MEC sugere não reprovar aluno nos três primeiros anos do Fundamental

Sugestão da aluna Luine Martins

http://migre.me/3TXyL

Podemos comparar a recomendação do MEC com as políticas educacionais do Estado de São Paulo?
O que você pensa sobre a aprovação automática?

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6 respostas a MEC sugere não reprovar aluno nos três primeiros anos do Fundamental

  1. Maria Teresa disse:

    Gostei bastante dessa reportagem!
    Precisamos mesmo pensar sobre o assunto! Nosso maior desafio é garantir que as crianças aprendam!! Acredito que temos que lutar por melhores condiçoes de ensino e essa luta passa, entre outras coisas, por garantir um numero maximo de alunos por classe e principalmente pela boa formaçao inicial e continuada dos professores.

  2. Gabriela das Neves disse:

    A questão da reprovação na fase inicial do ensino fundamental é bastante complexa, concordo que ela não é eficaz e evidencia apenas o fracasso…Um período de três anos seria mais significativo, principalmente para o processo de aquisição da linguagem… Resta saber se com a lei, chegam também os recursos para o desenvolvimento da aprendizagem de todos!!??

  3. Katalina Rodrigues disse:

    A recomendação do MEC de não aprovar os alunos nos primeiros anos do EF me agrada. Entretanto, há uma série de fatores que devemos observar para que tal processo não seja um adiamento do problema. É necessário que existam políticas públicas que garantam a eficácia deste processo, tendo em vista que são muitos os segmentos que dificultam o aprendizado: Salas de aula numerosas, professores sem formação específica em alfabetização, descomprometimento de alguns profissionais, entre outros.
    Outro fator crucial é o empecilho do professor não poder escolher o ano/série em que tem maior facilidade e prefiram atuar, desencadeando assim um processo de desmotivação profissional. Postas as ressalvas, as recomendações do MEC, se bem aplicadas, supervisionadas e avaliadas vem ao encontro do que todos esperamos: Uma educação de qualidade para todos!

  4. Camila disse:

    O que precisamos ter consciência como professores que é necessitamos conhecer nossos alunos na medida do possível em todas as suas dimensões como pessoa; suas condições intelectuais e os aspectos (emocionais, físicos e familiares) que influenciam direta ou indiretamente em sua personalidade e em sua “maneira” de aprender; e a partir disto elaborar estratégias que unidas às teorias pedagógicas possam contribuir facilitando a aprendizagem de nossas crianças! Este é nosso compromisso, garantir a aprendizagem; lembrando que cada aluno tem seu tempo para que esta se efetive!

  5. Cristina Ferreira dos Santos disse:

    Concordo com o comentário de Katalina Rodrigues, pois nós profissionais da educação sabemos o quanto é difícil trabalhar contando com um sistema que não nos favorece. Muitas Leis são criadas com o intuito de favorecer a aprendizagem dos alunos, mas infelizmente as escolas não estão preparadas para isso, sabemos que nossa estrutura escolar é do século passado e não se enquadra mais no modelo de aluno que pretendemos formar, além disso, não temos a devida valorização. Se a recomendação do MEC se tornar Lei, teremos de acatar, assim como a Progressão Continuada e a Inclusão foram inseridas em nossas escolas, mas muitas vezes, sem estrutura e adequação alguma, ficando somente no papel.

  6. Sebastião disse:

    Nós que somos educadores sabemos a dificuldade que encontramos na sala de aula, e se esta sugestão do MEC virar lei, vai ficar muito difícil de trabalhar, porque encontramos com um índice de famílias que não tem estrutura alguma, hoje o professor tem que ser pai, irmão, tio, médico e psicólogo, porque lidamos com todos os tipos de gente, e outra os pais não tem nem um conhecimento educacional para que possa ajudar na educação a qual está proposta pelo sistema educacional.

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