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	<title>Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira &#187; Cobertura</title>
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	<description>De 18 a 21 de novembro, na Cinemateca, em São Paulo</description>
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		<title>&#8220;A cultura da periferia está se fundindo com a cultura digital&#8221;: entrevista com Heloisa Buarque de Holanda</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 17:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Heloisa Buarque de Holanda é diretora do Portal Literal, professora de teoria crítica da cultura da UFRJ, onde coordena ainda o Programa Avançado de Cultura Contemporânea, que trabalha com cultura de periferia e cultura digital. &#8220;É muito legal que essas linhas começam a se cruzar violentamente&#8221;, explica. Ela estava entre os participantes do Seminário Internacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Heloisa Buarque de Holanda é diretora do <a href="http://portalliteral.terra.com.br/home/">Portal Literal</a>, professora de teoria crítica da cultura da UFRJ, onde coordena ainda o Programa Avançado de Cultura Contemporânea, que trabalha com cultura de periferia e cultura digital. &#8220;É muito legal que essas linhas começam a se cruzar violentamente&#8221;, explica. Ela estava entre os participantes do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira, e durante o evento foi entrevistada pela organização do Fórum. </p>
<p>Para ela, a internet deu visibilidade para as comunidades carentes de uma forma jamais pensada. &#8220;A periferia está vindo, usando a cultura como recurso. Estão aparecendo e gerando riquezas por meio da cultura e a cultura digital esta agregando força a isso, a esse impulso&#8221;, disse. Ela conta que questão da leitura está se desenvolvendo muito com a internet. &#8220;Ela possibilita um tipo de comportamento mais de game, mais de Orkut que está levando o não leitor a ler. E a periferia vem com força total, viabilizada pela internet, para dizer a quem vem&#8221;. </p>
<p>Por exemplo? &#8220;Se você abrir um blog de escritor de classe média, mainstream, você vai ver que esse é um blog de criação, de troca, de crítica, de troca de impressões, de diários. Agora, se você abrir um blog de periferia, ele é maior e está trabalhando o tráfego de informação, que é fantástico. Nunca vi um movimento mais documentado na internet do que os movimentos da periferia. Qualquer sarau da Cooperifa tem 3, 4 filmagens, textos postados. Você tem uma história que está ganhando visibilidade por causa da internet. E a periferia percebeu isso muito bem&#8221;, explica.</p>
<p>O fenômeno das lan houses no país também é abordado por ela na entrevista: &#8220;o que está chamando a atenção é que além de acesso, de levar leitura,  comportamento, ela está socializando, porque toda festa de periferia, na favela é na lan house não é em outro lugar. A lan house esta virando um lugar de convivência muito importante Dizem que a internet leva a solidão, eu não estou vendo isso não, estou vendo a festança. Virou um ponto de encontro, de sociabilização.&#8221;</p>
<p>Confira a entrevista completa em vídeo:</p>

