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	<title>Pontão de Cultura Digital Ganesha</title>
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	<description>Articula a rede Cultura Viva na Região Sul do Brasil.</description>
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		<title>Dia de política e ativismo na Campus Party!</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cpbr5]]></category>
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		<category><![CDATA[reformalda]]></category>
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		<description><![CDATA[A agenda da Campus Party desta quarta-feira (dia 8/2) está marcada por diversos debates envolvendo o ativismo e a política na rede. Temas como a censura na internet, cultura digital e a Reforma da Lei de Direito Autoral no Brasil são debatidos em várias mesas e espaços. O Pontão Ganesha selecionou algumas atividades: Mesa &#8211;&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2012/02/08/dia-de-politica-e-ativismo-na-campus-party/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #42104a">A agenda da Campus Party desta quarta-feira (dia 8/2) está marcada por diversos debates envolvendo o ativismo e a política na rede. Temas como a censura na internet, cultura digital e a Reforma da Lei de Direito Autoral no Brasil são debatidos em várias mesas e espaços.</span></p>
<p><strong><span style="color: #42104a">O Pontão Ganesha selecionou algumas atividades:</span></strong></p>
<p><strong>Mesa &#8211; Cyberativismo político: separando o joio do trigo</strong><br />
Horário: 14:30 – 16:00<br />
Local: Palco Software Livre</p>
<p><strong>Debate &#8211; Web a serviço da democracia</strong><br />
Horário: 15:30 – 16:45<br />
Local: Palco Polivalente</p>
<p><strong>Mesa Redonda &#8211; Cultura digital na América Latina</strong><br />
Horário: 16:30 – 18:00<br />
Local: Palco de Artes Digitais<br />
<strong><br />
DEBATE &#8211; A internet ainda está sob ataque?</strong><br />
Horário: 21:45 – 23:00<br />
Local: Palco Polivalente</p>
<p><strong>Outras informações:</strong></p>
<p>Agenda completa da Campus Party 5: <a href="http://www.campus-party.com.br/2012/agenda-geral-cpbr5.html" target="_blank">http://www.campus-party.com.br/2012/agenda-geral-cpbr5.html</a></p>
<p>Fotografias do primeiro dia: <a href="http://www.iteia.org.br/imagens/fotografias-campus-party-5-dia-72" target="_blank">http://www.iteia.org.br/imagens/fotografias-campus-party-5-dia-72</a></p>
<p>Portal do Pontão Ganesha de Cultura Digital: <a href="http://ganesha.org.br" target="_blank">http://ganesha.org.br</a></p>
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		<title>Ministra Ana de Hollanda inaugura Espaço Mais Cultura em Florianópolis</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com a Misnistra Ana de Hollanda Em Florianópolis para a inauguração do primeiro Espaço Mais Cultura do país – ocorrido na quinta-feira, 20/10),  a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, destacou a característica de Santa Catarina como um estado pioneiro nas parcerias firmadas com a união, visando a viabilização e desenvolvimento  de projetos que&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/11/04/ministra-ana-de-hollanda-inaugura-espaco-mais-cultura-em-florianopolis/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=LxrFdTk1TbI">Entrevista com a Misnistra Ana de Hollanda</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=LxrFdTk1TbI"></a>Em Florianópolis para a inauguração do primeiro Espaço Mais Cultura do país – ocorrido na quinta-feira, 20/10),  a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, destacou a característica de Santa Catarina como um estado pioneiro nas parcerias firmadas com a união, visando a viabilização e desenvolvimento  de projetos que objetivam o incremento cultural e progresso social.</p>
<p><a href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/Esapço.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-197" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/Esapço-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Isso foi evidenciado nos vários discursos proferidos durante a cerimônia, quando muito se falou a respeito de futuras obras e iniciativas voltadas a preservar, valorizar e difundir a diversidade e riqueza da cultura catarinense, com atenção às demandas verificadas nas localidades.</p>
<p>Em relação ao espaço inaugurado em Florianópolis, por exemplo, a proposta é utilizar a tecnologia em favor da cultura, oferecendo oficinas de informática, animação gráfica e produção de games, por exemplo. “Os Espaços Mais Cultura são uma de nossas ações de pulverização cultural, que levam em conta aspectos regionais e de formação, característicos de nossa riqueza cultural. Aqui, por exemplo, foi uma demanda da cidade criar um espaço cultural com perfil digital voltado para animação”, afirmou a ministra. Assim, em um espaço cedido pela Fundação Vidal Ramos (que fica na rua Vitor Konder, no centro de Florianópolis) funcionarão uma sala de informática, uma de criação e desenvolvimento de projetos e um estúdio adaptado para gravações em áudio, onde se pretende atender cerca de 90 pessoas por dia, prioritariamente provenientes  do Maciço do Morro da Cruz. No total foram investidos R$ 754 mil na reforma e adaptação da estrutura,  que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cultural para o Projeto do Maciço do Morro da Cruz. A ministra destacou as parcerias firmadas pelo MinC para a execução do projeto, lembrando que para viabilizar suas ações o ministério não trabalha sozinho. Em Florianópolis, o projeto foi desenvolvido em parceria com o Ministério das Cidades,  e contará com a participação do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), e apoio da FCFFC (Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes).</p>
