Entidades do Rede Música Brasil
Criada em 1973, a Associação Brasileira dos Editores de Música – ABEM, é uma associação civil sem fins lucrativos, regida por seu estatuto social e pelas disposições legais aplicáveis, composta em sua maioria por empresas editoras musicais.A ABEM é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1973, regida por seu estatuto social e pelas disposições legais aplicáveis, composta em sua maioria por empresas editoras musicais. A Associação tem a seguinte finalidade:
• promover o desenvolvimento e prosperidade das atividades editoriais no campo da música;
• representar e defender os interesses de seus associados perante os poderes constituídos federais, estaduais e municipais, colaborando também como órgão técnico e consultivo, no estudo de assuntos que se relacionem às atividades da edição musical;
• representar e defender os interesses de seus associados perante entidades públicas e privadas, civis e comerciais, podendo celebrar convênios, acordos e contratos;
• organizar tribunais arbitrais para solucionar, por meios conciliatórios, os litígios que possam surgir entre seus associados, ou entre estes e terceiros.
A ABEART é uma associação civil, de intuitos não lucrativos, de duração indeterminada, podendo estabelecer representações ou escritórios em qualquer ponto do território nacional e no exterior.
Objetivos
# Coordenar e defender, em geral, os interesses de nossos sócios;
# Promover o desenvolvimento e a prosperidade das atividades artísticas musicais e de entretenimento;
# Representar e defender os interesses de seus sócios perante os poderes constituídos federais, estaduais e municipais, com eles colaborando, como órgão técnico e consultivo, no estudo dos assuntos que se relacionam com as atividades artísticas musicais;
A ABER, Associação Brasileira de Editoras Reunidas, é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em setembro de 2001, na Cidade do Rio de Janeiro, filiada à ICMP (International Confederation of Music Publishers), que congrega em seu quadro de associados expressiva parcela de editoras musicais brasileiras com catálogo nacional e internacional, tem como objetivos principais os de representar e defender os interesses de seus associados perante entidades e empresas privadas, civis ou comerciais, celebrar Convênios, Acordos e Contratos, visando facilitar e agilizar a utilização de obras musicais pelos usuários em geral bem como a prestação de contas pelos mesmos, além de representá-las perante Repartições Públicas; e ainda, em juízo ou fora dele; bem como apoiar e participar, individualmente ou em conjunto com outras entidades, na defesa do direito autoral e manter intercâmbio cultural no âmbito musical.
A Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) foi fundada em janeiro de 2002. Surgiu de vários encontros de independentes para se discutir a organização do setor.
A ABMI atua no mercado brasileiro e no exterior em busca de melhores condições para a produção e distribuição da música independente brasileira.
Atualmente, a associação reúne 112 associados, entre os 200 pequenos e médios selos/gravadoras existentes no país. Maior associação de gravadoras independentes do país, a ABMI mantém estreita relação com outras instituições do mercado da música independente no Brasil, e de organismos que representam a música independente no mundo. Para isso, celebra convênios, orienta negociações de acordos e contratos coletivos e participa de eventos e reuniões internacionais a fim de dar suporte aos associados, difundir conhecimento e estreitar a relação com os representantes de gravadoras e associações no Brasil e no exterior.
A ABPD - Associação Brasileira dos Produtores de Discos, foi fundada em abril de 1958. Como entidade representante das gravadoras, seu objetivo é conciliar os interesses destas organizações com os de autores, interpretes, músicos, produtores e editores musicais, além de defender coletiva e institucionalmente os direitos e interesses comuns de seus associados, combater à pirataria musical e promover levantamentos estatísticos e pesquisas de mercado.
A ABPD é filiada a IFPI www.ifpi.org (International Federation of the Phonographic Industry) – Federação Internacional da Indústria Fonográfica, que agrega cerca de 1.400 gravadoras em 76 países. Com sede no Rio de Janeiro, a ABPD se empenha em promover um ajuste dos artigos que tratam de direitos autorais e de propriedade intelectual, especialmente no que diz respeito ao combate à pirataria.
A Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN) foi criada em 2005 com o intuito de reunir, organizar e potencializar o circuito de festivais de música independente, desde então, em franca ascensão no Brasil, promovendo a troca de know-how entre produtores associados, bem como entre grupos, produtoras e coletivos responsáveis pela realização dos festivais.
A Abrafin reúne hoje 32 eventos do gênero. São festivais das mais diversas regiões brasileiras, que atingem um público de pelo menos 300 mil pessoas ao ano, fazendo circular mais de 600 bandas entre nacionais e internacionais, movimentando, assim, uma quantia superior a cinco milhões de reais ao ano. Além de gerar pelo menos três mil empregos fixos e temporários, os festivais são os principais vetores de estímulos da cadeia produtiva da música independente brasileira, impulsionando também a abertura do diálogo com os mercados ligados ao setor em nível internacional.
BM&A – Brasil, Música e Artes é uma associação privada constituída legalmente como uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), sem fins lucrativos, com sede em São Paulo. Foi fundada em Julho, 2001, com o objetivo fim de encorajar e organizar ações de difusão internacional de música brasileira, atraindo divisas ao Brasil, além de dar suporte às exportações através da ação cultural no exterior. Quando, em 2002, a BM&A firmou seu convênio com a APEX-BRASIL o setor musical brasileiro desenvolvia ações internacionais através de ações individuais de algumas empresas, com resultados pulverizados. A primeira estratégia adotada foi reunir essas empresas e propor um programa que pudesse agregar esforços e acumular resultados.


Central Única das Favelas – é uma organização sólida, reconhecida nacionalmente pelas esferas políticas, sociais, esportivas e culturais. Foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas do Rio de Janeiro – principalmente negros – que buscavam espaços para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver.
A organização tem o rapper MV Bill como um de seus fundadores, este que já recebeu diversos prêmios devido à sua ativa participação no movimento Hip Hop. Em 2004, a UNESCO o premiou como uma das dez pessoas mais militantes no mundo na última década. Além dele, a CUFA conta com Nega Gizza, uma forte referência feminina no mundo do Rap, conhecida e respeitada por seu empenho e dedicação às causas sociais.
FEDERAÇÃO DAS COOPERATIVAS DE MÚSICA DO BRASIL As Cooperativas de Música dos Estados de Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo, idealizaram e apresentam a Federação das Cooperativas de Música do Brasil, iniciativa pioneira na música e no cooperativismo.
O movimento cooperativista musical e esta Federação nascem em resposta ao momento histórico de mudança de paradigma e surgimento de novos modelos de organização da sociedade civil para exercício do trabalho e ação política que congregue e represente a base de toda cadeia produtiva da música.
A cooperativa é uma sociedade de pessoas que formaliza o trabalho musical, congrega serviços comuns a custo baixo para seus associados, fomenta a formação de rede entre os cooperados, minimiza a ação de intermediários e distribui renda tendo por base a autogestão.
Há seis anos a rede de cooperativas vem crescendo e se constituindo como importante ator social e político. Esta rede se consolidou a partir da trocas de experiências e de um dialogo aberto que possibilitou e possibilita o aprimoramento de cada gestão específica e compartilhamento de um ideal coletivo que se materializa na Federação das Cooperativas de Musica do Brasil.
A FEDERAÇÃO – PRINCÍPIOS
1 – Pensar coletivamente estratégias que possibilitarão o aprimoramento e deste novo paradigma de organização da classe musical em todo Brasil.
2 – Representar os interesses das cooperativas de música, atuando nas esferas nacional e internacional, buscando o dialogo em instancias políticas e institucionais.
3 – Contribuir com a construção de políticas públicas relacionadas a cadeia produtiva da música.