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		<title>Economia da cultura: experiência pública, por Juliana Nolasco</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 16:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Juliana Nolasco]]></category>
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		<description><![CDATA[Criada em 2009, a Coordenação Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais do MinC tem por objetivo o gerencimento do Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (Prodec), além de desenvolver o planejamento matricial de longo prazo para o setor no Brasil. À frente dessa coordenação, a administradora Juliana Nolasco participou da mesa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criada em 2009, a <a href="http://culturadigital.br/ecocultminc/">Coordenação Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais do MinC</a> tem por objetivo o gerencimento do Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (Prodec), além de desenvolver o planejamento matricial de longo prazo para o setor no Brasil. À frente dessa coordenação, a administradora Juliana Nolasco participou da <a href="http://http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/o-desafio-de-adaptar-a-economia-a-nova-mentalidade-resumo-da-mesa-sobre-economia-da-cultura-digital/">mesa de discussão</a> sobre o assunto no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, em que mostrou um pouco do trabalho sendo feito no governo federal. Veja abaixo alguns trechos da entrevista e, na sequência, a conversa gravada durante o evento. </p>
<p><strong>O que é cultura digital?</strong><br />
É a produção cultural sendo produzida mais rápida e envolvendo mais gente.</p>
<p><strong>Economia da cultura</strong><br />
&#8220;É uma tentativa de compreender como funcionam as cadeias produtivas, os agentes que estão envolvidos com os bens culturais e tentar entender como são feitas as escolhas desses agentes, como se produz cultura hoje em dia&#8221;</p>
<p><strong>Novos modelos de negócio</strong><br />
&#8220;A industria fonográfica foi a primeira a sofrer o impacto, com o Napster. E, na paralela, aconteceu o mais interessante: a democratização das formas de produção cultural, e da forma de consumir música, que acabou cortando o intermediário. Se consome e produz muito mais música atualmente, com um modelo de negocio que ninguém entende como é. São vários modelos&#8221;</p>
<p>&#8220;Quando você discute o valor econômico social que a cultura tem, você procura uma nova forma de pensar em desenvolvimento, na relação que as pessoas podem ter a partir de um novo sistema. E se a gente quer propor uma nova forma de pensar o desenvolvimento, a gente tem que pensar em como medir essa nova forma&#8221;</p>
<p>&#8220;A gente quer apoiar esse tipo de iniciativa. Queremos propor novas relações.&#8221;</p>
<p><strong>Direito autoral</strong><br />
&#8220;A lei do Brasil apresenta diversos desequilíbrios em termos de acesso, de como reconhecer o autor da obra&#8230;O Ministério está propondo a discussão em torno da lei, um debate que foi feito para construir com a sociedade, para entender que empecilhos a lei oferece hoje e como a gente pode transformá-la.&#8221;</p>
<p><strong>Política Pública</strong><br />
&#8220;E um desafio: quero propor a construção de política pública 2.0 e não faço ideia de como se faz isso, pode dar errado como pode, como eu espero, que dê certo. A vantagem de trabalhar em uma coordenação nova é que pode funcionar como um laboratório também. E a se a gente construir isso com a sociedade civil, temos uma tendência de acerto muito maior.&#8221;</p>
<p><strong>Parte 1</strong><br />
</p>
<p><strong>Parte 2</strong><br />
</p>
<p><a href="http://culturadigital.br/ecocultminc/">Conheça o blog da Coordenação Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais do MinC</a><br />
<a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/24/relatorias-das-plenarias-eixo-economia-da-cultura-digital/">Relatoria da plenária: eixo economia da cultura digital</a></p>
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		<title>&#8220;A criação em arte digital é compartilhada desde sempre&#8221;. Entrevista com Cícero Silva</title>
		<link>http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/12/16/a-criacao-em-arte-digital-e-compartilhada-desde-sempre-entrevista-com-cicero-silva/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[arte digital]]></category>
		<category><![CDATA[arte e tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o Seminário Internacional, conversamos com Cícero Silva, curador de arte digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira e um dos organizadores do FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) sobre o trabalho feito na plataforma de construção de políticas públicas e as demandas do setor. A conversa está gravada em vídeo e disponível logo abaixo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o Seminário Internacional, conversamos com Cícero Silva, curador de arte digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira e um dos organizadores do FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) sobre o trabalho feito na plataforma de construção de políticas públicas e as demandas do setor. A conversa está gravada em vídeo e disponível logo abaixo, na íntegra. Leia antes alguns trechos:</p>
