Na programação paralela do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, desenvolvedores de vídeo livre do Brasil e dos EUA promoveram um encontro para trocar experiências sobre o movimento. A conversa foi gravada e está abaixo, na íntegra. Participaram do bate papo os membros da Participatory Culture Foundation Dean Jansen, Holmes Wilson, Nicolas Reville, Tiffiniy Cheng, a pesquisadora australiana Jean Burgess, o inglês Salsaman, os brasileiros VJ Pixel, Pedro Markun, Rodrigo Pitanga, Felipe Sanches, Mariana Toledo, além dos integrantes da organização do Fórum André Deak e Lia Rangel.
Um histórico do surgimento do Open Video Alliance, nos EUA, e suas ações foram apresentados pelos norte-americanos. “A ideia é permitir a diferentes indivíduos e organizações trabalharem para descentralizar o vídeo online em código aberto. Queremos tornar essas técnicas acessíveis a pessoas comuns para que um cineasta possa entender por que estamos falando de usar ou não flash, por exemplo”, explicou Dean.
E, para isso, “não é necessário que se aprendam técnicas para desenvolver o próprio software. O importante é criar ferramentas, serviços que permitam a todo o mercado entrar no ambiente do software livre. A Wikipedia, o Mozilla, por exemplo, foram feitos para pessoas que não estavam introduzidas nesse universo”, complementou Nicolas.
A possibilidade de trazer o movimento para o Brasil e de que forma isso deve ser feito também foi uma das pautas do bate-papo. “Devemos manter o Open Vídeo ou deixar como Vídeo Livre?”, questionou Markun. Assista os vídeos:
Parte 1
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Parte 2
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Parte 3
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Parte 4
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