Presentes do André

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Sou André de Jesus, atuador e comunicador popular que começo a minha caminhada com o teatro e militância cultural de base popular e na década de 90 participando duma oficina de teatro popular que durante dez anos coordenados pela Tribo de atuadores Oi Nois Aqui Traveiz no bairro Restinga zona sul de Porto Alegre (Teatro como instrumento de discussão social), com objetivo de formação de grupos culturais ao logo dos anos incorporado se no projeto de Gov. Popular a descentralização da Cultura.

Realizamos um serie de atividades comunitárias com teatro como exercício cênico, circuitos de teatro de Rua, Mostra de oficinas e formamos uma comissão regional de cultura/Restinga que abrangia o povo da cultura Rock, Reegue, samba, carnaval, hip hop e a capoeira, a formação para a diversidade e cidadania cultural e consciente da sua realidade partindo das produções periféricas que ali emergiam com um vulcão em erupção, foi um momento único da cultura negra com a fundação e o financiamento  por estes agentes uma rádio comunitária que 80% dos locutores eram homens e mulheres negras.

Mas tarde fui para o teatro de rua profissional com encenações como Asceção e a Regra do Bertol Brecht para Rua, A saga de Canudos de Cesar Viera e por ultimo O Amargo Santo da purificação atualmente ensaiando A Tempestade de Augusto Boal tudo com o Grupo Tribo de atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.

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Igualdade racial:

Com a minha militância com a cultura hip hop foi me adentrar este movimento de igualdade e contra o racismo, na década de 90 foi forte.

O trabalho com o filme Historia Cruzadas me fez pesquisar e me debruçar no tema do dia a dia tão vivido por mim e por todos os negros e negras,  em espaços sociais, comerciais e culturais Racismo institucional e a discriminação racial.

 Wilson Simonal  tributo ao  Luther King

Racismo no Brasil

Documentário sobre o Negro Brasileiro

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O exercício debate Júri simulado que nos possibilitou discussão argumentativa que possibilitou um olhar e algumas conclusões, importante para o grupo. Foi um momento muito importante para a nossa pesquisa teatral.

A Mulher e a que mais sofre com toda está desigualdade social e racial mais a mulher negra mais ainda, por vários motivos que vão da cultura machista, exploração econômica e por ser um lugar que ela ocupa na sociedade de inferioridade exp mercado de trabalho e a que ganha menos.

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#nãovaitergolpe:

Fomos à marcha que se contra põe ao golpe político em curso no Brasil adestrado pela Mídia e  burguesia por muitos evangélica e pela elitista branca, não só por obvio somos diversos etnicamente, por construção da nossa sociedade. Tenta-se interromper um mandato eleito dignamente pela população Brasileira, que inviabilizaria a continuidade de todas as políticas sociais, oferecerem a o povo mais pobre que ainda se encontra na maioria nos negros.

Como; PROUNI, BOLSA FAMILIA, MINHA CASA MINHA VIDA, PONTO DE CULTURA, ARTE NEGRA.

Curso de expressão corporal com atriz Roberta Darkiewicz:

Foi um momento de comunhão que precisamos para iniciar qual trabalho teatral, coordenado por uma atriz e professora e educadora, tão sensível. Podemos aproximar cada vez mais do propósito do projeto, criação de peça teatral, quanto ao teatro e a importância do corpo e conhecer  os colegas, o seu tempo de cada um. E trabalhar exercícios e como foi conduzido, traz esta atmosfera de coletivo, de nos integrar numa dinâmica curtas mais precisas de exercícios, jogos e dinâmicas de grupo.

Que nos fez ver bem o que podemos nos aprofundar além dos exercícios de aquecimento que pudemos aprimorar e levar para a nossa experiência. Obrigado Roberta! E grupo Oigale!

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A minha pesquisa para o seminário Os Três Presentes Mágico na 8º semana do Quilombo o Sopapo, traz uma leitura do argumento da Aline Ferraz. Sistematizado assim como está aqui em baixo, por tópicos, em períodos históricos do Brasil.