<p><strong>Conceitos</strong><br />
&#8220;Cultura digital é o processo das várias representações que fazem parte da cultura geral que são mediadas a partir do surgimento do aparato computacional.&#8221;</p>
<p>&#8220;Arte digital é um conceito complexo. [Representa] o que do digital pode ser considerado arte dentro da cultura em geral. É aquela representação com a intencionalidade de um artista que utiliza os recursos computacionais, que opera com essa linguagem e aí cria alguma coisa.&#8221;</p>
<p>&#8220;A colaboração na cultura digital é parte integrante do processo constitutivo. A criação em arte digital é compartilhada desde sempre.&#8221;</p>
<p><strong>Tendência</strong><br />
&#8220;No FILE tivemos uma experiência importante para o cinema: a primeira transmissão do mundo de filme na qualidade de 4 K (8 milhões de pixel por frame) transmitido numa rede de 10 gigabits para Japão e Califórnia ao mesmo tempo. Foi a primeira estreia de filme global, saindo do Brasil. E isso é o que vai acontecer no cinema em poucos anos, em cinco anos.&#8221; </p>
<p>&#8220;Isso vai impactar na produção de cinema, que vai ser mais colaborativo ainda. Você vai poder editar um filme aqui em super alta definição ao mesmo tempo com um cara no Japão e com diretor assistindo do Recife e dizendo &#8220;vai cortar aqui, ali&#8221;. E o filme sendo visualizado ao mesmo tempo, assim como o som&#8230;<br />
Há uma intensidade do tráfego de dados muito grande e vai ampliar. Temos que pensar o que vai acontecer com isso.&#8221;</p>
<p><strong>Culturadigital.br</strong><br />
&#8220;Foi uma surpresa o resultado, as pessoas interagindo no fórum. No começo achei que elas não iriam participar. E teve participação de pessoas que são expoentes no Brasil. Foi interessante construir isso publicamente.&#8221;</p>
<p><strong>Propostas</strong><br />
&#8220;A demanda é comum: precisamos investir em formação de arte digital, capacitação, metodologia, investir na produção em espaços colaborativos, criar departamentos de arte digital nos museus&#8230;&#8221;</p>
<p><strong>Parte 1</strong><br />
</p>
<p><strong>Parte 2</strong><br />
</p>
<p><a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/24/relatorias-das-plenarias-eixo-arte-digital/">Relatoria da plenária do eixo arte digital</a><br />
<a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/12/11/arte-digital-roda-de-conversa-com-pau-alsina-gisele-beiguelman-e-cicero-silva/">Arte digital: roda de conversa com Pau Alsina, Gisele Beiguelman e Cícero Silva</a></p>
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		<title>Visões periféricas: entrevista com Márcio Blanco e Karine Mueller</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os organizadores do Festival Visões Periféricas, dedicado à exibição de produções audiovisuais de diversas partes do país, estiveram no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira e aproveitaram para contar sobre o trabalho feito no Rio para a equipe da produção. Veja alguns trechos da conversa abaixo e, na sequência, o vídeo com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os organizadores do <a href="http://www.visoesperifericas.org.br/">Festival Visões Periféricas</a>, dedicado à exibição de produções audiovisuais de diversas partes do país, estiveram no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira e aproveitaram para contar sobre o trabalho feito no Rio para a equipe da produção. Veja alguns trechos da conversa abaixo e, na sequência, o vídeo com a entrevista sem cortes.</p>
<p><strong>O que é cultura digital?</strong><br />
<strong>Márcio:</strong> &#8220;É uma nova maneira de pensar, de ver o mundo, de se relacionar com as pessoas, de criar, de enxergar o outro. Começou com o impacto da internet na sociedade [...]  E ao mesmo tempo que me parece uma grande novidade, que avança numa nova forma de pensar, a gente vai se conectando com formas ancestrais, xamãnicas, rituais que são antigos&#8221; </p>
<p><strong>Festival Visões Periféricas</strong><br />
<strong>Karine:</strong> &#8220;Surgiu em 2007, no Rio de Janeiro, e foi pensando para dar visibilidade a produções das múltiplas periferias no Brasil. A gente entende que periferia é um conceito mais amplo que isso [o conceito geográfico], que engloba olhares, olhares que se abrem para novas possibilidades. A gente inclui as comunidades quilombolas, ciganas, indigenas&#8230; O festival nasceu para dar visão a essa produção que tem crescido muito nos últimos anos. E estamos ampliando essa coisa do festival ser só uma janela de exibilão. Este ano, realizamos um seminário de audiovisual de educação, para falar também de formação.&#8221;</p>
<p><strong>Novas tecnologias</strong><br />
<strong>Márcio</strong>: &#8220;O salto que  a gente tem que dar é este: de se apropriar dessas ferramentas de maneira inteligente, cidadã, de forma a não ser dominada por ela e sim dominar isso. Poder jogar o seu pensamento ali dentro&#8221;</p>

