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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 14:30 em 11 de February de 2014 Link permanente | Resposta  

    Liberdade para a Mídia Livre 

    Segue um artigo meu sobre o uso de ferramentas livres e proprietárias nas manifestações e no cotidiano de quem faz Mídia Livre: http://bit.ly/1h4fyy6

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 1:54 em 7 de February de 2014 Link permanente | Resposta  

    Por um protocolo aberto para as redes livres [Memória] 

    [Cópia de segurança do documento colaborativo ( http://pontaopad.me/documento-redes-livres) que originou o texto http://www.ciranda.net/fsm-2012-2013/article/por-um-protocolo-aberto-para-as?lang=pt_br. Data da última alteração copiada 13/6/ 2012]

    A articulação entre lutas civis, seus movimentos e ativismos pelo mundo faz uso das velhas e das novíssimas formas de comunicação, que conectam redes e ruas em diferentes manifestações. Em 2011, resistências de longas raízes, associadas a crises sistêmicas e a canais de comunicação interativos e em tempo real, mostraram seu poder de mobilização no Oriente Médio e Norte da África, nos protestos dos estudantes chilenos, nas ocupações de Wall Street, nos acampamentos dos Indignados da Espanha, nas manifestações anti-austeridade na Grécia, entre tantas outras manifestações ao redor do mundo. As ferramentas digitais permitiram a troca em tempo real entre esses diversos movimentos, multiplicando informações e confluindo lutas pela internet.
    Porém, a rede é um ambiente em disputa. Se por um lado permite a comunicação distribuída entre diversos atores nas ações de resistência e criatividade, também serve à crescente e massiva vigilância promovida por governos e empresas de tecnologia.
    O interesse no cerceamento do acesso à rede e da livre transmissão de informação, por meio de ações arbitrárias de regimes autoritários ou de empresas que utilizam o controle de dados da internet como negócio, já se expressam em projetos de impacto global como SOPA (Stop Online Priracy Act),  PIPA (PROTECT IP Act), ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), e iniciativas nacionais já aprovadas – como a Lei SINDE, na Espanha, que entra em vigor em março – e que estão tramitando, como o “PL do Azeredo” no Brasil. 
    São graves investidas contra a liberdade e o compartilhamento na internet, que buscam dar amparo judicial ao bloqueio de links de conexão e à repressão aos internautas. Na prática, a partir dessas legislações, qualquer uso de dados que seja contrário aos interesses da indústria do direito autoral ou aos interesses corporativos em todos os seus campos poderá resultar em desligamentos já nos backbones (troncos de distribuição de dados).
    No outro extremo do controle da internet como negócio, estão as redes sociais corporativas. Ao mesmo tempo em que promovem facilidades e fomentam uma nova cultura de interação e comunicação, essas empresas violam direitos básicos de privacidade e liberdade de seus usuários, comercializando informações pessoais e boicotando conteúdo “indesejável” –  Google, Twitter e Facebook são exemplos dessas práticas.
    Outro mundo é possível e para que ele exista, o direito humano à livre comunicação e o acesso universal ao conhecimento são pressupostos inegociáveis, associados a qualquer luta por sociedades mais justas.
    Em janeiro de 2012, durante encontros realizados no contexto do Fórum de Mídia Livre e do Forum Social Mundial, em Porto Alegre, mais um passo foi dado para o diálogo entre diversas iniciativas de redes interessadas em desenvolver protocolos comuns,  tecnológicos, políticos,  éticos e filosóficos, capazes de torná-las partes de redes maiores engendradas pelas resistências sociais contemporâneas.
    Se pelas redes livres compartilham-se chamados e saberes para melhorar as condições de vida no planeta, dialogar entre as redes faz parte do esforço em falar para além destas,  de abrir-se para compartilhar experiëncias e possiblidades de organização que ocorrem dentro e fora das conexões tecnológicas e que traduzem sempre conexões humanas.
    Já se integram a este debate entusiastas de propostas como Noosfero, N-1, Diáspora, Sneer, Coredem, Phyrtual, Ágora Delibera, Kune, Vote, TheGlobalSquare, entre softwares, conceitos e experiências em construção no campo dos recursos e possibilidades tecnológicas, em diálogo com outros movimentos e ativismos da sociedade civil.
    Esse diálogo  se insere no processo de construção do II Fórum Mundial de Mídia Livre  e integra a agenda de encontros da Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, evento da sociedade civil paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá em junho de 2012 no Rio de Janeiro.
    Está  aberto o debate sobre as interconexões possíveis entre as redes sociais não corporativas, baseadas em software e cultura livre, e colocadas ao  serviço das pessoas, dos movimentos sociais e ativismos globais. Contribua – acesse
    Existe um blog para o GT: http://culturadigital.br/protocolos/
    A lista do GT é esta:
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    ABAIXO ESTÃO SUBSÍDIOS USADOS PARA ESTA CONVOCATÓRIA, DEBATIDA TB PELO GT NA LISTA ACIMA
    Por um protocolo aberto para redes livres
    A busca de articulação entre as lutas da sociedade civil, dos movimentos sociais
