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  • Saíram alguns vídeos, assistam!!!

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    por: Tininha Llanos, em Afrosul Odomodê, Coco de Umbigada, quilombos do RJ no dia 09/03/2011

    Semussum Olinda

    [youtube tUkvQQ28Zn8]

    Imagens Renata Lourenço, Khalila Sandes e Cristiano “Tcrauzy” Lopes
    Edição José Balbino

    Semussum Porto Alegre

    [youtube bgjkGSkfI0o]

    Imagens Tininha Llanos e Daniel Luís
    Edição Tininha Llanos

    Semussum Porto Alegre

    [youtube W8LAyliEbMM]

    Imagens Renata Lourenço
    Edição Tininha Llanos

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  • Grupos musicais do Afrosul Odomodê

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    por: cristiano figueiró, em Afrosul Odomodê no dia 28/09/2010

    O Ponto de Cultura Odomodê/Afrosul de Porto Alegre se caracteriza por uma intensa atividade de grupos musicais que vão desde atividades de musicalização infantis até organização do grupo de percussão “Odomodê Tambor”, composto por adolescentes da comunidade:

    Odomode tambor by amnesiadiscos

    odomode tambor

    Uma das personalidades musicais mais marcantes do Odomodê é o mestre Griô Paraquedas, sambista de primeira e compositor inspirado além de possuir um estilo de cantar com um senso melódico peculiar e muito afinado. Com uma carreira imensa, incluindo premiações como compositor nos carnavais de Porto Alegre, nos mostrou o samba “Quando meu avô dizia” que tem uma harmonia tradicional, mas o destaque vem pelo equilíbrio da letra com a condução melódica. Essa gravação é de “uma única tomada” sem passagem e sem ensaio, um encontro musical genuíno.

    O samba “Pétalas de rosa” me lembra o estilo de Cartola, ao prolongar as frases melódicas, criando uma expectativa no ouvinte.

    Petalas by amnesiadiscos

    Paraqueda (foto por Rodrigo Prates)

    Um dos mentores e principal organizador do Odomodê é o compositor, cantor e multi-instrumentista Paulo Romeu. Com uma trajetória que passa pelo grupo Afrosul até a criação do Ponto de Cultura Odomodê. A música “Nação Mandinga” foi gravada com a dificuldade de termos que driblar o ruído causado pela rede elétrica. Essa mixagem é um experimento com delays e reverbs nas faixas.

    Nação Mandinga by amnesiadiscos

    Po último Paulinho nos presenteou com a gravação da música “África no fundo do quintal” parceria sua com Bedeu e Wilsinho Telles, lançada no disco de estréia homônimo de Bedeu pela Copacabana em 1983.

    Africanofundodoquintal by amnesiadiscos

    Pra conhecer mais um pouco do trabalho do (falecido) Bedeu, encontrei um post interessante sobre sua trajetória:

    Nego Bedeu é a África no fundo do quintal

    Paulinho, PC e Jackson

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  • Sessão Olinda com axé de Sambada e Terreiro

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    por: Ronaldo Eli Júnior, em Sem categoria no dia 02/09/2010

    Ficamos devendo uma postagem sobre a sessão de Olinda, a última da série de atividades de gravação de músicas da matriz afroindígena brasileira. a sessão já prometia ser especial, e por várias razões. Além de ser o ponto de cultura que sedia a residência porposta pelo projeto, a ação Semussum, do Coletivo Nordeste Livre, já tinha sido realizada na comunidade anteriormente, quando a qualidade de equipamentos e os conhecimentos sobre gravação eram bem diferentes, mas a vontade de registrar e produzir cultura popular já era bem forte.

    A primeira atividade da sessão em Olinda foi auxiliar a produção da Sambada de Coco do Guadalupe, que naquele mês homenageou a Semussum. A equipe do projeto atuou na montagem do som e do set de gravação para captar todos os momentos do evento, em vídeo e áudio de qualidade. A festa foi bela como sempre, carregada da energia do mês de junho, que é repleto de festas no Nordeste, animadas por ritmos entre os quais o coco se insere com destaque.