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		<title>Experiência com cultura livre em Barcelona: entrevista com integrantes da banda Tarántula</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 03:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[A banda Tarántula, integrante da produtora cultura Producciones Doradas, em Barcelona, foi a primeira a lançar um disco exclusivamente para a internet na Espanha, em 2006. Desde então tem um trabalho atuante nas questões ligadas à democratização de acesso à cultura. Convidado a tocar no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, o grupo, representado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda Tarántula, integrante da produtora cultura <a href="http://www.produccionesdoradas.com/public/index.php">Producciones Doradas</a>, em Barcelona, foi a primeira a lançar um disco exclusivamente para a internet na Espanha, em 2006. Desde então tem um trabalho atuante nas questões ligadas à democratização de acesso à cultura. Convidado a tocar no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital,  o grupo, representado por Daniel Granados, também compartilhou no evento a experiência vivida na Cataluña na <a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/o-desafio-de-adaptar-a-economia-a-nova-mentalidade-resumo-da-mesa-sobre-economia-da-cultura-digital/">mesa de discussão sobre economia da cultura</a>. Neste vídeo, eles falam sobre a visita ao Brasil, a pirataria, o compartilhamento de música na rede, a realidade na Espanha, entre outras coisas.</p>
<p>O arquivo não foi editado e tem no começo umas falhas no áudio. Recomendo assistir a partir do minuto 5&#8217;30&#8243;.</p>