    e dos ativismos globais, como se dá no Fórum Social Mundial, tem utilizado velhas e novíssimas  formas de comunicação, conectando redes e ruas nas manifestações contra-hegemônicas.  Exemplos foram vistos  no Oriente-médio e África do Norte, nas ocupações de Wall Street, Espanha e depois pelo mundo, nos protestos dos estudantes chilenos, e na rápida multiplicação de informações e agendas de movimentos sociais na internet.
    Porém, a internet é um ambiente em disputa. Se por um lado permitiu a comunicação distribuída entre diversos atores nas ações de resistência, ela também serviu à vigilância em massa promovida por governos nacionais e empresas internacionais de tecnologia.
    O cerceamento do acesso à rede e  de sua capacidade de transmissão de informação, a derrubada  e bloqueio de linques de conexão e de sites,  ações arbitrárias  de regimes autoritários ou de empresas que utilizam o controle de dados da internet como negócio, podem virar lei se os projetos como SOPA (Stop Online Priracy Act), PIPA (PROTECT IP Act), ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement) e outros sejam aprovados no congresso estadounidense. Isto se extende a outros países, como a Espanha e a Lei SINDE a entrar em vigor em Março.
    Estes projetos repressores são uma grave investida contra a liberdade da internet, e os mecanismos de compartilhamento, e permitem aos detentores de direitos autorais obterem ordens judiciais contra sites que estejam facilitando ou infringindo os direitos de autor ou cometendo outros delitos e estejam fora da jurisdição estadunidense.
    Na prática, eles funcionam analogamente ao embargo econômico imposto a Cuba desde a década de 1960. Empresas e links na internet que sejam acusados de pirataria, mesmo antes de apresentarem sua defesa, teriam seu acesso restringido através de seu bloqueio em backbones da rede estadunidense. Como 70% do tráfego mundial da internet passa pelos Estados Unidos, isso representaria um bloqueio mundial sobre esses sites.
    Por isso, a luta por uma internet livre, neutra e que permita o compartilhamento de informações e conhecimento, depende de mecanismos que enfrentem a lógica repressora que leis como essa podem impor à rede global. É preciso resistir a esse tipo de iniciativa nefasta  ao mesmo tempo em que buscamos incluir cada vez mais atores para construção da ação política contra-hegemônica.
    A situação de crise sistêmica e dos novos movimentos emergentes em várias regiões do planeta esta mostrando o papel das interconexões, das redes sociais locais e da circulação das informações entre os atores e sujeitos das sociedades. Quais mídias o mundo precisa e qual o modo de se construir a informação que precisam as transformações radicais? Como a  sustentabilidade e os contextos de desigualdades e assimetrias de poder e saberes as estão gerando?
    As ações imediatas apontam algumas pistas:
    – fortalecer os espaços virtuais (locais e globais) de debate e de repolitização das crises;
    – considerar e diferenciar o papel da informação no contexto de mudança da ação coletiva;
    – apoiar a construção de uma inteligibilidade do mundo e das mudanças;
    – articular e relacionar a diversidade de iniciativas numa lógica criativa;
    Neste sentido é importante a proliferação de cada vez mais servidores livres e  uma intensa distribuição dos pontos de troca de informação na internet através das redes P2P (Peer to Peer) e a construção de softwares de interconexões que integrem os diversos pontos de troca de informações sem depender de um único pólo emissor. Quanto mais soberanos forem os pontos de troca de informação, ou seja, quanto cada vez mais estes forem independentes de servidores centralizadores de informação e de meios de infra-estrutura de rede privadas, mais autonomia, fertilidade, diversidade e liberdade na rede teremos.
    Sugerindo as palavras de Boaventura de Souza Santos, não queremos utilizar a internet para produção de um Cairo global, mas sim que a difusão e a troca de experiências entre os movimentos sociais produzam vários Cairos locais. O fortalecimento das lutas locais e regionais deve ser impulsionado pela troca de informações entre seus atores firmemente aterrados em sua realidade local, mas que através da troca de experiências pela internet, estejam de alguma maneira conectados. A unicidade da ação através de táticas, meios e conteúdos diversos.
    Para isso, é extremamente necessário que o Fórum Social Mundial invista na qualificação da informação produzida pelo seu processo, ao mesmo tempo que cria pontes e novas formas nas quais movimentos sociais participantes possam interagir e trocar informações. Logo, é importante investir em mecanismos de software e hardware que permitam este intercâmbio.
    Existem algumas alternativas de software capazes de implementar estas demandas, não necessariamente atuando na mesma função de construção de uma rede livre, são elas:
    – O Noosfero – software livre para criação de redes sociais;
    – O N-1 – software livre para construção de redes sociais. O site https://n-1.cc/ também oferece o serviço para criação de perfis;
    – Diáspora* – rede social com capacidade de descentralização que permite a instalação distribuída em vários servidores e o compartilhamento de recursos;