4 – Consolidar e ampliar a rede de cooperativas de música.
5 – Fomentar o cooperativismo e a criação de cooperativas de música nos demais estados brasileiros. Oferecendo capacitação quanto a estruturação e organização desses empreendimentos.
6 – Possibilitar e facilitar a intercooperação entre as cooperativas de música.
7 – Buscar soluções coletivas que permitam a difusão e circulação da música, no Brasil e no exterior.
8 – Contribuir para a criação e regulamentação de leis de incentivo ao cooperativismo musical, assim como reivindicar melhorias no regime tributário aplicado às cooperativas de trabalho e produção.
9 – Ampliar os espaços para música autoral em veículos de comunicação como rádios, internet e televisão.
10 – Promover educação continuada a fim de qualificar e profissionalizar os integrantes da cadeia produtiva da música.
11- Contribuir para que os programas de educação musical, para professores e músicos sejam multiplicados.
12 – Estimular e implementar iniciativas de economia solidária para o mercado da música.
Acreditamos que esta iniciativa é um avanço para discussão democrática e construção coletiva de um novo modelo organização e gestão para o mercado da música e comemoramos esta aliança que aqui se firma.
Alagoas – COMUSA – Cooperativa de Música do Estado de Alagoas
Bahia – MIC – Cooperativa da Música da Bahia
Espírito Santo – UNIMOS – Cooperativa de Música do Estado do Espírito Santo
Minas Gerais – COMUM – Cooperativa da Música de Minas
São Paulo – COOPERATIVA DE MÚSICA – Cooperativa de Música do Estado de São Paulo.

A rede cresceu e as relações de mercado se tornaram ainda mais favoráveis às pequenas iniciativas do setor da música, já que os novos desafios da indústria fonográfica em função da facilidade de acesso a qualquer informação criou solo ainda mais fértil para os pequenos empreendimentos, especialmente àqueles com características mais cooperativas.
FORUM NACIONAL DA MÚSICA Rede criada em Brasília, dia 12 de abril de 2005, por representantes dos Fóruns Permanentes de Música, congregando músicos e produtores de 17 estados brasileiros (DF, GO, MS, PA, RS, PR, MG, RJ, SP, MA, CE, MB, RN, PE, AL, BA e SE), com os seguintes objetivos:
- Mapear e discutir questões da música brasileira, respeitando a pluralidade e a diversidade.
- Representar as diversas áreas da música brasileira frente ao poder público federal, na discussão e proposição de políticas públicas.
- Definir estratégias e ações conjuntas para a mobilização e difusão do movimento em todo o território nacional.
- Estabelecer diretrizes e ações para a mobilização dos fóruns estaduais.
- Estabelecer articulação entre os fóruns estaduais, em âmbito regional e nacional.
A convite do Ministério da Cultura, os integrantes do FNM participaram ativamente do processo de implantação das Câmaras – depois Colegiados – Setoriais, e da I Conferência Nacional da Cultura, propondo e debatendo diretrizes para a política pública para o setor musical, em seus múltiplos aspectos (Formação, Patrimônio, Direito Autoral, Regulamentação Profissional, Fomento, Produção, Difusão, Consumo, etc.)
O Sebrae surgiu em 1972 para estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento do Brasil
O Movimento Música para Baixar – MPB é uma inciativa para conectar diversas áreas relacionadas como: música, arte tecnologia e comunicação colaborativa e espalhar suas propostas para o âmbito de diversos territórios, levando suas propostas para o maior numero de pessoas, extrapolando as fronteiras de um determinado gênero musical. O MPB nasce da necessidade de envolver economicamente mais grupos culturais desse país, não com a lógica do mercado excludente, mas com uma nova relação capital e trabalho apontando para os conceitos e práticas da economia solidária. Atualmente há uma grande demanda de diferentes agentes culturais no sentido da geração de renda à partir daquilo que criam. Necessidade, também, de rever a prática do jabá nos veículos de comunicação, que corrompe e impede as manifestações culturais em nosso pais.
