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	<title>Movimento Cultura Digital &#187; documentos</title>
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	<description>Decantados, desencantados e descolados...</description>
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		<title>Recursos Educacionais Abertos e Software Livre no Plano Nacional de Educação &#8211; 2010-2020</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 18:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[referências]]></category>

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		<description><![CDATA[A rede mundial de computadores é um espaço essencialmente colaborativo. Ao contrário das mídias tradicionais, a interação é sua alma. Por outro lado, as forças do mercado têm dominado os fluxos da rede, mas isto só tem sido possível através de artifícios que retiram e limitam as potencialidades da Internet, seja através de softwares de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2012/01/5445002493_95d62de072_o.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-709" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2012/01/5445002493_95d62de072_o.png" alt="" width="520" height="292" /></a></div>
<div style="text-align: justify;padding-left: 60px"><span style="color: #333333"><em>A rede mundial de computadores é um espaço essencialmente colaborativo. Ao contrário das mídias tradicionais, a interação é sua alma. Por outro lado, as forças do mercado têm dominado os fluxos da rede, mas isto só tem sido possível através de artifícios que retiram e limitam as potencialidades da Internet, seja através de softwares de vigilância, bloqueio e controle, seja por meio de uma legislação. O movimento do software livre é expressão autêntica desse potencial da rede e o grande modelo para a consolidação de soluções compartilhadas diante de questões complexas, a partir da interação multi-étnica, multinacional e multicultural. É a afirmação da possibilidade da Internet consolidar-se também como uma esfera pública planetária, evitando a condição hegemônica de supermercado global. É o grande exemplo da construção de uma comunidade transnacional imaginada-virtual. (RIBEIRO, 2000)</em></span></div>
<div style="text-align: justify;padding-left: 60px"><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div style="text-align: justify;padding-left: 60px"><em><span style="color: #333333">“Uma vez que as redes são múltiplas, os códigos interoperacionais e as conexões entre redes tornam-se as fontes fundamentais da formação, orientação e desorientação das sociedades” (CASTELLS, 1999: 499)</span></em></div>
<div style="text-align: justify;padding-left: 60px"><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>A cada 10 anos, no Brasil, um novo Plano Nacional de Educação &#8211; documento norteador, consultivo, de estabelecimento de meta para o setor educacional- é elaborado. O PNE, como é chamado, sempre busca representar um marco naquilo que se pretende como avanço.</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>O novo PNE vigente está fresquinho, foi elaborado a partir de um centena de contribuições da sociedade civil organizada, comunidade acadêmica, setores parlamentares e afins. E vejam só que notícia fantástica, ele incorpora, vinculado as metas da educação básica (ensino fundamental e medio &#8211; ate 14 anos), o uso de SOFTWARES LIVRES e de RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS!</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>Destacamos aqui o texto das metas onde aparece a prerrogativa pelo Software Livre e pelo PNE:</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div><strong>Meta 7</strong>: Fomentar a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB:</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>7.10) Selecionar, certificar e divulgar tecnologias educacionais para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, assegurada a diversidade de métodos e propostas pedagógicas, <strong>com preferência para softwares livres e recursos educacionais abertos</strong>, bem como o acompanhamento dos resultados nos sistemas de ensino em que forem aplicadas.</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>7.12) Implementar o desenvolvimento de tecnologias educacionais, e de inovação das práticas pedagógicas nos sistemas de ensino,<strong> inclusive a utilização de recursos educacionais abertos</strong>, que assegurem a melhoria do fluxo escolar e a aprendizagem dos alunos.</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>Veja o texto completo neste link:</div>
<div><a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=490116">http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=490116</a></div>
<div><span style="color: #ffffff"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div><strong>Referências</strong></div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>Professores, o que são Recursos Educacionais Abertos e como eles funcionam?</div>
<div>[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2012/01/19/recursos-educacionais-abertos-e-software-livre-no-plano-nacional-de-educacao-2010-2010/">Visit the blog entry to see the video.]</a></div>
<div><span style="color: #ffffff"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Paz e Terra, 1999.</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>RIBEIRO, Gustavo Lins. Política cibercultural: ativismo à distância na comunidade transnacional imaginada-virtual. In: Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos: novas leituras / Sonia E. Alvarez, Evelina Dagnino, Arturo Escobar (organizadores). Editora UFMG, 2000.</div>
<div><span style="color: #ffffff">.</span></div>
<div>SILVEIRA, Sérgio Amadeu. Exclusão digital: a miséria na era da informação. São Paulo: Perseu Abramo, 2001.</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Versão digital da obra “Por que mudar a Lei de Direito Autoral? Estudos e Pareceres”</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 14:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[referências]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Via GEDAI. Neste dia internacional do livro, é com orgulho que se apresenta a construção e amadurecimento de um pensamento coletivo, e que agora culmina com o livro digital , revisado, da obra “Por que mudar a Lei de Direito Autoral? Estudos e Pareceres”. Trata-se de uma  obra que reúne os estudos realizados  pelo Grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/11/Ebook_RevisarLDA_capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-692" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/11/Ebook_RevisarLDA_capa.jpg" alt="" width="603" height="806" /></a></p>
<p><a href="http://www.direitoautoral.ufsc.br/gedai/?p=1636" target="_blank">Via GEDAI.</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Neste <strong>dia internacional do livro</strong>, é com orgulho que se  apresenta a construção e amadurecimento de um pensamento coletivo, e que  agora culmina com o livro digital , revisado, da obra “Por que mudar a  Lei de Direito Autoral? Estudos e Pareceres”.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Trata-se de uma  obra que reúne os estudos realizados  pelo Grupo de  Estudos de Direito Autoral e Informação – GEDAI, nos ciclos de debates  ocorridos no transcorrer do último ano, somados aos pareceres dos  professores José de Oliveira Ascensão, Newton Silveira, Denis Borges  Barbosa, Karin Grau-Kuntz, Gert Würtenberger e Luiz Gonzaga S. Adolfo.</p>
<p style="text-align: justify">