    – O Sneer – Software que implementa o conceito de computação soberana e permite a troca de mensagens sem depender de um servidor distribuidor;
    – A Coredem – Site agregador de diversos sites de outras organizações e que disponibiliza um wiki e um motor de busca para parceiros e visitantes;
    – Phyrtual – site que promove uma rede social focada em projetos de inovação social em que se pode trocar experiências e colaborar para estes projetos;
    – Ágora Delibera – plugin WordPress que permite a criação de processos de deliberação e comunicação interna e externamente entre organizações.
    – O Kune – kune.ourproject.org – sistema de web federada desenvolvido na Espanha.
    – o Vote – vote.coolmeia.org – baseado no All Our Ideas, sistema de deliberação rápido e intuitivo.
    – TheGlobalSquare, “A Praça Global”, rede-social enfocada em privacidade, coordenação cívica e trabalho em conjunto, projetada a partir do movimento de ocupações. O primeiro release para Março será um aplicativo desktop utilizando protocolos P2P baseados no programa Tribler, resistente a ataques e censura em nível global. Wiki do projeto: http://wiki.theglobalsquare.org
    Estes são alguns exemplos sugeridos e que não se sobrepõem uns aos outros, mas que podem se complementar para pensarmos alternativas para construção de redes de colaboração e de troca de informações que estejam a serviço dos movimentos sociais de luta contra-hegemônica. Cada uma dessas ferramentas tem qualidades que podem ser aproveitadas e integradas para se pensar uma ou várias ferramentas possíveis para cumprir esse papel.
    O desafio principal deste debate é encontrar formas de integração de protocolos computacionais e humanos para tradução intercultural das lutas globais. Com relação aos protocolos computacionais, permitir que as diversas soluções encontradas pelos movimentos sociais conversem entre si através de softwares que possam ser facilmente integrados, utilizando um vocabulário comum ao transferir dados. Dentro desse desse debate aparece a operacionalização do conceito a partir da construção de redes federadas que formam pactos de colaboração e troca de informação através de protocolos e acordos de distribuição de informação.
    Com relação aos protocolos humanos, encontrar padrões ou formas de linguagem humana em que possam ser compartilhados significados e que estes se tornem “hashtags sociais” que tenham significado nas mais diversas línguas e culturas. Neste sentido, são postos desafios para além do tecnológico exposto acima, que são de ordem cognitiva e cultural, e dizem respeito ao convencimento do uso dessa ferramenta como prioridade, substituindo formas convencionais de comunicação e articulação; e o desafio pedagógico, que diz respeito a esses atores aprenderem e se apropriarem da ferramenta e difundirem o conhecimento de uso. Esse debate deve vir em paralelo ao debate tecnológico para construção de formas mais efetivas de comunicação e atuação entre redes.
    Por fim, sugerimos que o processo do Fórum Social Mundial dê cada vez mais forças a estes debates e invista em suas plataformas de comunicação para que os movimentos sociais disponham de informações cada vez mais qualificadas, habilitando-os a trocar informações de forma soberana para o fortalecimento da luta contra-hegemônica. Conforme as palavras de Chico Whitaker, é preciso lutar para que cada vez mais pessoas tenham acesso às ferramentas de comunicação para se expressar, mas que estas também tenham acesso para poder ter conhecimento sobre tudo aquilo que nos pôs engajados na luta social. (Nós estamos sempre fechados em nossos grupos, não dialogamos com as outras pessoas. Precisamos contar para essas pessoas o que nos contaram, o que nos fez engajar-nos nas lutas que defendemos, na ação de transformação do mundo. Criar redes de internet pra conversarmos entre nós, não vai mudar nada. As novas redes sociais que o processo do Fórum venha a fomentar devem inventar novas formas de falar para cada vez mais pessoas, e incluir cada vez mais atores no processo de construção de um outro mundo possível) – excluir do texto o que está entre parenteses.
    Comentário conceitual:
    não me agrada a expressão “luta contra-hegemônica”. Primeiro porque hegemonia pressupõe cultura (eis a contribuição de gramsci…), e a cultura hegemônica na internet é muito difusa, ou não-hegemônica em nenhum sentido… Segundo que não acho que estejamos lutando CONTRA, mas a favor de nós mesmos, de nossas liberdades e nossa construção de mundo, que se tornou possível com as ferramentas que temos.
    PROPOSTA DE SISTEMATIZAÇÃO DOS PROTOCOLOS
    DEFINIÇÃO (se necessária)
    Definir o que entendemos por Redes Livres
    Podemos dizer que são redes não corporativas nem comerciais, de interesse público e social, basedas em software livre?  (que + entra/deveria entrar na definição de TODAS as redes livres?)
    OBJETIVOS
    ( O que queremos com este protocolo?)
    Exemplos
    1) Facilitar a interconexão entre iniciativas de comunicação compartilhada na internet  que utilizem  sistemas de redes interativas e não corporativas
    2) Facilitar o acesso e a apropriação de ferramentas e protocolos gerados coletivamente por desenvolvedores de novas redes de interesse social
    3) Facilitar o acesso e a utilização de redes e tecnologias livres por organizações, movimentos e ativismos de resistência social às dominações e opressões de todo tipo
