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Carta Aberta à Ministra Marta Suplicy

No último dia do Seminário e Oficina Nacional de Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação, na quarta-feira (19/09), foi produzida uma carta aberta para ser entregue à Ministra Marta Suplicy, que tomou posse dia 13 de setembro. Segue o texto.

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Excelentíssima Ministra,

Vimos por meio desta parabenizar a iniciativa pioneira do Ministério da Cultura em promover, de forma ampla e irrestrita, a participação e integração de diferentes segmentos da sociedade brasileira na construção de uma política, de fato, pública para a democratização da comunicação e cultura.

Para nós, isto representa um amadurecimento da relação cada vez mais estreita entre MinC e sociedade civil e do esforço que tem sido empreendido na elaboração e construção de diversas ações no campo da cultura e comunicação, tais como: a 1ª e a 2ª Conferências Nacionais de Cultura; a Conferência Livre de Comunicação para a Cultura; Conferência Nacional de Comunicação; Plano Nacional de Cultura; Fórum Nacional de TVs Públicas; Reforma da Lei de Direito Autoral e todas as demais consultas, seminários e encontros que reforçam o elo entre a cultura e comunicação. Destacamos nesse contexto o Programa Cultura Viva, que traz em suas raízes ações de Cultura Digital e Midialivrismo, investindo diretamente em atividades de formação e desenvolvimento de Plataformas Livres para acervo e comunicação, que oxigenaram a cultura popular em seu caminho para a autonomia tecnológica.

Celebramos, então, a oportunidade aberta pela Oficina de Indicação de Políticas Públicas de Cultura e Comunicação realizada pelo MinC entre os dias 17 e 19 de setembro de 2012 no Rio de Janeiro, no sentido de organizar e propor ações que visem à integração efetiva entre esses campos, atentas às demandas que têm sido levantadas e debatidas. Estamos confiantes de que trata-se de processos legítimos e que, por isso, independem de eventuais alterações no quadro desse Ministério.

Dentre as questões prementes, ressaltamos a necessidade urgente de um novo marco regulatório para as comunicações – ratificando a campanha da sociedade civil “Para Expressar a Liberdade” -, considerando o seu impacto direto sobre a cultura. Entendemos, assim, que a proteção e promoção da diversidade cultural estão relacionadas ao desenvolvimento da cultura regional e local, tal como rege nossa Carta Magna, o Estatuto da Igualdade Racial e outros marcos legais. Dessa forma, acreditamos ser essencial redistribuir as verbas públicas de publicidade, contemplando a crescente demanda de sustentabilidade dos meios independentes, comunitários e populares de comunicação em seus mais variados segmentos sociais.

Além disso, perante a iminente digitalização dos meios de comunicação, faz-se necessário sublinhar potencialidades até agora pouco exploradas, como a otimização do uso do espectro eletromagnético, a multiprogramação e novos serviços, fundamentais para a plena promoção da diversidade. É preciso, então, garantir o apoio à digitalização dos meios comunitários, que hoje somam mais de 10 mil emissoras de rádios de baixa potência, bem como o acesso das TVs comunitárias ao espectro aberto.

Diante da possibilidade de novos e múltiplos canais, propomos que a implementação dos Canais de Cultura, Cidadania e Educação seja feita a partir dos resultados de um seminário específico, organizado conjuntamente pelos Ministérios da Cultura, das Comunicações e da Educação, e em parceria com os movimentos das respectivas áreas.

Finalmente, para a continuidade e aprofundamento desse debate, voltado para a conquista de resultados dos objetivos aqui consensuados, propomos a criação de espaços permanentes e colaborativos de elaboração, acompanhamento e execução das ações pensadas durante a oficina. Esperamos, assim, repactuar a construtiva relação entre Ministérios e sociedade civil, com vistas a conquistar uma real democratização dos meios de comunicação, assumindo como horizonte o desafio da plena promoção da diversidade cultural.

Desejamos boa sorte à gestão que se inicia e colocamo-nos à inteira disposição desse Ministério para seguirmos colaborando com a construção das políticas públicas tão caras à população brasileira.

Com nossas mais altas considerações,

Subscrevemo-nos.

Participantes do Seminário e Oficina Nacional de Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação

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O documento está disponível para download.