<p><strong>“Agilidade” e “Falta de&#8230;”</strong></p>
<p>Durante o evento em Florianópolis, a ministra Ana de Hollanda declarou que fez questão de comparecer ao evento em Florianópolis por se tratar da inauguração do primeiro Espaço Mais Cultura do país, e parabenizou o prefeito Dario Berger pela agilidade com que o município conduziu o projeto, lembrando, inclusive, que a cidade tem um projeto já aprovado  para o PAC &#8211; 2 , que prevê a construção de uma Praça dos Esportes e da Cultura (PEC). “A documentação já foi providenciada, está tudo regularizado e Florianópolis  terá uma das maiores  PECs do país, com cerca de 7mil metros quadrados. Questionada sobre a necessidade de Santa Catarina finalizar seu processo de adesão ao Sistema Nacional de Cultura (<a href="http://blogs.cultura.gov.br/snc/" target="_blank">SNC</a>), a ministra reforçou a importância de que os estados estejam alinhados ao Sistema Nacional, lembrando que o Procultura (lei que tramita no Congresso e que substituirá a Lei Rouanet) prevê repasses de valores, mas que para isso o estado precisa estar integrado ao SNC. “Santa Catarina vai ter que se integrar”, disse, dirigindo um apelo ao governador do Estado para que agilize a finalização do processo de adesão. Santa Catarina foi o primeiro estado a firmar a parceira com o SNC, mas até agora não concluiu o processo. O prazo se encerra em 31 de dezembro. (Leia mais sobre a ministra em Florianópolis<strong> </strong>na quarta edição da revista Ganesha Digital, que entra na rede a partir da próxima semana)FONTE: Pontão Ganesha / Fotos Fernanda Afonso</p>
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		<title>Entrevista com a ministra: Dez meses de gestão e muitos programas sendo implementados. O foco é o cidadão</title>
		<link>http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/11/03/191/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 14:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Após visitar as instalações do Espaço Mais Cultura inaugurado em Florianópolis, a ministra Ana de Hollanda demosntrou disposição para falar sobre as ações e programas desenvolvidos pelo Ministério da Cultura (MinC) nos últimos meses. “Passamos um bom tempo num processo de estruturação, realizando mudanças na equipe e fazendo levantamentos de pendências.  Aos poucos vamos lançando&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/11/03/191/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small"><a href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/Ministra.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-192" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/Ministra-238x300.jpg" alt="" width="238" height="300" /></a>Após visitar as instalações do Espaço Mais Cultura inaugurado em Florianópolis, a ministra Ana de Hollanda demosntrou disposição para falar sobre as ações e programas desenvolvidos pelo Ministério da Cultura (MinC) nos últimos meses.</span></p>
<p><span style="font-size: small">“Passamos um bom tempo num processo de estruturação, realizando mudanças na equipe e fazendo levantamentos de pendências.  Aos poucos vamos lançando os nossos programas, que estão mostrando a cara deste ministério”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-size: small">De acordo com a ministra, o MinC não é um ministério de grandes ações, mas sim o que ela prefere chamar de ministério estruturante,  que busca a sustentabilidade  dos agentes culturais. Foi com esse objetivo, por exemplo, que em sua gestão a ministra optou pela criação da Secretaria de Economia Criativa, seguindo uma tendência observada em cada vez mais países. “Várias nações têm demonstrado essa preocupação com a economia e com o mundo da cultura. Queremos que o artista viva da sua profissão, e isso é perfeitamente possível se o trabalho for bem estruturado. O profissional pode encontrar estabilidade no mundo da cultura”, defendeu Ana de Hollanda.</span></p>
<div><span style="font-size: small">Para ela, a Secretaria da Economia Criativa é um dos pilares do ministério, sendo, inclusive, responsável pela definição de algumas prioridades entre as ações implementadas.</span></div>
<div><span style="font-size: small">E é em busca de subsídios que possam auxiliar na garantia da sustentabilidade das atividades da área cultural que o MinC  estabeleceu convênios com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) e Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). “Faço questão de frisar que o MinC não trabalha sozinho”, disse a ministra.</span></div>
<div><span style="font-size: small">Questionada a respeito da continuidade do programa Cultura Viva, a ministra Ana de Hollanda  lembrou que já em seu discursos de posse fez questão de frisar sua importância. No momento, segunda afirma, o ministério já pagou todas as pendências herdadas da administração anterior e está &#8220;buscando caminhos&#8221;. &#8220;Queremos saber o que está dando certo e  o que não funcionou no programa, através do diálogo constante com as comunidades que objetiva construir programas específicos que atendam às necessidades de cada localidade&#8221;, explicou.</span></div>
