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  • Conheça as propostas subsídios para o debate do Eixo 1

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em contribuições ao debate no dia 08/03/2010

    Segue um compilado de propostas que pretende funcionar como subsídio à construção das propostas nesta tarde, no eixo 1 da pré-conferencia setorial de arte digital.

    Foram reunidas proposições oriundas de vários documentos produzido coletivamente, tais como os resultdos do Fórum da Cultura Digital Brasileira, diretrizes do PNC para o digital, metas do GT de trabalho de arte digital no CNPC, assembléia de arte digital ocorrida no Pará e as contribuições advindas da Conferência livre “Comunicação para a Cultura”.

    Bom proveito!
    EIXO I – PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL
    Foco: produção de arte e de bens simbólicos, promoção de diálogos interculturais, formação no campo da cultura e democratização da informação.

    PROPOSTAS RESULTANTES DO FÓRUM DA CULTURA DIGITAL
    1. Sistematização de um currículo para cursos de arte que queiram inserir disciplinas na área de “arte digital”. Criação de uma “grade” ou de “disciplinas” sugeridas por acadêmicos ou pesquisadores do campo das artes digitais para a inserção nos currículos de arte tradicionais. Nesse item, foi discutida uma maior aproximação com o Ministério da Educação para uma posterior análise dessa possibilidade em conjunto com o Ministério da Cultura. Essa sistematização poderia ser realizada por um colegiado específico de especialistas na área, como curadores de arte digital, pensadores, professores e pesquisadores, nacionais e internacionais.

    2. Implementação de cursos ou centros de “arte digital” ou “arte computacional” em Universidades no país com apoio do Ministério da Cultura em parceira com o MEC. Item que também deve ser negociado em parceria com o MEC. A idéia é criar incentivos para a abertura de “Núcleos de arte digital”, quase como os “pontões da cultura”, só que com ênfase interdisciplinar e com o intuito de capacitar os alunos à produção de obras digitais, tanto na área de artes visuais quanto na área de cinema e vídeo. Esses “núcleos” ou “centros” podem ser chamados de Mídias Laboratórios, ou centros de arte digital, e teriam como “acervo” algo em torno de 10 computadores, que viriam com um manual de instalação de softwares arte para a produção de arte e tecnologia e como contrapartida as universidades devem prover acesso à rede e infraestrutura para instalação dos equipamentos .

    3. Criação de grupos de trabalho para formular um programa de ensino-aprendizagem na área de Arte Digital. A formação foi um dos itens apontados como “deficitários” na maioria dos debates, tanto no Fórum on-line quanto nos Fóruns presenciais. Um grave problema apontado foi, segundo especialistas das áreas da arte e da comunicação, a falta de processos interdisciplinares que coloquem juntos em um mesmo local cientistas da computação ou engenheiros da computação, por exemplo, com artistas ou estudantes de arte, para a produção conjunta de reflexões no âmbito da arte digital, ou da arte ciência. Falta uma nova visão acadêmica que leve em consideração os tempos atuais de colaboração, desenvolvimento em conjunto e análise das complexidades de forma dinâmica, ampla e mais abrangente, não mais sendo possível uma formação ainda baseada nos moldes fordistas, que ainda está em vigência em praticamente todas as universidades do Brasil.

    4. Metodologias de ensino da arte digital: softwares, processos, criação em mídias digitais. Sugere-se a criação de métodos de ensino para as artes digitais, tais como fomento à produção de oficinas em centros culturais que visam a capacitação artística e o domínio ou produção de softwares ou hardwares como obras de arte ou representações do campo artístico que dialoguem com o campo da arte, tais como teatro, performance ou cinema. A proposta tem como objetivo ensinar e pensar com os artistas interessados em como produzir vídeos, filmes, obras interativas e instalações com sistemas em software livre já existentes, como Processing, OpenFrameWorks, Vimus etc. para a criação artística.

    5. Padronização de algumas ferramentas: utilização de softwares livres em sala de aula, ampliação do uso de instrumentos Open Source: linguagem “processing”, “openframeworks”, Vimus, entre outros, para o ensino da arte digital. Como apontado no tem 1.2, existe uma demanda reprimida de interessados em produzir arte digital, mas que não possuem acesso ao conhecimento necessário para a produção. O problema não são custos de softwares, pois todos os programas que podem ser utilizados, tanto na criação visual quanto na musical, por exemplo, são livres ou open source, portanto, a demanda é mais direcionada à organização de eventos, que podem acontecer em Mídia Labs na Cinemateca, ou nas Funartes, por exemplo, discutindo e debatendo abertamente o campo da arte digital e promovendo um contato direto com essas formas de representações artísticas.