    2)
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DE UM PROTOCOLO (EM CONSTRUÇÃO NO DOCUMENTO ACIMA)
    PRINCÍPIOS
    Sugerir princípios que poderiam constar de um acordo internacional amplo,  (  que não sejam delimitados ao interesse de uma rede em particular mas definam compromissos comums)
    Exemplo
    1) Defesa do direito à comunicação como direito humano
    2) Servir às lutas sociais por liberdades democráticas
    3) Defesa da neutralidade  da rede
    4) Defesa das liberdades da internet
    5) Apoio ao desenvolvimento e difusão das tecnologias livres
    PROTOCOLO
    Sugerir itens tecnológicos, éticos, políticos, filosóficos que sejam compatíveis (não obrigatórios) com um protocolo para a interconexão entre as redes livres
    A)  Para atuação dentro dos protocolos de IP já estabelecidos na internet
    A1 – Para a federação em redes
    A2 – Para adesão a redes de redes
    A3- Para a construção ou adaptação de novos sistemas ou plataformas
    A4- Para proteção de códigos de IP e anonimato na rede
    A5 –
    A6 –
    B) Para atuação fora dos protocolos de IP (redes fora de internet)
    B1 (não tenho a menor idéia do que viria a ser isto, mas devemos sinalizar?
    C) Para a intertradução entre redes, culturas, idiomas e ativismos
    C1 – Devemos chegar ao detalhe de fazer acordos em torno de  códigos e tags   de intertradução? (por exemplo, criar um lab permanente de tags onde se possa acordar  uma mesma tag para intercomunicar temas de preocupação comum?
    C1 – Devemos convidar movimentos específicos para nos ajudar nesses laboratórios, ou por exemplo convidar para esse processo a Universidade dos Movimentos Sociais do Boaventura, que trabalha com um conceito de intertradução entre movimentos e lutas sociais?
    SUBSÍDIOS:
    Esse documento já é o acúmulo da reunião realizada na quarta no FST com a memória aqui
    Alguns discussões anteriores sobre esse debate:
     (Visões e experiências desde a perspectiva da Confederação de recursos para uma democracia mundial :  http://pt.coredem.info )
    COBERTURA COMPARTILHADA DO III FML
    • 14.02.2012 – Para que todas as mídias sejam livres
    • 13.02.2012 – Falar aos demais %
    • 13.02.2012 – La Carta del III Foro de Medios Libres
    • 12.02.2012 – The Charter of the III Free Media Forum
    • 10.02.2012 – Médias libres et politiques publiques
    • 10.02.2012 – Medios libres y políticas públicas
    • 09.02.2012 – Ley dos Medios: experiência argentina partilhada no FML
    • 09.02.2012 – Reclaiming technology as a form of political intervention
    • 08.02.2012 – Médias libres, appropriation technologique et réseaux
    • 08.02.2012 – Protocoles pour les réseaux sociax des mouvements
    • 05.02.2012 – Caso Pinheirinho repercute em Porto Alegre
    • 05.02.2012 –  Réappropriation stratégique de la technologie en tant que forme d’intervention politique
    • 04.02.2012 – Protocolos para las redes sociales de los movimientos
    • 03.02.2012 – Medios libres y apropriación tecnológica de redes
    • 03.02.2012 – Medios libres y derecho a la información
    • 02.02.2012 – Fotos. Painel do III FML sobre Mídias Livres e Direito à Comunição
    • 02.02.2012 – FST 2012 – Chico Whitaker: como atingir os 99%?
    • 02.02.2012 – As ameaças às liberdades na internet
    • 01.02.2012 – Arte das Ruas – Duas gerações, Trampo e Toniolo
    • 01.02.2012 – A carta das mídias livres 2012
    • 31.01.2012 – Mídia livre contra a mercantilização da natureza
    • 30.01.2012 – III FML quer somar
    • 28.01.2012 – Debate sobre políticas públicas de comunicação traz experiências do Brasil e da Argentina
    • 28.01.2012 – Redes livres atuando em redes
    • 28.01.2012 – Apropriação tecnológica em debate no III Fórum de Mídia Livre
    • 27.01.2012 – FST – Feira de Economia Solidária – Justa Trama
    • 27.01.2012 – Fotos da marcha de abertura FST 2012
    • 26.01.2012 – Memória da reunião “Princípios para uma Rede Social do FSM”
    • 26.01.2012 – The III Free Media Forum mobilizes communication activists towards Porto Alegre
    • 23.01.2012 – Fórum de Mídia Livre pauta a comunicação independente
    • 20.01.2012 – Programación del III Fórum de Media Libre
    • 20.01.2012 – The Bangladesh call for WSF network communication
    • 20.01.2012 – El llamamiento de Bangladesh a la comunicación en red del FSM
    • 20.01.2012 – A protocol for the free networks
    • 20.01.2012 – L’appel de Bangladesh pour une communication en réseau du FSM
    • 20.01.2012 – Le IIIe Forum des Médias Libres mobilise la communication, sur le chemin de Porto Alegre
    • 18.01.2012 – Un protocole pour les réseaux libres
    • 17.01.2012 – Fórum de Mídia Livre será transmitido online
    • 17.01.2012 – Un protocolo para las redes libres
    • 13.01.2012 – III Forum dei Free Media mobilita le vie di comunicazione a Porto Alegre
    • 13.01.2012 – El III Foro de Medios Libres moviliza a las comunicaciones con rumbo a Puerto Alegre
    • 11.01.2012 – III Fórum de Midia Livre mobiliza a comunicação rumo a Porto Alegre
    • 11.01.2012 – Um protocolo para as redes livres
    • 11.01.2012 – O chamado de Bangladesh, pela comunicação em rede do FSM
     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 21:49 em 25 de February de 2012 Link permanente | Resposta  