Para a ARPUB, a missão institucional de uma rádio pública deve ser a de difundir, irradiar e produzir cultura, educação, cidadania, entretenimento, informação de qualidade e prestação de serviços, buscando atingir um público cada vez mais amplo da nossa sociedade. Difundir a arte e a cultura nacional, respeitando a sua diversidade regional, as diversas manifestações artísticas, com destaque para a música (clássica e popular) – afinal, somos um meio de comunicação sonoro -, principalmente a música brasileira de qualidade, mas também abrindo espaço para manifestações da poesia, da dramaturgia, da literatura em geral, do folclore, e buscando fazer a cobertura jornalística da vida cultural da sua cidade e do país, abrangendo aí eventos de artes cênicas e de artes plásticas. Articular, sempre que possível, cultura e entretenimento – a música, a poesia, a radiodramaturgia têm esse significado. Toda rádio pública deve ter a cultura como um dos seus focos principais. Chamamos a atenção para a necessidade de nossas emissoras poderem servir como contraponto à massificação cultural que é imposta pelas gravadoras às rádios comerciais.

Prezados,
Excelente o site. É um prazer participar de movimento tão serio, importante e competente.
[...] http://culturadigital.br/redemusicabr/entidades-do-rede-musica-brasil/ [...]
[...] conjuntamente com os demais entes envolvidos na II Conferência Nacional de Cultura, em especial a Rede Música Brasil , pelo presente, CONVOCAM todos os profissionais que atuam na denominada cadeia produtiva da [...]
[...] entes envolvidos na II Conferência Nacional de Cultura, em especial a Rede Música Brasil – http://culturadigital.br/redemusicabr/entidades-do-rede-musica-brasil , pelo presente, CONVOCAM todos os profissionais que atuam na denominada cadeia produtiva da [...]
Angra dos Reis (RJ) Sexta-feira 22 de Janeiro de 2010.
Paranormalidade a serviço do afastamento das chuvas.
Prezados Sres.
Conforme testemunhamos, recentemente o nome da cidade de Angra dos Reis foi noticiado pelos quatro cantos do planeta como a cidade que se tornou palco de uma tragédia que comoveu todo o Brasil devido ao fato de ter causado dezenas e vítimas, e por ter ocorrido justo na passagem do ano.
Daí, naturalmente as pessoas atribuíram esta tragédia a fúria da natureza, sem se quer imaginar que esta tragédia teve a participação oculta de seres extraterrenos de origem reptiliana que infelizmente dentro em breve provocarão mais tragédias sobre a região de Angra, mas desta vez pelo ar e sobre o mar através do elemento pendente que é o fogo.
Desta forma, penso eu que esta próxima tragédia por mim prenunciada abrirá precedentes para que a imprensa me conceda o apoio necessário para que eu possa apresentar um milenar exercício de paranormalidade que os povos que habitavam a Atlântida colocavam em prática para pedirem socorro aos misteriosos poderes dos Universos sempre que a Terra estivesse sobre ameaça extraterrena e também para gerenciarem oclima e equilíbrio da natureza, sendo então vistos e considerados como Deuses.
Trata-se de um método atlante que é baseado em uma tríplice aliança formada pelos infinitos poderes da mente, pelos poderes do transcendentalismo musical, pela sintonização com a constelação a ser escolhida, e que indubitavelmente começará mudar os rumos da humanidade para melhor se conseguirmos colocá-lo em prática nestes dias chegados nos quais a humanidade dispõe das mais avançadas tecnologias de comunicação.