Nesta obra coletiva, o leitor encontrará o trabalho organizado pelo do  Grupo de Pesquisa de Direito Autoral e Informação – GEDAI, que  viabilizou o debate dos temas de Direitos Autorais em inúmeros  seminários, e a troca de ideias nos diversos fóruns realizados nos  últimos anos, que culminaram para que determinadas questões tenham  aflorado em congressos, em ciclos de debates.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://www.direitoautoral.ufsc.br/gedai/?dl_id=14">Clique aqui para fazer o download da obra</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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		<title>Inovação em verde e amarelo</title>
		<link>http://culturadigital.br/movimento/2011/09/02/inovacao-em-verde-e-amarelo/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 20:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Via ARede. Como aproximar o conceito de inovação tecnológica, associado a tecnologias proprietárias e comerciais, à produção colaborativa e livre da cultura digital? Por Patrícia Cornils ARede nº72 agosto de 2011 - Felipe Fonseca, o efeefe, participou de vários projetos de cultura digital e inclusão digital. Entre outros, é integrante-fundador da MetaReciclagem, uma rede auto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/09/entrevista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-562" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/09/entrevista.jpg" alt="" width="420" height="338" /></a></p>
<p><a href="http://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/182-edicao-no-72-agosto2011/4544-entrevista" target="_blank">Via ARede.</a></p>
<p>Como aproximar o conceito de inovação tecnológica, associado a tecnologias proprietárias e comerciais, à produção colaborativa e livre da cultura digital?</p>
<p>Por Patrícia Cornils</p>
<p style="text-align: justify"><strong>ARede nº72 agosto de 2011 -</strong> Felipe Fonseca, o efeefe, participou de vários projetos de cultura digital e inclusão digital. Entre outros, é integrante-fundador da MetaReciclagem, uma rede auto organizada de pessoas que propõem a desconstrução da tecnologia e seu uso para a transformação social. Ele reflete há um bocado de tempo sobre as potencialidades e os rumos dessas iniciativas.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-561"></span></p>
<p style="text-align: justify">Hoje, pesquisa como as redes digitais livres podem se apropriar da ideia de inovação. Sempre se debateu este tema no Brasil, porque nosso investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação é muito pequeno. Compramos tecnologias desenvolvidas em outros países. Em 2009, investimos somente cerca de 1,19% do Produto Interno Bruto em inovação, de acordo com dados do Ministério da Ciência e Tecnologia – o equivalente a US$ 24,9 bilhões. Nos Estados Unidos, por exemplo, esse investimento foi, em 2008, de US$ 398,2 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify">Esse volume limitado de recursos é investido por governo e por empresas para gerar patentes, conhecimento proprietário, para exploração comercial. E os lugares onde se faz essa inovação, dentro desse modelo, são as empresas e universidades. Um espaço muito limitado, em um país onde a população tem uma tradição de empreendimento e inovação: fazem parte dos traços culturais presentes nas culturas brasileiras a ideia de gambiarra, a criatividade para resolver problemas do dia a dia, e o mutirão, uma maneira de se organizar para resolver esses problemas coletivamente.</p>
<p style="text-align: justify">Como juntar esses dois mundos distantes um do outro? Pensando em um tipo de inovação com relevância social e educacional. Baseada em tecnologias livres, produção aberta e em rede, afirma Felipe. Em um livro lançado em maio de 2011, o Laboratórios do Pós-Digital, livre para ser baixado na rede, ele discute essa ideia com maior profundidade. Nesta entrevista, explica como sua pesquisa pode se encontrar com o trabalho realizado em telecentros e Pontos de Cultura, e com as pessoas que inventam maneiras de se apropriar de tecnologia no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Qual a sua visão sobre o papel da tecnologia para a inclusão social?<br />
Felipe Fonseca –</strong> Há alguns anos critico as limitações do conceito de inclusão digital, que é muito simplista. Sugere que existe um jeito “certo” de usar as tecnologias. Eu acho que não existe esse jeito certo. Existem milhares de jeitos de usar tecnologias. Mas qual deles vai fazer mais sentido em sua comunidade? A gente fala em fazer cursos de editores de texto, de planilhas. Em muitos lugares, não faz o menor sentido. Tempos atrás, muitos projetos de inclusão digital proibiam as redes sociais. Proibiam Orkut, bate-papo, pois “as pessoas tinham que usar as tecnologias de maneira mais séria”. Na MetaReciclagem, a gente tentava chamar a atenção para o fato de que o uso divertido, inclusive para armar balada, descobrir coisas, ajuda a construir o ferramental necessário para se apropriar das tecnologias. Usar o potencial pleno das tecnologias passa por apropriar-se delas. A gente sai do foco na máquina, sai do foco específico no dispositivo que está usando, e passa a ter um foco em resolver problemas.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Os programas de formação de monitores orientados a projeto vão nessa direção?<br />
Fonseca – </strong>Eles têm potencial, mas ficam formais quando adotam uma linguagem de gestão de projeto corporativo, em vez de uma linguagem de mutirão. As culturas populares brasileiras têm uma das melhores metodologias de solução de problemas, de gestão aberta de projetos, que é a ideia do mutirão. As pessoas identificam um objetivo comum, se juntam para resolver uma coisa, depois se separam. Acho que a formação orientada a projetos é extremamente positiva, um grande passo adiante da mera questão de usar coisas, do que a gente chama de “formação de manobristas de mouse”. Mas não dá para ficar somente nisso. Fui jurado de um desses programas, vi alguns projetos. Por conta até de falta de repertório, os projetos são  rudimentares, as pessoas acabam repetindo modelos. Não há uma formação de repertório orientada à inovação aplicada ao cotidiano. E os projetos que surgem são mulheres online, terceira idade, educação ambiental, modelos sugeridos por quem está fazendo aquilo. Claro que os problemas são parecidos em todos os lugares do Brasil e que qualquer espaço público de inclusão digital tem menos mulheres acessando. Portanto, fazer um projeto de mulheres online faz sentido. Mas há um potencial criativo nas culturas populares, e a gente não está atraindo as pessoas que têm esse potencial. Os espaços públicos de acesso à internet são um lugar ideal para desenvolver tecnologia socialmente relevante. A gente tem de atrair as pessoas certas e oferecer a elas desafios, não somente respostas. Os projetos de acesso à tecnologia estão preocupados em dar respostas e não em fazer perguntas.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Na MetaReciclagem, vocês resgatam o mutirão, a gambiarra. Como se dá o potencial criativo nessas iniciativas?<br />