    A lista de e-mails do GT é esta: http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/fml-gt-protocolos

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 1:55 em 3 de February de 2012 Link permanente | Resposta
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    Para saber como funciona este blog, tem um vídeo aqui: http://p2theme.com/

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 1:43 em 3 de February de 2012 Link permanente | Resposta
    Tags: Debate, FML   

    Sobre as listas, site e redes sociais do FML 

    Sobre as Listas.

    Atualmente existem duas listas ligadas ao Fórum de Mídia Livre. A “Lista do Grupo de Trabalho Executivo”, com 43 participantes: https://groups.google.com/group/fmlgte e a Lista “geral”, criada desde o I Fórum de Mídia Livre, com 240 participantes: https://groups.google.com/group/forum-de-midia-livre/.

    Pelo que me lembro, a existência de um GTE composto de entidades do terceiro setor para articular o FML, principalmente o evento FML, foi uma demanda do próprio Fórum, que optou, em sua terceira edição em mudar esta estrutura para Gts temáticos, sendo que um deles possui a função de “enlace”, ou seja, de informar o andamento de cada GT para os demais. Este GT de Enlace é composto por um integrante de cada GT, que pos sua vez revesará a função com os demais integrantes.

    A existência de duas listas causou uma série de ruídos durante a construção do 3º Fórum, portanto, proponho que os participantes da lista do GTE migrem para a lista geral, para depois deleta-la.

    Outra opção é mantê-la apenas com os integrantes do Grupo de Enlace, dando esta nova função ao recurso. É importante destacar que os dois grupos de emails são pertencentes ao Google em um sistema proprietário, o que vai contra os encaminhamentos do próprio FML. A proposta a médio prazo é migrar toda a lista para uma ferramenta livre, ou ainda, para uma rede social livre. Sugiro que a moderação destes grupos seja compartilhada com o GT de comunicação, ou com quem mais quiser ajudar. Eu me disponho.

    Funcionamento dos Gts

    É necessário que as pessoas dos Gts se encontrem para se organizar em listas ou redes sociais. Foi criado um formulário compartilhado entre os integrantes do GT de Enlace:

    Ciranda (Rita Freire)

    Radio Muda (Thiago Novaes)

    Alquimidia (Thiago Skárnio)

    Pontão da ECO (Ivana Bentes)

    Os e-mails que eu não tenho são os seguintes:

    Revista Fórum (Adriana Delorenzo) Amarc (Arthur William)

    A migração de todos para uma única lista ajudaria nesta organização também. O endereço eletrônico do formulário é o seguinte: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?hl=pt_BR&formkey=dEg5OFQwdzN3UDFFVVpDeE4ydVJ2Unc6MQ#gid=0

    Redes Sociais

    Atualmente existe um grupo http://www.facebook.com/groups/143715205746228/ e uma comunidade no Facebook: http://www.facebook.com/pages/F%C3%B3rum-de-M%C3%ADdia-Livre/162570857185508 um dos encaminhamentos elencados no 3º FML é a de promover o uso de redes sociais livres. O GT dos Protocolos Livres está tratando deste tema. Atualmente existem alternativas de redes sociais com Software Livre como o Diápora e o Noosfero. Ambas podem ser instaladas no servidor do site do FML. Para isso é necessário acesso ao servidor.

    Site

    O site oficial do FML (http://www.forumdemidialivre.org/) é desenvolvido com tecnologia WordPress. Recentemente o site sofreu alguns ataques, e está fora do ar. Levando em conta as demandas elencadas anteriormente, de criação de ambientes próprios de diálogos, caso seja inviável a curto prazo a instalação de uma rede social própria, fica a sugestão se se usar o tema P2P do WordPress, que simula uma rede social. Podemos logar no site todos os participantes dos grupos, localizados em categorias. O uso deste tema ou de uma rede social aberta para organizar os Gts pode ser mais produtivo do que uma lista de emails, já que o conteúdo se torna publicitável em posts. Seja qual for a alternativa, é necessário compartilhar a gestão do site.

