Atualizações Recentes Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • Foto de perfil de Paulo Rená da Silva Santarém

    Paulo Rená da Silva Santarém 22:57 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: diaspora, facebook   

    Pessoal, em tempos de Internet.org e Presidenta com a jaqueta do Facebook, não sei quantos de vocês já usam o Diáspora*.

    Estou tentando reanimar o meu hábito de visitar essa rede social, e para isso – considerando o famigerado efeito de rede – é essencial que haja mais amigos por lá. Claro, se não houver com quem socializar, nenhuma rede não serve pra muita coisa. E essa vem com o “bônus” de respeitar os direitos pelos quais lutamos, dando um plus de coerência nos nossos esforços.

    Bom, meu endereço de uso é o prenass@diasporabr.com.br , que fica no servidor administrado pelo Anahuac. Quem quiser usar o mesmo, basta se inscrever em
    https://diasporabr.com.br/i/126de5ea6544 . Se você já usa outro (ou quiser um link curto para lembrar), encontre-me via http://dia.so/prenass .

    Quem precisar de dicas mais elementares, acho que posso ajuda no básicão. Mas, de antemão, recomendo dar uma olhada nos Tutoriais, que inclusive estão bem elegantes.
    https://diasporafoundation.org/tutorials

    É isso, abraços.

     
  • Foto de perfil de Mariel Zasso

    Mariel Zasso 20:37 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: economia criativa   

    E a economia criativa?

     
  • Foto de perfil de Dalton Lopes Martins

    Dalton Lopes Martins 20:17 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: mapeamento, software livre   

    Sugestão para apoio a criação de um mapeamento dos projetos, grupos, coletivos que estão desenvolvendo software atrelado a ações do MinC, em projetos, editais, consultores . Pensar em criar evento de convergência desses esforços, formas de colaboração e processos compartilhados entre eles, além de procurar produzir uma agenda de médio e longo prazo de esforços de desenvolvimento para ações estratégicas de cultura digital.

     
  • Foto de perfil de Adriana Veloso

    Adriana Veloso 19:23 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: participação   

    Contribuições sobre a participação no minc já contam com as seguintes premissas:
    O processo da participação social
    Comunicação acessível, divulgação e engajamento
    Descentralizar os espaços de consulta e tomada de decisões
    Atuar em redes independentes
    Demonstrar a efetividade da participação
    Facilitar a participação
    Redesenho do CNPC
    Outras propostas em
    http://culturadigital.b/dialogos

     
  • Foto de perfil de Dalton Lopes Martins

    Dalton Lopes Martins 19:12 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: sniic   

    Algumas contribuições para o SNIIC:

    1. API para exportação dos indicadores, permitindo ter acesso aos dados brutos para a produção de novos indicadores, visualizações, serviços e estudos que ampliem o potencial analítico da plataforma;
    2. considerar a possibilidade de criação de fluxos de informação e modelagem dinâmica da participação e gestão da informação por dentro do SNIIC que permitam a curadoria dos dados em rede em diferentes níveis de abertura e participação. Acredito que isso poderia facilitar diferentes formatos de adoção e atendendo diferentes níveis de abertura de participação;
    3. considerar modelo de ontologia no SNIIC que servisse como base/raiz para escalar para outros sistemas de informação da cultura que tivessem um ponto de partida e compatibilidade mínima na política semântica proposta a partir do SNIIC. A semântica poderia ser especializada para casos específicos, porém manteria uma compatibilidade que permitiria a produção de inúmeros modos de remix desses dados a serem desenvolvidos em aplicações futuras. Acredito que isso ampliaria o valor de uso da própria base.

     
  • Foto de perfil de Felipe Fonseca

    Felipe Fonseca 16:10 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: , redelabs   

    Gostaria de reforçar a necessidade de se pensar e executar estratégias que abram campos em branco, de atuação no improvável. De experimentação não-determinada. Porque se nosso legado ficou defasado, não adianta simplesmente vestir a velha mochila e tentar voltar a avançar. A imaginação precisa voltar à pauta, e isso só se faz com experimentação. Com pequenos erros moleculares que vão construindo.
    Importante lembrar que a cultura digital, lá em 2003, não entrou na pauta do Minc por acaso. Não foi uma escolha de embalagem no supermercado, dizendo “ah, vamos colocar isso aqui também”. Teve todo um processo de acúmulo anterior que naquele momento convergiu numa agenda que era totalmente nova, fundamentalmente ingênua e certamente arrogante. E por isso potente. Hoje não temos essa potência. Pelo contrário, temos um monte de pacotes furados de ilusões estraçalhadas, decepções em sequência, e praticamente toda a nossa novidade já foi apropriada pelos mercados. Software livre, colaboração, DIY, P2P? Caiu pra dentro, já tá tudo na NASDAQ.
    Daí que insisto como um papagaio na ideia dos labs. Não labs como salas fechadas com equipamentos dentro, mas labs como estratégia de colaboração sem fins definidos (esqueçam o laboratório de química do ensino médio, lembrem do laboratório das oficinas de teatro). Justamente os labs como espaços em branco onde podem surgir um monte de coisas que nem sabemos quais serão. Políticas simples para labs: imersões e residências, intercâmbio e pesquisa. Fazer pessoas totalmente diferentes conviverem, usando o mesmo espaço, e trocarem figurinhas. Pouco investimento, pouco controle, bastante potencial.

