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[off topic]100 links para clicar: acervos, serviços, curiosidades

Via Bula.

Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).

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Campanha #megaNão! contra o AI5 Digital

As coisas começam a esquentar na rede. De um lado os censores, indignados com a liberdade, querendo impor restrições com carater de verdadeiro estado de sítio. Do outro, ativistas em prol da manutenção da essência da internet: a liberdade.

[youtube EPFItwFdb4A]

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Cibercultura: o que muda na Educação – TV Escola

Programa TV Escola lançou uma série muito rica intitulada “Cibercultura: o que muda na Educação” que conta com a participação e autoria de importantes professores e pesquisadores da área de educação online.

Veja e baixe os programas no site: http://www.tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/boletins.asp

Programas:

[youtube AoR8Bfo4pG4]

O programa é exibido às 19h pela TV Escola, via antena parabólica (analógica: Hor./Freq. 3770 e digital: Banda C Vert./Freq. 3965) e internet (http://tvescola.mec.gov.br/aovivo.html), e reprisado às 8h e às 14h. Além disso, a TV Escola é transmitida via SKY (112), Telefônica TV (694) e Embratel (123). Produzido pela TV Brasil, o programa é apresentado em reprise na grade da emissora às 5h50min.
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Texto da chamada produzido pela equipe da TV:
“Caríssimos (as),
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Na semana de 25 a 29 de abril, o programa Salto para o Futuro/TV Escola (MEC) exibirá a série inédita “Cibercultura: o que muda na educação”, sob a consultoria de Edméa Santos (PROPED-UERJ).
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A série visa analisar as mudanças que ocorrem e/ou poderão ocorrer nas práticas curriculares em conexão com a cibercultura. Ao longo dos programas, serão discutidas as práticas de Educação a Distância mediadas por tecnologias digitais em rede e pela produção cultural gerada por estas interfaces no ciberespaço e nas cidades. Estes são os três eixos temáticos propostos para a série: EAD – antes e depois da cibercultura; A pesquisa e a cibercultura como fundamentos para a docência online; O currículo multirreferencial: outros espaços- tempos para a educação online. PGM 1: EAD: antes e depois da cibercultura; PGM 2: A docência online; PGM 3: Currículo multirreferencial; PGM 4: Outros olhares sobre cibercultura e educação; PGM 5: Cibercultura e educação em debate.
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Confira no programa, um pouco da História da Educação a Distância no Brasil, as primeiras experiências, o ensino por correspondência e como as tecnologias continuam presentes na educação. Em entrevista, João Vianey nos fala sobre o conceito atual de Educação a distância, quais os desafios dessa modalidade e o que determina a legislação. Ivana Bentes (ECO/UFRJ) e André Lemos abordam a relação entre Educação a distância e Cibercultura. E na Escola Municipal José Francisco Nunes, em Itapicuru–Irecê/BA, uma experiência da Rede de Intercâmbio de produção educativa. Finalizamos o programa com a entrevista da consultora da série Edméa Santos. No segundo programa, o foco está na pesquisa e na cibercultura como fundamentos para docência on line; o papel do docente na EAD e as demandas trazidas pela cibercultura. Marco Silva (UERJ) comenta uma pesquisa interinstitucional que coordenou para produção de conteúdos para formação de professores para docência on line.
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Em Salvador, gravamos experiências do NTE 16 e da Escola Aristides de Souza de Oliveira sobre a formação de professores via cursos online. Simone Lucena (NTE Salvador) destaca o potencial da educação online para formação de professores da educação básica. Maria Tereza Freitas (UFJF) encerra o programa falando sobre Tecnologia como linguagem. O terceiro programa apresenta diferentes experiências que têm como base o Currículo Multirreferencial, como um projeto sobre Tabuleiros digitais, no município de Irecê. Roberto Sidney Macedo e Teresinha Fróes (UFBA) conceituam o Currículo Multirreferencial; a professora Lynn Alves (UNEB) mostra o trabalho no laboratório de jogo s eletrônicos e Educação online. Na Escola Municipal Antonio Euzébio, registramos atividades com games e com a professora Nicia Riccio (UFBA); conhecemos o Curso Moddle, um curso de formação de professores do Ensino Superior para trabalhar com ambientes virtuais de aprendizagem. Completando o programa, temos uma entrevista com Nelson Pretto (UFBA). No programa quatro, são entrevistadas: Margareth Olegário – o uso da informática educativa na prática pedagógica com alunos cegos; Rachel Colacique – acessibilidade para surdos e o desafio da docência online; Valéria de Oliveira – acessibilidade com tecnologias (hardware e software) para pessoas com deficiência física e motora e o projeto “Rompendo Barreiras” (UERJ). No programa cinco, ao vivo, contaremos com a participação de: Edméa Santos (consultora da série), Conceição Soares e Eugênio Trivinho.
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Lembramos que a Publicação Eletrônica n. 3/2011, referente à série , encontra-se disponível em nosso site (http://www.tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/boletins.asp) para download.
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Contamos com sua atenção no sentido de mobilizar professores/cursistas a participarem da interatividade do programa pelas funcionalidades do site: fórum, enquete e mural, além do e-mail salto@mec.gov.br e do telefone 0800 282 6757 (durante o ‘ao vivo’).”
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Remixofagia – Alegorias de uma revolução