Fonseca – </strong>Nas primeiras fases do debate sobre inclusão digital dizia-se que o povo brasileiro não é inovador, não é empreendedor, porque as pessoas não abrem empresas, não seguem os modelos tidos como certos. Isso é um  preconceito com as culturas populares, que sempre foram, por necessidade, extremamente criativas, inovadoras, empreendedoras. Tudo depende da leitura. Você pode tratar um camelô como um contraventor ou como um empreendedor que usa as possibilidades que tem à mão. Desde o começo da MetaReciclagem, a gente teve a preocupação de valorizar o sotaque criativo típico do Brasil. A gente também dizia que não se tratava de as pessoas se adequarem aos modelos da sociedade superconectada, mas de transformar as tecnologias para que se adequem ao tipo de sociabilidade que existe no cotidiano. A gente começou a identificar um tipo de sociabilidade radical no Brasil. Uma coisa mais dinâmica, de certa forma superficial e também bastante acelerada de apropriação de tecnologia. O Fotolog.net, na época, fechou o cadastro para brasileiros, que estavam usando aquilo como loucos. No Orkut, todo mundo começou a reclamar que os brasileiros entravam em qualquer comunidade falando português. Havia uma sociabilidade que poderia ser potencializada pela rede e era muito mais natural para brasileiros do que para outros povos.<br />
<strong><br />
Vocês foram aprendendo isso ao longo do tempo?<br />
Fonseca – </strong>Sim. E nesse movimento de identificar traços da cultura brasileira descobrimos dois vetores. Um é o mutirão, essa coisa dinâmica e informal de juntar pessoas para resolver problemas. Isso se opõe ao grande vício do século 20, que é a institucionalização de ideias interessantes. O outro vetor é a  gambiarra, que parte de uma inversão de perspectiva em relação à inovação, que também emerge por conta de todo o histórico de precariedade, de escassez de recursos do Brasil. Eu tenho de resolver um problema e em vez de esperar ter os recursos, o conhecimento ou o tempo adequados, resolvo do jeito que dá. Olho para o mundo. A gambiarra faz essa inversão, trata o mundo como um lugar cheio de recursos, abundante. E mesmo que eu não tenha as ferramentas certas, as pessoas necessárias, vou fazer.<br />
<strong><br />
Você falou da ideia da inovação aplicada à solução de problemas do cotidiano. Mas a ideia de inovação nunca foi muito usada, debatida, nos projetos de inclusão ou de cultura digital. Por que?<br />
Fonseca – </strong>Porque a inclusão digital tem esse vício de origem, no Brasil, de ir na linha de dar acesso a pessoas, reduzir a desigualdade. Muitos projetos são para corrigir diferenças históricas, econômicas, sociais. Ficam no discurso de usuário. Fomos formados como consumidores. O Brasil foi formado como mercado, primeiro para os ingleses, para os poderes coloniais, depois para os Estados Unidos e o mercado globalizado. Daí o vício de tratar a inovação como algo que sempre vem de fora, em uma caixa preta. Um dos fundamentos da MetaReciclagem é a desconstrução. No começo, era uma metáfora de uma coisa mais concreta, de abrir o computador e ver como é feito, como se troca uma parte&#8230; Depois a gente entendeu que tem um gesto simbólico nisso, que é desconstruir a ideia de tecnologia e entender por que aquela tecnologia existe, por que foi desenvolvida daquela maneira, por que vai ser usada.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>É o que vai acontecer com os tablets?<br />
Fonseca – </strong>Aí, mais uma vez, é compra de inovação pronta. Estamos vendo e dizendo: “a gente também quer”. Dá para criar um paralelo com a declaração do Gilberto Gil, quando era ministro, de que o povo sabe o que quer, mas também quer o que não sabe. Dizer “eu também quero isso” é importante, a gente não tem que ficar para trás. Mas há outra questão, que é “o que a gente vai querer depois”. Comecei a pensar em como estimular esse tipo de inovação. Como fazer para essa facilidade de criatividade, de solução de problemas não existir somente nas camadas populares, mas chegar às universidades, às pessoas que desenvolvem as tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>O desafio é juntar criatividade popular com desenvolvimento de tecnologias?<br />
Fonseca –</strong> Vejo uma mudança, muito lenta, não nos programas de inclusão digital de maneira estrutural, mas nas pessoas da ponta, que implementam projetos. Quando os Pontos de Cultura iniciaram, vimos que tínhamos muito mais a aprender com aquelas pessoas do que a ensinar. Há maneiras de organizar o esforço de uma comunidade, de fazer a informação circular, de criar engajamento e mobilização que a gente não fazia ideia de que existiam. Esses conhecimentos são mais importantes do que saber usar um mouse, fazer tal software rodar. Quem está nas pontas dos projetos começa a enxergar um universo de possibilidades e relacionar isso com um repertório de tecnologia. E tudo isso  tem influência das tecnologias livres e abertas. Não só software livre, mas conhecimento livre,  hardware livre.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>E o que se pode fazer a partir disso?<br />
Fonseca – </strong>Tirar as tecnologias da rede e trazer para o cotidiano, a comunidade. Por exemplo: ter, aqui no meu bairro, em Ubatuba (SP), sensores de temperatura e pressão que avisam quando vai chover. Qualquer marinheiro sabe que, quando há uma mudança brusca de temperatura e pressão, vai chover. E aí entra o ponto de que o grande complexo corporativo, acadêmico, dos países centrais, está investindo em tecnologia proprietária. No Brasil, a gente tem essa inventividade cotidiana, essa sociabilidade e esse discurso do software livre está assimilado pelos formadores alternativos de opinião. Temos o potencial de juntar essas coisas e desenvolver caminhos livres. Um dos vários campos onde isso pode acontecer é a internet das coisas, a rede de dispositivos conectados. A gente fala para uma universidade brasileira sobre internet das coisas e eles pensam em celular conectado, celular na internet. Não é só isso, são sensores, ativadores, resultados aplicados no cotidiano. Automação de iluminação das cidades&#8230; quanto de dinheiro se gasta porque os sensores não são bem calibrados? Vários usos positivos de tecnologia estão sendo desenvolvidos por empresas para gerar tecnologia proprietária. Como a gente faz, no Brasil, para desenvolver alternativas livres para essas coisas, antes de alternativas proprietárias dominarem o mercado?</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Tem gente fazendo isso em outros lugares?<br />
Fonseca – </strong>No ano passado fui à Espanha, para um evento do MediaLab Prado, o Interactivos. O foco do evento era em ciência de bairro, que é uma ampliação do conceito de ciência de garagem, do pessoal fazendo experimentos em casa. O que eles propuseram foi ampliar a ideia de ciência de garagem. Trazer essa facilidade de desenvolver experimentos científicos para ter resultados positivos nas comunidades. Eles desenvolveram captadores solares, maneiras de acumular e distribuir energia. Um inglês estava tentando transformar uma bactéria em sensor de poluição do mar – as bactérias mudariam de cor quando houvesse poluição. São coisas que surgem fora do ambiente esperado para a inovação acontecer, que geralmente é a academia ou as empresas. Essa é uma inovação com relevância social, não tem amarras de lucratividade, não tem que gerar rentabilidade. E tem dinamismo que não existe na academia porque a informação circula, não está restrita a autoridades e reconhecimento institucional.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Esse movimento existe aqui no Brasil?<br />
