sábado, 26 de maio de 2012

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Próxima etapa do Circuito Interações Estéticas: Recife/Olinda em novembro de 2010

Aquecendo os motores para a próxima etapa do Circuito Interações Estéticas, que vai rolar em Recife/Olinda no começo de novembro, coloco aqui 3 links para o pessoal do Ondas Radiofônicas começar a ambientar o ouvido com o contexto.


Eles foram passados por Daniel Luís, do Ponto de Cultura Coco de Umbigada, o primeiro espaço que certamente iremos visitar.


Rádio Interofônica NO AR

O coletivo rádio amnésia e o projeto ondas radiofônicas estão transmitindo a Rádio Interofônica, na etapa paulista do Circuito Interações Estéticas, que apresenta projetos premiados pela funarte em 2008 e 2009.

A rádio está sendo transmitida por fm, na faixa 88,5, e também na internet:
http://estudiolivre.org:8000/interofonica

Nesse link, a programação do evento:
http://www.funarte.gov.br/portal/2010/07/03/programacao-do-circuito-interacoes-esteticas-%E2%80%93-etapa-sao-paulo/

agora, mamulengo sem fornteiras ao vivo

use VLC!


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projeto Ondas Radiofônicas na Rádio Interofônica, em São Paulo

Oi pessoal,

É com grande prazer que comunico a participação do projeto Ondas Radiofônicas do Circuito Interações Estéticas. Nesta primeira etapa, São Paulo recebe o evento (leiam as informações abaixo) e faremos junto com o projeto Coco-Arte-Rádio, do nordeste, a Rádio que cobrirá o evento. Ela se chamará Interofônica, com programação ao vivo e transmitida pela internet (em breve, será divulgado o endereço).

Bom, fiquem ligados e antenados. Pro pessoal que mora em São Paulo, apareça pelo evento!! Haverão espetáculos e oficinas gratuitas.

Abraços,

Marcelo Wasem

http://www.funarte.gov.br/portal/2010/09/02/scc-e-funarte-lancam-em-sao-paulo-dia-9-o-circuito-interacoes-esteticas/

Funarte e SCC lançam em São Paulo, dia 9, o Circuito Interações Estéticas

Criado a partir de um intercâmbio entre artistas e Pontos de Cultura, evento tem programação repleta de espetáculos, oficinas, debates e outras atividades de fomento às artes

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) e a Secretaria de Cidadania Cultural (SCC) do Ministério da Cultura lançam dia 9, na cidade de São Paulo, a primeira edição do Circuito Interações Estéticas. O evento, que segue até o dia 12 de setembro, promove um encontro entre diversos profissionais das artes, que vão compartilhar com o público as experiências adquiridas em residências artísticas realizadas em Pontos de Cultura.

1. No dia 9, o público participa de uma oficina de teatro; 2. O grupo Bongar faz show na sexta; 3. Roberto Robles e Silvia Godoy dirigem uma oficina de teatro de sombras no dia 11; 4. Law Tissot participará da produção de um fanzine.1. No dia 9, o público participa de oficina de teatro; 2. O Bongar faz show na sexta; 3. Uma oficina de teatro de sombras será oferecida no sábado; 4. Law Tissot participa da produção de um fanzine.

Na etapa paulistana, o Circuito promove exposições, mostra de filmes e vídeos, shows, espetáculos teatrais, oficinas e debates. Além disso, o evento vai viabilizar a produção de um fanzine e de uma rádio itinerante. A entrada do público é gratuita.

No primeiro dia do evento (9/9), às 18h, a Funarte lançará três títulos de seu catálogo: Batalha da Quimera (de Sebastião Milaré), Angel Vianna (organizado por Suzana Saldanha), e I Catálogo Livre do Teatro Infantil (de Karen Acioly). Os autores dos livros e a bailarina Angel Vianna já confirmaram presença.

Circuito Interações Estéticas
Quando: de 9 a 12 de setembro, das 9h30 às 22h
Onde: Funarte São Paulo (Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos/SP)
Quanto: Gratuito – Informações: (11) 3662-5177 – Classificação etária: Livre

Sobre o Circuito Interações Estéticas
O evento reúne o que há de mais expressivo na produção dosPontos de Cultura em parceria com os artistas residentes doPrêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura. A meta é articular, em uma rede, linguagens artísticas de diferentes regiões e fazer circular o melhor da produção cultural por todo o território brasileiro.