    6. Apoio à criação artística digital: bolsas de pesquisa para acadêmicos que atuam na área de artes e comunicações e que queiram produzir no campo da arte digital. Propostas: bolsas com valores mensais, para estudantes com vinculação comprovada em curso de arte ou comunicação, com ênfase na temática “arte digital”, “arte e tecnologia”, “arte computacional”, “cultura digital”, “comunicação digital”, “cultura computacional”, entre outras. A aplicação dessas bolsas poderia ser tanto nos Mídia Labs a serem criados quanto nos Pontos da Cultura, ou outras atividades financiadas pelo Ministério da Cultura.

    7. Apoio à produção de centros de pesquisa na área de arte digital.

    8. Apoio à apresentação de obras artísticas em formatos digitais: criação de um mecanismo de apoio à artistas direcionado especificamente à exibição de suas obras, em um circuito específico a ser delineado no projeto ou mesmo em exibições em espaços de arte no Brasil e no exterior. Incentivo a disponibilizacao de obras artisticas em formatos digitais livres/abertos. Criação de mecanismos de fomento à exibição, tanto nacional quanto internacional, de artistas que precisam expor suas obras fora do país ou que queiram mostrar seus trabalhos no campo das artes digitais. Poderia ser realizado através de editais, ou do diálogo com museus já estabelecidos que poderiam ceder seus espaços por determinados períodos de tempo para a exibição de obras de artistas que trabalham na área de arte digital. Os equipamentos culturais que atuam nessa área poderiam concorrer a materiais que os equipariam e permitiriam exposições regulares dessa categoria de arte, como projetores, computadores, roteadores, entre outros equipamentos que são necessários a uma exposição permanente de obras de arte computacionais.

    9. Promoção de projetos/exposições que tenham como foco as “artes digitais”.  As exposiçoes devem acontecer em diferentes equipamentos culturais, para que se inicie um processo de assimilação das obras digitais e que tenham continuidade num longo prazo para a criacao de perspectiva de formacao de uma critica capaz de estabelecer pontes entre a historia da arte e da arte digital.

    10. Formas de patrocínio para a exposição de obras em suportes computacionais e outros com apoio incentivado para esse fim. Ver item ANTERIOR, mas com a criação de setores em equipamentos culturais e museus preparados para acolher as artes digitais, com infraestrura como tomadas, pontos de redes com e sem fio, servidores de computador, profissionais capacitados para manutencao e conservacao, incluindo aí especialistas em acervos digitais, recuperação de obras digitais e exibição de obras em formatos digitais diversos, assim como especialistas na leitura e na montagem de instalações interativas em museus de arte digital em todo o pais.

    11. Metodologias de ensino da arte digital no currículo escolar, em âmbito fundamental e médio, presencial e a distancia. Item a ser debatido com o MEC.  Conceitos de arte digital. Apresentar as definições do que seria arte digital, de como pode ser ensinada e de que forma ela está presente em nosso cotidiano.

    12. Disponibilizar às escolas e museus um acervo dos principais trabalhos, processos de produção, artistas e softwares livres para a criação artística (Pure Data, Processing, OpenFrameWorks, entre outros) do campo no país, no formato da Enciclopédia de Arte e Tecnologia do Itaú Cultural, que é on-line e em constante atualização.

    13. Apoio à publicação dos resultados e das obras em suportes diversos. Fomento à publicação de obras de arte digitais, em suportes diversos, tais como postagem em servidores disponibilizados pelo MinC, ou MCT, por exemplo, para os artistas fomentados pelo MinC na área de artes digitais, vídeo, cinema, performance, dança, entre outras área, que não tenham condições de postar seus trabalhos em servidores de computador pagos. Esse acervo seria de acesso público e gratuito e os artistas teriam a liberdade de criar e divulgar o seu próprio conteúdo nesses servidores da Cultura.
    14. Formação Profissional: Um dos maiores entraves à aceitação das ações da Cultura Digital é o fator humano. Os recursos humanos habilitados para compreensão dos conceitos, tecnologias são poucos e, de acordo comas visitas realizadas nas instituições, voláteis. Sugere-se que um plano de formação técnica continuada seja desenvolvido, com caráter interministerial (MinC, MEC e MCT) no sentido de fomentar iniciativas que hoje são isoladas e não contam com apoio sistêmico por parted as administrações.
    15. Ensino/Acesso/Formação de profissionais capazes de mediar: Políticas públicas de ensino de comunicação digital, mais do que simples acesso. Ensino que faça compreender o processo de relacionamento na rede. Ensino àdistância. E- learning. A pessoa acha que é só colocar o teste na rede, depois fazer uma prova… E tudo bem. É a mediação que vai fazer o processo de aprendizagem ocorrer. E hoje o mercado não tem mediadores. As pessoas não entenderam ainda este papel: alguém que vai promover os grupos, alimentara conversa. Isso não tem. E isso será o papel do comunicador.

    ASSEMBLÉIA DA PRÉ-CONFERÊNCIA SETORIAL DE ARTE DIGITAL NO PARÁ

    16. Promover o intercâmbio entre artistas e produtores culturais da Pan-Amazônia.

    17. Incentivar e fomentar a formação de redes de movimentos culturais, primando pela participação em associação colaborativa e solidária.