[vimeo 24172300]

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Frederico Gonçalves Guimaraes – Software Livre Educacional

Via Castalio Podcast

Via Avena

Neste episódio conversei com o Frederico Gonçalves Guimaraes do projeto Software Livre Educacional, que tem como objetivo principal organizar documentação e traduzir softwares livres que possam ser utilizados por educadores. Durante nosso bate-papo o Frederico me explica o quanto é importante difundir o software livre entre os educadores do Brasil, por que  participar do processo de traduções é super importante, sobre filmes do Jerry Lewis e como que um amigo egoísta o incentivou a compartilhar tudo que aprendia com os outros!

Gostaria de aproveitar a chance e agradecer os comentários que recebemos, e dizer que todo feedback é super bem-vindo. Espero que a qualidade do áudio esteja melhor desta vez e, graças à sugestão do Djavan, todos episódios agora terão uma foto do participante para que vocês, caso um dia se esbarrem na rua, possam reconhecê-lo(a) e convidá-lo(a) para tomar uma cerveja, café, vinho ou bebida preferida. :)

Links mencionados:

  • Tradutor do Claws MailGComprisTuxPaint
  • Televisão: Seriados policiais e de ficção científica
  • Televisão: Ultramen
  • Televisão: Mulher Maravilha
  • Filmes:  Todos do Jerry Lewis
  • Livro: Alice no País das Maravilhas
  • Livro: O Senhor dos Anéis
  • Livro: Série Percy Jackson
  • Livro: Ishmael por Daniel Quinn
  • Livro: O Andarilho das Estrelas por Jack London
  • Música: tudo que não seja forró, pagode, etc
  • Música: Linkin Park
  • Música: Pet Shop Boys

Ouça:

MP3

OGG

Este conteúdo se refere a postagem “Frederico Gonçalves Guimaraes – Software Livre Educacional” do blog http://www.castalio.info.

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A revolução virtual 20 anos depois

Via Jandira Feijó.

Duas décadas atrás, o britânico Tim Berners-Lee inventou a web “só porque eu precisava.” Desde então, o mundo nunca mais foi o mesmo. “Que 20 anos não é nada …” ele cantou em seu inimitável do tango Carlos Gardel “Volver”. E talvez em alguns episódios da história do mundo este termo é tão apropriado como o rápido desenvolvimento da Internet nas últimas duas décadas.

A World Wide Web, ou “Rede” transformou a sociedade global, de modo que muitos não hesitam em compará-la com a Revolução Industrial do século XIX.

E a cada ano há menos setores da sociedade que não foram tocados, de uma forma ou outra, com o crescimento explosivo do mundo online. Embora os números variem, alguns estudos estimam que cerca de 2 bilhões de pessoas, ou quase 30% da população do mundo, são usuários do universo da rede.