Grupos de Teatro Negro – Brasil

Década de 1920:

Companhia Negra de Revistas, fundada por João Cândido Ferreira (1887-1956) – artista mulato conhecido por “De Chocolat”;

“A Ba-Ta-Clan Preta”, fundada por “De Chocolat”, logo após o rompimento com a Companhia Negra de Revistas. Em meio a grandes dificuldades, durou pouco mais de um mês, exibindo-se em São Paulo no fim de 1926, quando se dissolveu.

Década de 1950:

Balé Brasiliana, fundado por Haroldo Costa;

Teatro Popular Brasileiro (TPB), fundado por Solano Trindade. Almejava levar ao palco a herança cênica e performática das tradições culturais brasileiras, principalmente aquelas formatadas pelos estilos e matrizes de origem africana. Fazia uma leitura séria de danças como maracatu e bumba-meu-boi. Também promovia cursos de interpretação e dicção. Era formado por operários, estudantes, empregadas domésticas, gente do povo. E os espetáculos elaborados com recriação de batuques, caboclinhas, jongos, congadas, lundus, caxambus, cocos, capoeiras, etc. A primeira montagem foi “Orfeu da Conceição”, de Vinícius de Moraes. Em 1955, turnê à Tchecoslováquia e à Polônia. A iniciativa do grupo foi inibida durante a ditadura militar. O TPB mostrou seu trabalho em vários países.

Década de 1990:

Fortalece-se o estudo da cultura negra, no Brasil. Através de movimentos e iniciativas artísticas afro-descendentes, que visam preencher as lacunas e minimizar o apagamento sistemático da experiência negra no discurso historiográfico e artístico brasileiro.

Rio de Janeiro:

Cia. Étnica de Teatro / Carmem Luz;

Cia. Dos Comuns / Hilton Cobra;

Cia. Rubens e Barbot;

Cia. Black&Preto…

Pernambuco:

Grupo de Teatro Atual;

Movimento de Teatro Popular…

Porto Alegre:

Grupo Caixa Preta;

Belo Horizonte:

Cia. Seraquê / Rui Moreira;

Teatro Negro e Atitude…

Salvador:

Cia. De Teatro Popular da Bahia;

Bando de Teatro Olodum / Márcio Meireles…

Extraído do Argumento da Aline Ferraz turma 2010/2011 Escola de teatro Popular da Terreira da Tribo de Atuadores Oi Nois Aqui Traveiz – https://sagradocacete.wordpress.com/2010/06/09/teatro-negro-algumas-consideracoes/

Aqui continuo sugerindo links e vídeos para a pesquisa sobre o Teatro negro no Brasil.

E ainda pegando da leitura do argumento da Aline Ferraz e a forma que abordou a importância para o teatro brasileiro a trajetória do teatro de experimental do negro (TEN) que chegou a ter dos núcleos um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo.

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TEATRO EXPERIMENTAL DO NEGRO

Um projeto cultural amplo fundado por Abdias do Nascimento, em 1944. Reunindo educação, arte e cultura. Dentre as atividades, a função teatral e outras ações culturais e sociais que visavam alcançar transformações radicais no palco e na sociedade em geral. Um laboratório de experimentação artística… Existiu como o desmascaramento da hipocrisia racial que permeia a nação. Foram realizados cursos, congressos com ênfase na troca de idéias e experiências na análise e discussão sobre o afro brasileiro. As atividades do TEN incentivam a criação de iniciativas semelhantes. No Rio de Janeiro, em 1950, Solano Trindade funda o Teatro Popular Brasileiro; em São Paulo, os grupos negros encontram na dramaturgia norte-americana uma fonte para suas encenações experimentais; Geraldo Campos de Oliveira funda também um Teatro Experimental do Negro, que se mantém em atividade durante mais de quinze anos e monta, entre outros, O Logro, de Augusto Boal, 1953; O Mulato, de Langston Hughes, 1957; Laio Se Matou, de Augusto Boal, direção de Raul Martins, 1958; O Emparedado, de Tasso da Silveira; e Sucata, de Milton Gonçalves, ambos em 1961.