<div><span style="font-size: small">Citando um exemplo do atendimento das demandas locais, a ministra citou o caso dos perfis diferenciados de cada Espaço mais Cultura. Em Florianópolis, foi pedido um espaço digital voltado para a animação, reforçando uma tendência local, e, principalmente, do público jovem.</span></div>
<div><span style="font-size: small">Segundo Ana de Hollanda, o ministério tem, hoje, uma serie de programas e ações voltados à com esse foco, e não há como não considerar a Cultura Digital como uma área prioritária no MinC.</span></div>
<div><span style="font-size: small">PARA FINALIZAR</span></div>
<div><span style="font-size: small">Questionada a respeito do que pode ser considerado como marca de sua gestão a ministra encerrou reforçando uma proposta de manter o foco nas necessidades do cidadão. &#8220;De certa forma estamos trabalhando, sim, com a descentralização e  com a pulverização, mas de uma forma mais estruturante, seguindo uma linha. Descentralizar e pulverizar, sim, de uma forma democrática mas organizada, porque senão não consegueriremos desenvolver o trabalho que desejamos&#8221;.</span></div>
<div>FONTE: Pontão Ganesha</div>
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		<title>Teia Catarina tem nova data: 14 a 17 de março de 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 13:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesou na decisão pelo adiamento, a data em que o MinC respondeu de forma positiva à solicitação para a utilização do recurso disponível – proveniente das aplicações dos repasses do convênio 364/2007. Como a autorização só foi oficializada em outubro (Através do Ofício 395/2011), o prazo para o lançamento do edital necessário para a contratação da&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/11/01/teia-catarina-tem-nova-data-14-a-17-de-marco-de-2012/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesou na decisão pelo adiamento, a data em que o MinC respondeu de forma positiva à solicitação para a utilização do recurso disponível – proveniente das aplicações dos repasses do convênio 364/2007. Como a autorização só foi oficializada em outubro (Através do <a href="http://www.ganesha.org.br/arquivosSGC/DOWN_091600OFICIO_395_REDE_0711877_ICZ.pdf" target="_blank">Ofício 395/2011</a>), o prazo para o lançamento do edital necessário para a contratação da empresa de gestão ficou reduzido, o mesmo acontecendo com o tempo disponível para a organização do evento em si. A nova data escolhida – de 14 a 17 de março – foi determinada tomando-se como base questões logísticas (disponibilidade do espaço, por exemplo) e as opiniões dos participantes da reunião, bem como daqueles que acompanhavam pela internet, através  da plataforma <a href="http://pontaopad.me/TeiaCatarina2011" target="_blank">Pontão Pad</a> .</p>
<p>“Muitas das demandas que vamos discutir aqui surgem a partir de hoje, uma vez que até poucos dias o Termo de Referência ainda não havia sido aprovado pelo MinC, e um evento como a Teia necessita de estrutura adequada e muita organização”, lembrou Gilson Máximo, da Matakiterani Associação Cultural , que participa da organização do evento desde o início do processo, em abril de 2010.<br />
Fundamental para a decisão acerca de todos os procedimentos futuros, a opção pela transferência da data da Teia Catarina não foi a única deliberação da reunião, que contou com a presença de representantes de Pontões e Pontos de Cultura, além do pessoal da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte (SOL).<br />
Detalhes relacionados à forma de comunicação entre os participantes de rede de pontos, além de pendências em relação às inscrições e à mostra artística também foram colocados em pauta. “A comunicação é essencial para a construção da Teia. Estamos, sim com muitos canais de discussão, mas o blog é o nosso objeto principal de comunicação”, explicou Fernanda Afonso, do Pontão Ganesha, coordenador do Grupo de Trabalho (GT) de comunicação da Teia. Ela lembra que todos os integrantes da Rede de Pontos têm responsabilidade de participar da discussão, e para isso precisam acessar o blog e estar informados sobre os encaminhamentos.<br />
Reforçando essa colocação, Thiago Skárnio, coordenador geral do Pontão Ganesha lembrou que o blog pode funcionar, sim, como uma fonte de respostas. “Ali ficam registrados todos os questionamentos e as respostas dos coordenadores de GTs. Às vezes, o simples acompa-nhamento acaba sanando dúvidas que possam surgir. Mas para que o blog alcance seu objetivo de funcionar como ferramenta de comunicação é necessário, sim, criar o hábito disciplinado de consultá-lo diariamente”, ponderou.</p>
<p><strong>MOSTRA ARTÍSTICA</strong>Um dos tópicos que mais gera questionamentos e dúvidas no blog dos pontos, a mostra artística foi, também na reunião, motivo de muitas ponderações relacionadas tanto à sua regulamentação quanto ao que foi considerado por muitos como uma supervalorização de sua importância. “A Mostra Artística não é o tópico central da Teia. Trata-se, sim, de uma apresentação para os pontos daquilo que os pontos estão fazendo. Embora seja aberta, não é um show para a população”, lembrou Lúcia.<br />