]]></content:encoded>
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		<title>Circuito Fora do Eixo: a economia do conhecimento em rede</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 21:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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		<category><![CDATA[musica]]></category>

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		<description><![CDATA[De diferentes lugares do país, participantes do movimento vieram &#8220;ao eixo&#8221; para compartilhar com quem estava no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital a experiência considerada um dos exemplos mais importantes de economia criativa no Brasil. Concebido em 2005, o circuito que hoje abriga cerca de 47 coletivos culturais começou com trocas de serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De diferentes lugares do país, participantes do movimento vieram &#8220;ao eixo&#8221; para compartilhar com quem estava no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital a experiência considerada um dos exemplos mais importantes de economia criativa no Brasil. Concebido em 2005, o circuito que hoje abriga cerca de 47 coletivos culturais começou com trocas de serviços entre bandas de Cuiabá. Horas em estúdio de ensaio de um eram &#8220;dadas&#8221; em troca da gravação no espaço do outro. Essa relação foi se intensificando e sistematizada na criação de uma moeda virtual: o Cubo Card, fazendo referência ao coletivo pioneiro mato grossense. &#8220;Com isso, as bandas podem gravar, ensaiar, ter assessoria de imprensa&#8230;&#8221;, explica um de seus integrantes mais conhecidos, Pablo Capilé, do pŕoprio coletivo Cubo. </p>
<p>Hoje a moeda já contempla serviços como restaurante, convênio médico, vestuário, entre outros. Conseguidos em troca, por exemplo, de exposição das marcas em eventos organizados pelo Circuito Fora do Eixo. Aliás, já nem se pode mais falar em uma moeda. Os coletivos acabam criando ativos diferentes, com seus parceiros locais, e tudo isso é interligado em uma rede de serviço, organizada pelo CFE. </p>
<p>Essa mesma rede é usada para o compartilhamento das experiências entre os grupos. É por meio dela que os integrantes do Palafita, no Amapá, se comunicam com o Goma, em Uberlândia, por exemplo. Os encontros, reuniões e metodologias ficam disponíveis na própria rede, no <a href="http://observatorioforadoeixo.wordpress.com/">Observatório Fora do Eixo</a>. A comunicação do circuito conta ainda com o <a href="http://www.foradoeixo.org.br/">Portal Fora do Eixo</a> e um <a href="http://www.twitter.com/foradoeixo">perfil no Twitter</a> com mais de 1.500 seguidores. </p>
<p>Para Pablo Capilé, esse é um movimento de comportamento jovem. &#8220;Hoje, não há uma identificação com os partidos políticos, com o movimento estudantil&#8230;&#8221;, disse no Seminário explicando uma das razões do sucesso do CFE. E, de fato, não há como restringir o trabalho deles a uma alternativa ao modelo econômico vigente, ignorando sua expressão artística. Estão na rede, bandas como <a href="http://www.myspace.com/macacobong">Macaco Bong</a> (MT), <a href="http://www.myspace.com/miniboxlunar">Mini Box Lunar</a> (AM), <a href="http://www.myspace.com/caldodepiaba">Caldo de Piaba</a> (AC), <a href="http://www.myspace.com/porcasborboletas">Porcas Borboletas</a> (MG), para citar apenas as que se apresentaram na tenda montada na Cinemateca. </p>
<p>Além das apresentações, o Circuito esteve presente no Seminário, representado por Pablo, na <a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/o-desafio-de-adaptar-a-economia-a-nova-mentalidade-resumo-da-mesa-sobre-economia-da-cultura-digital/">mesa de discussão sobre economia da cultura</a>. Um pouco antes dela acontecer, ele, Otto Ramos, do coletivo Palafita e da banda Mini Box Lunar, do Amapá, Thales Lopes, do coletivo Goma, de Uberlândia e Gabriel Cardoso, do coletivo Lumo, de Recife, conversaram com Lia Rangel sobre o Circuito. Veja abaixo alguns trechos do bate papo e assista o vídeo com a entrevista na íntegra e ainda os vídeos com entrevistas feitas com integrantes da banda Mini Box Lunar e Porcas Borboletas. </p>
<p>Alguns trechos:</p>
<p><strong>O que é o Circuito Fora do Eixo?</strong><br />
Capilé: &#8220;É uma grande rede nacional de coletivos que trocam tecnologias e investem na economia do conhecimento, criando novas ferramentas para viabilizar a construção de instrumentos favoráveis para difusão de produtos culturais, para a discussão do comportamento jovem, para agregar cada vez mais pessoas pensando na ocupação do espaço do poder político real&#8221;</p>
<p><strong>E o eixo?</strong><br />
<strong>Otto: </strong>&#8220;A gente passou muito tempo visualizando só o eixo e a produção fora do eixo já estava acontecendo. Quando começamos a interligar os coletivos, passamos a perceber a produção local de cada coletivo, que tem 20, 10 bandas. É ele o termómetro da produção local. A partir disso, a gente pensa, é claro no resto do país, também no eixo Rio-São Paulo. A produção local cresce e tenta chegar em novos pontos, no eixão mesmo.&#8221;</p>
<p><strong>Capilé:</strong> &#8220;A questão geográfica num primeiro momento era importante para a afirmação da identidade. Com o tempo, passamos a perceber que existiam coletivos em São Paulo e no Rio que eram tão fora do eixo quanto os fora do eixo geograficamente. Que eram fora do eixo tradicional de produção cultural. E hoje não tem mais essa distinção se o cara é do Amapá ou de São Paulo.&#8221;</p>
<p><strong>Cultura digital</strong><br />
<strong>Capilé</strong>: &#8220;A gente nasce numa perspectiva pós década de 90, em que as pessoas começam a dialogar. Antes eu tinha que pagar uma fortuna em passagem aérea para conhecer a experiência do outro. Quando vem as listas de email, os sites começam a surgir, o banco de estímulo começa a criar um lastro muito maior. Mesmo sendo pontual a relação num primeiro momento, você se estimula a ver o outro fazendo. Nossas estratégias de comunicação foram no ciberespaço até conseguir transformá-lo numa expansão dessa territorialização.&#8221;</p>
<p><strong>Artista como pedreiro</strong><br />
<strong>Gabriel:</strong> &#8220;O artista não é só mais banda, ele faz outras coisas. Faz transmissão ao vivo, é road, técnico de som, direção de palco&#8230;.Dentro do circuito dos coletivos eles fazem outras funções. Essa é a lógica que a gente quer inverter para utilizar a força de trabalho do músico e não deixá-lo só como alguém iluminado.&#8221;</p>
<p><strong>Assista a entrevista na íntegra:</strong></p>