Por duas vezes o TEN é impedido de participar de festivais negros internacionais pelo próprio governo brasileiro. Segundo a historiadora Miriam Garcia Mendes, no entanto, esses fatos não devem ser compreendidos apenas como fruto da discriminação racial: “… os movimentos de vanguarda, e o TEN era um deles, sempre enfrentaram grandes dificuldades, não só por falta de apoio oficial, como pela natural reação do público (…) habituado às comédias de costumes inconseqüentes ou dramas convencionais”.

Estreou com a peça “O Imperador Jones” (Eugene O’NEILL), em 05.05.1945, cenário de Enrico Bianco e atuação de Aguinaldo de Oliveira Camargo. Segue trecho da entrevista do “Bloguinho Intempestivo”, com Abdias do Nascimento, sobre a existência de um texto dramatúrgico que valorizasse o negro e a cultura africana ou afro-brasileira:

Abdias: Nem ao menos um único texto que refletisse nossa dramática situação existencial, pois, como diria mais tarde Roger Bastie, o T.E.N. não era a catarsis que se exprime e se realiza no riso, já que “o problema é infinitamente mais trágico: o do esmagamento da cultura negra pela cultura branca”. Sem possibilidade de opção, O Imperador Jones se impôs como solução natural. (…) Escrevemos a Eugene O’Neill uma carta aflita de socorro. (…) De seu leito de enfermo, em São Francisco, a 6 de dezembro de 1944, O’Neill nos responde: “O senhor tem permissão para encenar o Imperador Jones isento de qualquer direito autoral, e desejo ao senhor todo o sucesso que espera com o Teatro Experimental do Negro. Conheço perfeitamente as condições que o senhor descreve sobre o teatro brasileiro. (…)” Encontramos em Aguinaldo de Oliveira Camargo a força capaz de dimensionar a complexidade psicológica de Brutus Jones. Em 1947, afinal, o encontro do primeiro texto brasileiro escrito especialmente para o T.E.N. — O Filho Pródigo, de Lúcio Cardoso e, também criado para o T.E.N., por Joaquim Ribeiro: Aruanda.

Na temporada seguinte foi encenada outra peça de O´Neill: “Todos os Filhos de Deus Têm Asas”, apresentada no Teatro Fênix, em 1946, com direção de Aguinaldo Camargo, cenários de Mário de Murtas, lançando uma atriz que se firmaria entre as maiores do nosso teatro: Ruth de Souza. Ano seguinte, encenou o primeiro original brasileiro do seu repertório: “O Filho Pródigo”, de Lúcio Cardoso. Ainda em 1947, o TEN participa de Terras do Sem Fim, de Jorge Amado, adaptação de Graça Mello, com direção de Zigmunt Turkov, montagem em colaboração com Os Comediantes. Em 1949, é a vez de Filhos de Santo, de José de Morais Pinho, selecionado entre os textos escritos especialmente para o TEN. Contendo muitos elementos da cultura religiosa negra e pincelada de crítica social, a peça se baseia em uma situação maniqueísta em que uma jovem é enfeitiçada por um pai-de-santo vilão, que a rouba de seu amado. O espetáculo ocupa o Teatro Regina, com direção de Abdias do Nascimento e cenários de Tomás Santa Rosa. Em 1950, o TEN estréia Aruanda, de Joaquim Ribeiro, um dos poucos textos bem-sucedidos do repertório lançado pela companhia. Trata-se de uma lenda desenvolvida com recurso ao mistério e à sensualidade, sobre o amor entre Rosa Mulata e o Deus Gangazuma, com quem ela se encontra por meio de seu marido, que recebe o espírito do Deus. No ano de 1961, Abdias escreve a antologia “Dramas para Negros e Prólogo para Brancos”. O TEN, na década de 1960, conseguiu uma atuação relevante e representativa na história teatral brasileira. Promoveu uma transformação singular na modulação cênica do signo negro, a releitura e recomposição da subjetividade e da experiência histórica. O intérprete negro é o sujeito da sua auto-representação. Uma linguagem dramática e cênica alternativa: a negrura se erigia e era investida de um poder agenciador ímpar no cenário do teatro brasileiro. No final dos anos 60 a ditadura militar silencia o TEN.