    Esta mensagem está sendo enviada para a lista do GT dos Protocolos Livres, para a avaliação técnicas das alternativas. Quem quiser participar: http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/fml-gt-protocolos

     
    • Rita Freire 11:13 em 17 de fevereiro de 2012 Link permanente | Resposta

      Oi pessoal, pedi licença ao Pedro Noel, (com quem fiz contato por meio da lista theglobalsquare@lists.takethesquare.net, que conheci através de link enviado pelo Thiago Pimentel), para enviar informações que ele me passou em chat posterior, durante nossa conversa sobre o diálogo dos protocolos livres. Ele tem interesse nesse processo e também convida interessados/as em conhecer o projeto globalsquare. Estou enviando a vcs separadamente, mas precisamos decidir se a lista criada pelo Rodrigo será ocupada ou não, e/ou se usaremos outro espaço como tb foi sugerido pelo Thiago pq as conversas estão rolando em muitas direções e espaços diferentes. Tb vou mandar a vcs os links dos materiais gerados pelo III FML pra ver como sistematizamos e socializamos.

      Pedro Noel é brasileiro, mora na Espanha.
      Integra um grupo de ativistas que se conheceu pela Internet, durante a #spanishrevolution, em projetos de midia livre e net neutrality.
      O grupo trabalha na construção de um espaco e de fornecer um canal de comunicacao comum.
      Busca estabelecer um vocabulario (RDF)comum nos sistemas das redes sociais para que elas possam trocar dados entre si.
      Tb tem uma proposta de uma plataforma (software) voltada a outro tipo de interacao social na internet e na vida – seguindo os principios de creative commons, sinergia, stigmergia, conhecimento e cultura livre, inclusividade, horizontalidade democracia participativa.
      Estão interessados em como os grupos se relacionam, que ferramentas os usuarios podem acessar para coordenar e trabalhar em conjunto. Os tipos de grupos, tipos de evento, tipos de forum. A plataforma que seu grupo está criando poderá incluir, em sua versao final, desde um mural pessoal ate’ um sistema de troca de tempo, bens, dinheiro etc.Querem fazer isso usando protocolos P2P.

      Seu grupo tem feito pesquisas sobre pontos fracos da internet e o que poderia ser solucao contra a censura e repressao na rede. Foi feita uma parceria com o instituto de tecnologia de universidade de delft que leva o programa p2p next, “o programa p2p com mais fundos no mundo”. Um dos projetos de tu delft, que patrocina o p2p next, ‘e levado pelo Sr. Johan Pouwelse, que simpatiza com essas ideias e está apoiando o grupo construir uma rede social descentralizada e invencivel contra ataques ou censura baseada em protocolos P2P.
      Acredita que não haja mais ninguem fazendo isso no mundo agora, da mesma maneira.
      Cita 2 projetos ‘similares’. Um esta parado e era o antigo GNU social e outro e’ o safebook que tem objetivos diferentes.
      Do grupo, a única programadora é a porta voz Heather Marsh, editora de um (informa ser o único) portal de noticias credenciado pela Wikileaks, chamado wlcentral.org
      Informa ter um grupo que traduz pra mais de 20 linguas, que pode ajudar
      Ele indica mais info em wiki.theglobalsquare.org
      E envia este link sobre o tribler
      http://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=tribler&source=web&cd=8&ved=0CGcQFjAH&url=http%3A%2F%2Fwww.news.com.au%2Ftechnology%2Ftribler-file-sharing-software-cannot-be-shut-down-says-developer%2Fstory-e6frfro0-1226267578432&ei=Ang9T-ybE4ON-wb50cDfBQ&usg=AFQjCNFvC1JLO2QMTnQOEcRVquEJ56cVbQ&cad=rja

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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 23:27 em 2 de February de 2012 Link permanente | Resposta
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    O Uirá (Cultura Digital), lembrou de uma… 

    O Uirá (Cultura Digital), lembrou de uma conversa muito próxima aos Protocolos: “Entendendo a Plataforma Agregadora” http://xemele.net/wikka.php?wakka=Xemele Vale a pena puxar este conteúdo.

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 23:23 em 2 de February de 2012 Link permanente | Resposta
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    Redes livres atuando em redes 

    sábado 28 de janeiro de 2012, por Michele Torinelli

    Organizações aproveitam o III Fórum de Mídia Livre para o desenvolvimento de uma proposta para um protocolo de redes livres

    Provocadores da discussão no III FML

    Como incluir os excluídos, de maneira que eles sejam os protagonistas de seus processos criativos e produtivos? Como consolidar o potencial da comunicação de ser um instrumento de empoderamento para todos? A partir dessas provocações, Alfonso Molina, diretor científico da fundação italiana Mondo Digitale, iniciou o debate na sexta-feira (27) no III Fórum de Mídia Livre (FML) acerca da articulação em redes de diversas redes.

    “O tema já foi discutido presencialmente e em listas de emails, tivemos uma conversa na quarta (25) sobre isso, essa é uma demanda do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial – ou seja, esse é um grande debate para 2012”, explica Marco Amarelo, integrante do Coletivo Soylocoporti que mediou o encontro. O objetivo é chegar a um acordo de princípios e práticas que permitam que as várias redes dialoguem e criem uma articulação ampla, plural e descentralizada, por isso o termo “redes em redes”.

