no dia 29 de agosto, com representantes de Pontos de Cultura e de coletivos da cultura digital de São Paulo. A reunião – a terceira de uma série de conversas – foi uma iniciativa de José Luis Herencia, atual coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural (UFDPC) e ex-secretário de Políticas Culturais do MinC.

A secretaria vai apoiar a realização do 2o. Fórum Paulista da Cultura Digital, em novembro. Também vai apoiar ações para que os pontos paulistas se encontrem e para mapear os pontos do estado. E um programa de capacitação específico para cultura digital, realizado por pontões e coletivos em várias regiões de São Paulo. Além de definir iniciativas específicas, a meta dos participantes da reunião – e da secretaria – é debater políticas públicas e construir uma agenda coletiva e participativa, com fazedores, fomentadores, entusiastas e lideranças da cultura digital.

São Paulo conta com a maior rede, em número, de Pontos de Cultura do Brasil. São quase 500 pontos, entre conveniados por meio da Secretaria de Cultura e conveniados diretamente com o governo federal. No Plano Plurianual do governo, há previsão orçamentária para implantar 1,2 mil pontos no estado entre 2012 e 2015. Na parte raltiva a cultura do Plano Plurianual do governo federal, entre 2012 e 2015, os Pontos de Cultura são apenas citados, sem metas específicas.

“Independentemente da indeterminação do Minc em relação ao programa Cultura Viva, e nós estamos formalmente pedindo ao ministério para se manifestar de forma decisiva sobre quais são as perspectivas do programa, aqui em São Paulo nós não vamos por um ponto final nesse programa”, afirmou Herencia, no encontro. “E a questão da cultura digital tem papel central, porque a cultura digital tem um papel central no Cultura Viva no país todo”.

Nenhum comentário.

Pular para a barra de ferramentas