Archive for category Materiais
Crescimento do lixo eletrônico ameaça a saúde da população e o meio ambiente
Posted by Felipe Cabral in Materiais, Notícias, Sem categoria on 1 de maio de 2012
Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O crescimento significativo do lixo eletrônico (e-lixo) no Brasil vem preocupando os técnicos da Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA). O resíduo desse tipo de material contém substâncias perigosas, que podem impactar o meio ambiente e ameaçar a saúde da população. A estimativa é que cada brasileiro descarta cerca de 0,5 quilo de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos por ano.
O superintendente de Resíduos Sólidos da secretaria, Jorge Pinheiro, disse à Agência Brasil que em razão das substâncias perigosas contidas nesse tipo de aparelhos, é necessário organizar uma logística reversa no estado que acompanhe as discussões dos acordos setoriais, previstos na Lei 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Caberá ao grupo de trabalho técnico, constituído em Brasília, definir o acordo setorial, que dará as diretrizes para implementação da logística reversa dos eletroeletrônicos, disse.
Academia Virtual para Gestores de Tecnologia da Informação
Posted by Felipe Cabral in Materiais, Notícias on 27 de abril de 2012

Uma iniciativa de Educação Online Colombiana de nome “Academia Virtual para Gestores de TICs” está promovendo uma das maiores interfaces de educação via internet por meio da plataforma – www.academia.telecentros.org.co.
Essa é uma iniciativa, como o próprio texto contido na plataforma diz, que busca fortalecer as capacidades, conhecimentos e saberes de todos aqueles que administram e lideram espaços públicos de acesso a Tecnologias da Informação como Telecentros, Bibliotecas, Ciber-cafés, entre outros. Através de cursos virtuais, usando a ferramenta moodle, o usuário pode aprender sobre empreendedorismo em telecentro, pode descobrir como manejar ferramentas como gimp, entre outras muitas coisas.
Essa academia faz parte de uma estratégia global, impulsionada pela organização telecentre.org. Países como Sri Lanka, Nepal, Filipinas, Tailandia, Sudão, Mozambique, Egito, Uganda, Espanhã, Perú, Chile, Brasil e Bolivia estão mobilizados em construir redes de formação como esta, a exemplo do programa Telecentros.br.
A expectativa é que o conhecimento gerado a partir destas redes de formação online se intercambiem entre seus diferentes atores, dentro e fora de cada país, com a finalidade de fortalecer centros de acesso pública à internet e Telecentros de modo geral.
Se você tem conhecimento de alguma iniciativa, nacional e internacional, de educação online ou em rede, que possa contribuir com o enriquecimento dessas experiências, deixe aqui um comentário!
Por fim vale o comentário: navegar no www.academia.telecentros.org.co é uma experiência muito interessante e que desperta, certamente o sentimento de que um mundo outro é possível.
embedded by Embedded Video
YouTube Direkt
embedded by Embedded Video
YouTube Direkt
embedded by Embedded Video
YouTube Direkt
Tropifagia
Posted by Felipe Cabral in Materiais, referências on 22 de abril de 2012
Filmado e Editado por Nina La Croix. Estas são Pílulas audiovisuais tropifágicas sobre o processo de composição dos materiais criativos ( áudio, vídeo e site). Citações Musicais: Preta Pretinha ( Luiz Galvão e Moraes Moreira)) e Yemanjá ( Rafael Pondé_ Roberto Leite e Tico Marcos).
embedded by Embedded Video
YouTube Direkt
embedded by Embedded Video
vimeo Direkt
embedded by Embedded Video
vimeo Direkt
A Cultura Digital: quando a tecnologia se enreda aos usos e fazeres do nosso dia-a-dia
Posted by Felipe Cabral in Materiais, livros on 26 de março de 2012
Apple quer mudar a experiência do livro didático com o iBooks2
Posted by Felipe Cabral in Materiais, Notícias, reflexão on 19 de janeiro de 2012
Não há dúvidas que os nossos métodos de educação estão ridiculamente atrasados em relação às possibilidades que a tecnologia nos oferece. Os livros didáticos são dos maiores exemplos disso, e mesmo com computadores e smartphones por todos os lados, as crianças e adolescentes continuam usando os mesmos calhamaços há décadas. A Apple acha que há maneiras mais efetivas de apresentar e interagir com o conteúdo educacional, e lançou agora há pouco uma seção de livros didáticos para o iBooks, que pretende “revolucionar” (eles gostam da palavra) este mercado. Steve Jobs disse em sua biografia que queria fazer para a indústria do livro didático o mesmo que fez para a música com o iTunes ou para os tablets com o iPad. Pelo que vimos agora há pouco, há uma chance de a Apple conseguir isso, em condições ideais de temperatura e pressão.