    18. Ampliar os incentivos e fomentos à troca de experiência horizontal entre produtores culturais e artistas, através de circuito de eventos temporáriosrodas de conversas e residências que promovam a convivência e que valorize, reuna e faça circular horizontalmente os agentes das artes pelo território nacional.

    19. Incentivar, criar e fomentar iniciativas de Fóruns de artistas e produtores culturais para a formação de redes de troca de conteúdos na internet.

    20. Incentivar, criar e fomentar iniciativas para a produção e veiculação de programas audiovisuais (rádio e TV) independentes, específicos da produção artística e das manifestações culturais feito pelos próprios agentes da cultura para a veiculação via internet e nos canais de TVs publicas e estatais.
    21.Incentivar e fomentar o intercâmbio com experiências artísticas e culturais de outros países da América Latina e Caribe.

    22..Grupo de trabalho de Arte Digital do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC)

    24.Incentivar e valorizar a formação em Arte Digital e reconhecer a profissão.

    25.Estabelecer políticas publicas para o desenvolvimento da produção em Arte Digital e garantir sua difusão, disponibilização, manutenção e consumo em todos os setores sociais.

    26.Fomentar, mostras, exposições, festivais premios em Arte Digital.

    Grupo de trabalho de Arte Digital do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC)
    27. Incentivar e valorizar a formação em Arte Digital e reconhecer a profissão.

    28. Estabelecer políticas publicas para o desenvolvimento da produção em Arte Digital e garantir sua difusão, disponibilização, manutenção e consumo em todos os setores sociais.

    29.Fomentar, mostras, exposições, festivais premios em Arte Digital.

    Conferência Livre “Comunicação para a Cultura”

    30. Fomento à criação e à disponibilização de redes e bases de dados geridas colaborativamente para as redes de comunicação e cultura;

    31. Criação de espaços públicos de comunicação em comunidades e povos tradicionais com rádios, TVs, telecentros e gráficas livres, que possibilitem e reforcem o registro e a divulgação da cultura local e bens culturais materiais e imateriais produzidos nesses espaços. Estes espaços devem ainda atuar como pontos de difusão de conectividade utilizando redes sem fio, provendo também serviços de TV, rádio e telefonia além do conteúdo cultural produzido localmente;

    32. Criação de marco regulatório para legalização e estímulo das redes de troca e compartilhamento de conteúdo livre, cultural, educacional,  comunicacional e informacional;
    33. Criar um sistema público de distribuição de conteúdos produzidos pelas redes de comunicação e cultura e garantir que a produção cultural financiada com dinheiro público seja exibida e distribuída de forma livre, licenciada através de licenças flexíveis  e disponibilizada em acervos livres.

    34. Criar um repositório comum de metodologias que partam do reconhecimento das identidades culturais regionais, que contemplem soluções tecnológicas flexíveis de letramento digital, produção e divulgação de conteúdo, reforçando a importância da autonomia e liberdade nos processos de aprendizagem.

    35. Incentivar a produção colaborativa de conteúdos em plataformas como internet, televisão, mídias móveis etc. entre Pontos de Cultura, Pontos de Mídia Livre e produtoras culturais.

    36. Alocação de recursos de publicidade institucional do Governo Federal, Estados e Municípios em mídias vinculadas aos Pontos de Cultura, comunitárias, livres, independentes, educativas e universitárias, valorizando produtos e serviços populares.

    37. Manutenção e ampliação do financiamento público para a comunicação livre objetivando a estruturação sustentável dos coletivos beneficiados.

    38.Elaboração de projeto de lei determinando que recursos públicos nas áreas federal, estadual e municipal, previstos para publicidade nos Planos Plurianuais (PPAs), sejam destinados para aplicação nas TVs Públicas, Comunitárias e Universitárias.

    39.Elaboração de Projeto de Lei para garantir no sistema digital a criação de emissoras de Rádios e TVs Comunitárias em sinal aberto, criando fundos específicos para estes meios e permitindo que captem recursos com publicidade para garantir sua auto-sustentabilidade.

    40.Criação e manutenção de equipamentos públicos para produção, armazenamento, documentação e distribuição de conteúdos audiovisuais, sonoros e impressos, que atendam prioritariamente povos tradicionais e comunidades com dificuldade de acesso a estes recursos, geridos por meio de conselhos paritários que envolvam Poder Público e sociedade civil .

    41.Garantir que todo conteúdo oferecido por serviço de radiodifusão digital sonora e de sons e imagens sejam livres de qualquer dispositivo técnico, sinal codificado ou outra medida de proteção tecnológica que possam impedir ou restringir o seu acesso e uso legítimos.

    42.Construção de plataformas públicas que possibilitem a difusão e maior visibilidade de conteúdo para as mídias livres.

    43.Criar mecanismos de apoio à implementação dos canais criados pelo Decreto 5.820/2006 (TV Digital), inclusive com aporte de recursos financeiros, garantindo a participação da sociedade civil na programação e na gestão dos canais, mediante a ocupação dos canais da Cidadania, Educativo, Cultura e Universitário.