Fonseca –</strong> Começam a surgir aqui mais  hacker spaces organizados como tais, que se alimentam do referencial conceitual e prático de  hacklabs, dos fablabs. O pessoal do Garoa, no subsolo da Casa de Cultura Digital, em São Paulo (SP), é um exemplo interessante. O Lab de Garagem, também de São Paulo. O Puraqué, em Santarém (PA). O pessoal de Fortaleza (CE), que estava fazendo estações de tocar música com CD ROM de computadores velhos. Também gente ligada de maneira indireta à academia, núcleos dentro das universidades que acabam dialogando com coisas fora. O Lab Debug, na Universidade Federal da Bahia. É gente que tem formação técnica forte e está se juntando, se aproximando de pessoas que atuam mais no campo simbólico, de projetos políticos, artísticos, sociais. Pessoas de várias áreas querendo contribuir. Mas não há apoio para fazer as coisas; o Brasil não tem como sustentar laboratórios experimentais.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>O que é um laboratório experimental?<br />
Fonseca – </strong>Nessa acepção que gente está usando, de laboratórios experimentais de tecnologia livre, de polos de tecnologia livre, são espaços dedicados a criação, transformação, modificação, desenvolvimento e desconstrução de tecnologias. O objetivo é juntar pessoas que têm interesse em desenvolver novas tecnologias e criar projetos e ações, de preferência colaborativas e livres. Laboratórios experimentais onde seja possível não só debater mas fazer protótipos de tecnologias. Mais importante do que a infraestrutura é a liberdade de experimentação, devem ser espaços livres de objetivos predeterminados. Não como uma universidade, uma empresa, uma escola, uma ONG, onde as pessoas precisam entrar já sabendo o que vão fazer. Um laboratório idealmente incorpora a liberdade de experimentação. A possibilidade do erro como resultado esperado. Isso é uma mudança de paradigma. Para transformar um telecentro, um ponto de acesso público, um laboratório de escola em um laboratório digital, não precisa de muito dinheiro, de muito equipamento, mas de uma mudança de postura. Os laboratórios não podem ser prestadores de serviços e as pessoas que atuam ali não podem estar dedicadas simplesmente a ensinar os outros a usar equipamentos, programas. É necessário apoiar o trabalho experimental. Essa é uma dificuldade que eu sinto, quando converso com pessoal de telecentros. Sempre me perguntam qual será o resultado do projeto que eu proponho. A gente tem de ter essa possibilidade de criar experimentação e as pessoas inclusive serem remuneradas para fazer coisas experimentais, mesmo sem resultados objetivos.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Como o Ministério da Ciência e Tecnologia poderia estimular essas iniciativas?<br />
Fonseca –</strong> É importante a aproximação do Ministério com o mundo livre, hacker, maker. Mas tenho medo de que fique uma coisa de lidar com isso como se fosse peculiar, “olha que bonitinho que eles estão fazendo”&#8230; e continuem os 90% do orçamento destinados  à inovação que vai gerar patentes. Quando a gente fala em modelos de futuro, modelos potenciais de atividade econômica voltada à tecnologia e socialmente relevante, encontramos modelos que incorporam a facilidade que tem hoje de circular a informação e que liberam o conhecimento específico para fazer as coisas. No FISL 12, Jon Philips apresentou o Milkymist, um hardware que faz efeitos em vídeo em tempo real. Esse cara, junto com um grupo de cinco ou seis pessoas, criou um projeto desse dispositivo novo, que é fabricado na Ásia. A equipe é pequena e funciona como uma butique criativa de dispositivos, manda fabricar nas mesmas plantas de fabricação que todo mundo manda, só que a criatividade está contida no trabalho deles. Todos os esquemas para fazer o dispositivo estão na rede, para quem quiser fazer o equipamento sem precisar pagar, ou pagando quanto quiser. As características são essas:  um grupo pequeno, altamente inovador e que promove a liberdade de multiplicação, sem controle sobre quem vai fazer uso daquilo. Quanto mais gente usar, melhor. Eles podem inventar outro. Não tem a ganância da indústria baseada na propriedade intelectual.<br />
<strong><br />
Como isso se torna uma alternativa de desenvolvimento econômico, social?<br />
Fonseca – </strong>O FCForum, fórum de cultura livre de Barcelona, na Espanha, publicou o estudo Modelos Sustentáveis para Criatividade na Era Digital, onde aponta caminhos de sustentabilidade para a criatividade e para a inovação. Os modelos do futuro não são os que a gente conhece, de uma grande indústria que domina a fabricação e cria um monopólio temporário. Em vez disso, o estudo trabalha com a ideia de sobreviver de generosidade, sobreviver em um mundo onde o conhecimento é abundante e não escasso. Há caminhos novos que a conversa com o MCT precisa incorporar. A ideia de software livre, de hardware livre e conhecimento livre pode ser aplicada a qualquer área – a mecânica de carro é conhecimento que pode ser liberado&#8230; Nessa perspectiva de conhecimento abundante circulando, a gente tem de criar novos modelos de sustentabilidade. E esses modelos são ligados à maneira com que o próprio software livre é desenvolvido, em pequenos grupos, dinâmicos, conectados em rede. O processo criativo é aberto e livre, documentando todas as etapas e fontes. Isso é mais profundo do que simplesmente publicar o resultado final como livre. O MCT tem de entender o que é esse livre, como faz para publicizar todos os processos, em vez de cair naquela coisa de “tem um instituto que vai criar tecnologia livre e está resolvido o problema”.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Você acha possível levar o modelo dos Pontos de Cultura para o Ministério da Ciência e Tecnologia?<br />
Fonseca – </strong>Sem dúvida. Muita gente que participou do projeto da cultura é mais ligada à tecnologia, à comunicação. Entramos no Ministério da Cultura porque foi onde surgiu  a brecha, por várias confluências históricas e, principalmente, pelo papel do Gil. A ideia de levar para o MCT a inovação dispersa, distribuída, funcionando em rede, mais informal, que reconhece os saberes tradicionais e as demandas locais faz todo o sentido.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
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		<title>Remixofagia &#8211; Alegorias de uma revolução</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 03:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>

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		<description><![CDATA[[There is a video that cannot be displayed in this feed. Visit the blog entry to see the video.]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2011/05/25/remixofagia-alegorias-de-uma-revolucao/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
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		<title>Frederico Gonçalves Guimaraes – Software Livre Educacional</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 03:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Via Castalio Podcast Via Avena Neste episódio conversei com o Frederico Gonçalves Guimaraes do projeto Software Livre Educacional, que tem como objetivo principal organizar documentação e traduzir softwares livres que possam ser utilizados por educadores. Durante nosso bate-papo o Frederico me explica o quanto é importante difundir o software livre entre os educadores do Brasil, por que  participar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-396" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/software_livre_educacional.png" alt="" width="639" height="142" /></p>
<p><a href="http://www.castalio.info/" target="_blank">Via Castalio Podcast</a></p>
<p><a href="http://br.linkedin.com/in/fernandoavena" target="_blank">Via Avena</a></p>
