No dia 23 de dezembro, o presidente da Funarte, Francisco Bosco, se reuniu com os diretores dos centros e os coordenadores de linguagens da instituição para debater a agenda de trabalho da Política Nacional das Artes (PNA) de 2016.

Um dos objetivos do encontro é que os membros da Funarte intensifiquem sua atuação em conjunto com os articuladores da PNA na construção e sistematização de propostas para a reformulação da instituição, em curso justamente através da PNA.

De acordo com Bosco, a Funarte é sujeito e também objeto do processo de construção da Política Nacional das Artes, uma vez que um dos objetivos finais é justamente uma reinvenção institucional:

Hoje, a Funarte é uma grande executora: formula, executa, fiscaliza e concentrando tudo no Rio de Janeiro. A Funarte não pode ser uma mera repassadora de recursos. Ela deve exercer o verdadeiro papel da União: formular e articular políticas públicas juntos com os estados e municípios e passar a ser uma articuladora. Eu não tenho dúvidas de que esse é o caminho para a potencialização da Funarte”, explica Bosco.

Segundo o presidente, a ideia é que a nova Funarte esteja integrada à lógica do sistema federativo e o encontro com os diretores e coordenadores da instituição simbolizou o ingresso de cada um no processo de construção da PNA:

“É um processo longo e trabalhoso. O que queremos é que cada diretor e coordenador faça uma contribuição crítica ao processo. A expectativa é que até o final do primeiro semestre de 2016 já tenhamos uma sistematização das propostas”, diz Bosco.

Encontro com articuladores
A segunda etapa da reunião consistiu em encontros dos articuladores com os diretores e coordenadores de cada linguagem, onde debaterem propostas e definiram o plano de trabalho para o 1º semestre de 2016.