Archive for março de 2012

Retratos da Leitura no Brasil Digital

Via Instituto Pró-livro.

O livro Retratos da Leitura no Brasil, publicado pelo Instituto Pró-Livro (IPL), em parceria com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, já pode ser acessado em formato digital. O IPL disponibilizou o conteúdo com o objetivo de possibilitar o acesso de todos às análises sobre o comportamento dos brasileiros em relação à leitura.

Retratos da Leitura no Brasil foi lançado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em 2008, e reúne artigos de especialistas que se debruçaram sobre os resultados da pesquisa Retratos da Leitura II, divulgada pelo Instituto Pró-Livro no início do mesmo ano. A coordenação dos trabalhos é de Galeno Amorim, e entre os nomes presentes no livro estão o escritor Moacyr Scliar, o ex-diretor da Unesco Jorge Werthein, o coordenador do projeto Livro de Leitura do MinC Jéferson Assunção e o secretário executivo do PNLL José Castilho Marques Neto.
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Tablets, computadores e a escola

Por Nelson Pretto.

Mais novidades para a educação com o anúncio da distribuição pelo MEC de tablets para os professores do ensino médio. Para “discutir” o tema, aconteceu semana passada, em Brasília, uma reunião promovida pelo próprio MEC com diversos pesquisadores brasileiros. A compra dos tablets foi anunciada pelo ministro Mercadante, mas a decisão já estava tomada pelo anterior, ministro Haddad. Fui convidado para a reunião, meio que sem saber direito o que iríamos ter por lá. Para variar, a reunião virou evento como bem gostam certos educadores e gestores públicos. Evento, não: aula, seminário.

É curioso, pois tive a oportunidade de participar de uma reunião com o próprio Mercadante, então ministro da Ciência e Tecnologia, que foi, de fato, uma bela conversa com os hackers e pesquisadores presentes na 12º Fórum Internacional do Software Livre (FISL), acontecido em junho passado em Porto Alegre. Lá, com um número mais ou menos igual de pessoas do encontro da semana passada, um círculo foi formado, as ideias circularam livremente numa grande roda de conversa, e foram feitas inúmeras sugestões sobre as possibilidades do MCT construir, efetivamente, uma política pública no campo do software livre, do desenvolvimento científico e tecnológico do país e da formação científica da juventude, com a possibilidade de implantação e apoio a algo do tipo “garagens digitais de C&T”. Conversa boa, que fluiu leve e com perspectivas positivas. Mas Mercadante deixou a Ciência & Tecnologia e não sabemos se o ministro Raupp dará continuidade ao encaminhado, o que seria um grande perda.

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Seminários Tecnológicos – Dia Nacional de Inclusão Digital

Via Serpro e SoftwareLivre.gov.br

O Comitê Técnico de Implementação de Software Livre do Governo Federal e o Serpro convidam a todos e a todas a participar dos Seminários Tecnológicos – Edição Dia Nacional de Inclusão Digital.

A Inclusão Digital possibilita a muitas pessoas o primeiro acesso ao computador e a internet. O Serpro, através de seu Programa de Inclusão Digital, coloca-se ainda mais próximo da sociedade, promovendo diretamente o acesso às novas tecnologias de informação e comunicação.E neste mês, em que é comemorado o Dia Nacional de Inclusão Digital, os Seminários Tecnológicos realizam uma edição com programação alusiva ao tema.

Esse evento será realizado em 2 períodos. Durante a manhã haverá palestras e mesa de discussões a partir do auditório da sede do Serpro em Brasília e durante a tarde acontecerão diversas oficinas simultâneas nas regionais do Serpro. Essas atividades poderão ser acompanhadas tanto presencialmente quanto pela internet. Em breve, divulgaremos os links de acesso às salas de oficinas que contarão com chats para interação on-line entre participantes e instrutores.

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Fórum de Cultura Digital de Campinas e Região 2012

Fórum de Cultura Digital de Campinas e Região – FCDCR está sendo construído por um grupo de parceiros que atua na área de cultura digital e inclusão digital de Campinas e região. O grupo é aberto e convida a todas e todos interessadas/os a virem compor com o coletivo. O FCDCR tem por objetivo fazer a discussão sobre a inserção da cultura digital na vida da sociedade e nas políticas públicas.

Veja mais informações no site: http://culturadigitalcampinas.org.br

Ou assista aos debates e oficinas ao vivo:  http://www.unicamp.br/unicamp/imprensa/video/rtv

Fóruns permanentes de ciência e Tecnologia: http://foruns.bc.unicamp.br/tecno/tecno48.php

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A Cultura Digital: quando a tecnologia se enreda aos usos e fazeres do nosso dia-a-dia