<p style="text-align: justify"><img class="size-full wp-image-397 alignright" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/foto1-300x260.jpg" alt="" width="300" height="260" />Neste episódio conversei com o <strong>Frederico Gonçalves Guimaraes</strong> do projeto <a title="http://sleducacional.org/" href="http://sleducacional.org/" target="_blank">Software Livre Educacional</a>, que tem como objetivo principal organizar documentação e traduzir softwares livres que possam ser utilizados por educadores. Durante nosso bate-papo o Frederico me explica o quanto é importante difundir o software livre entre os educadores do Brasil, por que  participar do processo de traduções é super importante, sobre filmes do <strong>Jerry Lewis</strong> e como que um amigo egoísta o incentivou a compartilhar tudo que aprendia com os outros!</p>
<p style="text-align: justify">Gostaria de aproveitar a chance e agradecer os comentários que recebemos, e dizer que todo feedback é super bem-vindo. Espero que a qualidade do áudio esteja melhor desta vez e, graças à sugestão do <strong>Djavan</strong>, todos episódios agora terão uma foto do participante para que vocês, caso um dia se esbarrem na rua, possam reconhecê-lo(a) e convidá-lo(a) para tomar uma cerveja, café, vinho ou bebida preferida. <img src="http://www.castalio.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong>Blog:</strong> <a href="http://teia.bio.br/">http://teia.bio.br/</a></li>
<li><a href="http://teia.bio.br/"></a><strong>Twitter:</strong> <a href="http://twitter.com/aracnus">http://twitter.com/aracnus</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/aracnus"></a><strong>Identi.ca:</strong> <a href="http://identi.ca/aracnus">http://identi.ca/aracnus</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><strong>Links mencionados:</strong></p>
<ul style="text-align: justify">
<li>Tradutor do <a title="http://claws-mail.org" href="http://claws-mail.org/" target="_blank">Claws Mail</a>, <a title="http://gcompris.net" href="http://gcompris.net/" target="_blank">GCompris</a>, <a title="http://tuxpaint.org" href="http://tuxpaint.org/" target="_blank">TuxPaint</a></li>
<li><strong>Televisão</strong>: Seriados policiais e de ficção científica</li>
<li><strong>Televisão</strong>: Ultramen</li>
<li><strong>Televisão</strong>: Mulher Maravilha</li>
<li><strong>Filmes</strong>:  Todos do Jerry Lewis</li>
<li><strong>Livro</strong>: Alice no País das Maravilhas</li>
<li><strong>Livro</strong>: O Senhor dos Anéis</li>
<li><strong>Livro</strong>: Série Percy Jackson</li>
<li><strong>Livro</strong>: Ishmael por Daniel Quinn</li>
<li><strong>Livro</strong>: O Andarilho das Estrelas por Jack London</li>
<li><strong>Música</strong>: tudo que não seja forró, pagode, etc</li>
<li><strong>Música</strong>: Linkin Park</li>
<li><strong>Música</strong>: Pet Shop Boys</li>
</ul>
<h1>Ouça:</h1>
<h1>
<a href="http://media.blubrry.com/castalio/p/www.castalio.gnulinuxbrasil.org/castalio-podcast-07.mp3" target="_blank">MP3</a></h1>
<h1>
<a href="http://media.blubrry.com/castalio/p/www.castalio.gnulinuxbrasil.org/castalio-podcast-07.ogg" target="_blank">OGG</a></h1>
<p>Este conteúdo se refere a postagem &#8220;<a href="http://www.castalio.info/frederico-goncalves-guimaraes-software-livre-educacional/" target="_blank">Frederico Gonçalves Guimaraes – Software Livre Educacional</a>&#8221; do blog <a href="http://www.castalio.info/">http://www.castalio.info</a>.</p>
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		<title>A revolução virtual 20 anos depois</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 04:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Via Jandira Feijó. Duas décadas atrás, o britânico Tim Berners-Lee inventou a web &#8220;só porque eu precisava.&#8221; Desde então, o mundo nunca mais foi o mesmo. &#8220;Que 20 anos não é nada &#8230;&#8221; ele cantou em seu inimitável do tango Carlos Gardel &#8220;Volver&#8221;. E talvez em alguns episódios da história do mundo este termo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/virtual-revolution-bbc2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-393" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/virtual-revolution-bbc2.jpg" alt="" width="500" height="282" /></a></p>
<p style="text-align: left"><a href="http://jandirafeijo.blogspot.com/2011/01/revolucao-virtual-20-anos-depois.html" target="_blank">Via Jandira Feijó.</a></p>
<p style="text-align: justify">Duas décadas atrás, o britânico Tim Berners-Lee inventou a web &#8220;só porque eu precisava.&#8221; Desde então, o mundo nunca mais foi o mesmo. &#8220;Que 20 anos não é nada &#8230;&#8221; ele cantou em seu inimitável do tango Carlos Gardel &#8220;Volver&#8221;. E talvez em alguns episódios da história do mundo este termo é tão apropriado como o rápido desenvolvimento da Internet nas últimas duas décadas.</p>
<p>A World Wide Web, ou &#8220;Rede&#8221; transformou a sociedade global, de modo que muitos não hesitam em compará-la com a Revolução Industrial do século XIX.</p>
<p>E a cada ano há menos setores da sociedade que não foram tocados, de uma forma ou outra, com o crescimento explosivo do mundo online. Embora os números variem, alguns estudos estimam que cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase 30% da população do mundo, são usuários do universo da rede.</p>
<p>O que a internet colocou a todos provocou uma revolução. E assim como a era industrial trouxe seus gigantes corporativos, o desenvolvimento da rede desenvolveu sua própria geração de mega-empresas. Como na época da Revolução Industrial, a revolução da rede tem seus defensores e detratores.</p>
<p>A expansão econômica do mundo online tem deixado muitas vítimas no mundo real A bela simplicidade dos bilhetes aéreos em portais terminou com centenas de milhares de agentes de viagens. A expansão da Amazon condenou à morte milhares de livrarias. As indústrias, tais como os jornais, vem sofrendo com o avanço da rede. A expansão da Wikipedia, dirigida por Jimmy Wales, e que acaba de completar 10 anos, diminuiu significativamente a capacidade de atração das enciclopédias tradicionais.</p>
<p>Também no campo cultural e político há consequências boas e ruins. Os fundadores do Twitter, Evan Williams e Biz Stone, viram a sua invenção servir para ajudar os movimentos de protesto em sociedades fechadas, um verdadeiro instrumento de democracia. Mas não há voz para muitos que não significa que as idéias que alguns consideram como indesejáveis e até mesmo perigoso para chegar a muitas mais, também permitindo-lhes interagir.</p>
<p>As redes sociais online, entretanto, têm o potencial de conectar as pessoas, independentemente de raça, classe ou lugar de origem de valores compartilhados, hobbies e interesses. No entanto, muitos se queixam de que essas redes, cuja mais atraente é, talvez, Facebook, tornaram-se comuns na interação social, e às vezes ameaçam invadir a privacidade de seus milhões de usuários.</p>
<p>A web possibilitou que a informação antes de passar apenas por uns poucos privilegiados hoje está ao alcance de muitos, e muito mais do que a imprensa abriu as portas às fontes de informação que multiplicam-se.</p>
<p>Há poucos dias, por recomendação de Catherine Pearce, soube da existência de um interessante documentário da BBC:  A revolução virtual. É constituída por quatro capítulos e eu acho que vale a pena baixá-los e assistir com calma.</p>
<p style="text-align: left">