<p><strong>Entrevista com integrantes da banda Mini Box Lunar</strong></p>

<p><strong>Entrevista com integrantes da banda Porcas Borboletas- parte 1</strong></p>

<p><strong>Entrevista com integrantes da banda Porcas Borboletas- parte 2</strong></p>

<p><strong>Entrevista com integrantes da banda Porcas Borboletas- parte 3</strong></p>

<p>Veja ainda trechos das apresentações das bandas do Circuito Fora do Eixo no Seminário em: </p>
<p><a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/macaco-bong-porcas-borboletas-caldo-de-piaba-e-lucas-santtana-1%C2%AA-noite/">Macaco Bong, Porcar Borboletas, Caldo de Piaba e Lucas Santanna: 1 noite</a></p>
<p><a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/teatro-magico-tarantula-mini-box-lunar-e-jorge-mautner-2%C2%AA-noite/">Teatro Mágico, Tarántula, Mini Box Lunar e Jorge Mautner: 2ª noite</a></p>
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		<title>&#8220;Cultura digital é a superação das categorias de organização estabelecidas&#8221;. Entrevista com Messias Bandeira</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 18:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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		<category><![CDATA[Messias bandeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Messias Bandeira, professor da UFBA, é um dos idealizadores do projeto que implantará um computador com internet por aluno na sala de aula de pós-graduação na universidade. &#8220;A gente entende que para além de uma experiência esse é um contexto inevitável. Em qualquer evento internacional, e mesmo aqui no Fórum, você vê as pessoas interagindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Messias Bandeira, professor da UFBA, é um dos idealizadores do projeto que implantará um computador com internet por aluno na sala de aula de pós-graduação na universidade. &#8220;A gente entende que para além de uma experiência esse é um contexto inevitável. Em qualquer evento internacional, e mesmo aqui no Fórum, você vê as pessoas interagindo com o discurso no momento em que ele acontece&#8221;, disse em entrevista gravada durante o Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital.</p>
<p>Sua tese de doutorado é sobre a distribuição de música na internet, tema que também foi abordado na conversa. &#8220;Há dez anos, o Napster deu início a uma redefinição à noção de propriedade da informação. Iniciou processo de superação da indústria fonográfica. [...] Hoje a tecnologia de compartilhamento redefiniu todos os processos: da relação do artista com o público, da economia da música online&#8230;&#8221;, explica.</p>

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		<title>&#8220;Cultura digital é a cultura contemporânea&#8221;. Entrevista com Claudio Manuel Duarte</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 17:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Claudio Manuel Duarte, jornalista, professor universitário, assessor da Secretária de Cultura Digital do Estado da Bahia, é também um dos idealizadores do coletivo Pragatecno, que reúne DJs do Norte e Nordeste do país e com a função inicial &#8220;trazer aquilo que havia de underground na cultura do DJ para a comunidade&#8221;. Hoje, segundo ele, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Claudio Manuel Duarte, jornalista, professor universitário, assessor da Secretária de Cultura Digital do Estado da Bahia, é também um dos idealizadores do coletivo <a href="http://http://www.pragatecno.com.br/">Pragatecno</a>, que reúne DJs do Norte e Nordeste do país e com a função inicial &#8220;trazer aquilo que havia de underground na cultura do DJ para a comunidade&#8221;. Hoje, segundo ele, o coletivo tem como objetivo incentivar a produção musical nos lugares em que atua, conectando os atores envolvidos nesse processo.</p>
<p>A experiência do Pragatecno é um dos assuntos abordados na entrevista em vídeo, que você vê a seguir. Nela, o participante do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira conta ainda sobre as ações envolvendo política pública e cultura digital na Bahia: por exemplo, a apropriação dos antigos Infocentros para a produção de conteúdos culturais em lugares como a escola de dança do Pelourinho. O mercado da música também não ficou de fora. &#8220;O conceito da propriedade coletiva já esta muito presente na cultura do DJ, que tem o seu trabalho baseado no remix. É preciso entender que a gente vive um momento de cultura livre e isso não tem retorno&#8221;, disse. Veja a entrevista gravada na Cinemateca durante o Seminário, na íntegra:</p>