    Como de costume, a Sambada contou com a presença de músicos e mestres do coco de todas as bandas de Olinda. No Beco da Macaíba, em frente ao Terreiro da Umbigada, a festa se espalhou em música e dança, rendendo peças de áudio e vídeo, alegria e imagens da alegria da cultura popular, com muita consciência e identidade!

    Para ver o álbum de fotos da Sambada, clique aqui.

    Nos dias que se seguiram à Sambada de Coco, as sessões de gravação foram realizadas no estúdio montado dentro do Terreiro da Umbigada, aproveitando a energia dos orixás que protegem e dinamizam aquela casa. Mestres como Beth de Oxum, Quinho Caetés, Pombo Roxo, Aurinha do Coco, Zeca do Rolete, e músicos e bandas como Guga, banda Capim Santo e  Robinho foram recebidas pela equipe em um set completo. E a criatividade correu solta.

    A equipe de vídeo também atuou registrando momentos e depoimentos no local das gravações e em outros locais importantes, pela relevância que tem para a cultura popular em Olinda. O vídeo, além de registrar o processo da Semussum pelo Brasil, também trará depoimentos e entrevistas que compõem a pesquisa proposta com o projeto.

    Fotos das sessões de gravação podem ser vistas aqui.

    Ficam as saudades de toda a família da Umbigada. E viva a Sambada de Coco!

  • [Neste sábado] Sambada de Coco do Guadalupe com gravação ao vivo

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    por: Ronaldo Eli Júnior, em Sem categoria no dia 31/05/2010

    A Sambada de Coco do Guadalupe deste mês de junho marca os 12 anos desta festa que eleva a auto estima e promove a cultura da comunidade. E será especial também como pontapé inicial da sessão do projeto Semussum Brasil, em Olinda. O projeto, fruto de uma parceria entre o coletivo Nordeste Livre e o Ponto de Cultura Coco de Umbigada, está realizando gravações de músicas de matriz afroindígena em cidades de diferentes regiões do Brasil, sempre em parceria com Pontos de Cultura.

    Começando no dia 05, com a gravação ao vivo da Sambada de Coco do Guadalupe, até dia 12, com gravações na sede do Ponto de Cultura, o projeto estará gravando as músicas de grupos locais. Os grupos e músicos interessados podem começar a entrar em contato com o Ponto de Cultura Coco de Umbigada. E todos os mestres e mestras estão desde já convidados. Queremos muito recebê-los e registrar sua musicalidade e suas histórias.

    Além da Sambada de Coco gravada ao vivo, também haverá a projeção de filmes do Cineclube Macaíba, e a apresentação do discotecário NK Cumbia, parceiro do Ponto de Cultura, com sua discografia latina e caribenha.

    Essa Sambada especial vai começar suas atividades a partir das 19 horas deste sábado, dia 5, na Rua João de Lima, conhecida como Beco da Macaíba, bem em frente ao Terreiro da Umbigada, no Bairro do Guadalupe, em Olinda. Mais informações podem ser encontradas aqui, no blog Sambada de Coco.

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  • Puraquê inicia atividades do Estúdio Livre em nova sede

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    por: Ronaldo Eli Júnior, em Sem categoria no dia 30/05/2010

    O Coletivo Puraqué iniciou as atividades do Estúdio Livre em Santarém (PA). As atividades foram abertas com o pé direito: gravando músicas do grupo Nossas lembranças, do bairro Maracanã. O grupo, formado por bem vividos rapazes de mais de 60 anos, toca músicas que animam bailes paraenses há décadas. Nossas Lembranças participou das gravações da Semussum Brasil em Santarém, e farão parte do CD e DVD do projeto. Até lá, quem quiser conhecer o som do grupo pode baixar as músicas disponibilizadas pelo Puraqué no blog do Estúdio Livre clicando aqui.