    44.Garantir, nas três esferas de governo, a aquisição de produtos impressos e digitais de mídia livre para equipamentos de educação e cultura, que sejam também produção de conhecimento livre.

    45.Reconhecer e apoiar experiências de educação não formal no campo da cultura e da comunicação.

    46.Implementar Educação Audiovisual e de Mídias Digitais, inclusão de Lógica de Programação e Desenvolvimento de Software na educação básica.

    47.Promover práticas educativas, nos âmbitos da educação formal e não-formal, a fim de popularizar o direito à comunicação e garantir o aprendizado de uso das novas tecnologias da comunicação e informação, visando o desenvolvimento de competências, habilidades e a reflexão político-transformadora, na perspectiva da mediação tecnológica na educação, da educação para a comunicação e da gestão educomunicativa.

    48. Políticas de formação para o midialivrismo e do midialivrista em espaços formais e informais de educação.
    49. Criação e manutenção de escolas livres de formação multimidiática com núcleos regionais e/ou estaduais, reunindo as experiências metodológicas já desenvolvidas por instituições de reconhecimento público, com ênfase na formação continuada para o desenvolvimento de novas práticas nas relações de mercado na área do audiovisual, da Economia Solidária e do Comércio Justo.

    Plano Nacional de Cultura

    50.Ampliar as linhas de financiamento e fomento à produção independente de conteúdos para rádio, televisão, internet e outras mídias.

    51.Incentivar inovações tecnológicas na área cultural que compreendam e dialoguem com os contextos e problemas socioeconômicos regionais do país.

    52.Adequar a regulação dos direitos autorais, suas limitações e exceções, ao uso das novas tecnologias de informação e comunicação.

    53.Apoiar políticas de inclusão digital e de criação, desenvolvimento, capacitação e utilização de softwares livres.
    54.Ampliar as políticas dedicadas a elevar a inserção de conteúdos regionais, populares e independentes na televisão, no rádio, no cinema, na internet.

    55.Estimular redes de compartilhamento de conteúdos que possam ser utilizados livremente por escolas, bibliotecas de acesso público, rádios e televisões públicas e comunitárias, de modo articulado com o processo de implementação da televisão digital.

    56. Apoiar a implementação e qualificação de portais de internet para a difusão nacional e internacional das artes e manifestações culturais, com a disponibilização de conteúdos que possam ser compartilhados.

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  • Saiba o que vai acontecer na Pré-Conferência Setorial de Arte Digital

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em Destaque, o evento no dia 05/03/2010

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    PROGRAMAÇÃO DA PRÉ-CONFERÊNCIA SETORIAL DE ARTE DIGITAL

    7, 8 e 9 de março, Brasília

    LOCAL: Esplanada dos Ministérios

    (em frente ao Museu Nacional de Brasília)

    Objetivos

    1. Definição de cinco propostas prioritárias para as políticas de arte digital, que serão encaminhadas para a II Conferência Nacional de Cultura (CNC)

    2. Escolha de dois delegados por região do país para representar a arte digital na II CNC

    3. Eleição dos nomes da lista tríplice para renovação dos representantes do setor no Conselho Nacional de Política Cultural

    4. Elaboração de propostas para a futura formulação de plano nacional de políticas para o setor

    DIA 07/03/10

    14h às 18h – Credenciamento

    Nesta oportunidade, os delegados e convidados escolherão o eixo de debate que querem integrar.

    19h às 21h Abertura geral das Pré-Conferências Setoriais de Cultura

    com a participação do ministro da Cultura, Juca Ferreira

    Local: Museu Nacional de Brasília

    21h - Jantar para delegados e convidados


    DIA 08/03/10

    Local: estandes montados na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu Nacional de Brasília

    8h às 12h – Registro de candidaturas para o CNPC

    Inscrição dos interessados em participar da lista tríplice para eleição dos representantes (titular e suplente) da Arte Digital no CNPC. O registro de candidaturas deverá ser efetuado no decorrer da programação do período da manhã, em posto de atendimento próximo ao espaço da pré-conferência setorial. Apenas podem se candidatar os delegados da sociedade civil.

    9h - Abertura da Pré-Conferência de Arte Digital:

    José Murilo Júnior (coordenador-geral de Cultura Digital),

    Daniel Hora (coordenador da Pré-Conferência de Arte Digital),

    Patricia Canetti (representante do setor de Arte Digital no Conselho Nacional de Política Cultural — CNPC)

    Palestra “Arte Digital na II Conferência Nacional de Cultura”:

    Giselle Beiguelman (artista, Diretora Artística do Instituto Sergio Motta e professora dos cursos de pós-graduação em Comunicação e Semiótica e em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP)

    10h – Aprovação do Regimento Interno

    Conheça aqui a versão preliminar que vai à consulta

    11h – Grupos Temáticos (discussão de conteúdo)

    Apresentação das contribuições oriundas do Grupo de Trabalho de Arte Digital (CNPC), da assembléia setorial promovida no Pará, do Plano Nacional de Cultura, da Conferência Livre “Comunicação para a Cultura” realizada em Pernambuco e, finalmente, do Fórum de Cultura Digital Brasileira.

