Atualizações de fevereiro, 2012 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 21:49 em 25 de February de 2012 Link permanente | Resposta  

    A lista de e-mails do GT é esta: http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/fml-gt-protocolos

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 1:55 em 3 de February de 2012 Link permanente | Resposta
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    Para saber como funciona este blog, tem um vídeo aqui: http://p2theme.com/

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 1:43 em 3 de February de 2012 Link permanente | Resposta
    Tags: Debate, FML   

    Sobre as listas, site e redes sociais do FML 

    Sobre as Listas.

    Atualmente existem duas listas ligadas ao Fórum de Mídia Livre. A “Lista do Grupo de Trabalho Executivo”, com 43 participantes: https://groups.google.com/group/fmlgte e a Lista “geral”, criada desde o I Fórum de Mídia Livre, com 240 participantes: https://groups.google.com/group/forum-de-midia-livre/.

    Pelo que me lembro, a existência de um GTE composto de entidades do terceiro setor para articular o FML, principalmente o evento FML, foi uma demanda do próprio Fórum, que optou, em sua terceira edição em mudar esta estrutura para Gts temáticos, sendo que um deles possui a função de “enlace”, ou seja, de informar o andamento de cada GT para os demais. Este GT de Enlace é composto por um integrante de cada GT, que pos sua vez revesará a função com os demais integrantes.

    A existência de duas listas causou uma série de ruídos durante a construção do 3º Fórum, portanto, proponho que os participantes da lista do GTE migrem para a lista geral, para depois deleta-la.

    Outra opção é mantê-la apenas com os integrantes do Grupo de Enlace, dando esta nova função ao recurso. É importante destacar que os dois grupos de emails são pertencentes ao Google em um sistema proprietário, o que vai contra os encaminhamentos do próprio FML. A proposta a médio prazo é migrar toda a lista para uma ferramenta livre, ou ainda, para uma rede social livre. Sugiro que a moderação destes grupos seja compartilhada com o GT de comunicação, ou com quem mais quiser ajudar. Eu me disponho.

    Funcionamento dos Gts

    É necessário que as pessoas dos Gts se encontrem para se organizar em listas ou redes sociais. Foi criado um formulário compartilhado entre os integrantes do GT de Enlace:

    Ciranda (Rita Freire)

    Radio Muda (Thiago Novaes)

    Alquimidia (Thiago Skárnio)

    Pontão da ECO (Ivana Bentes)

    Os e-mails que eu não tenho são os seguintes:

    Revista Fórum (Adriana Delorenzo) Amarc (Arthur William)

    A migração de todos para uma única lista ajudaria nesta organização também. O endereço eletrônico do formulário é o seguinte: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?hl=pt_BR&formkey=dEg5OFQwdzN3UDFFVVpDeE4ydVJ2Unc6MQ#gid=0

    Redes Sociais

    Atualmente existe um grupo http://www.facebook.com/groups/143715205746228/ e uma comunidade no Facebook: http://www.facebook.com/pages/F%C3%B3rum-de-M%C3%ADdia-Livre/162570857185508 um dos encaminhamentos elencados no 3º FML é a de promover o uso de redes sociais livres. O GT dos Protocolos Livres está tratando deste tema. Atualmente existem alternativas de redes sociais com Software Livre como o Diápora e o Noosfero. Ambas podem ser instaladas no servidor do site do FML. Para isso é necessário acesso ao servidor.

    Site

    O site oficial do FML (http://www.forumdemidialivre.org/) é desenvolvido com tecnologia WordPress. Recentemente o site sofreu alguns ataques, e está fora do ar. Levando em conta as demandas elencadas anteriormente, de criação de ambientes próprios de diálogos, caso seja inviável a curto prazo a instalação de uma rede social própria, fica a sugestão se se usar o tema P2P do WordPress, que simula uma rede social. Podemos logar no site todos os participantes dos grupos, localizados em categorias. O uso deste tema ou de uma rede social aberta para organizar os Gts pode ser mais produtivo do que uma lista de emails, já que o conteúdo se torna publicitável em posts. Seja qual for a alternativa, é necessário compartilhar a gestão do site.