    Abaixo, fotos do estúdio e da sede do Puraqué, enviadas pelo camarada Jader Gama. O espaço ainda está em construção, mas avançando pra manter gravações regulares em Santarém.

  • No Ponto de Cultura Quilombo de São José, Semussum registra musicalidade e simbolismo da homenagem aos Pretos Velhos

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    por: Ronaldo Eli Júnior, em Coco de Umbigada, colaborativismo, coletivo nordeste livre, mestres, música, SEMUSSUM no dia 21/05/2010

    Todos os anos, com a proximidade do dia 13 de maio, os quilombolas de São José da Serra, no município de Valença (RJ) realizam o mesmo ritual: recebem os amigos para uma grande festa em homenagem aos Pretos Velhos, envolvendo toda a comunidade, comunidade amigas e visitantes de todos os lugares. Neste ano, acompanhamos essa festa desde o início, respeitando e nos integrando ao processo com encantamento e respeito a toda a ancestralidade que se evidenciou.

    A festa começa com uma missa. Um padre católico conduz o rito, enquanto as músicas tradicionais são substituídas por cantos do quilombo, acompanhada sempre pelos tambores tradicionais dali. No lugar das hóstias, frutas da região são distribuídas para a comunhão. E, na abertura, um cortejo canta a mensagem: “Vamo acabar com essa conversa/ de nego ser inferior”.

    Em seguida foi servida a feijoada, regada a samba, calango, e outros ritmos e manifestações, com participação de vários grupos e dos visitantes. Chama a atenção a quantidade de pessoas dedicadas ao registro da festa em vídeo, audio e fotos, muitas fotos. Profissionalmente ou não. Houve momentos em que era até difícil tirar uma foto sem enquadrar outro fotógrafo.

    Em nosso trabalho por lá, focamos em dois tipos de registro: o registro em vídeo com cenas e entrevistas com diversas pessoas que estava por lá; e registros de trechos de áudio para edição e inclusão no CD e DVD Semussum Brasil. O registro de áudio foi feito ao vivo, enquanto a festa se desenrolava. Foi importante a participação de jovens da comunidade, que acaba de receber os equipamentos de seu Ponto de Cultura. Juntos montamos uma aparelhagem de som para gravação e amplificação das apresentações na festa.

    Um momento emocionante é o acendimento da fogueira, que é benzida por mãe  Têtê, matriarca da comunidade. Neste momento toda a família do quilombo se reuniu em uma roda voltada para a fogueira, cantando para reforçar a benção à fogueira e a todos os presentes. A música conta a história da própria fogueira e sua feitura. O calor dela embala o resto da noite, enquanto continua o jongo e também o forró.

    Usamos o espaço de camping para montar barracas e guardar os equipamentos. Também houve oportunidades para conhecer a área, que inclui cachoeiras, riachos com água gelada, as casas da comunidade, separadas por trilhas com escadas de pedras e árvores, muitas antigas. A família do quilombo recebeu a todxs com muita alegria e gentileza, mostrando alguns do valores que permeiam a continuidade da comunidade, com suas crenças e festas simbolizando e sustentando sua cultura.

    Mais fotos tiradas na festa podem ser vistas no Picasa Sambada de Coco, clicando aqui.

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  • Semussum participa de oficina de rádio no Quilombo do Campinho da Independência

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    por: Ronaldo Eli Júnior, em Coco de Umbigada, colaborativismo, coletivo nordeste livre, mestres, música, SEMUSSUM no dia 20/05/2010

    A equipe da Semussum Brasil participou da oficina de rádio promovida conjuntamente pela Associação de Moradores do Quilombo do Campinho, Projeto Semussum Brasil, Rede Mocambos, Rádio Amnésia e I-Mutirô, no Quilombo do Campinho da Independência. Nos dias 12 e 13 de maio o Quilombo, que fica no município fluminense de Paraty, recebeu em sua sala de cultura digital as experiências de atuação da Rádio Amnésia, com a transmissão de programas ao vivo com participação de mestres griôs, lideranças, jovens e crianças moradorxs da comunidade. Tudo utilizando o equipamento recém adquirido através de convênio, e que já está em funcionamento no local.