Ideais do TEN:

Trabalhar uma experiência histórica positiva do afro-descendente;

Denúncia do racismo;

Ênfase na reconfiguração de temas, fábulas e personagens;

Pesquisa buscando todas as referências possíveis das culturas africanas e afro-brasileiras;

Construção de uma dramaturgia alternativa;

Corpo de atores que pudessem representar sua própria história.

Iniciativas do TEN:

Formação do intérprete negro;

Formulação de uma dramaturgia que reconfigurou a fabulação da experiência negra no Brasil;

Sublinhou a relevância da contribuição africana na formação da civilização brasileira;

Procedimentos que pudessem descortinar a ampla e complexa gama da experiência histórica, estética, cultural e subjetiva do negro;

Na década de 1950, a publicação da Revista Quilombo

Dilemas:

Formação de um público e a participação efetiva de uma audiência negra;

Dificuldade em conseguir patrocínio público e privado para suas iniciativas.

O principal objetivo do Teatro Experimental do Negro, como consta em vários textos publicados sobre este grupo, era dar condições ao negro de levar aos palcos personagens livres dos estereótipos que foram sendo absorvidos e reproduzidos pelo teatro brasileiro. Mas como levar arte a um povo subjugado e desacreditado em seus direitos de cidadão contribuinte na construção do seu país? Então, paralelo ao trabalho teatral – que tinha como atores empregadas domésticas, poetas, pintores, advogados, militantes negros e outros -, o TEN organizou uma série de atividades de valorização social do negro no Brasil através da educação, da cultura e da arte. No Brasil, enfrentando o tabu da “democracia racial”, o Teatro Experimental do Negro era a única voz a encampar consistentemente a linguagem e a postura política da negritude, no sentido de priorizar a valorização da personalidade e cultura específicas ao negro como caminho de combate ao racismo. Por isso, o TEN ganhou dos porta-vozes da cultura convencional brasileira o rótulo de promotor de um suposto racismo às avessas. Porém, o Teatro Experimental do Negro trouxe para a cena brasileira atores negros, e estes não atuavam apenas nos palcos, e sim em diferentes momentos da vida social, e não mais como coadjuvantes, mas como sujeitos de sua história.

Dicas de sites e de vídeos que complementam a narrativa da importância e da invisibilidade das produções e movimentações que os artistas negros produziram no Brasil e continuam produzindo em total invisibilidade:

 

Web sites:

https://teatrodeafroamerica.wordpress.com

https://sagradocacete.wordpress.com/2010/06/09/teatro-negro-algumas-consideracoes

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PRIMEIRAMENTE #FORATEMER!!

Este meses foram bem importantes para a continuidade, aperfeiçoamento e alinhamento da equipe/coletivo no processo da montagem do Funarte Arte Negra no ponto de cultura Quilombo do Sopapo, o espetáculo “Os três Presentes Mágicos”.

O meu presente desse mês vai algumas contribuições/aprendizados sobre os encontro e ações culturais que colaboram para a política e a minha formação, as minhas impressões e a troca que foi bem intenso e desafiador. Processo novo para a minha caminhada no teatro, a vivencia com está montagem.