Publicado originalmente em: http://culturadigital.br/comunicadiversidade/2012/09/20/carta-aberta-a-ministra-marta-suplicy/

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Recursos Educacionais Abertos e Software Livre no Plano Nacional de Educação – 2010-2020

A rede mundial de computadores é um espaço essencialmente colaborativo. Ao contrário das mídias tradicionais, a interação é sua alma. Por outro lado, as forças do mercado têm dominado os fluxos da rede, mas isto só tem sido possível através de artifícios que retiram e limitam as potencialidades da Internet, seja através de softwares de vigilância, bloqueio e controle, seja por meio de uma legislação. O movimento do software livre é expressão autêntica desse potencial da rede e o grande modelo para a consolidação de soluções compartilhadas diante de questões complexas, a partir da interação multi-étnica, multinacional e multicultural. É a afirmação da possibilidade da Internet consolidar-se também como uma esfera pública planetária, evitando a condição hegemônica de supermercado global. É o grande exemplo da construção de uma comunidade transnacional imaginada-virtual. (RIBEIRO, 2000)
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“Uma vez que as redes são múltiplas, os códigos interoperacionais e as conexões entre redes tornam-se as fontes fundamentais da formação, orientação e desorientação das sociedades” (CASTELLS, 1999: 499)
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A cada 10 anos, no Brasil, um novo Plano Nacional de Educação – documento norteador, consultivo, de estabelecimento de meta para o setor educacional- é elaborado. O PNE, como é chamado, sempre busca representar um marco naquilo que se pretende como avanço.
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O novo PNE vigente está fresquinho, foi elaborado a partir de um centena de contribuições da sociedade civil organizada, comunidade acadêmica, setores parlamentares e afins. E vejam só que notícia fantástica, ele incorpora, vinculado as metas da educação básica (ensino fundamental e medio – ate 14 anos), o uso de SOFTWARES LIVRES e de RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS!
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Destacamos aqui o texto das metas onde aparece a prerrogativa pelo Software Livre e pelo PNE:
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Meta 7: Fomentar a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB:
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7.10) Selecionar, certificar e divulgar tecnologias educacionais para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, assegurada a diversidade de métodos e propostas pedagógicas, com preferência para softwares livres e recursos educacionais abertos, bem como o acompanhamento dos resultados nos sistemas de ensino em que forem aplicadas.
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7.12) Implementar o desenvolvimento de tecnologias educacionais, e de inovação das práticas pedagógicas nos sistemas de ensino, inclusive a utilização de recursos educacionais abertos, que assegurem a melhoria do fluxo escolar e a aprendizagem dos alunos.
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Veja o texto completo neste link:

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Referências
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Professores, o que são Recursos Educacionais Abertos e como eles funcionam?
[youtube HgvUEvigvyU]

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CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Paz e Terra, 1999.
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RIBEIRO, Gustavo Lins. Política cibercultural: ativismo à distância na comunidade transnacional imaginada-virtual. In: Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos: novas leituras / Sonia E. Alvarez, Evelina Dagnino, Arturo Escobar (organizadores). Editora UFMG, 2000.
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SILVEIRA, Sérgio Amadeu. Exclusão digital: a miséria na era da informação. São Paulo: Perseu Abramo, 2001.

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Versão digital da obra “Por que mudar a Lei de Direito Autoral? Estudos e Pareceres”

Via GEDAI.

Neste dia internacional do livro, é com orgulho que se apresenta a construção e amadurecimento de um pensamento coletivo, e que agora culmina com o livro digital , revisado, da obra “Por que mudar a Lei de Direito Autoral? Estudos e Pareceres”.

Trata-se de uma  obra que reúne os estudos realizados  pelo Grupo de Estudos de Direito Autoral e Informação – GEDAI, nos ciclos de debates ocorridos no transcorrer do último ano, somados aos pareceres dos professores José de Oliveira Ascensão, Newton Silveira, Denis Borges Barbosa, Karin Grau-Kuntz, Gert Würtenberger e Luiz Gonzaga S. Adolfo.

Nesta obra coletiva, o leitor encontrará o trabalho organizado pelo do Grupo de Pesquisa de Direito Autoral e Informação – GEDAI, que viabilizou o debate dos temas de Direitos Autorais em inúmeros seminários, e a troca de ideias nos diversos fóruns realizados nos últimos anos, que culminaram para que determinadas questões tenham aflorado em congressos, em ciclos de debates.