<p style="text-align: center">[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2011/05/16/a-revolucao-virtual-20-anos-depois/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p style="text-align: center">[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2011/05/16/a-revolucao-virtual-20-anos-depois/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p style="text-align: center">[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2011/05/16/a-revolucao-virtual-20-anos-depois/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p style="text-align: center">[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2011/05/16/a-revolucao-virtual-20-anos-depois/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p style="text-align: center">[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2011/05/16/a-revolucao-virtual-20-anos-depois/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p style="text-align: center">[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://culturadigital.br/movimento/2011/05/16/a-revolucao-virtual-20-anos-depois/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;</p>
<p>Em Espanhol <a href="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2011/01/20/la-revolucion-virtual/" target="_blank">via Humanismoy Conectividad</a>:</p>
<p style="text-align: justify">Hace dos décadas el británico Tim Berners-Lee inventó la web “<strong>sólo porque la necesitaba</strong>“. A partir de entonces, el mundo no volvió a ser igual. “<em>Que veinte años no es nada…</em>” cantaba Carlos Gardel en su entrañable tango “<em>Volver</em>”. Y tal vez en pocos episodios de la historia mundial es tan apropiada esta expresión como en el vertiginoso desarrollo de la Red en las dos últimas décadas.</p>
<p style="text-align: justify">La World Wide Web, o la “Red”, transformó de tal manera la sociedad global que muchos no dudan en compararla con la Revolución Industrial del siglo XIX.</p>
<p style="text-align: justify">Y es que cada vez son menos los sectores de la sociedad que no han sido tocados de una manera u otra por el explosivo crecimiento del mundo “en línea”. Aunque las cifras varían, algunos estudios calculan que cerca de 2.000 millones de personas, o sea casi el 30% de la población mundial, son usuarias del universo de la red.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>El poner internet al alcance de todos desató una revolución.</strong> Con la red paso algo parecido a lo que ocurrió con la industria automotriz a comienzos del siglo XX. Un invento que existía hace décadas sólo alcanzo su potencial cuando alguien entendió la manera de masificarlo. Del mismo modo, el invento de la World Wide Web por parte de Berners Lee, hizo que internet, creada décadas atrás por científicos del Departamento de Defensa de Estados Unidos y que apenas entusiasmaba a científicos y expertos de una comunidad reducida, súbitamente se convirtiese en una herramienta disponible para cientos de millones de personas.</p>
<p style="text-align: justify">Y así como la edad industrial trajo consigo sus gigantes empresariales, el desarrollo de la red ha consagrado su propia generación de mega empresas. Como los tuvo en su momento la Revolución Industrial, esta revolución de la red tiene también sus defensores y detractores.</p>
<p style="text-align: justify">La expansión económica del mundo en línea ha dejado muchas victimas en el mundo “<em>real</em>“. La maravillosa simpleza de los portales de compra de pasajes aéreos acabó con cientos de miles de agencias de viajes. La expansión de Amazon condenó a muerte a millares de librerías. Industrias completas, como la discográfica y la de los periódicos, tambalean ante el avance de la red. La expansión de Wikipedia, dirigida por Jimmy Wales, y que acaba de cumplir 10 años de existencia, disminuyó considerablemente el atractivo de las enciclopedias tradicionales.</p>
<p style="text-align: justify">También en el campo cultural y político hay consecuencias buenas y malas. Los fundadores de Twitter, Evan Williams y Biz Stone, han visto como su invento ha servido para ayudar a movimientos de protesta en sociedades cerradas, un verdadero instrumento de democracia. Pero el que haya voz a muchos que no la tenían, implica que ideas que algunos consideran indeseables y hasta peligrosas lleguen a muchos más, permitiéndoles además interactuar.</p>
<p style="text-align: justify">Las redes sociales en línea, entre tanto, tienen el potencial de conectar individuos sin importar raza, clase o lugar de origen que comparten valores, hobbies e intereses. No obstante, muchos se quejan que estas redes, cuyo exponente más vistoso es tal vez Facebook, han banalizado la interacción social, y en ocasiones amenazan con entrometerse en la privacidad de sus millones de usuarios.</p>
<p style="text-align: justify">Al igual que la imprenta, la web permitió que la información, antes privilegio de pocos pasara a estar al alcance de muchos, y mucho más que la imprenta abrió las puertas para que las fuentes de información se multiplicaran.</p>
<p style="text-align: justify">Hace unos días, por recomendación de mi amigo Roque Pedace, me enteré de la existencia de un interesante documental de la BBC: La revolución virtual. Se compone de 4 capítulos y creo que vale la pena bajarlos y verlos. Me parece que su contenido es muy equilibrado; es por eso que los estoy linkeando para que puedan verlos y gozarlos como yo lo estoy haciendo ahora:</p>
<p><strong><tt>Revolución virtual 1: ¿Libertad en la red? (2010)</tt></strong></p>
<p><a href="http://www.megaupload.com/?d=3G17PFVW">Megaupload </a> |   <a href="http://www.fileserve.com/file/U6Y2nQ6">FileServe</a> |  <a href="http://depositfiles.com/files/vyle2mpaz">DepositFiles</a></p>
<p><strong><tt>Revolución Virtual 2 ¿Enemigo del Estado? (2010)</tt></strong></p>
<p><a href="http://www.megaupload.com/?d=YDAOTZQV">Megaupload </a> |   <a href="http://www.fileserve.com/file/H4zw7ez">FileServe</a> |  <a href="http://depositfiles.com/files/5tgb0ze9e">DepositFiles</a></p>
<p><strong><tt>Revolución virtual 3: El precio de lo gratuito</tt></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.megaupload.com/?d=XGIVDX87">Megaupload</a> |   <a href="http://www.fileserve.com/file/rDM2x5B">FileServe</a> |  <a href="http://depositfiles.com/files/i3ni8tw2p">DepositFiles</a></strong></p>
<p><strong><strong><tt>Revolución virtual: Homo interneticus (2010) </tt></strong></strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.megaupload.com/?d=F9M9SSJF">Megaupload</a> |   <a href="http://www.fileserve.com/file/z3bUpXe">FileServe</a> |  <a href="http://depositfiles.com/files/v2xeybaw3">DepositFiles</a></strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Laboratórios do pós-digital</title>
		<link>http://culturadigital.br/movimento/2011/05/16/laboratorios-do-pos-digital/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 03:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Via @efeefe Felipe Fonseca Este livro é uma compilação de artigos que eu escrevi nos últimos dois anos, relacionados alaboratórios experimentais, inovação baseada em conhecimento livre, MetaReciclagem,cidades inteligentes, gambiologia e uma série de fatores que apontam a um campo pós-digital: internet das coisas, computação física, fabricação doméstica, mídia locativa e afins. Escolha uma das versões: Ebook (formato epub); Ebook [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://efeefe.no-ip.org/livro/laboratorios-pos-digital" target="_blank">Via @efeefe Felipe Fonseca</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/capa_web.jpg"><img class="size-full wp-image-382 alignright" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/capa_web.jpg" alt="" width="180" height="255" /></a>Este livro é uma compilação de artigos que eu escrevi nos últimos dois anos, relacionados a<em>laboratórios experimentais</em>, <em>inovação baseada em conhecimento livre</em>, <em>MetaReciclagem</em>,<em>cidades inteligentes</em>, <em>gambiologia</em> e uma série de fatores que apontam a um campo <em>pós-digital</em>: internet das coisas, computação física, fabricação doméstica, mídia locativa e afins.</p>