O Ministério da Educação, por meio de sua Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), lançará o caderno pedagógico “Cultura Digital” como parte de uma série de cadernos vinculados ao programa Mais Educação.
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Essa publicação, cujo texto final pré-impressão já pode ser lido em pdf aqui, tem por objetivo apresentar alguns exemplos e informações aos monitores, professores e gestores de escolas públicas no sentido de oferecer possibilidades de tensionar uma prática escolar refratada pela Cultura Digital em todos os campos da vida, sejam do espaço escolar ou não.
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O Caderno Cultura Digital Mais Educação é também, conforme apontam seus autores, destinado aos que se interessam em pensar a escola integral nas suas múltiplas formas de ser e habitar a contemporaneidade, na tentativa de problematizar formas de pensar as comunidades hoje, na relação de todos para todos, considerando o compartilhamento de experiências, se expandindo do mais próximo e enraizado para o mais distante e virtual.
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Aos mais imersos no tema, isto é, para aqueles que se dedicam cotidianamente à construção de conceitos e valores de uma Cultura Digital Livre, a proposta contida neste material pode parecer primária no sentido de não abarcar uma centena de novas prioridades e valores envolvendo práticas de Estúdio Livre, Recursos Educacionais Abertos, Hackativismo, Lixo Eletrônico, Inclusão Digital, Licenças Flexíveis, entre outras temáticas em voga nos dias atuais.
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Entretanto, se pensarmos que a escola pública brasileira da atualidade é palco de imensa heterogeneidade de cores, recursos, saberes, curriculos e projetos político-pedagógicos, podemos encarar essa publicação como a primeira tentativa de inserir algumas discussões a respeito de Cultura Digital dentro do ambiente escolar, sendo portanto, um convite a problematização dessa temática na interface entre Cultura e Educação.
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Inserir saberes da Cultura Digital nas práticas da Educação na Escola é um desafio do tamanho do Brasil.

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Hackeria SESC Ribeirão Preto SP

SESC Ribeirão Preto SP realiza entre Março e Abril de 2012 o evento Hackeria. Que como o próprio Sesc diz é: um convite à realização de atividades de conteúdo interativo e não reativo. Um espaço de encontro entre usuários e participantes com interesse em tecnologia, arte digital ou eletrônica para o desenvolvimento de projetos e criações afins. Hackeria propõe um laboratório aberto, comunitário e colaborativo, capaz de expandir conhecimentos de programação e eletrônica, contaminar práticas artísticas e estabelecer relações pró-ativas.

Confira a programação completa (clique no folder para ampliar):

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Oficina Metareciclagem > #ConexõesGlobais 2.0

Vídeo produzido por @mta_teles sobre a oficina de Arte e Metareciclagem realizada no #ConexõesGlobais 2.0 com Hemani Dimantas e Glauco Paiva, na casa de cultura Mario Quintana, Forúm Social Temático Ponto Alegre-RS.

[vimeo 38685560]

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Cultura Hacker + Ativismo Militante na Rede

Vídeo produzido por @mta_teles com imagens captadas durante o #ConexõesGlobais 2.0 no qual Sérgio Amadeu fala sobre Cultura Hacker em 2011 e 2012 o que está mudando no mundo e o que vem por ai a favor e contra a liberdade do conhecimento.

[vimeo 38701487]

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América invertida, América libre

Via @BernardoSampa em #CodigoAbierto

América Invertida (1943), Joaquín Torres García.

El mexicano José de Vasconcelos, en su libro La raza cósmica (1925), acuñó el concepto de “quinta raza”. Vasconcelos pensaba que las ideas de raza y nacionalidad deberían ser trascendidas en nombre del destino común de la humanidad. El prestigioso pensador consideraba que el mestizaje de los pueblos ibéricos (españoles y portugueses), muy diferente a la exclusión racial de los anglosajones, convertiría América Latina en el epicentro de este nuevo mundo transfronterizo e interracial. La raza cósmica – más humana, más colaborativa – interpretaría la melodía afinada del futuro.

El brasileño Oswald de Andrade, en su visionario Manifiesto antropofágico (1928), vislumbró una sociedad contra el “las ideas objetivadas, cadaverizadas”. Preconizó el individuo como “víctima del sistema” y anhelaba una “conciencia participativa”. Siempre consideré a Oswald un futurista que entendió la sociedad en red antes de la existencia de Internet: “nunca tuvimos gramáticas ni colecciones de viejos vegetales. Y nunca supimos lo que era urbano, suburbano, fronterizo y continental”.

El polifacético uruguayo Joaquín Torres Garcíaen su pintura América invertida (1943), creó con un trazo simple el imaginario de otra América posible. Aunque convivió con las vanguardias artísticas de Europa (y llegó a vivir en Europa), Joaquín siempre tuvo clara su vocación latinoamericana:  ”Nuestro norte es el Sur. No debe haber norte, para nosotros, sino por oposición a nuestro Sur. Por eso ahora ponemos el mapa al revés, y entonces ya tenemos justa idea de nuestra posición, y no como quieren en el resto del mundo. La punta de América, desde ahora, prolongándose, señala insistentemente el Sur, nuestro norte”.

He preparado un pequeño decálogo de cultura libre latinoamericana para el festival #CómeteLaCultura que se celebra hoy en Madrid en el Colectivo La Latina. En medio de la crisis existencial-económica del primer mundo, podría hablar del crecimiento macroeconómico de América Latina, de la bonanza de sus instituciones culturales o de una industria cultural que ahora sí tiene plata para super producciones. Pero el mundo necesita justamente lo contrario.

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O ataque dos aplicativos assassinos

“Não sabemos o que é ser infinitamente bom. Sabemos o que é ser relativamente bom. E sabemos que não somos capazes de ser bons toda a vida e em todas as circunstâncias. Falhamos muito. E depois reconsideramos, o que não quer dizer que o reconheçamos publicamente.”

José Saramago, 2005

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