Como você usa a web para estudar – do blog do Tas

Compartilho com vocês pois pode ser um bom exemplo das TICs na Educação

Do blog do Marcelo Tas, colhido no Facebook

http://blogdotas.terra.com.br/2011/04/01/educacao-na-rede/

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Os “nativos digitais”sabem realmente tudo?

Do blog Eu Amo Educar, mantido pelas editoras Ática e Scipione, uma discussão do uso das TICs pelos nativos digitais e pelos imigrantes digitais e o papel do professor nesse universo.

http://blog.aticascipione.com.br/eu-amo-educar/253/

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15 mitos da Educação – Revista Nova Escola

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/15-mitos-educacao-621800.shtml?page=0

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Plagio nos trabalhos acadêmicos

Essa matéria saiu hoje no jornal O Globo do Rio

http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/03/12/na-era-da-internet-professores-se-armam-contra-plagio-feito-por-alunos-924000495.asp

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Gilberto Dimenstein e as lições de celebridades

No artigo do Gilberto Dimenstein da Folha de São Paulo desse domingo, 13/03/2011, ele fala sobre o investimento que o Mark Zuckerberg, dono do Facebook, está fazendo numa escola americana.
Investimentos privados em Educação pública, obssessão por números elevados de desempenho, a presença de celebridades (vejam que interessante o despertador dos alunos) e a participação da Universidade são alguns dos assuntos abordados no artigo.
Boa leitura e reflexões para deixar registradas aqui!

GILBERTO DIMENSTEIN

Lições de celebridade

O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, é o filantropo bilionário mais novo de que se tem notícia

ALVO DE ACUSAÇÕES de plágio e de falta de escrúpulos, amplificadas pelo filme “A Rede Social”, Mark Zuckerberg, criador do Facebook, fez um impactante lance de marketing social. Tirou de seu próprio bolso a quantia de R$ 170 milhões para ajudar a inovar a educação pública em uma cidade americana.
A repercussão foi imensa -não só porque ele anunciou a doação ao vivo no programa da Oprah Winfrey mas também porque se tornou o filantropo bilionário mais novo de que se tem notícia. Ele resolveu estimular uma das mais interessantes e polêmicas ideias do momento: escolas mantidas com dinheiro público, mas independentes dos governos, com autonomia para criar seu próprio currículo, bem como para contratar e demitir. Um diretor, por exemplo, não precisa ter estudado pedagogia, basta ser considerado um bom gestor; a maioria dos professores não é sindicalizada.
Um dos prazeres de viver nos EUA é assistir da primeira fila ao modo como a crescente obsessão de um país pela solução de um problema, no caso o ensino público, propulsiona a energia criativa, gera bilhões de dólares em doações e atrai as melhores e mais brilhantes cabeças.
Motivo da obsessão: a elite americana, inclusive suas celebridades, está com medo de perder a liderança mundial em inovação e precisa nutrir seus talentos.

Todos os dias, surgem experiências ou softwares para facilitar o aprendizado. Na semana passada, um curioso projeto me chamou a atenção: celebridades do mundo dos esportes e do mundo da música estão gravando em Nova York mensagens para acordar por telefone alunos que costumam chegar tarde à escola.
Os jornais estão povoados de notícias sobre fechamento de escolas públicas que não funcionam e sobre demissão de diretores, professores e secretários da Educação. Tudo é orientado por números.

Uma das razões que levaram o criador do Facebook a desembolsar seus milhões para aquelas escolas independentes, aqui chamadas de “charters”, são estudos como o divulgado no mês passado por uma equipe de economistas e educadores de Harvard e do MIT, feitos com rigor matemático. Os intricados gráficos, repletos de equações, ficam mais simples de entender vendo a fila de espera gigantesca de pais à procura de uma vaga naqueles colégios. Há um ótimo livro recém-lançado em português sobre essa experiência, feito pelo Instituto Fernand Braudel, que pode ser baixado de graça na internet.
Números levaram, na semana passada, Barack Obama para dentro de uma escola de ensino médio (a TechBoston Academy) cujos alunos são, em sua maioria, pobres e que, apesar disso, consegue ótimos resultados. Quase todos os alunos chegam à faculdade.
Esses avanços foram possíveis porque a fundação de Bill Gates está distribuindo fortunas para a criação de modelos educacionais. Na TechBoston, a tecnologia está por todos os lados. Gates está abrindo seus cofres para bancar gente disposta a perseguir metas de excelência.

Conversei na semana passada com Irvin Hammer, um dos responsáveis pela educação na cidade de Memphis, que conseguiu abrir os cofres de Gates: “Nós não temos desculpas para explicar o desempenho de nossos alunos. A culpa não é de ninguém. Não é dos pais nem da comunidade. É nossa”.
Obteve uma doação de R$ 150 milhões para um programa de treinamento de professores que usa uma consultoria empresarial.

Hammer faz parte de um grupo de educadores que defendem a política do “no excuses”, ou seja, “sem desculpas”. Desmonta-se um pouco a tendência de explicar todas as falhas pela ação de forças externas.
Não é pouco o espanto que alguns dos meus interlocutores mostram quando lhes conto que, na pauta de sindicatos de professores no Brasil, existia até pouco tempo atrás a demanda explícita pelo absenteísmo, além da defesa de professores que, tendo tirado nota zero numa prova de conhecimento, pretendiam continuar lecionando e do ataque a medidas que valorizam o mérito.
É certo também que ficam curiosos para saber como se atraem talentos com um salário inicial inferior ao de muitas empregadas domésticas brasileiras. Imaginam que estou exagerando quando digo que a despesa anual de um aluno brasileiro é, sem exagero, a despesa mensal de um estudante americano.