     
  • Foto de perfil de Pedro Henrique Jatobá

    Pedro Henrique Jatobá 15:46 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags:   

    Olá, Gostaria de saber qual a visão da atual gestão sobre as plataformas de cultura digital em softwares livres já existentes, financiadas com dinheiro público e que já possuem uma base de usuários na rede pontos de cultura, fruto inclusive de investimentos públicos em capacitação de usuários e fomento de redes locais. O Cultura Digital.BR. a Rede Colaborativa iTEIA, as ferramentas de comunicação do GANESHA, a Plataforma CORAIS, o Espaço ESCAMBO, A Rede LIVRE são exemplos. Qual a importância que a gestão atual vê nestas iniciativas e a mesma enxerga como estratẽgico financiar a integração destas plataformas em uma rede federada da cultra?

     
  • Foto de perfil de Thiago Skárnio

    Thiago Skárnio 15:40 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: midias federadas,   

    Como falei na reunião, gostaria mais de ouvir sobre Diaspora do que Facebook. Que um dos temas desta reunião deve ser o desenvolvimento e estímulo de Mídias Sociais Federadas. O próprio MinC, por exemplo, tem perfil na Diaspora ou Quitter? Também lembrei que o aspecto livre de Rádio Digitala pode fomentar uma outra Internet no país, mais universal e democrática.

    Primeiro registro: http://skarnio.tv/reuniao-retomada-cultura-digital/
    Uma contribuição: http://skarnio.tv/diversidade-cultural-na-internet/

    Sobre redes federadas:

    https://marcelo.juntadados.org/texts/gnu-linux-juntadados-4-04r2
    http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/07/1310366-alternativa-rede-social…
    http://softwarelivre.org/colivre/blog/o-que-sao-redes-sociais-virtuais-f…
    http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252013000400006&scr…
    http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_software_and_protocols_for_di…
    http://skarnio.tv/liberdade-para-a-midia-livre/
    https://diaspora.juntadados.org/posts/799300
    http://corais.org/metadesign/node/84367#comment-10999

    Sugestão de Redes Federadas:

    https://diaspora.juntadados.org
    https://diasporabr.com.br/
    https://redmatrix.me/
    http://friendica.com
    https://friendica.ambientedigital.org
    https://red.vilarejo.pro.br/

    Estas anteriores “conversam” entre elas.
    As próximas, entre si, mas não com as anteriores (ainda):

    https://quitter.se/
    https://gnu.io/social/try/

     
  • Foto de perfil de Mariel Zasso

    Mariel Zasso 15:15 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: DRM, inclusão digital, , REA   

    Eu achei que as inscrições estavam encerradas, tava deixando para a tarde, mas cito aqui alguns pontos que não foram tocados ainda (ou pouco explorados):

    • Recursos educacionais abertos;
    • DRM (como o MINC pode incidir para evitar restrições de compartilhamento de conteúdos digitais atreladas a hardwares ou navegadores. Se é que pode. Se é que interessa);
    • que o MINC assuma um papel de articulação dentro do governo, incluindo sec de inclusão digital, sepin, mec, min trabalho, visando a pauta da inclusão (ou letramento, se preferirem) digital e compartilhamento radical de conteúdos culturais e educativos produzidos no Brasil;
    • labs – Estratégias para uma Cultura Digital da Abertura (vide estudo que o Felipe Fonseca compartilhou).
     
  • Foto de perfil de Rodrigo Savazoni

    Rodrigo Savazoni 15:09 em 23 de April de 2015 Link permanente | Resposta
    Tags: institucionalidade   

    Reblogando por aqui o que escrevi sobre o nosso encontro, com base na minha fala.

    http://www.savazoni.com.br/a-cultura-digital-no-ministerio-da-cultura/

    Fiz uma fala desrespeitando os cinco minutos que me foram oferecidos no debate sobre #culturadigitalbr lembrando que hoje estamos, publicamente, restabelecendo o espaço de diálogo entre o Ministério da Cultura e as forças vivas que atuam no campo da cultura digital.

    Reiniciamos esse diálogo sabendo que parte do movimento que construiu pontes com a gestão Gil-Juca não se reconhece no atual governo e, embora respeite o legado da época Lula, não se dispõe mais ao diálogo. Portanto, é o momento de escuta atenta e a construção de um possível novo pacto de confiança. Retomar a ousadia. Inventar novas formas de fazer o que precisa ser feito. E sobretudo, momento de ter coragem de enfrentar a construção institucional, para além do Ministério da Cultura.

    Não temos um fundo de fomento à cultura e arte digital; não temos uma instituição federal que trabalhe continuamente essa agenda (o cinema por exemplo tem quatro), não temos acesso aos mecanismos de fomento vindos da Ciência e Tecnologia (porque somos leves demais para o sistema duro que vigora), não temos uma lei nacional de incentivo à produção de software livre (nem recursos para isso); não temos uma visão atualizada dos desafios que estão postos, orgânica e estruturada. Vivemos, atualmente, um deserto institucional na área da #culturadigitalbr.

    Portanto, o que nos resta é mãos à obra. E não será fácil….

    Também aproveito para compartilhar alguns links colhidos internacionalmente, que são elementos para contribuir com esse novo radar do Ministério da Cultura.

    Digital Culture Research Report – Inglaterra
    http://artsdigitalrnd.org.uk/wp-content/uploads/2014/12/Digital-Culture-2014-Research-Report1.pdf

    Digital Culture Annual Report – Espanha
    http://www.dosdoce.com/upload/ficheros/noticias/201404/digital_culture_report__english_version.pdf

    Quem aqui já conhece o projeto Educação na Cultura Digital do Ministério da Educação?

    Acesse no http://educacaonaculturadigital.mec.gov.br/

     
c
compose new post
j
next post/next comment
k
previous post/previous comment
r
reply
e
edit
o
show/hide comments
t
go to top
l
go to login
h
show/hide help
shift + esc
cancel
Pular para a barra de ferramentas