1º DIA

 

10 h Reunião com os organizadores (Salão Executivo – Térreo)

 12h –  14h ­  Credenciamento (Térreo)

Almoço (Restaurante Aquarela)

14h – 14h30 Abertura  Apresentação do  Presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, José Almino de Alencar, com a presença da diretora-geral substituta do Arquivo Nacional, Maria Izabel de Oliveira, do diretor do Museu de Astronomia e Ciências Afins, Alfredo Tomasquin e de Mauricio Dantas, coordenador das Pré-Conferencias Setoriais. (Salão Jade)

14h30 – 15h Apresentação da programação e metodologia do evento, e dos moderadores. Discussão e aprovação do Regimento Interno

15h –  15h30 Coffe-break

 15h30 – 18h30 Apresentação dos eixos temáticos pelos respectivos moderadores

Eixo 1 – Produção Simbólica e Diversidade Cultural, por Paulo Knauss

Eixo 2 – Cultura, Cidade e Cidadania, por Ana Maria de Almeida Camargo

Eixo 3 – Cultura e Desenvolvimento Sustentável, por Carmen Moreno

Eixo 4 – Cultura e Economia Criativa, por Lucia Maria Velloso de Oliveira

Eixo 5 – Gestão e Institucionalidade da Cultura, por José Maria Jardim

18h30 – 19h30 Inscrição nos grupos de discussão, e registro candidaturas ao colegiado setorial ou listra tríplice.

20h30 – Jantar (Restaurante Aquarela)

 

2º DIA

 9h – Atividades dos grupos de trabalho (divididos por eixo temático)

Eixo 1 – Produção Simbólica e Diversidade Cultural, por Paulo Knauss

Eixo 2 – Cultura, Cidade e Cidadania, por Ana Maria de Almeida Camargo

Eixo 3 – Cultura e Desenvolvimento Sustentável, por Carmen Moreno

Eixo 4 – Cultura e Economia Criativa, por Lúcia Maria Velloso de Oliveira

Eixo 5 – Gestão e Institucionalidade da Cultura, por José Maria Jardim

Responsável: Mediador de Grupo

- Debate entre o grupo de trabalho para a elaboração das estratégias para as políticas públicas do setor (60’).

- Escolha de 05 (cinco) relatores para os subgrupos de trabalho (dentre os componentes da plenária) (20’).

 12h -  14  Almoço (Restaurante Aquarela)

14h -  16h  Atividades dos grupos de trabalho

Responsável: Mediador de Grupo

Cada subgrupo deve apresentar 02 (duas) estratégias na plenária de grupo. Este é o momento para levantamento, discussão e priorização de propostas (estratégias).

 Obs.: Os subgrupos podem elaborar mais que 02 (duas) estratégias, todas elas devem ser sistematizadas posteriormente pelo moderador da setorial. Os delegados podem utilizar as propostas enviadas/elaboradas nas assembléias como base da discussão.

 16 – 16h30  Coffee break

16h30 – 20h  Atividades dos grupos de trabalho

- Sistematização dos trabalhos e definição de 02 (duas) estratégias prioritárias. As 02 (duas) mais votadas, pela plenária, dentre as 10 apresentadas, serão encaminhadas para a plenária setorial do dia seguinte.

Obs.: As 10 (dez) estratégias elaboradas nos subgrupos devem ser apresentadas em telão para que a priorização seja feita.

- Candidaturas a delegado setorial para a plenária da II CNC, sendo que cada uma das delegações estaduais presentes só podem indicar um candidato.

 Obs.: Só podem se candidatar a delegados setoriais para a plenária nacional, os delegados da sociedade civil.

 20h30 -  Jantar (Restaurante Aquarela)

 9h ás 17h –  Instalação dos Colégios Eleitorais

Responsável: Comissão Eleitoral do CNPC

Somente poderão votar na eleição dos colegiados setoriais ou indicar nomes a lista tríplice, os membros dos Colégios Eleitorais. Ou seja, os delegados da sociedade civil + os membros do CNPC 

  3º DIA

 9h –  Plenária Setorial (Salão Jade – térreo)

Responsável: Coordenador Setorial

- Plenárias Setoriais onde os 05 (cinco) grupos de trabalho, sendo um por eixo temático, apresentam as 02 (duas) estratégias elaboradas no dia anterior para priorização das mesmas – a mais votada por eixo serão encaminhadas para a sistematização geral da II CNC e, todas as demais, incorporadas ao documento norteador de elaboração dos Planos Setoriais.

- Votação para eleição dos 10 (dez) delegados setoriais, sendo 02 (dois) por cada uma das regiões do país.