A essência e o significado da Teia, aliás, foram relembrados a todo momento. “A Teia é um momento para discutirmos nossas questões, nossa organização, nosso posicionamento e experiências. Num primeiro momento teremos o foco de organização política – não política partidária, mas sim de política de cultura, e o espaço para isso são os fóruns, o centro da Teia”, colocou Gilson Máximo. Mas as dúvidas são, realmente, muitas, e diversas alternativas foram apontadas para sanar esses problemas. André Ruas, do Pontão da UFSC e coordenador do GT de Mostra Artística, explicou que frente às dificuldades encontradas por muitos pontos no momento de realizar a inscrição para a Mostra, a melhor alternativa é que cada ponto do formulário seja minuciosamente explicado, a fim de não gerar dúvidas. “Vamos fazer uma compilação de todas as dúvidas, e produzir um texto com esse levantamento. A ideia é elaborar um documento de regulamentação sobre a Mostra contando com a participação de todos os envolvidos na organização (GTs de Logística e Comunicação), e, então, disponibilizá-lo na rede, com prazo para análise e aprovação”, informou André. Sérgio Mibieli, que até pouco tempo ocupava o cargo de representante dos Pontos de Cultura junto à SOL , participou da reunião e lembrou que a transferência da Teia para março abre a possibilidade de se convocar para uma reunião – talvez em janeiro – representantes de todos os pontos, o que seria mais uma oportunidade de se discutir questões pontuais e sanar dúvidas.<br />
<strong>DELIBERAÇÔES</strong>Ao fim da reunião foram tomadas algumas deliberações, fundamentalmente relacionadas à organização de dúvidas e sistematização de regulamentos. Em comum, a opinião de todos os participantes da reunião a respeito da necessidade de se discutir o conceito Teia, como revitalizador e organizados dos pontos. Um balanço geral das inscrições foi apresentado durante a reunião, e até então 45 pontos estavam com as inscrições regulares. O encaminhamento é buscar os demais 15 pontos, para garantir, também, sua participação no evento. Uma próxima reunião será realizada (provavelmente na primeira semana de novembro), e partir dos dados finais de inscrição será iniciada a sistematização do regulamento e confirmadas datas sobre o lançamento do edital para a contratação da empresa que vai gerenciar os recursos da Teia. “Nossa ideia não é excluir ninguém da Teia, seja dos fóruns ou da Mostra Artística. Por isso precisamos de organização e da colaboração de todos”, finalizou Fernanda Afonso.  FONTE: Pontão Ganesha / Foto Thiago Skárnio<a href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/Teia-SOL.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-187" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/Teia-SOL-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
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		<title>6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 13:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez Florianópolis receberá a 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que este ano chega a todas as capitais do Brasil. O evento é gratuito e dedicado a produções que abordam questões referentes aos direitos humanos, produzidas recentemente nos países sul-americanos. A pluralidade dos Direitos Humanos é uma das características&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/10/31/6%c2%aa-mostra-cinema-e-direitos-humanos-na-america-do-sul/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/MAT_164331images.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-172" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/MAT_164331images.jpg" alt="" width="257" height="196" /></a>Pela primeira vez Florianópolis receberá a 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que este ano chega a todas as capitais do Brasil. O evento é gratuito e dedicado a produções que abordam questões referentes aos direitos humanos, produzidas recentemente nos países sul-americanos.</p>
<p>A pluralidade dos Direitos Humanos é uma das características da Mostra, reforçada com os filmes selecionados que, neste ano, tratarão dos Direitos de Crianças e Adolescentes, do Direito à Terra, da Cidadania LGBT, da Educação em Direitos Humanos, Democracia, das Populações Tradicionais, Quilombolas e Afrodescendentes, das Pessoas Idosas, da Saúde Mental e Combate à Tortura, das Pessoas com Deficiência, Migrantes e do Direito à Memória e à Verdade, dentre outros tantos.</p>
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		<title>Em debate, as novas profissões</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 18:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sapiens Parque  e a Alquimidia.org se uniram à Fundação Telefônica para promover o Ciclo do Novas Profissões em Florianópolis, a única cidade do Sul do País escolhida para receber o encontro. A proposta do ciclo é estimular uma mudança de comportamento a partir da reflexão sobre as possibilidades de cada participante. “Promovemos apenas o&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/10/30/em-debate-as-novas-profissoes/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small">O Sapiens Parque  e a Alquimidia.org se uniram à Fundação Telefônica para promover o Ciclo do Novas Profissões em Florianópolis, a única cidade do Sul do País escolhida para receber o encontro.</span></div>
<div><span style="font-size: small">A proposta do ciclo é estimular uma mudança de comportamento a partir da reflexão sobre as possibilidades de cada participante. “Promovemos apenas o início de um processo, pois  acreditamos que para realizar mudanças não são necessárias empresas ou organizações, mas sim pessoas com vontade e coragem. A mudança é singular. É um indivíduo, que em algum lugar, faz alguma coisa para mudar o mundo”, declarou Françoise Trapenard, diretora-presidente da Fundação Telefônica.</span></div>