    12h - Almoço para delegados e convidados

    14h - Grupos Temáticos (elaboração de propostas)

    Formação de subgrupos dedicados aos eixos da II CNC, conforme as opções indicadas pelos participantes no ato de credenciamento. Com base nas propostas apresentadas no período da manhã, cada subgrupo formulará propostas que apontem ações visando o cumprimento das diretrizes do Plano Nacional de Cultura. Considerando que o PNC já traz em si a projeção dessas diretrizes, a pré-conferência setorial deve indicar meios de execução.

    Conheça os eixos aqui.

    Conheça as diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC) aqui.

    16h Intervalo

    17h – Grupos Temáticos (definição das duas estratégias prioritárias em cada grupo)

    Cada subgrupo deverá priorizar duas propostas dentre todas as elaboradas no período anterior. Como cada eixo escolherá duas propostas, a pré-setorial reunirá dez propostas prioritárias. Essas dez propostas seguirão para a plenária geral da setorial de arte digital, que determinará as cinco mais importantes. As cinco propostas prioritárias definidas pela plenária, com a participação de todos os delegados, seguirão para votação na II Conferência Nacional de Cultura.

    19h - Jantar para delegados e convidados

    20h – Escolha dos dez Delegados Regionais para II CNC

    Nesta oportunidade, sugerimos que os delegados da sociedade civil e do poder público de cada região o Brasil (Norte, Nordeste, Centro-oOste, Sudeste e Sul) conversem entre si e decidam por dois nomes que serão indicados como delegados da arte digital na II Conferência Nacional de Cultura.

    DIA 09/03/10

    8h às 12h – Eleição para o CNPC

    Definição da lista tríplice destinada à renovação do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC). As candidaturas inscritas no dia anterior seráo identificadas por números, que deverão ser anotados nas cédulas disponíveis no posto de votação. Somente os delegados da sociedade civil poderão votar, cada um deles em apenas uma das candidaturas. Os três nomes mais votados comporão a lista tríplice a ser apreciada pelo CNPC para decisão final sobre a titularidade e a suplência da representação do setor.

    9h - Plenária Setorial

    Nesta ocasião estarão todos reunidos novamente e será feita a escolha das cinco estratégias prioritárias para a II CNC.

    13h - Almoço

    Encerramento

    cid:image001.jpg@01CAB48A.414F8F20

    PROGRAMAÇÃO DA PRÉ-CONFERÊNCIA SETORIAL DE ARTE DIGITAL

    7, 8 e 9 de março, Brasília

    LOCAL

    Esplanada dos Ministérios

    (em frente ao Museu Nacional de Brasília)

    Objetivos

    1. Definição de cinco propostas prioritárias para as políticas de arte digital, que serão encaminhadas para a II Conferência Nacional de Cultura (CNC)

    2. Escolha de dois delegados por região do país para representar a arte digital na II CNC

    3. Eleição dos nomes da lista tríplice para renovação dos representantes do setor no Conselho Nacional de Política Cultural

    4. Elaboração de propostas para a futura formulação de plano nacional de políticas para o setor

    DIA 07/03/10

    14h às 18h – Credenciamento

    Nesta oportunidade, os delegados e convidados escolherão o eixo de debate que querem integrar.

    19h às 21h Abertura geral das Pré-Conferências Setoriais de Cultura

    com a participação do ministro da Cultura, Juca Ferreira

    Local: Museu Nacional de Brasília

    21h - Jantar para delegados e convidados

    DIA 08/03/10

    Local: estandes montados na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu Nacional de Brasília

    8h às 12h – Registro de candidaturas para o CNPC

    Inscrição dos interessados em participar da lista tríplice para eleição dos representantes (titular e suplente) da Arte Digital no CNPC. O registro de candidaturas deverá ser efetuado no decorrer da programação do período da manhã, em posto de atendimento próximo ao espaço da pré-conferência setorial. Apenas podem se candidatar os delegados da sociedade civil.

    9h - Abertura da Pré-Conferência de Arte Digital:

    José Murilo Júnior (coordenador-geral de Cultura Digital),

    Daniel Hora (coordenador da Pré-Conferência de Arte Digital),

    Patricia Canetti (representante do setor de Arte Digital no Conselho Nacional de Política Cultural — CNPC)

    Palestra “Arte Digital na II Conferência Nacional de Cultura”:

    Giselle Beiguelman (artista, pesquisadora e professora pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP)

    10h – Aprovação do Regimento Interno

    Conheça aqui a versão preliminar que vai à consulta

    11h – Grupos Temáticos (discussão de conteúdo)

    Apresentação das contribuições oriundas do Grupo de Trabalho de Arte Digital (CNPC), da assembléia setorial promovida no Pará, do Plano Nacional de Cultura, da Conferência Livre “Comunicação para a Cultura” realizada em Pernambuco e, finalmente, do Fórum de Cultura Digital Brasileira.