Clique aqui para fazer o download da obra.

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Inovação em verde e amarelo

Via ARede.

Como aproximar o conceito de inovação tecnológica, associado a tecnologias proprietárias e comerciais, à produção colaborativa e livre da cultura digital?

Por Patrícia Cornils

ARede nº72 agosto de 2011 – Felipe Fonseca, o efeefe, participou de vários projetos de cultura digital e inclusão digital. Entre outros, é integrante-fundador da MetaReciclagem, uma rede auto organizada de pessoas que propõem a desconstrução da tecnologia e seu uso para a transformação social. Ele reflete há um bocado de tempo sobre as potencialidades e os rumos dessas iniciativas.

Leia o resto desse post »

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Remixofagia – Alegorias de uma revolução

[vimeo 24172300]

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Frederico Gonçalves Guimaraes – Software Livre Educacional

Via Castalio Podcast

Via Avena

Neste episódio conversei com o Frederico Gonçalves Guimaraes do projeto Software Livre Educacional, que tem como objetivo principal organizar documentação e traduzir softwares livres que possam ser utilizados por educadores. Durante nosso bate-papo o Frederico me explica o quanto é importante difundir o software livre entre os educadores do Brasil, por que  participar do processo de traduções é super importante, sobre filmes do Jerry Lewis e como que um amigo egoísta o incentivou a compartilhar tudo que aprendia com os outros!

Gostaria de aproveitar a chance e agradecer os comentários que recebemos, e dizer que todo feedback é super bem-vindo. Espero que a qualidade do áudio esteja melhor desta vez e, graças à sugestão do Djavan, todos episódios agora terão uma foto do participante para que vocês, caso um dia se esbarrem na rua, possam reconhecê-lo(a) e convidá-lo(a) para tomar uma cerveja, café, vinho ou bebida preferida. :)

Links mencionados:

  • Tradutor do Claws MailGComprisTuxPaint
  • Televisão: Seriados policiais e de ficção científica
  • Televisão: Ultramen
  • Televisão: Mulher Maravilha
  • Filmes:  Todos do Jerry Lewis
  • Livro: Alice no País das Maravilhas
  • Livro: O Senhor dos Anéis
  • Livro: Série Percy Jackson
  • Livro: Ishmael por Daniel Quinn
  • Livro: O Andarilho das Estrelas por Jack London
  • Música: tudo que não seja forró, pagode, etc
  • Música: Linkin Park
  • Música: Pet Shop Boys

Ouça:

MP3

OGG

Este conteúdo se refere a postagem “Frederico Gonçalves Guimaraes – Software Livre Educacional” do blog http://www.castalio.info.

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A revolução virtual 20 anos depois

Via Jandira Feijó.

Duas décadas atrás, o britânico Tim Berners-Lee inventou a web “só porque eu precisava.” Desde então, o mundo nunca mais foi o mesmo. “Que 20 anos não é nada …” ele cantou em seu inimitável do tango Carlos Gardel “Volver”. E talvez em alguns episódios da história do mundo este termo é tão apropriado como o rápido desenvolvimento da Internet nas últimas duas décadas.

A World Wide Web, ou “Rede” transformou a sociedade global, de modo que muitos não hesitam em compará-la com a Revolução Industrial do século XIX.

E a cada ano há menos setores da sociedade que não foram tocados, de uma forma ou outra, com o crescimento explosivo do mundo online. Embora os números variem, alguns estudos estimam que cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase 30% da população do mundo, são usuários do universo da rede.

O que a internet colocou a todos provocou uma revolução. E assim como a era industrial trouxe seus gigantes corporativos, o desenvolvimento da rede desenvolveu sua própria geração de mega-empresas. Como na época da Revolução Industrial, a revolução da rede tem seus defensores e detratores.

A expansão econômica do mundo online tem deixado muitas vítimas no mundo real A bela simplicidade dos bilhetes aéreos em portais terminou com centenas de milhares de agentes de viagens. A expansão da Amazon condenou à morte milhares de livrarias. As indústrias, tais como os jornais, vem sofrendo com o avanço da rede. A expansão da Wikipedia, dirigida por Jimmy Wales, e que acaba de completar 10 anos, diminuiu significativamente a capacidade de atração das enciclopédias tradicionais.

