sábado, 26 de maio de 2012

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texto “Espaço Acústico” – Edmund Carpenter e Marshall MacLuhan

“O espaço auditivo não tem um ponto de focalização favorecido.
É uma esfera sem limites fixos, espaço feito pela própria coisa, não espaço contendo a coisa.
Não é um espaço pictórico, encaixado, mas dinâmico, em fluxo constante, criando suas próprias dimensões de momento em momento
.”

O próximo texto do Grupo de Estudos traz contribuições de Carpenter e MacLuhan sobre o som e sua existência no espaço. A indicação foi de Marssares, que também disponibilizou o arquivo em PDF abaixo.

Espaço Acústico – E.Carpenter+M.McLuhan

O texto do encontro passado (Rádios comunitárias, hip hop e um coletivo de artes plásticas no Rio de Janeiro), de Mauro Costa, continua em debate.

Dia: 3 de maio de 2010
Hora: 18h00
Local: Museu da Maré (Av. Guilherme Maxwell, 26, Maré – Rio de Janeiro / RJ)

(imagem de http://eletronicos.hsw.uol.com.br/som-virtual-surround2.htm)


Texto: Rádios comunitárias, hip hop e um coletivo de artes plásticas no Rio de Janeiro

Próximo texto para debate no Grupo de Estudos é de autoria do professor Mauro Costa. Se chama “Rádios comunitárias, hip hop e um coletivo de artes plásticas no Rio de Janeiro: trabalho imaterial, cultura de resistência.”

O encontro será no dia 26/04/2010, as 18:00 horas, no Museu da Maré.
Abaixo segue um fragmento da introdução do texto.

“(…) em cada forma de trabalho imaterial a cooperação é totalmente inerente ao trabalho. O trabalho imaterial envolve de imediato a interação e a cooperação sociais. Em outras palavras, o aspecto cooperativo não é imposto e organizado de fora, como ocorria em formas anteriores de trabalho, mas a cooperação é totalmente imanente à atividade laboral.”

COSTA, Mauro – Rádios comunitárias, hip hop e um coletivo de artes plásticas no Rio de Janeiro


Próximo texto

“Os espaços públicos não são o espaço da arte.
Não se deve considerá-los uma extensão nem do museu nem da galeria.
Portanto, não são lugar onde investir, habitar ou muito menos ocupar.
Sempre será um espaço de «compartilhar».
No próximo encontro do Grupo de Estudos do projeto Ondas Radiofônicas, o texto de Guillaume Désagnes vinculado ao festival de arte pública “Madrid Abierto” será nossa base para debater sobre arte e espaço público.

Dia e horário: 12.4.2010 19.04.2010, às 18h00.
Local: Museu da Maré

DÉSAGNES, Guillaume – Arte en los espacios públicos- el espacio, el tiempo, la moral, la pasión


Textos para Grupo de Estudos

Favela não é problema, é solução!”

Esta frase saiu de uma resposta para uma das perguntas criadas pelo pessoal do projeto Ondas Radiofônicas, durante o encontro da TEIA (encontro dos diversos projetos dentro do programa Cultura Viva). Ouvindo as diversas respostas, o grupo discutiu sobre o que o entrevistado estava querendo dizer e na discussão lembrei do texto “Irão as favelas se tornar as vedetes do urbanismo pós-moderno?”, de Maurício Campos, que se baseia no texto “Como as favelas podem salvar o mundo”, de Stewart Brand.

Convido todos, então, para debatermos o tema e o texto nesta 2a.feira, a partir das 18h00, no Museu da Maré, dando início ao Grupo de Estudos do projeto Ondas Radiofônicas. Falando sobre o grupo, o objetivo é reunir pessoas que queriam discutir textos e ideias sobre o campo da arte pública, os desafios de projetos colaborativos e os limites dos mesmos frente à realidades complexas e exuberantes.

Em anexo estão o texto de Mauricio Campos e de Stewart Brand.

Para chegar no Museu da Maré, é fácil. O endereço é:
Av. Guilherme Maxwell, 26, Maré, Rio de Janeiro – RJ.

Trajeto 1: para quem vem do centro, é percorrer a Av. Brasil e descer na passarela 7. A rua à direita, com a Escola Bahia na esquina, é a rua do Museu.

Trajeto 2: para quem vem de metro, é pegar o Ônibus Integração em direção à UFRJ (campus Ilha do Fundão) e descer no ponto antes da Linha Vermelha).

Trajeto 3: para quem vem da Ilha do Fundão, é passar na Linha Amarela por cima da Linha Vermelha, dobrar à direita na primeira rua Praia de Inhaúma, e novamente a primeira rua à direita, já na Av. Guilherme Maxwell.

Aqui está um mapa destes trajetos: http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&doflg=ptk&msa=0&msid=100957189089998896827.0004834f092fcab310db5&ll=-22.86198,-43.238926&spn=0.019456,0.031285&z=15

Abraços,
Marcelo Wasem

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TEXTOS:

Irão as favelas se tornar as vedetes do urbanismo pós-moderno – Mauricio Campos

Como as favelas podem salvar o mundo – Stewart Brand