Primeira plenária realizada no Seminário Internacional na tarde do dia 18, o eixo Memória Digital, sob curadoria de Rogério Lourenço, assumiu a tarefa de buscar soluções para a preservação do acervo cultural brasileiro, propondo uma política de digitalização e padronização para as instituições culturais. Entre os pontos destacados, a necessidade de um mapeamento do acervo e a infraestrutura necessária. Abaixo o relato da plenária.
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- Esboçar um plano nacional de digitalização.
- Minc: ampla pesquisa entre as instituições conveniadas.
- Já há ações em curso; Minc pensa para si as políticas independente do Fórum. Esse desdobramento é uma consulta ampla; ações simultâneas: evento participativo; um aspecto é a política pública, outra é a participação.
- Eixo da gestão é recuperação e digitalização dos acervos das rádios públicas/áudio; ainda não temos uma política pública clara para isso; expectativa em relação ao Fórum: formatar (Minc: não ficar refém de empresas, sobretudo na fase de formatação); temos alguns desafios: mapear, catalogar e mapear o acervo; digitalizar o mais rápido possível; ainda está na fase de catalogação, principalmente dos anos 60 para cá; segundo, formatar o próprio projeto; encontrar um meio de disponibilizar para o público (Villa Lobos, p.ex); etapa de ganhar apoios institucionais e financeiros.
- Pessoas não dão importância para a questão da memória.
- Digitalização é uma novidade para todo mundo.
- Estamos propondo que o processo continue, explicando para os participantes do que o Fórum se trata.
- Questão dos acervos dentro de algo mais amplo. Mapeamento para o Minc. 90% do digitalizado está na Web.
- Questão da eficácia da ferramenta (plataforma). Compreensão de que estamos convergindo para uma situação de rede social. Soluções que estão começando a aparecer.
- Experiência é recente; exigir que o processo seja aberto e que as questões da sociedade sejam ouvidas.
- Premência do assunto é maior que a ferramenta. Volume de demanda é maior que a ferramenta; confiança em mecanismos de discussão embasadas.
- Iniciativa muito ousada, por isso ela também exige um tempo de assimilação. Este é um bom problema para ser enfrentado.
- Circulação do acervo ainda é restrita. Pensamento é que a memória deve ser preservada e, portanto, guardada. Medo de que o acervo seja dilapidado.
- Ter uma instituição que congregue essa questão dos acervos públicos. Centro Nacional de Digitalização. Tratar especificidades a partir de políticas públicas.
- Fazer consultas imediatas.
- Qualquer cidadão deve ter acesso aos acervos, e não apenas às instituições.
- Digitalização não pode ser “aos sustos”. Perspectiva “inabalável”, não sujeita a mudanças de administração.
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