    12h - Almoço para delegados e convidados

    14h - Grupos Temáticos (elaboração de propostas)

    Formação de subgrupos dedicados aos eixos da II CNC, conforme as opções indicadas pelos participantes no ato de credenciamento. Com base nas propostas apresentadas no período da manhã, cada subgrupo formulará propostas que apontem ações visando o cumprimento das diretrizes do Plano Nacional de Cultura. Considerando que o PNC já traz em si a projeção dessas diretrizes, a pré-conferência setorial deve indicar meios de execução.

    Conheça os eixos aqui.

    Conheça as diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC) aqui.

    16h Intervalo

    17h – Grupos Temáticos (definição das duas estratégias prioritárias em cada grupo)

    Cada subgrupo deverá priorizar duas propostas dentre todas as elaboradas no período anterior. Como cada eixo escolherá duas propostas, a pré-setorial reunirá dez propostas prioritárias. Essas dez propostas seguirão para a plenária geral da setorial de arte digital, que determinará as cinco mais importantes. As cinco propostas prioritárias definidas pela plenária, com a participação de todos os delegados, seguirão para votação na II Conferência Nacional de Cultura.

    19h - Jantar para delegados e convidados

    20h – Escolha dos dez Delegados Regionais para II CNC

    Nesta oportunidade, sugerimos que os delegados da sociedade civil e do poder público de cada região o Brasil (Norte, Nordeste, Centro-oOste, Sudeste e Sul) conversem entre si e decidam por dois nomes que serão indicados como delegados da arte digital na II Conferência Nacional de Cultura.

    DIA 09/03/10

    8h às 12h – Eleição para o CNPC

    Definição da lista tríplice destinada à renovação do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC). As candidaturas inscritas no dia anterior seráo identificadas por números, que deverão ser anotados nas cédulas disponíveis no posto de votação. Somente os delegados da sociedade civil poderão votar, cada um deles em apenas uma das candidaturas. Os três nomes mais votados comporão a lista tríplice a ser apreciada pelo CNPC para decisão final sobre a titularidade e a suplência da representação do setor.

    9h - Plenária Setorial

    Nesta ocasião estarão todos reunidos novamente e será feita a escolha das cinco estratégias prioritárias para a II CNC.

    13h - Almoço

    Encerramento

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  • Conheça o regimento interno da Pré-Conferência Setorial

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em Destaque, contribuições ao debate, o evento, pré-conferências no dia 05/03/2010

    O regimento interno serve para pactuar coletivamente os termos em que se darão parte dos processos da pré-conferência. Antecipe-se e conheça a íntegra do regimento que será submetido à aprovação da plenária, na manhã da segunda-feira.

    REGIMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO

    DA PLENÁRIA DA PRÉ-CONFERÊNCIA SETORIAL

    CAPÍTULO I

    Art. 1º As Pré-Conferências Setoriais da II Conferência Nacional de Cultura – CNC, disciplinada pela Resolução nº 2 do Comitê Executivo Nacional, publicada pela Portaria nº 4, de 3 de dezembro de 2009, da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, serão realizadas de acordo com o seguinte cronograma:

    1. Arquitetura e Urbanismo – 7 a 9 de março de 2010.

    2. Arquivos – 24 a 26 de fevereiro de 2010.

    3. Arte Digital – 7 a 9 de março de 2010.

    4. Artes Visuais – 7 a 9 de março de 2010.

    5. Artesanato – 7 a 9 de março de 2010.

    6. Audiovisual – 23 a 25 de fevereiro de 2010.

    7. Circo – 7 a 9 de março de 2010.

    8. Cultura Afro-brasileira – 24 e 25 de fevereiro de 2010.

    9. Cultura Indígena – 7 a 9 de março de 2010.

    10. Cultura Popular – 7 a 9 de março de 2010.

    11. Dança – 7 a 9 de março de 2010.

    12. Design – 25 a 27 de fevereiro de 2010.

    13. Literatura, Livro e Leitura – 7 a 9 de março de 2010.

    14. Moda – 7 a 9 de março de 2010.

    15. Museus – 26 a 28 de fevereiro de 2010.

    16. Música – 7 a 9 de março de 2010.

    17. Patrimônio Imaterial – 7 a 9 de março de 2010.

    18. Patrimônio Material – 7 a 9 de março de 2010.

    19. Teatro – 7 a 9 de março de 2010.

    Parágrafo único. Todas as áreas técnico-artísticas e de patrimônio cultural terão sua respectiva Pré-Conferência Setorial realizada de forma autônoma e independente, sem prejuízo de debates particulares, em função da realidade e especificidades de cada segmento, sob a responsabilidade do Ministério da Cultura.

