O membro da rede CulturaDigital.Br Claudio Prado respondeu ao formulário da sessão temática 11: Rede Nacional- Integração com Programas de Governo, contribuindo para o debate sobre as ações do PNBL, divulgadas pela Secretaria-Executiva do Fórum Brasil Conectado. Veja as respostas dele, opine e fique à vontade para fazer o mesmo com formulários desta e de outras sessões disponíveis no menu à direita.
Sessão Temática 11
Ações do PNBL a serem discutidas:
5.11. Integração e compartilhamento com o Programa de Cidades Digitais
5.12. Integração com o Programa de Inclusão Digital
Entidade:
Descrição
A sessão temática “Rede Nacional – Implementação com Programas de Governo” tem por objetivo elaborar proposta para suportar políticas públicas de inclusão digital tendo como finalidade a ampliação e sustentabilidade na conectividade em banda larga (telecentros, cidades digitais, UCA etc.).
Os diversos programas governamentais têm no aspecto conectividade um dos pontos que podem colaborar para o seu sucesso. Essas políticas dependem de uma maior interação entre as entidades federativas. Ações que levem a esta troca de esforços juntamente com a viabilidade de interconexões dos backbones são fundamentais.
Aspirações
# Maior aderência aos programas de cultura digital de governos (pontos de cultura) e sua interseção com o cidadão principalmente no que se refere a apropriação e qualificação de uso da rede.
# Facilitar e fomentar a disponibilização de alfabetização digital livre para fomentar o crescimento da cidadania digital autônoma (cultura digital).
# Facilitar a qualificação do acesso (cidadãos alfabetizados em cultura digital) a Terminais, no âmbito do Programa Computador para Todos, do Programa Computador Portátil para Professores, do Um Computador por Aluno, do Programa Cultura Viva, Lan Houses entre outros.
# Fomentar programas de governo voltados à educação digital livre, garantindo alfabetização digital como meta de universalização a ser estabelecida no PGMU III, implantação de acessos livres (wi fi) em escolas públicas de todos os níveis e a universalização do Projeto Um Computador por Aluno.
# Fomentar a sinergia de acessos comunitários de ações do governo (Telecentros, Pontos de Cultura, acessos abertos por redes sem fio municipais), com a sociedade civil organizada (há um conjunto de ações públicas do Terceiro Setor na área de Cultura Digital e iniciativa privada – Lan Houses).
Necessidades e problemas
# Os diversos programas de inclusão e cultura digital dos governos (e da sociedade civil e iniciativa privada) dependem de cidadãos alfabetizados em cultura digital. Os processos de alfabetização são demorados e sua ausência inviabilizam o uso pleno da infraestrutura de conexão.
# Atualmente a abrangência geográfica da alfabetização digital é seriamente limitada e anula a possibilidade da população se apropriar plenamente da Banda Larga.
# Programas de Cultura Digital têm dependência direta de cidadãos alfabetizados autônomos em cultura digital livre, capazes de usufruir de forma plena do Plano Nacional de Banda Larga.
# Cada vez mais a população é incentivada a usar recursos multimídia on line e as demandas de banda (sobretudo de upload) são muitíssimo superiores às capacidades de atendimento dos prestadores de serviços de comunicação.
Proposta
# Estabelecer uma política de acesso público qualificado para programas governamentais de inclusão e cultura digital, da sociedade civil e iniciativas privada de natureza pública (Lan Houses), de forma a garantir que a população possa usufruir de forma plena da infraestrutura de conexão em banda larga.
# Fomentar iniciativas de alfabetização digital em multimídia livre (cultura digital) em escolas de todos os níveis, e em todos os programas de inclusão e cultura digital dos governos, da sociedade civil e Lan Houses.
# Utilizar a Rede Nacional para gerar uma maior competição a partir da entrada de pequenos e médios provedores de acesso locais.
# Garantir paridade de velocidade de banda para upload e download, imprescindível para o uso multimídia interativo.
# Fomentar o uso diversificado das diversas tecnologias de acesso local (último metro) tais como wi fi, wi max, por eletricidade, redes mesh, incorporando novos avanços tecnológicos que virão a ocorrer durante a abrangência das metas.
Representante(s) da entidade que participará(ão) da sessão temática
Fernando Gonçalves 18 de agosto
Paz e Bem, Comunidade.
Dar acesso aos computadores comunicantes que rodam softwares livres sem dar aos usuários opções,estimulos, incentivos ao aprendizado da linguagem da máquina ( computação, programação ) negando-lhes propostas de produção de conteúdos com aplicativos livres ( GIMP, suite BROffice, e-mails, equalizadores de audio/vídeo) como meio de ‘aprender fazendo’ é maneira ‘não inteligente’ de fazer inclusão.