A atividade da elaborações de ideia e sugestões que possibilitou a colaboração do conceito FIGURINO dos atores, bonecos. A pensar numa dinâmica que nos fez olhar de forma mais concentrada/solidários em nós, quanto indivíduos/cidadãos, quanto atores/colaboradores desse processo tão lindo e profundo que é estar num processo de teatro negro. Me colocou pensar: Quem somos? O queremos nesse processo? E como vamos buscar a nossa afirmativa? Nos fez refletir a partir duma proposta de construção dos figurinos e como eles influenciam na montagem.

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E a construção dos bonecos e da cenografia, um processo bem coletivo de troca e aprendizado, com o compartilhamento, conversar e trocas dos mais experientes em fazer bonecos com papel machê. É um barato! A criação é linda e mexe com a gente mesmo; magnifico esta criação que nos traz outras dinâmicas. Eu que conheço um pouco de experiência do teatro de grupos latino-americanos, de comer, de falar, tod@s juntos do compartilhar comida, alimento a refeição e isso e fabuloso nesse processo. De poder perceber, dar sentido, por mim agora já num terceiro, ou quatro mês junto a uma intensa formação com os momentos do comer junto, muito interessante proposta de estar na mesa ali na cozinha do Ponto de cultura Quilombo do Sopapo, que se sente muita coisa, percebe, se saboreia.

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Também ocorre uma grande trocar, impressões e duvidas e momento, dum processo teatral e da política. Aí duma forma espontânea começamos a nos perguntar qual vai ser a nossa CONTRIBUIÇÃO em quanto atuador; já realizamos marchas, debates, reuniões shows artísticos, divulgação e atos, CULTURA PELA DEMOCRACIA e agora?

Eu estive com vários(as) outras companheiras(os) propondo, agir, organizar para OCUPAR PRÉDIO PÚBLICO. O que caberia ser feito neste momento e fomos atravessados por varias ações de ocupação em prédios do MinC, Funarte e do Iphan. Nos articulamos por um ação espontâneo de artistas descontentes com os rumos e por via de um Golpe do Brasil e saímos para defender a democracia brasileira, por primeiramente #ForaTemer!!!  #nemumaperdadosdireitosculturaisesociais.
2 foto Plenaria ocupaMincportioalgre andre de jesus 2016 4749df43-f894-42c4-8a6b-6cfecba078f3 Participação numa ato no ocupaMinCportolagre - 2016 andrte de jesusEntão no dia 19/5 fomos organizados junto aos movimento sociais MNLM/RS fazer ocupação para lutar por mais direitos e nem uma perda e que caia imediatamente este Governo Golpista. E já estamos vai fazer um mês no dia 19/6 organizando, formando, articulando, fazendo gestão de um espaço histórico (Instituto patrimônio Artístico Nacional/IPHAN) e, lógico, discutindo diferentes pautas que nos interessa e toda a sociedade, especialmente ocupação das escola pelos jovens e chamar conversas e atividade artísticas #ocupartenegraMinC, na qual no teatro de animação e no teatro bonecos e a cotação de historias, são um.

Numa formação que foi realizada com a Marion que nos colocou juntos, nus, estamos para discutir a importância de debatermos as nossa pautas das periferia, dos excluídos sejam que eles forem…

Tivemos também a 1° audiência pública com a Comissão de Cultura do Congresso Nacional, na qual abrimos um diálogo aberto e franco com os deputados e deputadas, inclusive o presidente da comissão, frase do Marcelo Restori, diretor de teatro – “Nos aqui somos hoje presidente o verdadeiro Ministério da Cultura” na qual teve um bom grupo de artistas na audiência.

Continuamos resistindo #ocupaMinCportoalegre. Vamos estar com três pessoas em Brasília para estar representando no 1° encontro nacional das ocupações nos dias 26 a 29/6, na qual vamos levar nossas pautas, discussões e nos unifica na criação desse movimento nacional de cultura.

http://www.sul21.com.br/jornal/ocupacao-do-iphan-nao-lutamos-por-pequenas-verbas-mas-por-cultura-no-seu-sentido-amplo/

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