<div><span style="font-size: small"><img class="alignleft" style="margin-left: 7px;margin-right: 7px;margin-top: 5px;margin-bottom: 5px;border: 2px solid black" src="http://www.alquimidia.org//ganesha/arquivosSGC/IMG_0088.JPG" border="2" alt="" hspace="7" vspace="5" width="300" height="200" align="left" />De acordo com Françoise, a Fundação decidiu realizar o Ciclo para promover uma conversa transversal, onde fosse possível observar a diversidade da cultura brasileira. Por isso, a regionalização dos encontros seria a melhor &#8211; senão a única &#8211; forma de se conseguir isso. “Se não fosse desta maneira, não teríamos um retrato do Brasil, mas sim de uma cidade específica”, disse.</span></div>
<div><span style="font-size: small">À medida em que os encontros vão acontecendo (e sendo transmitidos pela internet), as impressões e resultados são publicadas na <a href="http://novasprofissoesft.ning.com/" target="_blank">rede</a>, possibilitando, aí sim, um grande retrato das tendências, demandas, dúvidas e experiências sobre o assunto, provenientes de todo o País. As diferenças são tão grandes, que de acordo com Françoise, os três encontros até agora realizados foram diferentes uns dos outros. “O Brasil é assim, cheio de diferenças e especificidades”, explica.</span></div>
<div><span style="font-size: small"><strong>METODOLOGIA DO ENCONTRO</strong></span></div>
<div><span style="font-size: small">Reúna várias pessoas (a grande maioria nem se conhece) </span><span style="font-size: small"><span style="font-size: small">em um mesmo ambiente e lance uma pergunta no ar, pedindo que conversem sobre suas vidas. Difícil? Não necessariamente, desde que se tenha um método adequado de iniciar a motivar a troca de ideias.</span></span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"><img src="http://www.alquimidia.org//ganesha/arquivosSGC/IMG_0068.JPG" border="2" alt="" hspace="7" vspace="5" width="400" height="267" align="right" /></span><span style="font-size: small">Quem conduz o processo é Luiz Algarra, curador do Ciclo e facilitador dos encontros presenciais, que sugere uma dinâmica especial ao bate-papo (sim, o evento é um grande bate-papo), possibilitando total interação entre os presentes. “Não pensem que vamos chegar ao fim do dia com uma grande conclusão. Estamos falando do novo, e o novo é aquilo que nos transforma. Por isso, não temos uma receita acabada do que vai acontecer aqui”, disparou Algarra logo no início do processo.</span></span></span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"><span style="font-size: small">A partir de um grande grupo – onde as pessoas haviam escolhido onde sentar – Algarra propôs várias trocas de lugares e lançava tópicos para conversa. Os grupos eram constantemente “misturados”, e ao final, quase todas as pessoas já tinham compartilhado a mesa com os outros presentes.</span></span></span></div>
<div><span style="font-size: small">O resultado, de acordo com Françoise, é que as pessoas têm contato com várias e diferentes idéias, e saem do encontro “nutridas”, com o olhar aguçado para perceber o que acontece ao redor e, mais importante, conscientes de seu potencial de transformaçãos de suas próprias realidades. “Isso para começar!”, comemora.</span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"> </span></span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"><strong>EM FLORIANÓPOLIS</strong></span></span></span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small">S<span style="font-size: small">atisfeita com a terceira edição do Ciclo, Françoise chamou atenção para a idade da maioria dos presentes. &#8220;Vi muita gente jovem, disposta a discutir e de forma qualificada&#8221;.</span></span></span></div>
<div><span style="font-size: small"> </span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"><span style="font-size: small">Ela credita isso ao fato de Florianópolis ser um destacado pólo tecnológico, que provavelmente estimula a consciência sobre o tema.</span></span></span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small"><span style="font-size: small">Marcelo Bittencourt, gerente regional da Vivo para Santa Catarina, acrescentou que o fato de a discussão ter dado destaque à educação, formação e preparo profissional evidencia que no que se refere às novas profissões, o mundo virtual reflete o mundo material, com a vantagem de que a internet não tem fronteiras ou preconceitos. &#8220;Você precisa ser profissional e estar preparado, ser competente no que faz&#8221;.</span></span></span></div>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-size: small">&#8220;Floripa é um celeiro de novas ideias, e por isso tem gente muito antenada com o que está acontecendo, especialmente sobre essas novas profissões&#8221;, finalizou Françoise. </span></span></div>
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		<title>Tudo uma questão de tempo</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 09:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Na quarta edição da Revista Ganesha Digital, o tempo é protagonista: ora como vilão, ora como aliado. Enquanto a comissão organizadora da Teia Catarina ganha tempo para investir na estruturação do evento, a comunidade cultural catarinense vê o tempo passar e o estado não se pronunciar em relação ao termo de adesão ao Sistema Nacional&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/10/29/tudo-uma-questao-de-tempo/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>