<p>Escolha uma das versões:</p>
<ul>
<li><a href="http://efeefe.no-ip.org/sites/efeefe.no-ip.org/files/lpd.epub">Ebook</a> (formato epub);</li>
<li><a href="http://efeefe.no-ip.org/sites/efeefe.no-ip.org/files/lpd.mobi">Ebook</a> (formato mobi &#8211; para Kindle);</li>
<li><a href="http://clubedeautores.com.br/book/44422--Laboratorios_do_PosDigital">Impressa</a> (via Clube de Autores*);</li>
<li><a href="http://efeefe.no-ip.org/livro/lpd/intro">Navegável</a> (neste site);</li>
<li><a href="http://efeefe.no-ip.org/book/export/html/10711">HTML</a> (inteiro);</li>
<li><a href="http://efeefe.no-ip.org/sites/efeefe.no-ip.org/files/lpd_tela.pdf">Para ler na tela</a> (PDF horizontal);</li>
<li><a href="http://efeefe.no-ip.org/sites/efeefe.no-ip.org/files/lpd_print.pdf">Para imprimir em casa</a> (PDF, A4, PB).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Todos os textos já foram publicados neste ou em outros sites, e foram revisados e refinados para esta coletânea.</p>
<p style="text-align: justify">O livro pode ser baixado gratuitamente, mas também existe uma versão em POD (impressão sob demanda) <a href="http://clubedeautores.com.br/book/44422--Laboratorios_do_PosDigital">disponível para encomenda no site Clube de Autores</a>*. É um preço meio salgado (<em>R$ 29,92</em>) para um livrinho de 72 páginas, mas é um trabalho semiartesanal &#8211; eu mesmo montei, diagramei, revisei, fiz a capa e finalizei o livro. Para cada cópia vendida eu ganho menos de R$ 5. Encomendas de quantidades maiores podem fazer o preço baixar.</p>
<p style="text-align: justify">Para quem baixou alguma versão grátis do livro e quer demonstrar que gostou, eu também aceito flattrs, doações pelo paypal ou pagseguro. Toda ajuda será bem-vinda e vai ajudar a desenvolver o projeto <a href="http://ubalab.org/">Ubalab</a> e todas as outras <a href="http://efeefe.no-ip.org/blog/meus-projetos-para-2011">coisas</a> que eu quero fazer em 2011 (este livro já é uma delas).</p>
<p style="text-align: justify"><a href="https://pagseguro.uol.com.br/checkout/showDonation.jhtml#rmcl" target="_blank"><img class="size-full wp-image-386 alignleft" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/120x53-doar-azul.gif" alt="" width="120" height="53" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://flattr.com/thing/268919/Laboratorios-do-Pos-Digital" target="_blank"><img class="size-full wp-image-387 alignleft" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/flattr-badge-large.png" alt="" width="93" height="20" /></a><a href="https://www.paypal.com/br/cgi-bin/webscr?cmd=_flow&amp;SESSION=otyEAHRRorg0hwHZpzpgKWeu-ySv_pNSBK7IgLD5ab53GnGGr6x9EFvXTJq&amp;dispatch=5885d80a13c0db1f8e263663d3faee8d5863a909c4bb5aee2fcbfe698ea9bfbc" target="_blank"><img class="size-full wp-image-388 alignleft" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/05/btn_donateCC_LG.gif" alt="" width="99" height="47" /></a></p>
<table>
<tbody>
<tr>
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<td colspan="3"></td>
</tr>
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<p><span style="color: #ffffff">.</span></p>
<p>bitcoin: 1MjyEB1oK9drJkathMpbBW4VEsjqLpeH13</p>
<p><span style="color: #ffffff">.</span></p>
<p><em>* É a primeira vez que eu uso o serviço do Clube de Autores. Só terei certeza da qualidade dos livros quando chegar a primeira cópia que eu encomendei, na semana que vem. Para quem não quer correr riscos, as versões digitais são mais garantidas.</em></p>
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		<title>Mobilização! Mobilização! A Cultura Digital e os Pontos de Cultura em Ação!</title>
		<link>http://culturadigital.br/movimento/2011/04/13/mobilizacao-mobilizacao-a-cultura-digital-e-os-pontos-de-cultura-em-acao/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 01:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[relatoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 14/04: Reunião dos Pontos de Cultura Paulistas com Marta Porto quinta feira- São Paulo-Capital 10h-Concentração 12h-Plenária Deliberativa dos Pontos de Cultura Local: Instituto Polis-Rua Araújo, 124-República/SP 14h-Reunião com Ministério da Cultura/Marta Porto-SCDC Local:FUNARTE -Alameda Nothmann, Nº 1058 Campos Elíseos Dia 18/04: Mobilização Nacional dos Pontos de Cultura em defesa do Programa Cultura Viva segunda-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/panfleto-mobilizacao-final.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-311" src="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/panfleto-mobilizacao-final.png" alt="" width="497" height="336" /></a></h3>
<h3><strong>Dia 14/04: Reunião dos Pontos de Cultura Paulistas com Marta Porto </strong></h3>
<p><strong>quinta feira- São Paulo-Capital</strong></p>
<p><strong>10h</strong>-Concentração <strong>12h</strong>-Plenária Deliberativa dos Pontos de Cultura</p>
<p>Local: Instituto Polis-Rua Araújo, 124-República/SP</p>
<p><strong>14h</strong>-Reunião com Ministério da Cultura/Marta Porto-SCDC</p>
<p>Local:FUNARTE -Alameda Nothmann, Nº 1058 Campos Elíseos</p>
<h3><strong>Dia 18/04: Mobilização Nacional dos Pontos de Cultura em defesa do Programa Cultura Viva </strong><strong>segunda-feira &#8211; todo o Brasil</strong></h3>
<p>O Movimento realizará atos nas  regionais do MinC e, onde não houver regional, o ato acontecerá em  espaços tradicionais de manifestações artísticas e políticas.</p>
<h3><strong>Dia 25/05: Marcha Nacional dos Pontos de Cultura </strong></h3>
<p>Cada estado brasileiro deverá mobilizar um ônibus  para ir à Brasília no dia 25/05, às 8 horas da manhã. Maiores  informações, vide material anexo.</p>
<p>=============================================</p>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/CPPC_Ministra_2011.pdf" target="_blank">Carta da Comissão Paulista de Pontos de Cultura para Ministra Ana de Hollanda;</a></h3>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/MOBILILIZACAOO-GERAL.pdf" target="_blank">Chamada para mobilizações do dia 14/04/2011;</a></h3>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/Solicitacao-Pauta-ao-MinC.pdf" target="_blank">Carta com pautas a serem discutidas na Reunião do dia 14/04 com secretária da futura SCDC (Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura) Marta Porto;</a></h3>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/Relato-Reuniao-Diadema-0304.pdf" target="_blank">Relato da última reunião da Comissão Paulista de Pontos de Cultura ocorrido na cidade de Diadema SP;</a></h3>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/abaixo_assinado_lei_cultura_viva.pdf" target="_blank">Abaixo – Assinado pela Aprovação da Lei Cultura Viva &#8211; material a ser impresso;</a></h3>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8759" target="_blank">Abaixo Assinado pela Lei Cultura Viva &#8211; site;</a></h3>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/cartaaberta_fim.pdf" target="_blank">Carta Aberta dos Pontos de Cultura à Presidenta Dilma Roussef &#8211; via Comissão Nacional de Pontos de Cultura</a> (<a href="http://pontosdecultura.org.br" target="_blank">http://pontosdecultura.org.br</a>)</h3>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h3><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2011/04/orientacoes.pdf" target="_blank">Ato e Marcha Nacional dos Pontos de Cultura &#8211; 18 e 25 de Abril de 2011!</a></h3>