O que a internet colocou a todos provocou uma revolução. E assim como a era industrial trouxe seus gigantes corporativos, o desenvolvimento da rede desenvolveu sua própria geração de mega-empresas. Como na época da Revolução Industrial, a revolução da rede tem seus defensores e detratores.

A expansão econômica do mundo online tem deixado muitas vítimas no mundo real A bela simplicidade dos bilhetes aéreos em portais terminou com centenas de milhares de agentes de viagens. A expansão da Amazon condenou à morte milhares de livrarias. As indústrias, tais como os jornais, vem sofrendo com o avanço da rede. A expansão da Wikipedia, dirigida por Jimmy Wales, e que acaba de completar 10 anos, diminuiu significativamente a capacidade de atração das enciclopédias tradicionais.

Também no campo cultural e político há consequências boas e ruins. Os fundadores do Twitter, Evan Williams e Biz Stone, viram a sua invenção servir para ajudar os movimentos de protesto em sociedades fechadas, um verdadeiro instrumento de democracia. Mas não há voz para muitos que não significa que as idéias que alguns consideram como indesejáveis e até mesmo perigoso para chegar a muitas mais, também permitindo-lhes interagir.

As redes sociais online, entretanto, têm o potencial de conectar as pessoas, independentemente de raça, classe ou lugar de origem de valores compartilhados, hobbies e interesses. No entanto, muitos se queixam de que essas redes, cuja mais atraente é, talvez, Facebook, tornaram-se comuns na interação social, e às vezes ameaçam invadir a privacidade de seus milhões de usuários.

A web possibilitou que a informação antes de passar apenas por uns poucos privilegiados hoje está ao alcance de muitos, e muito mais do que a imprensa abriu as portas às fontes de informação que multiplicam-se.

Há poucos dias, por recomendação de Catherine Pearce, soube da existência de um interessante documentário da BBC:  A revolução virtual. É constituída por quatro capítulos e eu acho que vale a pena baixá-los e assistir com calma.

[youtube S037WkehQvs]

[youtube r39o_7X5Xrs]

[youtube c0SJG21dQsc]

[youtube eSChM8oFU5Q]

[youtube 31eFXfZce5o]

[youtube j_rIYKELK9s]

Em Espanhol via Humanismoy Conectividad:

Hace dos décadas el británico Tim Berners-Lee inventó la web “sólo porque la necesitaba“. A partir de entonces, el mundo no volvió a ser igual. “Que veinte años no es nada…” cantaba Carlos Gardel en su entrañable tango “Volver”. Y tal vez en pocos episodios de la historia mundial es tan apropiada esta expresión como en el vertiginoso desarrollo de la Red en las dos últimas décadas.

La World Wide Web, o la “Red”, transformó de tal manera la sociedad global que muchos no dudan en compararla con la Revolución Industrial del siglo XIX.

Y es que cada vez son menos los sectores de la sociedad que no han sido tocados de una manera u otra por el explosivo crecimiento del mundo “en línea”. Aunque las cifras varían, algunos estudios calculan que cerca de 2.000 millones de personas, o sea casi el 30% de la población mundial, son usuarias del universo de la red.

El poner internet al alcance de todos desató una revolución. Con la red paso algo parecido a lo que ocurrió con la industria automotriz a comienzos del siglo XX. Un invento que existía hace décadas sólo alcanzo su potencial cuando alguien entendió la manera de masificarlo. Del mismo modo, el invento de la World Wide Web por parte de Berners Lee, hizo que internet, creada décadas atrás por científicos del Departamento de Defensa de Estados Unidos y que apenas entusiasmaba a científicos y expertos de una comunidad reducida, súbitamente se convirtiese en una herramienta disponible para cientos de millones de personas.

Y así como la edad industrial trajo consigo sus gigantes empresariales, el desarrollo de la red ha consagrado su propia generación de mega empresas. Como los tuvo en su momento la Revolución Industrial, esta revolución de la red tiene también sus defensores y detractores.