    CAPÍTULO II – DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO

    Art. 2º Os trabalhos da Pré-Conferência Setorial serão coordenados pela Secretaria ou Órgão Vinculado do Ministério da Cultura cuja missão institucional seja afeta a cada área técnico-artística e de patrimônio cultural com assento no Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.

    Art. 3º Os participantes das Plenárias das Pré-Conferências Setoriais de Cultura efetuarão seu credenciamento no primeiro dia de atividades.

    § 1º Os participantes somente poderão efetuar seu credenciamento na área técnico-artística e de patrimônio cultural para a qual tenham sido indicados ou selecionados.

    § 2º No ato de credenciamento, os delegados da sociedade civil deverão declarar a intenção de concorrer às vagas referentes aos respectivos Colegiados Setoriais ou referentes às áreas técnico-artísticas e de patrimônio cultural no Plenário do CNPC.

    Art. 4º As Plenárias das Pré-Conferências Setoriais de Cultura serão instaladas e deliberarão com a participação de delegados que representem, no mínimo, a metade mais um dos Estados e do Distrito Federal, salvo no caso de instalação dos Colégios Eleitorais.

    Art. 5º Os participantes das Pré-Conferências Setoriais de Cultura deverão se organizar em grupos de discussão, tendo por base os eixos da II CNC e as diretrizes do Plano Nacional de Cultura, para discutirem e elaborarem propostas para subsidiar o Plano Setorial de Cultura.

    § 1º Poderão apresentar propostas todos os participantes da Pré-Conferência com direito a voz e serão selecionadas duas propostas por eixo, a serem submetidas às respectivas Plenárias das Pré-Conferências Setoriais de Cultura.

    § 2º As Plenárias das Pré-Conferências Setoriais de Cultura, dentre as duas propostas selecionadas pelos grupos de discussão, deverão eleger uma proposta prioritária por eixo temático que será apresentada na II CNC.

    Art. 6º Todas as propostas produzidas no âmbito dos grupos de discussão deverão ser consideradas na elaboração das minutas dos Planos Setoriais de Cultura ou na revisão dos Planos Setoriais já existentes.

    Art. 7º A escolha dos dez delegados setoriais da sociedade civil, dois por macrorregião brasileira, e respectivos suplentes, para representarem as áreas técnico-artísticas e de patrimônio cultural na Plenária Nacional da II CNC, nos termos do art. 16 da Resolução nº 2 do Comitê Executivo Nacional da II CNC será realizada pela Plenária.

    § 1º Os dois delegados setoriais e seus suplentes serão escolhidos pelos delegados das respectivas macrorregiões dentre os candidatos apontados pelas delegações dos Estados e do Distrito Federal, submetidos pela plenária final.

    § 2º As delegações dos Estados e do Distrito Federal apontarão, cada uma, um candidato a delegado setorial e um suplente para participar da eleição de que trata o § 1º.

    § 3º Cada uma das Plenárias das Pré-Conferências Setoriais de Cultura poderá alterar, logo após sua instalação, regra diferente da estabelecida neste artigo, aprovando-a por maioria simples.

    Art. 8º A escolha dos representantes da sociedade civil que comporão o Conselho Nacional de Política Cultural está regulada pela Resolução nº 2, de 2 de dezembro de 2009, Resolução nº 5, de 21 de dezembro de 2009, e Resolução nº 8, de 25 de janeiro de 2010, todas do Comitê Executivo da II CNC, referendadas pela Comissão Eleitoral das Pré-Conferências Setoriais e publicadas pela Secretaria de Articulação Institucional – SAI, do Ministério da Cultura.

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  • Conheça quais são os estados e seus respectivos delegados do poder público estadual inscritos

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em pré-conferências no dia 05/03/2010

    II CONFERÊNCIA NACIONAL DE CULTURA
    PRÉ-CONFERÊNCIA SETORIAL ARTE DIGITAL
    DELEGADOS DO PODER PÚBLICO ESTADUAL

    Todos as unidades da federação foram convidadas a participar da pré-conferência de arte setorial, por meio de suas representações culturais. Estes foram os estados que realizaram inscrição, os demais não o fizeram.

    ACRE - Veriana Ribeiro  Fundação Elias Mansour
    CEARÁ – José Guedes Martins Neto – Secretaria de Estado de Cultura de Fortaleza
    PARÁ - Laurenir Santos Peniche – Secretaria Executiva de Cultura   de Belém – Secretaria de Estado de Governo-SEGOV
    RIO DE JANEIRO – Rafael Nacif de Toledo Piza -Secretaria do Estado de Cultura Rio de Janeiro
    RIO GRANDE DO NORTE - MARCILIO DE SOUZA – Fundação José Augusto
    RONDÔNIA – Wolmer Eliud Neves Júnior – Secretaria de Estado do Esporte, da Cultura e do Lazer
    RORAIMA – BRUNO DOS SANTOS RAPOSO – Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Desportos
    SANTA CATARINA - Maria Raquel da Silva Stolf – Fundação Catarinense de Cultura
    SÃO PAULO – Rui Moreira – UFDPC (titular)
    SERGIPE - Jean Fabio Borba Cerqueira- Secretaria de Estado da Cultura