</li>
</ul>
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		<item>
		<title>PARTICIPE: Carta Aberta à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda</title>
		<link>http://culturadigital.br/movimento/2010/12/28/participe-carta-aberta-a-presidente-dilma-roussef-e-a-ministra-da-cultura-ana-buarque-de-hollanda/</link>
		<comments>http://culturadigital.br/movimento/2010/12/28/participe-carta-aberta-a-presidente-dilma-roussef-e-a-ministra-da-cultura-ana-buarque-de-hollanda/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 22:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Skárnio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[culturadigitalbr]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[MidiaLivre]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>
		<category><![CDATA[ReformaLDA]]></category>

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		<description><![CDATA[Produtores, gestores, artistas e ativistas publicaram na internet uma carta à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda. Além de dar as boas-vindas à Ministra, o documento registra as expectativas e pautas relativas à formulação de politicas públicas para a cultura. O texto completo encontra-se no endereço eletrônico: http://culturadigital.br/cartaaberta O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Produtores, gestores, artistas e ativistas publicaram na internet uma carta à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda.</p>
<p>Além de dar as boas-vindas à Ministra, o documento registra as expectativas e pautas relativas à formulação de politicas públicas para a cultura.</p>
<p>O texto completo encontra-se no endereço eletrônico:<strong> <a href="http://culturadigital.br/cartaaberta" target="_blank">http://culturadigital.br/cartaaberta</a></strong><br />
O documento está aberto para a adesão de todos os cidadãos que concordarem com o seu conteúdo.</p>
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		<title>CARTA ABERTA DOS PONTÕES &#8211; EDITAL 2007</title>
		<link>http://culturadigital.br/movimento/2010/12/03/carta-aberta-dos-pontoes-edital-2007/</link>
		<comments>http://culturadigital.br/movimento/2010/12/03/carta-aberta-dos-pontoes-edital-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 14:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Skárnio</dc:creator>
				<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[culturadigitalbr]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[pontoes]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil, 01 de dezembro de 2010 Ao Exmo. SenhorJUCA FERREIRA Ministro da Cultura Vimos por meio desta pedir esclarecimentos oficiais e urgentes ao Ministério da Cultura, sobre os processos que estão em tramitação referentes aos aditamentos de convênio ou novos convênios dos Pontões selecionados no edital público n° 02 de 04 de Julho de 2007. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align: center"><strong><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">Brasil, 01 de dezembro de 2010</span></span></strong></p>
<p style="text-align: center">
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><strong><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">Ao<br />
Exmo. Senhor</span><span style="font-size: small">JUCA FERREIRA<br />
Ministro da Cultura</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">Vimos por meio desta pedir esclarecimentos oficiais e urgentes ao Ministério da Cultura, sobre os processos que estão em tramitação referentes aos aditamentos de convênio ou novos convênios dos Pontões selecionados no edital público n° 02 de 04 de Julho de 2007. </span></span></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">O referido edital selecionou 48 pontões espalhados pelo Brasil comprometidos com a disseminação do Programa Cultura Viva e com a articulação dos pontos de cultura em suas referentes áreas de abrangência. </span></span></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">O Termo de Convênio firmado era da execução das atividades durante o período de um ano, sendo que o mesmo previa a possibilidade de aditamento do convênio por mais dois anos, com base nos mesmos valores aprovados para o primeiro ano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">Os Pontões assinaram e executaram suas ações referentes ao primeiro ano de convênio. Foram informados, ainda com o processo em andamento, que o Ministério pretendia realizar o aditamento e que para tal deveriam encaminhar até dois meses antes do prazo de finalização do Convênio diversos documentos entre os quais uma prestação de contas parcial. Tudo encaminhado, os processos de aditamento tramitaram até que a consultoria jurídica do MinC questionou tal procedimento – o aditamento – por falta de bases legais que o sustentasse, já que os prazos dos convênios em questão já estavam finalizados, e indicou que o caminho seria a celebração de novos convênios. Pois bem, com os processos já tramitando há meses toda a estratégia foi colocada em cheque e uma nova tramitação passou a ocorrer, muitos meses decorreram desde então e até o momento não existe uma ação clara do MinC que aponte a solução para tais processos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">A falta de uma comunicação clara e o tratamento no varejo dos processos, sempre atrelados a um alto nível de pessoalidade nas tramitações, assim como a constante troca de quadros técnicos dentro da SCC, construiram um enorme desgaste na relação dos pontões com o MinC, sem contar os altos níveis de constrangimento e descrédito, e as perdas morais e materiais que os trabalhos que vinham sendo desenvolvidos sofreram durante esse longo período.</span></span></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">De forma coletiva os Pontões abaixo assinados vem cobrar uma ação emergencial do MinC para a solução de tal imbróglio jurídico em que nos vemos envolvidos, no qual as responsabilidades cabem única e exclusivamente aos diversos erros cometidos por setores do próprio ministério, e que tem como resultado o atravancamento e a consolidação de diversos gargalos para a ampliação e estruturação da rede de pontos de cultura em todo o Brasil.</span></span></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">Sem mais para o momento.</span></span></p>
<p><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small">Att<br />
<strong><br />
Assinam:</strong></span></span></p>
<p>Pontão Nós Digitais<br />
Pontão Juntadados<br />
Pontão de Cultura Minuano<br />
Pontão Coletivo Digital<br />
Pontão Ganesha<br />
Pontão CDTL<br />
Pontão Eletrocoperativa<br />
Pontão Circo Voador<br />
Pontão Ação Cultural em Rede<br />
Pontão Esperança da Terra<br />
Pontão ExtraConexão &#8211; UFBA<br />
Pontão de Cultura da UFSC<br />
Pontão de Cultura Guaicuru<br />
Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ (Estação Digital UFRJ)</p>
<p><strong><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small"><br />
</span></span></strong></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-family: ArialNarrow,sans-serif"><span style="font-size: small"><a><strong><a href="http://culturadigital.br/movimento/files/2010/12/levante_pontoes.pdf" target="_blank">DOWNLOAD DA CARTA COM<br />
A SITUAÇÃO DETALHADA DE CADA PONTÃO</a> </strong></a><br />
</span></span></p>
]]></content:encoded>
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