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Bacharel em Artes Visuais pela Faculdade Grande Fortaleza, mestre e doutoranda em História e Crítica da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Jacqueline Medeiros é responsável pelas artes visuais do Centro Cultural Banco do Nordeste de Fortaleza (CE). Em 2013, assumiu a gerência interina durante o período de relocalização da sede do CCBNB e, em 2015, articula e implanta a primeira ação do projeto “Viva o Centro Fortaleza” de promoção para ocupação cultural no centro histórico da cidade. Ela é co-organizadora do livro “Roberto Pontual: Obra crítica”, com artigos publicado em anais de congressos e revistas especializadas da área. Participou de várias comissões de seleção de editais públicos de artes visuais em Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro.

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circo - hugo

Hugo Possolo é natural de Vitória, no Espírito Santo, e acumula múltiplas funções: é palhaço, ator, dramaturgo, cenógrafo, figurinista, diretor e produtor cultural e possui formação em Comunicação Social (Faculdade Cásper Líbero) e História (USP). Iniciou sua trajetória circense e formou-se como palhaço no Circo-Escola Picadeiro e fez sua estreia no teatro, em 1984, com a peça “Quando Tenho Razão Não É Culpa Minha”, dirigido por Arthur Leopoldo e Silva. Hugo é também fundador do grupo circense teatral Parlapatões, que realiza um trabalho voltado para a comédia, utilizando técnicas circenses e de teatro de rua, desde 1991. Além de seus espetáculos, o Parlapatões mantêm o seu teatro, o Espaço Parlapatões, inaugurado em 2006 e considerado um marco na revitalização do centro paulistano, e o Galpão Parlapatões, centro de ensaios, treinamento e cursos geridos pelo grupo. Seus espetáculos foram destaque nos principais festivais brasileiros e já se apresentou em países como Espanha, Portugal, Estados Unidos, Escócia, Colômbia e Uruguai.

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dançapna
Bailarino, coreógrafo e investigador de culturas, Rui Moreira iniciou a carreira no fim dos anos 1970, com participações no Grupo Corpo (MG), Cisne Negro (SP), Balé da Cidade de São Paulo, Cie. Azanie (França/Lyon), Cia. SeráQuê? (MG), e atualmente na Rui Moreira Cia. de Danças (MG). Dedica-se a desenvolver criações a partir de pesquisas gestuais tendo como mote principal a diversidade cultural no Brasil. Fez curadoria da Mostra de dança contemporânea Telemig Celular Arte em Movimento (2004); FAN – Festival Internacional de Arte Negra (2003, 2005/2006, 2007 e 2009). Integra a Associação SeráQuê Cultural, da qual é sócio-fundador.

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literaturapna

Criou a revista de poesia Azougue, em 1994, e, em 2000, a Azougue Editorial. Coeditou, com Fred Coelho e Heyk Pimenta, o tabloide “Atual – o último jornal da Terra”, entre 2009 e 2013. Coeditou, com Afonso Luz e Didi Rezende, a revista Nau, entre 2013 e 2014. Fez parte da Comissão Editorial da revista Poesia Sempre, da Biblioteca Nacional, entre 2011 e 2014. É autor das “Revistas de invenção – 100 revistas brasileiras de cultura, do modernismo ao século XXI (2011)”; “O sonhador insone – poesia 1994-2012” (2012); “Roberto Piva”, coleção Ciranda da Poesia, (2012); “A reflexão atuante – ensaios interventivos e entrevistas”, (2014). Organizou uma série de volumes dedicados a personalidades como Ailton Krenak, Darcy Ribeiro, Fernando Gabeira, Gilberto Gil, Hélio Oiticica, Paulo Freire, Roberto Piva, Vinicius de Moraes e Zé Celso Martinez Correa, além de especiais dedicados a Tropicália, Geração Beat e Maio de 68.

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músicapna

Cacá Machado, músico e historiador, é professor doutor na área de música, história e tecnologia no Instituto de Artes da UNICAMP. Autor do CD eslavosamba (YB/Circus, 2013) e dos livros O enigma do homem célebre (Instituto Moreira Salles, 2007), Tom Jobim (Publifolha, 2008), entre outros. Foi Diretor do Centro de Música da Funarte (2009/2010), do Auditório Ibirapuera (2011) e , atualmente, é Diretor-Presidente da Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo. Compõe para teatro, TV e cinema desde 1998, o trabalho mais recente é o filme longa-metragem A Comédia Divina (Globo Filmes, dir. Toni Venturi, 2016).

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Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Marcelo Bones participou de festivais, cursos e seminários no Brasil e exterior com seus espetáculos ou como debatedor, mediador, professor ou observador. É fundador e diretor do Grupo Teatro Andante, de Belo Horizonte, tendo participado de festivais nacionais e internacionais. É diretor executivo da Platô (Plataforma de Internacionalização do Teatro) e idealizador e coordenador do Observatório dos Festivais. Foi diretor artístico do FIT BH 2012 (Festival Internacional de Teatro Palco e Rua) e coordenador geral do FIT BH 2004. É assessor e consultor de diversos festivais de teatro no Brasil, como, por exemplo, o Festival do Teatro Brasileiro, o de Rua de Porto Alegre e o Nacional de Teatro de Fortaleza. É professor de interpretação da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes) de Belo Horizonte desde 1989. Foi diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte, de 2008 a 2011. Formulou e gerenciou os editais para as áreas de circo, dança e teatro e criou novos. Participou do debate sobre a reforma da Lei Rouanet contribuindo na redação do projeto do ProCultura. É fundador e conselheiro nacional (2006 a 2009) do REDEMOINHO, movimento de representação de aproximadamente 70 grupos teatrais brasileiros e fundador da Rede Brasileira de Teatro de Rua.

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