    Esta mensagem está sendo enviada para a lista do GT dos Protocolos Livres, para a avaliação técnicas das alternativas. Quem quiser participar: http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/fml-gt-protocolos

     
    • Rita Freire 11:13 em 17 de fevereiro de 2012 Link permanente | Resposta

      Oi pessoal, pedi licença ao Pedro Noel, (com quem fiz contato por meio da lista theglobalsquare@lists.takethesquare.net, que conheci através de link enviado pelo Thiago Pimentel), para enviar informações que ele me passou em chat posterior, durante nossa conversa sobre o diálogo dos protocolos livres. Ele tem interesse nesse processo e também convida interessados/as em conhecer o projeto globalsquare. Estou enviando a vcs separadamente, mas precisamos decidir se a lista criada pelo Rodrigo será ocupada ou não, e/ou se usaremos outro espaço como tb foi sugerido pelo Thiago pq as conversas estão rolando em muitas direções e espaços diferentes. Tb vou mandar a vcs os links dos materiais gerados pelo III FML pra ver como sistematizamos e socializamos.

      Pedro Noel é brasileiro, mora na Espanha.
      Integra um grupo de ativistas que se conheceu pela Internet, durante a #spanishrevolution, em projetos de midia livre e net neutrality.
      O grupo trabalha na construção de um espaco e de fornecer um canal de comunicacao comum.
      Busca estabelecer um vocabulario (RDF)comum nos sistemas das redes sociais para que elas possam trocar dados entre si.
      Tb tem uma proposta de uma plataforma (software) voltada a outro tipo de interacao social na internet e na vida – seguindo os principios de creative commons, sinergia, stigmergia, conhecimento e cultura livre, inclusividade, horizontalidade democracia participativa.
      Estão interessados em como os grupos se relacionam, que ferramentas os usuarios podem acessar para coordenar e trabalhar em conjunto. Os tipos de grupos, tipos de evento, tipos de forum. A plataforma que seu grupo está criando poderá incluir, em sua versao final, desde um mural pessoal ate’ um sistema de troca de tempo, bens, dinheiro etc.Querem fazer isso usando protocolos P2P.

      Seu grupo tem feito pesquisas sobre pontos fracos da internet e o que poderia ser solucao contra a censura e repressao na rede. Foi feita uma parceria com o instituto de tecnologia de universidade de delft que leva o programa p2p next, “o programa p2p com mais fundos no mundo”. Um dos projetos de tu delft, que patrocina o p2p next, ‘e levado pelo Sr. Johan Pouwelse, que simpatiza com essas ideias e está apoiando o grupo construir uma rede social descentralizada e invencivel contra ataques ou censura baseada em protocolos P2P.
      Acredita que não haja mais ninguem fazendo isso no mundo agora, da mesma maneira.
      Cita 2 projetos ‘similares’. Um esta parado e era o antigo GNU social e outro e’ o safebook que tem objetivos diferentes.
      Do grupo, a única programadora é a porta voz Heather Marsh, editora de um (informa ser o único) portal de noticias credenciado pela Wikileaks, chamado wlcentral.org
      Informa ter um grupo que traduz pra mais de 20 linguas, que pode ajudar
      Ele indica mais info em wiki.theglobalsquare.org
      E envia este link sobre o tribler
      http://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=tribler&source=web&cd=8&ved=0CGcQFjAH&url=http%3A%2F%2Fwww.news.com.au%2Ftechnology%2Ftribler-file-sharing-software-cannot-be-shut-down-says-developer%2Fstory-e6frfro0-1226267578432&ei=Ang9T-ybE4ON-wb50cDfBQ&usg=AFQjCNFvC1JLO2QMTnQOEcRVquEJ56cVbQ&cad=rja

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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 23:27 em 2 de February de 2012 Link permanente | Resposta
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    O Uirá (Cultura Digital), lembrou de uma… 

    O Uirá (Cultura Digital), lembrou de uma conversa muito próxima aos Protocolos: “Entendendo a Plataforma Agregadora” http://xemele.net/wikka.php?wakka=Xemele Vale a pena puxar este conteúdo.