<a href='http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/10/29/tudo-uma-questao-de-tempo/nova-pmd/' title='Nova.pmd'><img width="150" height="150" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/10/Selo-capa2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nova.pmd" title="Nova.pmd" /></a>

<p>Na quarta edição da Revista Ganesha Digital, o tempo é protagonista: ora como vilão, ora como aliado. Enquanto a comissão organizadora da Teia Catarina ganha tempo para investir na estruturação do evento, a comunidade cultural catarinense vê o tempo passar e o estado não se pronunciar em relação ao termo de adesão ao Sistema Nacional de Cultura.</p>
</div>
<div>Dez meses é muito tempo? Pois faz dez meses que a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, assumiu o cargo, e desde então tem trabalhado na organização do que ela considera um “ministério estruturante”, que estabelece parcerias e busca promover a sustentabilidade das ações implementadas.</div>
<div>Enquanto Joinville chega à fase final de elaboração de seu Plano Municipal de Cultura, Florianópolis aguarda o lançamento do primeiro edital de Cultura Digital para a cidade.</div>
<div>Fórum de internet em São Paulo e Fórum de Software Livre em Santarém. O Pontão Ganesha encontrou tempo para estar nos dois, e os registros estão nas páginas desta quarta edição.</div>
<div>A exemplo das outras edições, esta traz, também, agenda de eventos e editais e prêmios.</div>
<div>A reprodução e distribuição da Ganesha Digital não é só autorizada, como também estimulada pela equipe do Pontão Ganesha.</div>
<div>A revista Ganesha Digital (licenciada em Creative Commons) pode ser visualizada e baixada em PDF http://www.alquimidia.org/ganesha/?mod=revistas</div>
<div>FONTE: Pontão Ganesha</div>
<p>Na quarta edição da Revista Ganesha Digital, o tempo é protagonista: ora como vilão, ora como aliado. Enquanto a comissão organizadora da Teia Catarina ganha tempo para investir na estruturação do evento, a comunidade cultural catarinense vê o tempo passar e o estado não se pronunciar em relação ao termo de adesão ao Sistema Nacional de Cultura. Dez meses é muito tempo? Pois faz dez meses que a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, assumiu o cargo, e desde então tem trabalhado na organização do que ela considera um “ministério estruturante”, que estabelece parcerias e busca promover a sustentabilidade das ações implementadas.<br />
Enquanto Joinville chega à fase final de elaboração de seu Plano Municipal de Cultura, Florianópolis aguarda o lançamento do primeiro edital de Cultura Digital para a cidade.<br />
Fórum de internet em São Paulo e Fórum de Software Livre em Santarém. O Pontão Ganesha encontrou tempo para estar nos dois, e os registros estão nas páginas desta quarta edição.<br />
A exemplo das outras edições, esta traz, também, agenda de eventos e editais e prêmios.A reprodução e distribuição da Ganesha Digital não é só autorizada, como também estimulada pela equipe do Pontão Ganesha.<br />
A revista Ganesha Digital (licenciada em Creative Commons) pode ser visualizada e baixada em PDF http://www.alquimidia.org/ganesha/?mod=revistas<br />
FONTE: Pontão Ganesha</p>
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		<title>Temas polêmicos, discussões profundas e muitas ações paralelas&#8230;. assim foi o I Fórum da Internet no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 13:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Se num primeiro momento a internet parece ser acessível e fazer parte do dia-a-dia de boa parte da população, basta participar de um evento como I Fórum da Internet no Brasil (promovido pelo Comitê Gestor da Internet, em São Paulo, nos dias 13 e 14 de outubro) para perceber que ainda há muito o que se discutir&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/10/28/temas-polemicos-discussoes-profundas-e-muitas-acoes-paralelas-assim-foi-o-i-forum-da-internet-no-brasil/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small">Se num primeiro momento a internet parece ser acessível e fazer parte do dia-a-dia de boa parte da população, basta participar de um evento como <a href="http://forumdainternet.cgi.br/" target="_blank">I Fórum da Internet no Brasil</a> (promovido pelo <a href="http://cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet</a>, em São Paulo, nos dias 13 e 14 de outubro) para perceber que ainda há muito o que se discutir e, sobretudo, conquistar em relação a isso.<br />
Tópicos como controle e segurança na rede, banda larga, redes sociais e software livre despertam, normalmente, acaloradas e profundas discussões, comprovando a disposição da comunidade ligada à cultura digital no Brasil em manter o assunto em pauta.<br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small">No Fórum não foi diferente, e o objetivo central – que era discutir os desafios atuais e futuros da internet no país – foi o ponto de partida para as muitas questões que surgiram, motivando, inclusive, a participação de um confesso iniciante no tema: “Eu ainda tenho muito que aprender nessa área”, declarou o Senador Eduardo Suplicy, que se comprometeu a ler o texto com as principais conclusões do fórum na tribuna do Senado. “Tudo que se fala aqui é sobre o direito das pessoas se informarem” concluiu o Senador.</span></div>