    Nesse sentido, Alfonso acredita que precisamos promover alianças entre movimentos, ONGs, governos e cidadãos para trazer à tona nossa multidimensionalidade e criar processos que nos permitam mudar o mundo – não em um ano ou dois; talvez em uma década, possivelmente nesse século. “Precisamos aprender a governar da melhor e mais democrática forma possível, e a comunicação é essencial nesse sentido, de propiciar o diálogo para os problemas concretos”, complementou Alfonso.

    Redes em redes

    Uma das preocupações é a construção de alternativas de comunicação para que não continuemos dependentes das redes sociais proprietárias, tendo em vista que cedemos para seus donos os direitos de todo o conteúdo que publicamos nelas. Há casos de venda de informações privadas dos usuários e censura de notícias referentes aos movimentos sociais – daí a emergência das redes livres.

    Rodrigo Nunes Souto, da Coolivre – cooperativa baiana de software livre que também atua com economia solidária, ressaltou a importância do fortalecimento que o ambiente virtual tem propiciado ao ambiente real. “Estamos sim utilizando as redes sociais para mobilizar os movimentos reais, mas acabamos ficando dependentes de ’Twitters’ e ’Facebooks’”, problematiza.

    Ele defende que a grande sacada seria criar protocolos comuns, acordos entre as redes que permitam a comunicação entre as diversas iniciativas, que não gerem dependência de uma única plataforma mas promova o diálogo entre as diversas redes. “Mais importante que discutir a ferramenta é pensar o protocolo, as práticas comuns, que é o que vai permitir que nos comuniquemos”, complementa.

    “É necessário confederar, e não federar, porque trata-se de uma articulação, não da criação de uma nova estrutura que se coloque acima das outras”, defende o francês François Soulard, da Coreden, uma rede internacional de comunicação popular e desenvolvimento de novas práticas democráticas. A confederação entre redes na França foi consolidada num encontro entre vários grupos e terminou numa carta que aponta princípios, objetivos e ações, criando um agregador de conteúdos.

    “Esses protocolos podem tanto ser tecnológicos como políticos”, adverte Thiago Skárnio, da Alquimídia. A ideia é, a partir das várias experiências, chegar a denominadores comuns de quais são os princípios políticos que guiarão essa confederação. “Os movimentos acabam sendo várias ilhas, mas nossa causa é comum, podemos perceber isso aqui no Fórum, por isso a integração entre as várias redes é tão importante”, analisa Rafael Reinehr, da cooperativa catarinense Coolmeia. Ele defende que a convergência de redes seria uma verdadeira moeda social, porque os benefícios seriam comuns.

    “A grande diferença dessa rede que está sendo construída é que os participantes são tanto produtores quanto consumidores de conteúdo, derrubando essa barreira entre emissor e receptor”, defende Hélio Paz, professor de Comunicação Digital da Unisinos.

    Pontos de partida

    Entre as muitas plataformas de rede que vêm se consolidando está o Noosfero, utilizado pela Rede Brasileira de Economia Solidária. Bráulio Barros de Oliveira, do Coletivo Eita – Educação, Inclusão e Tecnologia para Autogestão, é programador de tecnologias de caráter social e participou do desenvolvimento do Noosfero.

    O Noosfero é uma rede social e econômica – serve como vitrine de produtos e veículo de compra e venda. Também é possível ter blogs no Noosfero, assim como postar documentos. “Existem vários ’Noosferos’ que estão isolados – redes como a do Movimento Software Livre, Cirandas e Fora do Eixo. O desafio que se coloca é como conectar esses ’vários Noosferos’, incluindo também ’Facebooks’ e ’Twitters’, propiciando alternativas de redes sociais”, indica Bráulio. Uma maneira é confederar as iniciativas, de modo que um mesmo login seja utilizado para o acesso a diversas redes, e que uma puxe conteúdo da outra, criando uma teia de redes livres.

    O Eita está trabalhando em outras implementações da plataforma, que responde à demanda dos coletivos de consumo consciente e cooperativas de economia solidária. O objetivo é permitir que os produtores se conectem diretamente aos consumidores suprimindo os atravessadores, combinando compra e venda com moedas de troca.

    Uma sugestão, feita por Rafael Reinehr, é o uso de uma mesma plataforma de reunião por várias iniciativas, como acontece no Movimento Zeitgeist – ao acessar uma sala digital de reunião, é possível ter acesso às outras reuniões, permitindo escolher entrar e conhecer qualquer uma delas, como se fossem portas abertas num grande corredor.

    Renato Fabri, do Lab Macambira, indicou a análise da Carta Mídias Livres, resultado do processo de seleção do segundo Prêmio de Mídia Livre, lançado pelo governo federal. A carta foi construída pela comissão de avaliação do prêmio e é considerada referência do que é mídia livre.

    Outro exemplo de plataforma de democracia participativa é o Delibera, desenvolvida pela Ethymos Soluções em Web em parceria com o Lab Macambira, que foi implementada pela Ethymos para a Relatoria Especial da ONU pelo Direito à Moradia, uma rede que atua em mais de 90 países.

