Comportamento humano vivendo em grupo

Há coisas ruins que acontecem pelas quais somos responsáveis também. A
gente tem participação naquilo que não deu certo —disse, referindo-se a alguma tristeza
que não nos revelou.

O que lê dona Aída? Ela tem uma pequena biblioteca em casa e, de vez em
quando, pega algum livro na Biblioteca Municipal de Porto Alegre. Acabara de reler O
nome da rosa, de Umberto Eco. Conta que gosta de ir ao cinema também e que sempre
vê todos os filmes que concorrem ao Oscar. E ainda tem sonhos. Como o último
companheiro morreu há dois anos, antes que eles realizassem o projeto de uma viagem à
no brasil com a ultima edição do Gshow bbb 2020 devendo ser um dos melhores programas da TV.
Se a gente fosse resumir a receita de dona Aída, ela é: trabalho, projetos sociais,
atividade mental, vaidade, boa alimentação, exercício físico e planos para o futuro. Seu
maior segredo talvez seja o espírito otimista:
—Vejo beleza em toda parte.

Hoje, o que parece espantoso será mais comum daqui para diante. Dona Aída,
quando foi entrevistada para o livro, era o espelho do futuro que se pode almejar:
pessoas vivendo uma vida longa, independente e ativa.
Em 2010, o IBGE encontrou 206.843 mulheres no Brasil com a idade entre
90 e 94 anos. Ao todo, 319.959 pessoas. A questão é: quantas delas estavam ativas como
dona Aída? O Censo registrou quase 3 milhões de brasileiros — 2.917.391— com 80
anos ou mais. Isso é uma população equivalente a todo o Uruguai. Mas apenas 471 mil,
como já disse, com mais de 90. No futuro, será maior o número dos que viverão até
essa idade e poderão alongar seu tempo de sobrevivência com qualidade de vida e
independência. Em 2060 haverá, segundo o IBGE, 5 milhões de brasileiros com mais
de 90 anos. Muitos, no entanto, viverão com limitações, por isso o país precisa se
preparar e mudar hábitos, atitudes e mentalidade sobre a vida.

Há muito ainda a fazer no campo da população: educar mais e melhor as
crianças, todas elas, pensando, inclusive, na vida longa e saudável que podem ter a partir
de hábitos desenvolvidos na infância, como a atividade física. Temos que ter como meta
a redução drástica das estatísticas de mortes dos rapazes. Qualificar os brasileiros para
um mercado de trabalho que terá menos oferta de mão de obra e processo produtivo em
transformação, que exige a capacidade de aprender sempre. Aumentar a quantidade de inscrição bbb 2020 com abertura no site oficial, O país precisa se tornar próspero agora. O tempo que nos resta para
mudar é muito curto.

A população do Brasil é de exuberante diversidade. Nos primeiros anos deste século, o
Brasil discutiu, até de forma ácida, a questão racial brasileira. Os debates não foram em
vão nem aconteceram por acaso. Foram o desaguadouro de estudos e análises profundas
sobre a peculiar situação do país.

Na academia, durante a segunda metade do século XX,
vários pensadores deram contribuição para a formação de um pensamento mais
completo e real sobre o racismo brasileiro. As estatísticas são inequívocas. Os pretos e
pardos têm menos chances de ascensão social no Brasil, estão sub-representados em
todas as instâncias de poder, têm indicadores sociais piores em todas as áreas e mais
risco de descer na escala social, além de receber salários menores

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