    Junto com a oficina foram realizadas sessões de gravação da Semussum Brasil, registrando manifestações musicais locais. Uma delas foi o rap do grupo Realidade Negra, composto por jovens moradores do quilombo, que gravaram faixa inédita que deverá entrar no álbum do projeto. A outra foi a gravação de músicas do Jongo do Quilombo do Campinho. O jongo sempre fez parte da cultura da comunidade, e teve sua prática reforçada com a atuação de Laura, liderança da comunidade, que fez a voz solo durante as gravações.

    A experiência no quilombo foi muito boa, não só pela oficina e as gravações, mas pelo ambiente da comunidade e arredores. A comunidade é bem organizada e foi muito gentil e receptiva, permitindo e participando dos registros e das atividades. É também um bom exemplo de organização comunitária para o trabalho, com o desenvolvimento da proposta de turismo comunitário estimulando o artesanato, a culinária e outras atividades econômicas, e envolvida fortemente com o movimento quilombola brasileiro. Há uma harmonia na convivência com a natureza, que apresenta muita beleza, e mostra o tempo todo as inspirações que inspiram os modos de viver e se expressar dos moradores do local.

    As fotos das atividades podem ser conferidas aqui, no Picasa Sambada de Coco, do Centro Cultural Coco de Umbigada, assim como as demais sessões do projeto.

  • Programação da Festa de Jongo do Quilombo São José

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    por: Tininha Llanos, em Sem categoria no dia 12/05/2010

    FESTA de JONGO no QUILOMBO SÃO JOSÉ

    VALENÇA – RJ

    Dia 15 de maio de 2010 – Sábado – a partir das 10h da manhã

    10 horas – Missa afro ao ar livre

    12:30 horas – Feijoada

    14:00 hs – Capoeira, Maculele e Samba de Roda

    15:30 hs – Folia de Reis

    16:00 hs – Jongo de Quissama

    16:30 hs – Jongo de Pinheiral

    17:00 hs – Jongo de Arrozal

    17:30 hs – Boi Pintadinho de Miracema

    Jongo de Barra do Piraí

    18 hs – Confraternização entre os grupos

    19 hs – Benção da fogueira pela matriarca da comunidade, Mãe Tetê

    19:30 hs – Homenagem aos Pretos-Velhos – Jongo do Quilombo São José



  • Semussum vai ao Quilombo São José

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    por: Tininha Llanos, em Coco de Umbigada, colaborativismo, coletivo nordeste livre, livre, mestres, música, SEMUSSUM no dia 02/05/2010

    No dia 14 de maio, a caravana Semussum irá aportar com todo o respeito  aos mestres da cultura afro-brasileira e amerindia, no município de Valença – R J. Na bagagem, além dos equipamentos de gravação de audio e vídeo, muito asé e alegria. No dia 15 de maio a comunidade do Quilombo São José da Serra faz uma homenagem  aos pretos velhos. Em busca do direito de ser dono das terras que cultivam a mais de 100 anos, quase 200 quilombolas praticamente da mesma família, lutam pela sua permanencia de suas famílas em terras por eles produtivas e pela  manutenção de suas origens e sua cultura ancestral tambem cultivada com afinco.

    O jongo do quilombo São josé é muito conhecido pelo Brasil afora, mas seus praticantes não querem ser conhecidos como artistas, mas como guerreiros da auto-estima e da luta pelos seus direitos.