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 23:23 em 2 de February de 2012 Link permanente | Resposta
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    Redes livres atuando em redes 

    sábado 28 de janeiro de 2012, por Michele Torinelli

    Organizações aproveitam o III Fórum de Mídia Livre para o desenvolvimento de uma proposta para um protocolo de redes livres

    Provocadores da discussão no III FML

    Como incluir os excluídos, de maneira que eles sejam os protagonistas de seus processos criativos e produtivos? Como consolidar o potencial da comunicação de ser um instrumento de empoderamento para todos? A partir dessas provocações, Alfonso Molina, diretor científico da fundação italiana Mondo Digitale, iniciou o debate na sexta-feira (27) no III Fórum de Mídia Livre (FML) acerca da articulação em redes de diversas redes.

    “O tema já foi discutido presencialmente e em listas de emails, tivemos uma conversa na quarta (25) sobre isso, essa é uma demanda do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial – ou seja, esse é um grande debate para 2012”, explica Marco Amarelo, integrante do Coletivo Soylocoporti que mediou o encontro. O objetivo é chegar a um acordo de princípios e práticas que permitam que as várias redes dialoguem e criem uma articulação ampla, plural e descentralizada, por isso o termo “redes em redes”.

    Nesse sentido, Alfonso acredita que precisamos promover alianças entre movimentos, ONGs, governos e cidadãos para trazer à tona nossa multidimensionalidade e criar processos que nos permitam mudar o mundo – não em um ano ou dois; talvez em uma década, possivelmente nesse século. “Precisamos aprender a governar da melhor e mais democrática forma possível, e a comunicação é essencial nesse sentido, de propiciar o diálogo para os problemas concretos”, complementou Alfonso.

    Redes em redes

    Uma das preocupações é a construção de alternativas de comunicação para que não continuemos dependentes das redes sociais proprietárias, tendo em vista que cedemos para seus donos os direitos de todo o conteúdo que publicamos nelas. Há casos de venda de informações privadas dos usuários e censura de notícias referentes aos movimentos sociais – daí a emergência das redes livres.

    Rodrigo Nunes Souto, da Coolivre – cooperativa baiana de software livre que também atua com economia solidária, ressaltou a importância do fortalecimento que o ambiente virtual tem propiciado ao ambiente real. “Estamos sim utilizando as redes sociais para mobilizar os movimentos reais, mas acabamos ficando dependentes de ’Twitters’ e ’Facebooks’”, problematiza.

    Ele defende que a grande sacada seria criar protocolos comuns, acordos entre as redes que permitam a comunicação entre as diversas iniciativas, que não gerem dependência de uma única plataforma mas promova o diálogo entre as diversas redes. “Mais importante que discutir a ferramenta é pensar o protocolo, as práticas comuns, que é o que vai permitir que nos comuniquemos”, complementa.

    “É necessário confederar, e não federar, porque trata-se de uma articulação, não da criação de uma nova estrutura que se coloque acima das outras”, defende o francês François Soulard, da Coreden, uma rede internacional de comunicação popular e desenvolvimento de novas práticas democráticas. A confederação entre redes na França foi consolidada num encontro entre vários grupos e terminou numa carta que aponta princípios, objetivos e ações, criando um agregador de conteúdos.