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		<title>Entrevista com Jamie King</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 15:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jamie King]]></category>
		<category><![CDATA[P2P]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria]]></category>
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		<description><![CDATA[O idealizador do documentário &#8220;Steal this Film&#8221; (&#8220;Roube este Filme&#8221;, em tradução livre) e criador da rede Vodo.net, Jaime King, defende a liberdade de compartilhamento livre na rede e ajuda produtores a usarem sistemas P2P para a distribuição de suas criações. &#8220;Este mundo que está emergindo trás mais possibilidades para nós. Traz contribuições construtivas&#8221;, disse. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O idealizador do documentário <a href="http://www.stealthisfilm.com">&#8220;Steal this Film&#8221;</a> (&#8220;Roube este Filme&#8221;, em tradução livre) e criador da rede <a href="http://vodo.net/">Vodo.net</a>, Jaime King, defende a liberdade de compartilhamento livre na rede e ajuda produtores a usarem sistemas P2P para a distribuição de suas criações. &#8220;Este mundo que está emergindo trás mais possibilidades para nós. Traz contribuições construtivas&#8221;, disse.</p>
<p>Convidado a contar a sua experiência na <a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/apropriacao-compartilhamento-experiencias-livres-resumo-da-mesa-sobre-comunicacao-digital/">mesa de discussão sobre comunicação</a> no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, Jamie falou um pouco mais sobre o seu trabalho para André Deak. A entrevista foi gravada e está disponibilizada abaixo sem cortes.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, copyright, creative commons e a busca por um novo modelo de distribuição audiovisual são temas abordados na conversa. Indagado sobre a licença Copyright presente no &#8220;Steal this Film&#8221;, ele respondeu: &#8220;É uma piada. Se estivesse &#8220;aberto&#8221;, não poderia ser roubado&#8221;, explica Jamie. </p>

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		<title>Em entrevista, Raquel Rennó fala sobre a cultura digital em Barcelona</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 14:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[arte digital]]></category>
		<category><![CDATA[arte e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[raquel renno]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisadora de arte digital, integrante do coletivo ZZZinc, de Barcelona, a brasileira Raquel Rennó foi convidada para a mesa de discussão sobre o assunto no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital. Nesta entrevista em vídeo, ela fala sobre o cenário internacional da arte tecnológica e explica o pioneirismo de Barcelona nas questões ligadas à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadora de arte digital, integrante do coletivo <a href="http://www.zzzinc.net">ZZZinc</a>, de Barcelona, a brasileira Raquel Rennó foi convidada para a <a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/20/estimulo-ao-uso-critico-e-a-critica-do-usos-da-midia-resumo-da-mesa-de-discussao-sobre-arte-digital/">mesa de discussão</a> sobre o assunto no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital. Nesta entrevista em vídeo, ela fala sobre o cenário internacional da arte tecnológica e explica o pioneirismo de Barcelona nas questões ligadas à cultura digital: &#8220;A Catalunha tem uma tradição de contra cultura. Tem todo um contexto que atrai pessoas de diversas partes do mundo para pensar nesses assuntos.&#8221;</p>

<ul>
<li><a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/12/11/arte-digital-roda-de-conversa-com-pau-alsina-gisele-beiguelman-e-cicero-silva/">Arte digital: roda de conversa com Pau Alsina, Gisele Beiguelman e Cícero Silva</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/24/relatorias-das-plenarias-eixo-arte-digital/">Relatório da plenária do eixo arte digital</a></li>
</ul>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden;width: 1px;height: 1px">http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/11/24/relatorias-das-plenarias-eixo-arte-digital/Re</div>
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