<div><span style="font-size: small">Na quinta-feira, a abertura do evento colocou na mesa de discussões representantes da comunidade acadêmica, do terceiro setor, do segmento empresarial e do governo, que falaram sobre Plano Nacional da Banda Larga, Lei do Direito Autoral, Marco Civil da Internet, Redes Sociais, Software Livre, entre outros temas urgentes, que vêm fazendo parte da agenda de discussões pautada pela comunidade digital brasileira.</span></div>
<div><span style="font-size: small">“35% do acesso à internet é feito em LAN house, 35 vezes a palavra telecentro foi citada nos relatórios do Fórum, e nenhuma vez se falou nas Lans”, declarou Mário Brandão, presidente da ABCID – Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital, reivindicando o reconhecimento das LAN houses nas políticas públicas do país.<br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small">Um assunto, em especial, rendeu interessantes declarações e comprovou sua posição como um dos mais polêmicos quando o tema é internet: Controle e Segurança na rede.</span></div>
<div><span style="font-size: small">Demi Getschko (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP), que abriu a mesa, afirmou que estamos dispensando à Internet um tratamento mais duro do que aos meios tradicionais. “Quando alguém coloca uma carta no correio, ninguém checa o remetente, pra verificar se ele é verdadeiro.” Para ele, qualquer política só alcançará resultado se tiver caráter harmônico e global. “A internet funciona porque é simples”, afirmou Getschko.<br />
Sérgio Amadeu (Sociólogo, Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e Conselheiro CGI.br) abriu sua fala dizendo que a Internet está sendo considerada um direito fundamental, mas que está, hoje, sob ataque no mundo inteiro “porque podemos criar conteúdos sem pedir permissão para ninguém”, declarou.<br />
Amadeu lembra que essa liberdade, característica fundamental para o desenvolvimento científico e tecnológico, precisa ser preservada e por isso cabe a nós, como usuários, encontrar um equilíbrio entre privacidade, liberdade e segurança. “Tirar liberdade não dá mais segurança, dá insegurança”, conclui o sociólogo. Outro ponto abordado em sua fala foi a questão da Banda Larga, especialmente nos tópicos relacionados à redução de custos e democratização do acesso. Para ele, é indispensável que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tome uma posição em relação à melhoria da qualidade da Internet, uma vez que é seu papel fiscalizar as empresas de telecomunicação.<br />
A Anatel, aliás, recebeu c</span><span style="font-size: small">obranças variadas, e o Deputado Ivan Valente destacou que a democratização do acesso à internet não significa simplesmente chegar a todas as cidades, mas sim a todos os cidadãos. Para isso, aponta como solução uma maior aproximação entre a Agência e os consumidores, ao contrário do que acontece hoje, quando, segundo afirma, a Anatel tem mais proximidade com as empresas.</p>
<p><strong>T</strong><span style="font-size: small"><strong><img src="http://www.alquimidia.org//ganesha/arquivosSGC/692j.jpg" border="2" alt="" hspace="7" vspace="5" width="400" height="320" align="left" /></strong></span><span style="font-size: small"><strong>RILHAS</strong><br />
No período da tarde foram abertos os debates, separados por seis trilhas simultâneas: Liberdade, privacidade e direitos humanos; Governança democrática e colaborativa; Universalidade e Inclusão Digital; Diversidade e conteúdo; Padronização, interoperabilidade, neutralidade e inovação; e Ambiente legal, regulatório, segurança e Inimputabilidade da rede.<br />
</span><span style="font-size: small">Embora dedicadas a assuntos específicos, algumas questões foram recorrentes em muitas trilhas, como a organização do Comitê Gestor da Internet (CGIBR). Daniela Silva, da comunidade <a href="http://thacker.com.br/" target="_blank">Transparência Hacke</a>r, propôs, entre outras ações de transparência no acompanhamento das atividades do CGIBR, a agenda aberta do comitê e a transmissão das reuniões pela internet.<br />
</span></p>
<p></span></div>
<div><span style="font-size: small">A necessidade de se revisar a Lei dos Direitos Autorais no Brasil e o desenvolvimento de plataformas e servidores para a hospedagem de conteúdo brasileiro também foram demandas constantes nas trilhas. “É necessário pensar a internet como um potencializador local” declarou o Coordenador de Formação e Articulação do portal iTeia, Pedro Jatobá.</span></div>
<div><span style="font-size: small">ARTICULAÇÕES NOS CORREDORES</span></div>
<div>
<div><span style="font-size: small">O Fórum da Internet no Brasil, assim como tantos outros encontros para discutir temas de alta relevância para o país, agrega pessoas de todas as procedências, que aproveitam o momento presencial para promover reuniões e deliberar sobre temas importantes. Tudo entre uma trilha e outra.</span><br />
<span style="font-size: small">Uma dessas “reuniões de corredor” foi sobre a campanha “<a href="http://campanhabandalarga.org.br/" target="_blank">Banda Larga é um direito seu!</a>”, que contava com a presença de várias entidades participantes da campanha no Fórum.</span><br />