    “Esses protocolos podem tanto ser tecnológicos como políticos”, adverte Thiago Skárnio, da Alquimídia. A ideia é, a partir das várias experiências, chegar a denominadores comuns de quais são os princípios políticos que guiarão essa confederação. “Os movimentos acabam sendo várias ilhas, mas nossa causa é comum, podemos perceber isso aqui no Fórum, por isso a integração entre as várias redes é tão importante”, analisa Rafael Reinehr, da cooperativa catarinense Coolmeia. Ele defende que a convergência de redes seria uma verdadeira moeda social, porque os benefícios seriam comuns.

    “A grande diferença dessa rede que está sendo construída é que os participantes são tanto produtores quanto consumidores de conteúdo, derrubando essa barreira entre emissor e receptor”, defende Hélio Paz, professor de Comunicação Digital da Unisinos.

    Pontos de partida

    Entre as muitas plataformas de rede que vêm se consolidando está o Noosfero, utilizado pela Rede Brasileira de Economia Solidária. Bráulio Barros de Oliveira, do Coletivo Eita – Educação, Inclusão e Tecnologia para Autogestão, é programador de tecnologias de caráter social e participou do desenvolvimento do Noosfero.

    O Noosfero é uma rede social e econômica – serve como vitrine de produtos e veículo de compra e venda. Também é possível ter blogs no Noosfero, assim como postar documentos. “Existem vários ’Noosferos’ que estão isolados – redes como a do Movimento Software Livre, Cirandas e Fora do Eixo. O desafio que se coloca é como conectar esses ’vários Noosferos’, incluindo também ’Facebooks’ e ’Twitters’, propiciando alternativas de redes sociais”, indica Bráulio. Uma maneira é confederar as iniciativas, de modo que um mesmo login seja utilizado para o acesso a diversas redes, e que uma puxe conteúdo da outra, criando uma teia de redes livres.

    O Eita está trabalhando em outras implementações da plataforma, que responde à demanda dos coletivos de consumo consciente e cooperativas de economia solidária. O objetivo é permitir que os produtores se conectem diretamente aos consumidores suprimindo os atravessadores, combinando compra e venda com moedas de troca.

    Uma sugestão, feita por Rafael Reinehr, é o uso de uma mesma plataforma de reunião por várias iniciativas, como acontece no Movimento Zeitgeist – ao acessar uma sala digital de reunião, é possível ter acesso às outras reuniões, permitindo escolher entrar e conhecer qualquer uma delas, como se fossem portas abertas num grande corredor.

    Renato Fabri, do Lab Macambira, indicou a análise da Carta Mídias Livres, resultado do processo de seleção do segundo Prêmio de Mídia Livre, lançado pelo governo federal. A carta foi construída pela comissão de avaliação do prêmio e é considerada referência do que é mídia livre.

    Outro exemplo de plataforma de democracia participativa é o Delibera, desenvolvida pela Ethymos Soluções em Web em parceria com o Lab Macambira, que foi implementada pela Ethymos para a Relatoria Especial da ONU pelo Direito à Moradia, uma rede que atua em mais de 90 países.

    “O objetivo é que façamos um debate amigável, que abranja as diferentes contribuições em torno de princípios e objetivos comuns”, indica Rita Freire, da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada.

    Próximos passos

    Para dar continuidade à articulação das redes e apontar ações, definiu-se a criação de um documento virtual colaborativo para que os interessados possam seguir trabalhando juntos (confira também a introdução desse debate, elaborado coletivamente).

    Outra ação necessária será mapear e sistematizar as informações referentes às redes livres.

    P.S.

    Essa matéria pode ser copiada, alterada, remixada – basta dar os devidos crédidos. Compartilhemos.