Assim sendo, estou em busca do apoio de algum veiculo de comunicação para que unidos possamos colocá-lo em prática nos dias de hoje, tomando como base a constelação madrinha do Brasil, e para efeito de demonstração o objetivo a ser alcançado será o reequilíbrio da natureza principalmente no eixo sul e sudeste do Brasil que conforme temos testemunhado tem sido a região mais afetada pelas chuvas nos últimos anos, não estando descartada a possibilidade de que certas áreas litorâneas existentes neste eixo, hoje super populosas se tornem palco de tragédias idênticas as ocorridas nos anos 60 na Serra das Araras e Caraguatatuba se a incidência destas chuvas se prolongarem.
Porém, tratar-se-á de um exercício simultâneo e coletivo de paranormalidade, no qual a principio cada pessoa deverá desenhar um mapa do Brasil, posicionando dentro deste mapa as cinco estrelas que da Terra são vistas a olho nu cintilando lá na constelação Madrinha do Brasil, e que conforme sabemos são: Alfa, Beta, Gama, Delta e Épsilon do Cruzeiro.
Desta forma, cada estrela será representada por uma pirâmide, e na parte superior direita, porém fora do mapa, desenhem um Sol sugerindo que seus raios estejam sendo projetados sobre o Brasil e a direita deste Sol trace uma linha e escreva a palavra OHM que por ser o Mantra universal sempre será tocado como o tema de abertura de cada exercício a ser posto em prática.
Porém, a lua deverá ser desenhada na parte superior esquerda também fora do mapa, e a direita de cada pirâmide trace uma linha horizontal na qual serão escritas o nome de cada musica transcendental que revelarei, e que deverá ser tocada simultaneamente pelas rádios e programas de televisão que aderirem a este milenar exercício de paranormalidade a ser realizado em uma data e hora a serem programadas.
Daí então, cada musica a ser por mim revelada será seqüenciada no sentido horário, e ao passo que cada uma for tocada, as pessoas que aderirem a este exercício deverão fechar os olhos mentalizando e imaginando todas as nuvens desaparecendo dos céus do Brasil e ressurgindo em regiões do planeta que mais estejam necessitando de chuvas, regiões estas que serão previamente escolhidas para efeito de demonstração.
Para finalizar, em verdade vos digo e garanto que o sucesso desse exercício demonstrará e provará que não há outro caminho a ser seguido para que os clamores da humanidade em busca da verdadeira paz e salvação da Terra ultrapasse as barreiras do infinito sendo realmente ouvidos e atendidos pelos poderes celestiais, a não ser através dessas espécies de exercícios que em eras remotas eram usados pelos povos da Atlântida assim como outros, e que ao começarem dar resultados nos dias de hoje, deverão ser eternizados aqui na Terra, pois, estes exercícios poderão ser usados também para se buscar soluções para vários outros males que há muito se abatem sobre a humanidade, como por exemplo, na busca da erradicação de certas enfermidades.
Por outro lado, o sucesso deste exercício provará mais do que nunca que a humanidade jamais deve esquecer fatos do passado, pois neles podem estar às soluções e explicações para o presente e a previsão do futuro, e assim sendo, serão chegados os dias em que a humanidade saberá que o transcendentalismo musical é o mais infalível e confiável instrumento existente na Terra para se entrar em perfeita sintonia com os poderes celestiais.
Pois, através do transcendentalismo musical os clamores da humanidade ultrapassam as barreiras do infinito chegando aos ouvidos do criador, que por ser dotado de infinita bondade e sabedoria, nos atende prontamente uma vez que nosso pedido a ser mentalizado de forma simultânea seja positivo, e de propósito salutar para preservação do planeta e evolução da própria humanidade.
E assim o que me resta é esperar que alguma emissora de televisão se interesse pelo assunto, e enquanto aguardo, convido todos a sugeri-lo a algum programa de televisão, não se esquecendo que realmente o nosso ilustre Willian Shakespeare estava certo quando afirmou que entre os Céus e a Terra existem muito mais mistérios do que possam imaginar as nossas vãs filosofias.
Ubiracir Batista Miranda.
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Angra dos Reis (RJ) Brasil.
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