respostas ao meu comentário sobre a reportagem no Canal Futura
Olá leitores!
Logo após enviar a postagem sobre a reportagem que o Canal Futura realizou conosco do Ondas Radiofônicas, encaminhei para a lista de emails. Fiquei surpreso com as diferentes percepções que muitos responderam. Copiei e colei-as todas no corpo abaixo, depois da minha mensagem (que lanço para contextualizar).
Abraços,
Marcelo
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É engraçado como a mídia televisiva faz o recorte de um projeto como o Ondas. Claro que eles só recortam as palavras do que falamos, mas a montagem das informações e o que eles captaram constroem um discurso estranho. Não é exatamente uma falácia, mas está claro que o olhar é míope e distanciado.
Gostei que não foi cortado o “ouvir o ruído que a gente queira!”, que foi falado da exposição e da capacitação, e Tatiane deu um depoimento bem interessante (e lembre-se que ninguém queria falar pra TV neste dia!).
Faltou mostrar um pouco mais do espaço da Exposição Final (as imagens ali são quase sempre da exposição permanente do Museu da Maré) e também podia ser cortado eu e minhas mãos de italiano… heheheh.
E você? O que achou do vídeo?
Julho, 2010.
Marcelo Wasem
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RESPOSTAS:
Begué <begueonline@x.com.br> 16 de julho de 2010 11:16
Massa Marcelão! Cara, não vi nada de errado com suas mão italianas…. rs E quanto à miopia… acho que ela deve ser mais evidente pra quem participou do projeto… pra quem tá de fora, não fica tão ruidoso assim… tá legal mesmo cara,
Parabéns
Abração
Bg
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diego de los campos <deloscampos@x.com.br> 16 de julho de 2010 11:18
eh meu caro, a midia distorce as coisas, ~e a gente se da conta disso qdo faz parte da notícia imagina o que não estão fazendo por ahi no dia a dia
abraço
d
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Philipe Sidartha Razeira <psidartha@ x.com.br> 16 de julho de 2010 12:00
Marça, tu querias ter mão de quê? italiano não limpa as unhas.
Cara… o que tu falou é uma coisa que sempre me intrigou… das mais variadas “matérias primas” saem reportagens sempre iguais… não sei se é um método muito bem estipulado e aplicado, ou se os indivíduos que produzem a coisa é que já “naturalmente” formatam as coisas sempre do mesmo jeito, os mesmos chavões e tudo mais… é um mistério pra mim… Leia mais »



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