PS- Na próxima quarta-feira, a escola de administração (Sloan) do MIT vai realizar um encontro no Brasil sobre gestão e educação, no qual será apresentado, entre outras coisas, o texto sobre as escolas independentes feito por economistas. Coloquei na internet (catracalivre.com.br) uma seleção dos textos e links dos projetos tratados nesta coluna, inclusive a íntegra do estudo do Instituto Braudel.

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Educomunicação

Entrevista com o Prof. Ismar de Oliveira Soares da USP, sobre a Educomunicação.
http://aprendiz.uol.com.br/content/jisligukes.mmp

Você conhece a Educomunicação?

Leia essa entrevista e registre suas opiniões.

Um trecho: “O principal foco é apoiar a capacidade de expressão dos sujeitos sociais. Nele não existe uma relação hierárquica de transmissão de conhecimento, como na comunicação tradicional, de mercado, onde o produtor que define o conteúdo e o expectador consome.”

Boa leitura

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Ainda Paulo Freire..sempre Paulo Freire

Que maravilha esse mundo em rede!

No post de ontem da Professora Sônia Bertocchi , do blog Lousa Digital http://lousadigital.blogspot.com/, sobre a Carta de Paulo Freire aos Professores, ela falava que a Carta a fizera imaginar que, se fosse vivo, PF estimularia os professores a tuitar.

Pertinente ao nosso propósito nesse blog, postei aqui e, ao mesmo tempo, enviei a ela (pelo twitter do @sibiunitau) um outro artigo do Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/) onde o o autor Venício A. de Lima, enxerga a mesma atualidade em PF.

O resultado disso é um novo post da Profa. Sônia. Vejam:

Paulo Freire:
fonte de inspiração e referência para o campo da comunicação

Em um de meus posts anteriores, Paulo Freire e o Twitter, disse que um trecho da Carta de Paulo Freire aos Professores havia me chamado muito a atenção e me levado a imaginar que ele não hesitaria em recomendar aos professores que tuitassem ao menos “três vezes por semana”.

O post teve grande repercussão e suscitou uma boa conversa sobre a relação educação e as novas tecnologias da informação e da comunicação – tanto aqui como no Twitter.

Foram muitas as mensagens recebidas, dentre as quais, destaco neste post, esta enviada por

http://tinyurl.com/4cbhkkw

Comunicação e Cultura em Paulo Freire
p/ @soniabertocchi
Agradeço muito à Márcia Ribeiro, responsável pelo perfil @sibiunitau por ter enviado o  link e convido todos vocês a lerem Comunicação e cultura em Paulo Freire, artigo muito bom de Venício A. de Lima* que defende: 

“as reflexões de Freire sobre comunicação
nunca estiveram tão atuais”
Freire teoriza a comunicação interativa antes da revolução digital, vale dizer, antes da internet e de suas redes sociais”.

O texto, além de profundidade, uma bibliografia excelente, traz também um “causo” logo no início…imperdível… e que dá pano para um outro post !

*Venício A. de Lima é jornalista, sociólogo, mestre, doutor e pós-doutor pela Universidade de Illinois; pós-doutor pela Universidade de Miami; professor-titular de Ciência Política e Comunicação aposentado da Universidade de Brasília; fundador e primeiro coordenador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB, ex-professor convidado da EPPG-UFRJ, UFPA,UFBA, UCB e UCS, no Brasil, e das universidades de Illinois, Miami e Havana.

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Participação

Pessoal, que sensação boa ver a cada dia o número de comentários crescendo e com novos participantes!!
Espero que participem cada vez mais com seus comentários, sugestões, críticas e mais links que forem descobrindo nessa grande rede!
Que esse seja um espaço de altas discussões sobre a profissão que escolheram!
Abraços a todas!
Marcia

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Paulo Freire e o twitter – Profa. Sonia Bertocchi

A professora Sonia Bertocchi, consultora em TICs na educação e que mantém o blog Lousa Digital – Educação em tempos de cultura digital, publicou a Carta de Paulo Freire aos professores e escreveu o seguinte comentário:

“Acabei de publicar a Carta de Paulo Freire aos professores e, relendo, um trecho me chamou muito a atenção e me levou a imaginar que Paulo Freire não hesitaria em recomendar aos professores que tuitassem ao menos “três vezes por semana” … Vejam:

“Pensando na relação de intimidade entre pensar, ler e escrever e na necessidade que temos de viver intensamente essa relação, sugeriria a quem pretenda rigorosamente experimentá-la que, pelo menos, três vezes por semana, se entregasse à tarefa de escrever algo. Uma nota sobre uma leitura, um comentário em torno de um acontecimento de que tomou conhecimento pela imprensa, pela televisão, não importa. Uma carta para destinatário inexistente. É interessante datar os pequenos textos e guardá-los e dois ou três meses depois submetê-los a uma avaliação crítica.”

Com exceção da carta para destinatário inexistente, que certamente, não caberia em 140 caracteres, o que PF propõe se encaixa perfeitamente na categoria tuíte. Mas, mesmo assim, ela poderia ser postada em pequenos trechos…

Acredito que estamos pensando juntos nas mesmas possibilidades.

Vejam a carta de Paulo Freire no link do Lousa Digital, reflitam e comentem.

http://lousadigital.blogspot.com/2011/02/carta-de-paulo-freire-aos-professores.html

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Escola Acre, no Rio de Janeiro – Revista Piauí

Olhem que matéria interessante da Revista Piauí sobre a  Escola Pública Municipal do Rio de Janeiro, bem dentro da experiência que comentei com vocês realizada pela Profa. Claudia Costin, Secretária Municipal de Educação.

Gostei muito da descrição do dia a dia da escola, nas visões da direção, dos professores e dos alunos.

Leiam e comentem.

http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-53/anais-da-educacao/o-brasil-e-aqui

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