O iBooks 2 quer aproveitar todo o potencial do iPad para conteúdos interativos e aplicar isso aos velhos livros didático. Este potencial, aliás, já foi bastante explorado em apps como o Elements, que nos deixou babando logo no lançamento do primeiro iPad, e o Our Choice, de Al Gore, uma aula de como deve ser um livro didático:
embedded by Embedded Video
YouTube Direkt
Durante a demonstração da Apple hoje em Nova York, foram mostradas várias funcionalidades parecidas: toque na imagem para ver uma galeria, use o multitoque para dar o zoom naquele gráfico, faça buscas por palavras-chave no livro inteiro ou clique em links para ver mais detalhes. Há vídeos e sons também, como nos CD-ROMs da minha finada Encarta de 1997. Mas não desmereço a coisa. Tocar na imagem ou “sublinhar” algo com os dedos dá um feedback mais interessante, fora que hoje é tudo mais rápido. A primeira demonstração de hoje — um livro de biologia –, foi realmente fantástica. Modelos 3D de células, fotos interativas com multitoque, gráficos animados. Não sei se isso é mais efetivo em termos educacionais, mas divertido, sem dúvida.
Além do conteúdo mais “interessante” para essa geração de videogames, há boas ferramentas para o professor. Por exemplo: dentro do livro, no meio de uma página, é possível responder diversos tipos de questionários, bem mais interessantes que V ou F e múltipla escolha. Em um exemplo dado na apresentação, o aluno deveria associar as fotos dos ecossistemas a regiões dos EUA, arrastando um em outro. O feedback (você acertou! Estrelinha dourada!) é instantâneo e abre várias possibilidades. A ferramenta de marcação de texto também é esperta e tem, além de várias cores, uma reorganização automática: ela divide as suas coisas sublinhadas em cartões de memorização gigantes (algo bem comum entre os moleques americanos) para facilitar o decoreba. Eu tenho minhas dúvidas da efetividade de algo assim, já que há muito tempo prega-se que o fato de a criança reescrever o conteúdo de um livro didático com suas próprias palavras ajuda na fixação do conteúdo. Mas a educação como um todo precisa ser repensada, então a iPOSTILA(você leu primeiro aqui) pode jogar uma luz sobre o que é melhor.
Porque, acredite, os EUA estão passando por uma “crise educacional” que eles consideram séria. A apresentação mesmo começou falando como a educação da terra do Obama está na “Era das Trevas”, com seus estudantes com rendimento bem inferior aos de outros países desenvolvidos. As notas dos americaninhos em matemática e compreensão de texto não chega ao top20. Mudar o livro-texto pode ser uma saída.
(Veja o vídeo completo de apresentação do TextBooks on iBooks aqui.)
Os livros
Há meia dúzia de integrações interessantes, mas o iBooks por si só não é algo novo. O que o iBooks faz de novo então? Ele cria uma central de distribuição e desenvolvimento. Da mesma forma que o NewsStand criou uma “banca” para todos os apps de revistas e jornais, o iBooks 2 é uma loja e mochila para todos os livros didáticos: um mesmo app para ler, interagir e comprar.
É claro que a coisa é bonita no papel, mas só vai dar realmente certo se escolas, pais e editoras investirem. Neste sentido, a Apple tem uma grande vantagem sobre todos os outros concorrentes nos EUA, em especial no quesito “padronização do hardware” e distribuição — eles dominam o mercado de tablet com larga folga e continuam vendendo como água. O iPad foi o desejo número um da molecada americana no Natal e já há centenas de escolas colocando iPads no material didático. US$ 500 é caríssimo, mas vendo o preço de livros didáticos nos EUA (muitos na casa dos 80 dólares), o investimento pode se pagar.
Um problema em potencial é que os livros são arquivos bem grandes: o livro de biologia lindão apresentado hoje tem 2,77GB: eles diminuem o peso da mochila mas não o espaço em disco necessário. Então estamos falando de um investimento inicial de pelo menos 600 dólares, para o de 32 GB. É caro, mas considerando, de novo, a ampla distribuição do iPad nos EUA (o lugar das condições quase ideais de temperatura e pressão) e a aproximação da Apple com as principais editoras de livros didáticos, há uma chance de a Apple conseguir uma enorme dianteira neste mercado bilionário. Entre os parceiros apresentados hoje, vimos McGraw Hill, Pearson e Houghton Mifflin Harcourt, 3 empresas que representam 90% do mercado de livros didáticos dos EUA. E não são só os “livros-texto”. A DK Publishing, que faz aqueles livros de mesa de centro (Dinossauros!) também está trabalhando junto. Se você é meio velhinho para ler livros didáticos e tem o iPad, baixe o Life on Earth, de E.O. Wilson, que terá os dois primeiros capítulos de graça.
E espere muitos livros novos em breve porque, além de tudo, não parece ser extremamente complicado criar novos livros didáticos para o iBook.