Também no campo cultural e político há consequências boas e ruins. Os fundadores do Twitter, Evan Williams e Biz Stone, viram a sua invenção servir para ajudar os movimentos de protesto em sociedades fechadas, um verdadeiro instrumento de democracia. Mas não há voz para muitos que não significa que as idéias que alguns consideram como indesejáveis e até mesmo perigoso para chegar a muitas mais, também permitindo-lhes interagir.

As redes sociais online, entretanto, têm o potencial de conectar as pessoas, independentemente de raça, classe ou lugar de origem de valores compartilhados, hobbies e interesses. No entanto, muitos se queixam de que essas redes, cuja mais atraente é, talvez, Facebook, tornaram-se comuns na interação social, e às vezes ameaçam invadir a privacidade de seus milhões de usuários.

A web possibilitou que a informação antes de passar apenas por uns poucos privilegiados hoje está ao alcance de muitos, e muito mais do que a imprensa abriu as portas às fontes de informação que multiplicam-se.

Há poucos dias, por recomendação de Catherine Pearce, soube da existência de um interessante documentário da BBC:  A revolução virtual. É constituída por quatro capítulos e eu acho que vale a pena baixá-los e assistir com calma.

[youtube S037WkehQvs]

[youtube r39o_7X5Xrs]

[youtube c0SJG21dQsc]

[youtube eSChM8oFU5Q]

[youtube 31eFXfZce5o]

[youtube j_rIYKELK9s]

Em Espanhol via Humanismoy Conectividad:

Hace dos décadas el británico Tim Berners-Lee inventó la web “sólo porque la necesitaba“. A partir de entonces, el mundo no volvió a ser igual. “Que veinte años no es nada…” cantaba Carlos Gardel en su entrañable tango “Volver”. Y tal vez en pocos episodios de la historia mundial es tan apropiada esta expresión como en el vertiginoso desarrollo de la Red en las dos últimas décadas.

La World Wide Web, o la “Red”, transformó de tal manera la sociedad global que muchos no dudan en compararla con la Revolución Industrial del siglo XIX.

Y es que cada vez son menos los sectores de la sociedad que no han sido tocados de una manera u otra por el explosivo crecimiento del mundo “en línea”. Aunque las cifras varían, algunos estudios calculan que cerca de 2.000 millones de personas, o sea casi el 30% de la población mundial, son usuarias del universo de la red.

El poner internet al alcance de todos desató una revolución. Con la red paso algo parecido a lo que ocurrió con la industria automotriz a comienzos del siglo XX. Un invento que existía hace décadas sólo alcanzo su potencial cuando alguien entendió la manera de masificarlo. Del mismo modo, el invento de la World Wide Web por parte de Berners Lee, hizo que internet, creada décadas atrás por científicos del Departamento de Defensa de Estados Unidos y que apenas entusiasmaba a científicos y expertos de una comunidad reducida, súbitamente se convirtiese en una herramienta disponible para cientos de millones de personas.

Y así como la edad industrial trajo consigo sus gigantes empresariales, el desarrollo de la red ha consagrado su propia generación de mega empresas. Como los tuvo en su momento la Revolución Industrial, esta revolución de la red tiene también sus defensores y detractores.

La expansión económica del mundo en línea ha dejado muchas victimas en el mundo “real“. La maravillosa simpleza de los portales de compra de pasajes aéreos acabó con cientos de miles de agencias de viajes. La expansión de Amazon condenó a muerte a millares de librerías. Industrias completas, como la discográfica y la de los periódicos, tambalean ante el avance de la red. La expansión de Wikipedia, dirigida por Jimmy Wales, y que acaba de cumplir 10 años de existencia, disminuyó considerablemente el atractivo de las enciclopedias tradicionales.

También en el campo cultural y político hay consecuencias buenas y malas. Los fundadores de Twitter, Evan Williams y Biz Stone, han visto como su invento ha servido para ayudar a movimientos de protesta en sociedades cerradas, un verdadero instrumento de democracia. Pero el que haya voz a muchos que no la tenían, implica que ideas que algunos consideran indeseables y hasta peligrosas lleguen a muchos más, permitiéndoles además interactuar.

Las redes sociales en línea, entre tanto, tienen el potencial de conectar individuos sin importar raza, clase o lugar de origen que comparten valores, hobbies e intereses. No obstante, muchos se quejan que estas redes, cuyo exponente más vistoso es tal vez Facebook, han banalizado la interacción social, y en ocasiones amenazan con entrometerse en la privacidad de sus millones de usuarios.