    Fonte:  http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/redes-livres-atuando-em-redes

     
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    Thiago Skárnio (perfil desativado) 23:20 em 2 de February de 2012 Link permanente | Resposta
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    Um protocolo para as redes livres 

    quarta-feira 11 de janeiro de 2012, por Rita Freire

    Todas as versões desta matéria: [English] [Español] [français] [Português do Brasil]

    O horizonte é chegar ao II Fórum Mundial de Mídia Livre, a ser realizado como parte da Cúpula dos Povos na Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro, em condições de se aprovar um acordo internacional

    Trocar elementos para que as muitas redes sociais em desenvolvimento nos ativismos globais, baseadas em software livre, se constituam parte de uma grande rede livre e diversa, feita de muitas faces e identidades coletivas, é um dos propósitos dos encontros do III Fórum de Mídia Livre, que será realizado em Porto Alegre, de 27 a 28 de Janeiro, na Casa de Cultura Mario Quintana.

    Participarão entusiastas de projetos e redes como Lorea e N-1, dos indignados da Espanha, ou Global Square e #OccupyWallstreet nascidas das ocupações nos Estados Unidos, e de experiências que avançam no Brasil como Nosfero, implementada em projetos como o do Movimento Software Livre e Fora do Eixo ou ganham adeptos no país, como Diáspora e a plataforma Phyrtual, em cuja construção está empenhada a rede jovem brasileira, Viração, e será apresentada por Evelyn Ararype.

    Além de experiências, estarão em debate conceitos como o de computação soberana, que alem de arquivos permite compartilhar área de armazenamento, memória e processamento com membros da rede. Um exemplo, apontado por Marco Konopacki, da rede Soylocoporti, do Paraná, está implementado no site Sneer . “É a comunicação P2P levada ao extremo”, segundo Thiago Skárnio, da Alquimídia.org, de Santa Catarina.

    Deve ser forte também o debate das redes federadas, defendido por Vicente Aguiar, do Colivre, da Bahia, por permitir que muitas redes sociais se constituam em uma só, sem deixar de ser uma entre muitas, que pode ser um dos objetivos do processo.

    Ainda será possível debater o conceito que levou a uma ” confederação de recursos em rede pela democracia”, caso da plataforma Coredem, da qual participa Francois Soulard, da Argentina, participante do FML.

    E é uma conversa apenas inicial. O III FML deve resultar em um espaço comum para aprofundar o diálogo com demais redes preocupadas em contribuir para protocolos que realimentem a todas. Por este meio, poderão gerar espaços e conexões livres dos controles mercadológicos, característicos das grandes redes de hoje, que detém o poder de retirar páginas coletivas do ar, por motivação política ou de qualquer natureza.

    O horizonte é chegar ao II Fórum Mundial de Mídia Livre, a ser realizado como parte da Cúpula dos Povos na Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro, em condições de se aprovar um acordo internacional que estimule também acordos com movimentos e redes não necessariamente focados na comunicação e que buscam alternativas na internet.

    Debate também ocorrerá no FST

    A programação autogestionada do Fórum Social Temático sobre Crise Capitalista e Justiça Ambiental e Temática também inclui atividades que poderão gerar subsídios para esse protocolo e para a própria comunicação inerente ao processo do Fórum Social Mundial. Uma delas será feita antes do III Fórum de Mundial de Mídia Livre, propondo a participação de interessados/as em debater “Princípios para uma rede social do/no FSM”. O resultado dessa atividade será encaminhado tanto à Comissão de Comunicação do FSM quanto ao III FML, como elementos de contribuição.

    Fonte: http://www.ciranda.net/fsm-dacar-2011/article/um-protocolo-para-as-redes-livres

     
    • Hieroph4nt 8:12 em 18 de fevereiro de 2012 Link permanente | Resposta

      Sobre o que se refere aa GLobalSquare, foi um esforco de VARIAS acampadas, tanto na Europa quanto nos EUA. Sobre o que se refere ao N-1, nao ‘e a rede dos indignados da Espanha. Existe bem antes dos ‘indignados’ surgirem e tem desenvolvedores em varias partes do mundo. Apesar de ainda estarmos usando o N-1 para se organizar nas acampadas da europa, os desenvolvedores na’o querem focar o n-1 em uma ‘plataforma dos indignados’ tampouco. Fora isso, a ideia e as noticias sao otimas!

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