O iBooks Author
Um grande pedaço da conferência de hoje foi dedicado ao iBooks Author, a ferramenta de criação de livros didáticos gratuita, disponível hoje na App Store do Mac. Ela é um cruzamento do Pages com o Keynote (ou Word e PowerPoint) que pareceu bastante intuitiva. Há diversos templates, então se você quiser criar um livro de Química basta selecionar aquele modelo e começar a arrastar seus textos e fotos de lá. Elementos interativos podem ser feitos a partir de modelos também, ou importando coisas em javascript ou HTML5 (sorry, Flash).
Não faltaram hipérboles ao pessoal da Apple, e Phil Schiler caprichou ao definir o iBooks Author: “se você já esteve envolvido no desenvolvimento de um eBook, sabem que isso é um milagre.” Gostei de “milagre”, é um adjetivo para quem estava cansado de “mágico”, mas Schiler tem razão no sentido de custos. Apps como Our Choice são caríssimas para serem desenvolvidas, e a nova ferramenta parece, pela rápida volta que eu dei aqui, possibilitar coisas boas de maneira mais rápida/barata. O que deve reduzir o preço dos livros-didáticos (os primeiros custam US$ 14). Aí está a oportunidade para os brasileiros.
E o Brasil?
Não temos iPads, computadores e smartphones por todos os lados, aqui tudo é caro e ainda há o problema de segurança. Mas já está claro que o tablet pode ser uma boa ferramenta educacional, e várias escolas estão experimentando com isso. Por enquanto, centros de ensino como o COC escolheram ferramentas customizadas rodando em tablets baratos e não muito bons, mas se a experiência do livro didático for notadamente superior no iPad — como parece ser –, as escolas podem migrar para a ferramenta da Apple. Não falo de escolas públicas ou mesmo a maioria das particulares. Mas não tenha dúvidas de que o iBooks Author poderá rapidamente ser usado para criar iPOSTILAS em cursos de pós e faculdades mais caras, ou mesmo nas melhores escolas particulares, que não raro batem os R$ 2 mil de mensalidade, sem contar com o custo da lista de material no início de ano.
É esperar para ver como a concorrência reage e pode ser um pouco cedo para falar isso, mas neste mercado especificamente, a Apple acertou em cheio. Ela tem um hardware padronizado e amplamente distribuído, acordos com os principais fornecedores de conteúdo e uma ferramenta de desenvolvimento e distribuição incrivelmente azeitada. Vejo espaço para soluções mais baratas (eBooks simples em tablets de R$ 400, por exemplo), mas no topo da tecnologia, acho difícil alguém destronar a Apple neste segmento.
Recursos Educacionais Abertos e Software Livre no Plano Nacional de Educação – 2010-2020
Posted by Felipe Cabral in Materiais, documentos, referências on 19 de janeiro de 2012
Cartografia da Cadeia Criativa do Livro
Posted by Felipe Cabral in Materiais, livros on 19 de janeiro de 2012
Festival da Cultura Digital 2011
Posted by Felipe Cabral in Materiais, reflexão, relatoria on 4 de janeiro de 2012
O ano de 2011 terminou, mas muitas lembranças marcantes – positivas ou não – ficarão, especialmente em se tratando de Cultura Digital.
Ônibus Hacker, Festival da Cultura Digital 3.0, Labs de Garagem, 10a Oficina para Inclusão Digital, PNBL em discussão, Tablets, Mobile, Redes… Foram tantos temas que quase não houve tempo de descansar.
E para deixar registrado um pouco de tudo isso, fica aqui o vídeo que o @mta_teles elaborou durante o Festival da Cultura Digital 3.0, ocorrido em dezembro de 2011.
Direitos Autorais, Internet, cultura livre, remix, linux, software livre: entrevista com Rodrigo Savazoni, Pedro Paranaguá e João Moreirão
Posted by Felipe Cabral in Materiais, Notícias on 6 de setembro de 2011
Direitos Autorais, Internet, cultura livre, remix, linux, software livre, streamming, tecnologia digital, download de música, legalização de compartilhamento de arquivos para fins privados, P2P, download de obras autorais na Internet, licenças Creative Commons, MinC, reforma autoral etc. Entrevista da TVT com Rodrigo Savazoni, Pedro Paranaguá e João Moreirão, feita por Marcelo Godoy.
embedded by Embedded Video
YouTube Direkthttp://youtu.be/JSZpyX2bqAY
A Internet veio misturar conceitos e mundos que estavam separados, protegidos. Quem é dono do que no mundo dos direitos autorais? Quais são as forcas por trás do grande dilema e questionamento que envolve apaixonadamente artistas, fabricantes, editoras, governos, estudantes, programadores, consumidores.O programa reuniu um ciberativista, um especialista em direito autoral e um representante de uma gravadora para discutirem este assunto polemico.
Clique e Ligue exibido em 26/072011
embedded by Embedded Video
YouTube Direkthttp://youtu.be/zvy9l757C9E
embedded by Embedded Video
YouTube Direkthttp://youtu.be/ikOMcx71JaQ
[off topic]100 links para clicar: acervos, serviços, curiosidades
Posted by Felipe Cabral in Materiais on 25 de agosto de 2011
Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).