Al igual que la imprenta, la web permitió que la información, antes privilegio de pocos pasara a estar al alcance de muchos, y mucho más que la imprenta abrió las puertas para que las fuentes de información se multiplicaran.

Hace unos días, por recomendación de mi amigo Roque Pedace, me enteré de la existencia de un interesante documental de la BBC: La revolución virtual. Se compone de 4 capítulos y creo que vale la pena bajarlos y verlos. Me parece que su contenido es muy equilibrado; es por eso que los estoy linkeando para que puedan verlos y gozarlos como yo lo estoy haciendo ahora:

Revolución virtual 1: ¿Libertad en la red? (2010)

Megaupload |   FileServe |  DepositFiles

Revolución Virtual 2 ¿Enemigo del Estado? (2010)

Megaupload |   FileServe |  DepositFiles

Revolución virtual 3: El precio de lo gratuito

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Revolución virtual: Homo interneticus (2010)

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Laboratórios do pós-digital

Via @efeefe Felipe Fonseca

Este livro é uma compilação de artigos que eu escrevi nos últimos dois anos, relacionados alaboratórios experimentaisinovação baseada em conhecimento livreMetaReciclagem,cidades inteligentesgambiologia e uma série de fatores que apontam a um campo pós-digital: internet das coisas, computação física, fabricação doméstica, mídia locativa e afins.

Escolha uma das versões:

Todos os textos já foram publicados neste ou em outros sites, e foram revisados e refinados para esta coletânea.

O livro pode ser baixado gratuitamente, mas também existe uma versão em POD (impressão sob demanda) disponível para encomenda no site Clube de Autores*. É um preço meio salgado (R$ 29,92) para um livrinho de 72 páginas, mas é um trabalho semiartesanal – eu mesmo montei, diagramei, revisei, fiz a capa e finalizei o livro. Para cada cópia vendida eu ganho menos de R$ 5. Encomendas de quantidades maiores podem fazer o preço baixar.

Para quem baixou alguma versão grátis do livro e quer demonstrar que gostou, eu também aceito flattrs, doações pelo paypal ou pagseguro. Toda ajuda será bem-vinda e vai ajudar a desenvolver o projeto Ubalab e todas as outras coisas que eu quero fazer em 2011 (este livro já é uma delas).

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bitcoin: 1MjyEB1oK9drJkathMpbBW4VEsjqLpeH13

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* É a primeira vez que eu uso o serviço do Clube de Autores. Só terei certeza da qualidade dos livros quando chegar a primeira cópia que eu encomendei, na semana que vem. Para quem não quer correr riscos, as versões digitais são mais garantidas.

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Mobilização! Mobilização! A Cultura Digital e os Pontos de Cultura em Ação!

Dia 14/04: Reunião dos Pontos de Cultura Paulistas com Marta Porto

quinta feira- São Paulo-Capital

10h-Concentração 12h-Plenária Deliberativa dos Pontos de Cultura

Local: Instituto Polis-Rua Araújo, 124-República/SP

14h-Reunião com Ministério da Cultura/Marta Porto-SCDC

Local:FUNARTE -Alameda Nothmann, Nº 1058 Campos Elíseos

Dia 18/04: Mobilização Nacional dos Pontos de Cultura em defesa do Programa Cultura Viva segunda-feira – todo o Brasil

O Movimento realizará atos nas regionais do MinC e, onde não houver regional, o ato acontecerá em espaços tradicionais de manifestações artísticas e políticas.

Dia 25/05: Marcha Nacional dos Pontos de Cultura

Cada estado brasileiro deverá mobilizar um ônibus para ir à Brasília no dia 25/05, às 8 horas da manhã. Maiores informações, vide material anexo.

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PARTICIPE: Carta Aberta à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda

Produtores, gestores, artistas e ativistas publicaram na internet uma carta à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda.

Além de dar as boas-vindas à Ministra, o documento registra as expectativas e pautas relativas à formulação de politicas públicas para a cultura.

O texto completo encontra-se no endereço eletrônico: http://culturadigital.br/cartaaberta
O documento está aberto para a adesão de todos os cidadãos que concordarem com o seu conteúdo.

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