    Segundo o livro Jongos do Brasil, o jongo foi trazido da região africana Congo-Angola para o Brasil Colônia. Os negros escravos podiam dançar o jongo nos dias dos santos católicos – era o único momento permitido para a confraternização. É uma dança dos ancestrais, dos preto-velhos escravos, do cativeiro. A dança é profana, para divertimento, mas guarda uma atitude religiosa e misteriosa. Os antigos eram muito rígidos e exigiam respeito para ensinar os segredos do jongos e os fundamentos dos seus pontos. Por isso, no início, só os mais velhos entravam na roda de jongo, os jovens ficavam apenas observando. Dança-se na maioria das vezes descalço, com roupas do dia-a-dia. O jongo é acompanhado por dois tambores (grave e agudo). A dança do jongo acontece ao ar livre. Os negros montam uma fogueira e iluminam o terreiro com tochas. Armam uma barraca de bambu, onde os casais dançam ao ritmo do calango. À meia-noite, a negra mais idosa interrompe o baile caminha para o terreiro de terra batida, se benze nos tambores sagrados, pede licença aos preto-velhos (antigos jongueiros que já morreram). O primeiro casal entra na roda e começa a dança. Dança-se o jongo no dia 13 de maio, consagrado aos preto-velhos, nos dias santos católicos de devoção da comunidade, nas festas juninas, nos casamentos e recentemente em apresentações públicas. ( extraído da revista Raça http://racabrasil.uol.com.br/cultura-gente/106/artigo38877-1.asp no dia 02 de maio de 2010 ).

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  • Semussum participa da Feira de Cultura Digital dos Bairros em Santarém – PA

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    por: Ronaldo Eli Júnior, em Coco de Umbigada, colaborativismo, coletivo nordeste livre, livre, mestres, música, SEMUSSUM no dia 29/04/2010

    De 4 a 11 de abril a carava Semussum Brasil esteve em Santarém no Pará. Lá foi recebida pelo Ponto de Cultura Puraqué, que nos instalou em sua nova sede, ainda em construção, onde será instalado um estúdio comunitário e uma rádio comunitária. Além de gravar músicas locais, procuramos contribuir com esse processo, trocando conhecimento com a equipe do Ponto e ajudando a definir a montagem de seus pŕoprios equipamentos.

    Foi marcante nessa etapa a participação da equipe Semussum na Feira de Cultura Digital dos Bairros, promovida pelo Puraqué e que ocorreu durante nossa estadia na cidade. A Feira aconteceu no bairro Santarenzinho, e ofereceu à comunidade atividades gratuitas em diversas áreas. Havia serviços como cortes de cabelo e telecentro comunitário, oficinas multimmídia com softwares livres, feira de economia solidária e lançamento da moeda solidária muiraquitã (foto acima), que deverá se desenvolver como mais uma força alternativa de economia na cidade.

    Colaborando com o evento, montamos nosso estúdio no próprio local da feira, e transmitimos ao vivo pela Rádio Amnésia 88,5 FM, que foi muito vem recebida pela comunidade e pela organização do evento. A rádio transmitiu músicas e os debates realizados durante o II Encontro de Conhecimentos Livres, que ocorreu simultaneamente à Feira. Membros da equipe também participaram do show de calouros e do festival de música, como jurados (foto acima).

    Além dessa contribuição com o evento, foram gravadas músicas do grupo Nossas Lembranças, do bairro Maracanã. Composto de jovens senhores, quase todos acima dos sessenta, apresenta um repertório composto somente de músicas antigas, algumas compostas pelos ddiversos grupos de que participaram ao longo da vida. Foi gravada também uma entrevista em vídeo no bairro onde moram. Também foram gravadas músicas de um grupo visitante, a Companhia Papo Show, do Xingu, que se apresentou no evento, com repertório composto de músicas voltadas para a preservação do rio Xingu, que está sob ameaça como tantos outros no Brasil, e para o qual há planos de implementação de uma hidrelétrica. A Companhia é um Ponto de Cultura, que veio também participar de oficinas na localidade de Alter do Chão.

    Essa localidade também foi visitada pela equipe, que colheu belas imagens lá, e comeu uns peixinhos pra ficar bem alimentada. Algumas fotos podem ser conferidas em nossa galeria no Picasa. Para saber mais sobre a Feira de Cultura Digital dos Bairros, confira o blog da Rede Mocoronga.