Como um desdobramento do Prêmio Interações Estéticas – promovido desde 2008 pela Funarte e a Secretaria de Cidadania Cultural – o Circuito Interações Estéticas pretende traçar novas trajetórias para a circulação das artes, contribuir para a democratização do acesso aos bens culturais, bem como inovar o formato dos festivais do país.

VEJA A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO


Conversa Radiofônica foi um barato!

Olá ouvintes… ou melhor, leitores do blog!

Semana passada aconteceu um encontro de encerramento do projeto Ondas Radiofônicas, que teve a Exposição Final desmontada no sábado, dia 24 de julho. Com previsão de 1 mês, e ficando mais 2 semanas, a Exposição Final continuou o processo de inclusão e discussão de arte dentro da iniciativa não menos ousada de montar e manter um museu comunitário no bairro da Maré.

O evento de encerramento, a Conversa Radiofônica, trouxe este debate em pauta e os participantes do bate-papo trocaram opiniões durante quase 2 horas de conversa. Toda ela foi gravada e será em breve disponibilizada no espaço virtual do Rádioforum.

Fiquem com algumas fotos da Conversa.

Abraços,
Marcelo Wasem


CONVERSA RADIOFÔNICA

Visitação de encerramento da Exposição Final e bate-papo entre convidados e equipe do projeto Ondas Radiofônicas. A série de encontros “Conversas Radiofônicas” é uma iniciativa de usar a rádio enquanto espaço de encontro e debate, tendo a arte como plataforma-base (partida e chegada) na busca de traçar pontos de contato com assuntos que orbitam este campo. Nos primeiros encontros, a pauta esteve em refletir sobre o fazer coletivo em grupo artísticos na cidade do Rio de Janeiro. Para o dia o tema proposto é conversar sobre práticas colaborativas que buscam o nivelamento relacional entre pessoas de campos e com conhecimentos diferenciados, sem a anulação das diferenças.

22 JULHO 2010



Diário de bordo – Conversa Intergaláctica

Oi pessoal do projeto Ondas Radiofônicas e leitores do nosso blog,

Vou dar um relato do encontro que participei hoje, no campus da UFRJ da Praia Vermelha, de preparação para o Festival Intergaláctico. Para quem não ouviu falar sobre este evento, o objetivo, pelo o que eu entendo, é reunir pessoas com experiências em mídia alternativa (rádio, impressos, etc.) e promover debates e oficinas com os participantes. Me parece que o grande foco é meio radiofônico, sendo que três modalidades alternativas do fazer rádio são de interesse para o evento: pessoal de rádio comunitária, galera da rádio livre e ainda aqueles que piram em rádio arte.

Hoje na conversa tinha gente principalmente do movimento de rádios livres. Geralmente este pessoal circula ou tem como primeiro campo de experiências as iniciativas de rádio dentro das universidades – o que possui facilidades e dificuldades. Por um lado, estes movimentos são formados por estudantes de vários cursos, criando espaços de encontro entre diversas áreas e fortalecendo uma identidade grupal. Por outro, estes grupos tendem a se fechar e, mesmo abrindo a rádio livre dentro da universidade para as populações ao redor, esta ponte é frágil e necessita de um cuidado de ambas as partes.

As rádios comunitárias, por sua vez, são propostas de fazer comunicação que surgem e são geridas por moradores de determinadas comunidades e possuem mais integração com o entorno (pelo menos na teoria). Estas rádios não deixam de serem um espelho destes grupos, com propagandas locais, as diversas ideologias deste contexto explicitadas nos programas, usando uma linguagem de rádio que se assemelha aos formatos amplamente divulgados pela grande mídia. Rádio como entretenimento, notícia e propaganda – afinal é esta maneira de fazer que se apresenta como linguagem possível e que pode ser copiada e reproduzida sem muita crítica.

A terceira instância seria a rádio arte, ou aqueles que buscam fazer experimentações com o som dentro do meio radiofônico. Poderíamos citar desde aquele DJ que cria músicas ao vivo misturando loops (pedaços que se repetem) e fragmentos de canções diversas até a transmissão de ruídos sonoros e todo som que busque uma reflexão e atenção do ouvinte, ou simplesmente quem, dentro de qualquer tipo de rádio, gosta de experimentar as possibilidades que o meio permite. O que às vezes se perde é uma maior comunicação com públicos variados.

Apresentada estes três universos de rádio, uma das linhas da conversa, entre tantas outras discussões, foi pontuada em como pensar em criar interfaces de interação e troca entre seus envolvidos. Me parece que o Festival buscará este horizonte, mas sem nenhuma fórmula pronta. Depende de quem estiver no barco.

Abraços,

Marcelo Wasem