<span style="font-size: small">E houve espaço também para ações como “<a href="http://www.idec.org.br/campanhas/facadiferenca.aspx?idc=29" target="_blank">tuítaços</a>” marcados na véspera da reunião do Conselho Diretor da Anatel para votar critérios de atendimento, capacidade de rede e variações máximas de velocidade no serviço de acesso à internet (realizada no dia 26/10), e a produção de uma carta coletiva com principais reivindicações no campo da conectividade. A <a href="http://campanhabandalarga.org.br/index.php/2011/10/14/campanha-apresenta-carta-no-i-forum-da-internet-no-brasil/" target="_blank">carta</a>foi lida na plenária final por Adriane Gama, do Coletivo Puraqué, e Renata Mielli, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.</span><br />
<span style="font-size: small">“Na verdade este #foruminternet esta uma verdadeira personalização de avatares, minha timeline esta toda aqui, para que usar o Twitter?” Tuitou João Carlos Caribé, ativista do Movimento Mega-Não</span><br />
<span style="font-size: small">Representantes dos Pontões de Cultura Digital Nós Digitais, Iteia e Ganesha também aproveitaram o evento para articular ações conjuntas de desenvolvimento tecnológico e mobilização na rede, objetivando ações de fomento à cultura digital no Brasil.</span></div>
</div>
<div>FONTE: Pontão Ganesha</div>
<p><a href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/691j1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-175" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/11/691j1.jpg" alt="" width="480" height="384" /></a></p>
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		<title>Edição II Revista Ganesha Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 16:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda edição da revista do Pontão Ganesha de Cultura Digital trata do tema Cultura Digital e os seus desdobramentos como o AI5 Digital, compartilhamento do conhecimento e direito autoral. A revista pode ser visualizada NESTE LINK e baixada em PDF NESTE LINK.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/08/Untitled-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-148" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/08/Untitled-1.jpg" alt="" width="219" height="298" /></a>A segunda edição da revista do Pontão Ganesha de Cultura Digital trata do tema Cultura Digital e os seus desdobramentos como o AI5 Digital, compartilhamento do conhecimento e direito autoral.</p>
<p>A revista pode ser visualizada <a href="//www.alquimidia.org/ganesha/?mod=revistas">NESTE LINK </a>e baixada em <a href="//www.alquimidia.org/ganesha/revistas/Revista02/files/ganeshadigital.pdf">PDF NESTE LINK</a>.</p>
</div>
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		<title>FECAM e CONGESC promovem I Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 15:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pontão Ganesha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos próximos dias 01 e 02 de agosto, acontece em Fraiburgo o I Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura, evento promovido pela Federação Catarinense de Município (FECAM) e Conselho dos Gestores Municipais de cultura (CONGESC). A proposta central do Fórum e proporcionar a integração entre os gestores culturais que atuam em todas as regiões&#8230; <a class="continue_reading" href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/2011/07/29/fecam-e-congesc-promovem-i-forum-catarinense-de-gestores-municipais-de-cultura/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/07/MAT_081456Selo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-168" src="http://culturadigital.br/pontaoganesha/files/2011/07/MAT_081456Selo.jpg" alt="" width="320" height="320" /></a>Nos próximos dias 01 e 02 de agosto, acontece em Fraiburgo o I Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura, evento promovido pela Federação Catarinense de Município (FECAM) e Conselho dos Gestores Municipais de cultura (CONGESC).</p>
<p>A proposta central do Fórum e proporcionar a integração entre os gestores culturais que atuam em todas as regiões de Santa Catarina, e promover o debate das políticas públicas do setor cultural.</p>
<p>Mas, além disso, o encontro será, também, uma oportunidade de ampliar o diálogo entre o Ministério da Cultura (MinC) e as entidades municipais e estadual, com o objetivo de fortalecer as ações de programas já existentes e iniciar futuras parcerias.</p>
<p>O encontro contará com a participação do Secretário de Turismo Esporte e Cultura de SC, César Souza Junior, além de outras representações políticas municipais e estaduais. Cláudia Leitão, que responde pela Secretaria de Economia Criativa do MinC, estará representando o Ministério, e essas presenças classificam o Fórum como uma excelente oportunidade para se discutir a implementação e fomento de políticas públicas de incentivo à cultura. É consenso entre os gestores culturais que os municípios precisam ser fortalecidos nesse processo, que pode inclusive, mudar a realidade de uma comunidade, trazendo reflexos positivos em relação à inclusão social e geração de renda</p>
<p>O I Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura acontece no Hotel Renar e começa no dia 01 de agosto (segunda-feira), a partir das 13h30. Mais informações podem ser conferidas no site da FECAM, e a programação completa e link para inscrições estão disponíveis clicando aqui.</p>
<p>Entrevista de Thiago Skárnio, coordenador do Pontão Ganesha de Cultura Digital sobre o Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura no programa Bom Dia Cidadão, da Rádio Alesc.</p>
<p>Escutar <a href="http://bit.ly/rojlzp" target="_blank">http://bit.ly/rojlzp</a></p>
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