La expansión económica del mundo en línea ha dejado muchas victimas en el mundo “real“. La maravillosa simpleza de los portales de compra de pasajes aéreos acabó con cientos de miles de agencias de viajes. La expansión de Amazon condenó a muerte a millares de librerías. Industrias completas, como la discográfica y la de los periódicos, tambalean ante el avance de la red. La expansión de Wikipedia, dirigida por Jimmy Wales, y que acaba de cumplir 10 años de existencia, disminuyó considerablemente el atractivo de las enciclopedias tradicionales.

También en el campo cultural y político hay consecuencias buenas y malas. Los fundadores de Twitter, Evan Williams y Biz Stone, han visto como su invento ha servido para ayudar a movimientos de protesta en sociedades cerradas, un verdadero instrumento de democracia. Pero el que haya voz a muchos que no la tenían, implica que ideas que algunos consideran indeseables y hasta peligrosas lleguen a muchos más, permitiéndoles además interactuar.

Las redes sociales en línea, entre tanto, tienen el potencial de conectar individuos sin importar raza, clase o lugar de origen que comparten valores, hobbies e intereses. No obstante, muchos se quejan que estas redes, cuyo exponente más vistoso es tal vez Facebook, han banalizado la interacción social, y en ocasiones amenazan con entrometerse en la privacidad de sus millones de usuarios.

Al igual que la imprenta, la web permitió que la información, antes privilegio de pocos pasara a estar al alcance de muchos, y mucho más que la imprenta abrió las puertas para que las fuentes de información se multiplicaran.

Hace unos días, por recomendación de mi amigo Roque Pedace, me enteré de la existencia de un interesante documental de la BBC: La revolución virtual. Se compone de 4 capítulos y creo que vale la pena bajarlos y verlos. Me parece que su contenido es muy equilibrado; es por eso que los estoy linkeando para que puedan verlos y gozarlos como yo lo estoy haciendo ahora:

Revolución virtual 1: ¿Libertad en la red? (2010)

Megaupload |   FileServe |  DepositFiles

Revolución Virtual 2 ¿Enemigo del Estado? (2010)

Megaupload |   FileServe |  DepositFiles

Revolución virtual 3: El precio de lo gratuito

Megaupload |   FileServe |  DepositFiles

Revolución virtual: Homo interneticus (2010)

Megaupload |   FileServe |  DepositFiles

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Laboratórios do pós-digital

Via @efeefe Felipe Fonseca

Este livro é uma compilação de artigos que eu escrevi nos últimos dois anos, relacionados alaboratórios experimentaisinovação baseada em conhecimento livreMetaReciclagem,cidades inteligentesgambiologia e uma série de fatores que apontam a um campo pós-digital: internet das coisas, computação física, fabricação doméstica, mídia locativa e afins.

Escolha uma das versões:

Todos os textos já foram publicados neste ou em outros sites, e foram revisados e refinados para esta coletânea.

O livro pode ser baixado gratuitamente, mas também existe uma versão em POD (impressão sob demanda) disponível para encomenda no site Clube de Autores*. É um preço meio salgado (R$ 29,92) para um livrinho de 72 páginas, mas é um trabalho semiartesanal – eu mesmo montei, diagramei, revisei, fiz a capa e finalizei o livro. Para cada cópia vendida eu ganho menos de R$ 5. Encomendas de quantidades maiores podem fazer o preço baixar.

Para quem baixou alguma versão grátis do livro e quer demonstrar que gostou, eu também aceito flattrs, doações pelo paypal ou pagseguro. Toda ajuda será bem-vinda e vai ajudar a desenvolver o projeto Ubalab e todas as outras coisas que eu quero fazer em 2011 (este livro já é uma delas).

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bitcoin: 1MjyEB1oK9drJkathMpbBW4VEsjqLpeH13

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* É a primeira vez que eu uso o serviço do Clube de Autores. Só terei certeza da qualidade dos livros quando chegar a primeira cópia que eu encomendei, na semana que vem. Para quem não quer correr riscos, as versões digitais são mais garantidas.

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