    “O objetivo é que façamos um debate amigável, que abranja as diferentes contribuições em torno de princípios e objetivos comuns”, indica Rita Freire, da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada.

    Próximos passos

    Para dar continuidade à articulação das redes e apontar ações, definiu-se a criação de um documento virtual colaborativo para que os interessados possam seguir trabalhando juntos (confira também a introdução desse debate, elaborado coletivamente).

    Outra ação necessária será mapear e sistematizar as informações referentes às redes livres.

    P.S.

    Essa matéria pode ser copiada, alterada, remixada – basta dar os devidos crédidos. Compartilhemos.

    Fonte:  http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/redes-livres-atuando-em-redes

     
  • Foto de perfil de Thiago Skárnio (perfil desativado)

    Thiago Skárnio (perfil desativado) 23:20 em 2 de February de 2012 Link permanente | Resposta
    Tags:   

    Um protocolo para as redes livres 

    quarta-feira 11 de janeiro de 2012, por Rita Freire

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    O horizonte é chegar ao II Fórum Mundial de Mídia Livre, a ser realizado como parte da Cúpula dos Povos na Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro, em condições de se aprovar um acordo internacional

    Trocar elementos para que as muitas redes sociais em desenvolvimento nos ativismos globais, baseadas em software livre, se constituam parte de uma grande rede livre e diversa, feita de muitas faces e identidades coletivas, é um dos propósitos dos encontros do III Fórum de Mídia Livre, que será realizado em Porto Alegre, de 27 a 28 de Janeiro, na Casa de Cultura Mario Quintana.

    Participarão entusiastas de projetos e redes como Lorea e N-1, dos indignados da Espanha, ou Global Square e #OccupyWallstreet nascidas das ocupações nos Estados Unidos, e de experiências que avançam no Brasil como Nosfero, implementada em projetos como o do Movimento Software Livre e Fora do Eixo ou ganham adeptos no país, como Diáspora e a plataforma Phyrtual, em cuja construção está empenhada a rede jovem brasileira, Viração, e será apresentada por Evelyn Ararype.

    Além de experiências, estarão em debate conceitos como o de computação soberana, que alem de arquivos permite compartilhar área de armazenamento, memória e processamento com membros da rede. Um exemplo, apontado por Marco Konopacki, da rede Soylocoporti, do Paraná, está implementado no site Sneer . “É a comunicação P2P levada ao extremo”, segundo Thiago Skárnio, da Alquimídia.org, de Santa Catarina.

    Deve ser forte também o debate das redes federadas, defendido por Vicente Aguiar, do Colivre, da Bahia, por permitir que muitas redes sociais se constituam em uma só, sem deixar de ser uma entre muitas, que pode ser um dos objetivos do processo.

    Ainda será possível debater o conceito que levou a uma ” confederação de recursos em rede pela democracia”, caso da plataforma Coredem, da qual participa Francois Soulard, da Argentina, participante do FML.

    E é uma conversa apenas inicial. O III FML deve resultar em um espaço comum para aprofundar o diálogo com demais redes preocupadas em contribuir para protocolos que realimentem a todas. Por este meio, poderão gerar espaços e conexões livres dos controles mercadológicos, característicos das grandes redes de hoje, que detém o poder de retirar páginas coletivas do ar, por motivação política ou de qualquer natureza.

    O horizonte é chegar ao II Fórum Mundial de Mídia Livre, a ser realizado como parte da Cúpula dos Povos na Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro, em condições de se aprovar um acordo internacional que estimule também acordos com movimentos e redes não necessariamente focados na comunicação e que buscam alternativas na internet.

    Debate também ocorrerá no FST

    A programação autogestionada do Fórum Social Temático sobre Crise Capitalista e Justiça Ambiental e Temática também inclui atividades que poderão gerar subsídios para esse protocolo e para a própria comunicação inerente ao processo do Fórum Social Mundial. Uma delas será feita antes do III Fórum de Mundial de Mídia Livre, propondo a participação de interessados/as em debater “Princípios para uma rede social do/no FSM”. O resultado dessa atividade será encaminhado tanto à Comissão de Comunicação do FSM quanto ao III FML, como elementos de contribuição.

    Fonte: http://www.ciranda.net/fsm-dacar-2011/article/um-protocolo-para-as-redes-livres

     
    • Hieroph4nt 8:12 em 18 de fevereiro de 2012 Link permanente | Resposta

      Sobre o que se refere aa GLobalSquare, foi um esforco de VARIAS acampadas, tanto na Europa quanto nos EUA. Sobre o que se refere ao N-1, nao ‘e a rede dos indignados da Espanha. Existe bem antes dos ‘indignados’ surgirem e tem desenvolvedores em varias partes do mundo. Apesar de ainda estarmos usando o N-1 para se organizar nas acampadas da europa, os desenvolvedores na’o querem focar o n-1 em uma ‘plataforma dos indignados’ tampouco. Fora isso, a ideia e as noticias sao otimas!

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