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set 23

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Giovanni no Rio


d461005814af21e91eb1b9d1b72e66aeOs primeiros registros da presença do clã Giovanni na cidade do Rio de Janeiro é de 1906.

Entre 1870 a 1920, chegaram ao Brasil cerca de 1,4 milhão de italianos para os mais diversos estados do país. A grande maioria em busca de empregos, principalmente nas lavouras e indústrias. A grande maioria (70%) foi absorvida pelo estado de São Paulo e pela região sul do Brasil. Essa mão de obra foi absorvida, em geral, por ocupações profissionais urbanas: alfaiates, sapateiros, pedreiros, barbeiros, carpinteiros, hoteleiros, garçons, eram com frequência italianos. Não houve uma colônia italiana forte na cidade, sendo esta população rapidamente assimilada e miscigenada com os locais.

Os poucos cainitas que vieram com estes imigrantes, tiveram um destino semelhante. Eles se consolidaram na influência de áreas comerciais mortais não disputadas pela maioria dos demais vampiros residentes. Com especial atenção ao ramo imobiliário, mas especialmente na indústria jornalística, onde carniçais espalhavam-se pela cidade. Os Giovanni se tornaram donos de uma rede de informações mais eficaz que os os Nosferatu. Criando mais uma peculiaridade entre os vampiros cariocas.

download (2)Desde que aportaram no Rio, em 1906, os irmãos gêmeos Pedro e Bartolomeu Giovanni se fixaram discretamente e têm feito o máximo para continuar assim. A partir de sua farta rede de ‘jornaleiros italianos’ (denominação metafórica, que já extrapolou seu sentido literal), vendem informações indistintamente para o Sabá, a Camarilla e os Anarquistas. Muitos dizem que os irmãos mantém no Rio um escritório internacional de mediação para contratação de mercenários Assamitas e Brujah, o que é negado por ambos. 

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