 Obs.: sugerimos que os delegados do poder público, delegados da sociedade civil, delegados do poder público federal e membros do CNPC (que são os delegados com direito a voto), reúnam-se por região, para entres eles elegerem os 02 (dois) delegados que representarão aquela região na plenária nacional da II CNC.

 12h – Encerramento

9h – ­­ 12h Eleição dos Colegiados Setoriais ou Lista Tríplice

Responsável: Comissão Eleitoral do CNPC

Processo de votação dos colegiados setoriais ou indicação de listas tríplices ao Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC).

13 – 14h Check out e brunch

  

Biografia dos mediadores

Ana Maria de Almeida Camargo: Professora de Metodologia da História (Graduação) e de História Social (Pós-Graduação) junto ao Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, tem coordenado projetos, prestado assessoria e publicado trabalhos na área arquivística. É também a atual presidente da Associação de Arquivistas de São Paulo.

Carmen Tereza Coelho Moreno: É graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduada em Documentação e Informação pelo Instituto de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Iniciou suas atividades profissionais na Biblioteca Nacional em 1980, como estagiária da então Seção de Manuscritos. Desde então, desenvolveu inúmeros trabalhos ligados à documentação e informação, não só na Biblioteca Nacional como no Programa Pró-Documento da Fundação Nacional Pró-Memória e no Arquivo Nacional, onde ingressou em 1988. Dirigiu o Centro de Referência e Difusão da Fundação Biblioteca Nacional de 2005 a 2008, assumindo, a partir de outubro deste ano, a função de Coordenadora-Geral de Processamento e Preservação do Acervo do Arquivo Nacional.

 José Maria Jardim: Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1978), Mestrado em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994) e Doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Atualmente é Professor Associado do Departamento de Ciência da Informação da UFF. Ministra disciplinas na graduação em Arquivologia e Biblioteconomia e no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFF. Em 2006-2007 coordenou o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Organização, Planejamento e Direção de Arquivos (Convênio UFF-Arquivo Nacional). No momento, desenvolve pesquisa intitulada “Políticas públicas de informação : a (não) construção da política nacional de arquivos públicos e privados”..Tem experiências profissionais nas áreas de Arquivologia e Ciência da Informação, abordando principalmente os seguintes temas: gestão de arquivos, políticas públicas de informação, políticas de arquivos, governo eletrônico, ensino e pesquisa em Arquivologia, direito à informação e gestão da informação governamental. Entre março de 2008 e fevereiro de 2009 desenvolveu atividades de pós-doutorado no Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getúlio Vargas e no Observatorio Archivistica y Sociedad do Departamento de Documentação da Universidad Carlos III de Madrid.

Lucia Maria Velloso de Oliveira: Possui graduação em Historia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1986), graduação em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1992), mestrado em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia e Universidade Federal Fluminense (2006). Doutoranda da Universidade de São Paulo, do programa de Pós- Graduação em História Social. Presidiu a Associação dos Arquivistas Brasileiros no período de 2003 a 30 de abril de 2009, eleita vice presidente da Associação para o biênio 2009-2011. Chefe do Serviço de Arquivo Histórico e Institucional da Fundação Casa de Rui Barbosa, desde 2002. Professora contratada da Universidade Federal Fluminense (2007-2008). Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase na questão do Usuário e Uso da Informação Arquivística e transferência da informação. Atua principalmente com as seguintes temáticas: organização de arquivos, arquivos pessoais, gestão de documentos, e descrição arquivística.

Paulo Knauss de Mendonça: Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1987), mestrado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990) e doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (1998), tendo realizado pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França (2006). Desenvolve pesquisas na área de História sobre as relações entre Memória e Patrimônio Cultural, explorando os campos da história da arte, história da imagem, história oral, história urbana e historiografia. É professor do departamento de História e do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense e exerce a função de Diretor Geral do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, é membro do Conselho Nacional de Arquivos – Conarq, como representante da Associação Nacional de História, e membro suplente do Conselho Nacional de Políticas Culturais – CNPC. É autor de vários trabalhos, entre os quais o livro sob sua coordenação Cidade vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro (Ed. 7 Letras, 1999) e o mais recente Oeste americano (Ed. UFF, 2004) que reune ensaios traduzidos de Frederick Jackson Turner, autor importante da historiografia dos EUA. Entre os artigos recentes, inclui-se “Os sentidos da arte estrangeira no Brasil”. Esboços – revista do Programa de Pós-graduação em História da UFSC, Florianópolis, n. 19, p. 187-198, 2008.