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  • A Pré-Conferência Setorial de Arte Digital

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em Destaque, o evento, processo eleitoral, pré-conferências no dia 04/03/2010

    Pré-Conferência Setorial de Arte Digital
    7, 8 e 9 de março, 2o1o, Brasília


    :. A II Conferência Nacional de Cultura (CNC)

    A Conferência Nacional de Cultura é uma oportunidade de dividir o poder de criação de políticas públicas entre a sociedade brasileira e o poder público. A I Conferência, realizada em 2005, orientou, majoritariamente, as ações implementadas pelo Ministério da Cultura nos últimos anos. Desse modo, trata-se de uma importante instância de participação da sociedade na proposição de diretrizes e orientações para a formulação de políticas públicas para a cultura brasileira.

    A II Conferência tem como tema geral a Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento. Com a necessidade de manter o campo de ações alargado das políticas culturais, visamos alcançar, de modo mais abrangente possível, a cultura brasileira compreendida nas suas três dimensões: simbólica, cidadã e econômica.

    Os objetivos desta II CNC são:

    (i) discutir a cultura brasileira nos seus múltiplos aspectos, valorizando a diversidade das expressões e o pluralismo das opiniões;
    (ii) propor estratégias para: fortalecer a cultura como centro dinâmico do desenvolvimento sustentável; universalizar o acesso dos
    brasileiros à produção e fruição da cultura; consolidar a participação e o controle social na gestão das políticas públicas de cultura; implantar e acompanhar os Sistemas Nacional, Estaduais e Municipais de Cultura e o Plano Nacional de Cultura; e
    (iii) avaliar os resultados obtidos a partir da I Conferência Nacional de Cultura, realizada em 2005.

    :. Pré-Conferência Setorial de Arte Digital: finalidade

    As pré-conferências constituem uma das etapas da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC). A ideia é que cada segmento setorial tenha a oportunidade de debater e construir propostas por meio de encontros entre os atores envolvidos diretamente com o tema.

    O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Políticas Culturais (SPC), realizará em Brasília, nos próximos dias 7, 8 e 9 de março, a Pré-Conferência Setorial de Arte Digital. Este segmento conta com uma representação no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). Além disso, está constituído desde 2009 um grupo de trabalho da sociedade civil, que vem discuindo o tema com o MinC, para a construção de ações que contemplem as especificidades do setor.

    Construção de propostas e eleição de prioridades

    Nesta oportunidade, o tema da Arte Digital será debatido com base nos 5 eixos temáticos da II CNC, e seus subeixos:

    EIXO I – PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL
    Foco: produção de arte e de bens simbólicos, promoção de diálogos interculturais, formação no campo da cultura e democratização da informação.

    1.1. PRODUÇÃO DE ARTE E BENS SIMBÓLICOS
    1.2. CONVENÇÃO DA DIVERSIDADE E DIÁLOGOS INTERCULTURAIS
    1.3. CULTURA EDUCAÇÃO E CRIATIVIDADE
    1.4. CULTURA, COMUNICAÇÃO E DEMOCRACIA

    EIXO II – CULTURA, CIDADE E CIDADANIA
    Foco: cidade como espaço de produção, intervenção e trocas culturais, garantia de direitos e acesso a bens culturais.

    2.1. CIDADE COMO FENÔMENO CULTURAL
    2.2. MEMÓRIA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
    2.3. ACESSO, ACESSIBILIDADE E DIREITOS CULTURAIS

    EIXO III – CULTURA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
    Foco: a importância estratégica da cultura no processo de desenvolvimento

    3.1.CENTRALIDADE E TRANSVERSALIDADE DA CULTURA
    3.2. PATRIMÔNIO CULTURAL, MEIO AMBIENTE E TURISMO
    3.3. CULTURA, TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO LOCAL

    IV – CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA
    Foco: economia criativa como estratégia de desenvolvimento

    4.1. FINANCIAMENTO DA CULTURA
    4.2. SUSTENTABILIDADE DAS CADEIAS PRODUTIVAS DA CULTURA
    4.3. GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA

    V – GESTÃO E INSTITUCIONALIDADE DA CULTURA
    Foco: fortalecimento da ação do Estado e da participação social no campo da cultura

    5.1. SISTEMAS NACIONAL, ESTADUAIS E MUNICIPAIS DE CULTURA
    5.2. PLANOS NACIONAL, ESTADUAIS, MUNICIPAIS, REGIONAIS E SETORIAIS DE CULTURA
    5.3. SISTEMA DE INFORMAÇÕES E INDICADORES CULTURAIS

    As propostas deverão ser construídas sob orientação dos eixos acima. Cada eixo será tratado pelo respectivo grupo de trabalho e, posteirormente, os resultados serão submetidos à apreciação coletiva. A plenária setorial deverá eleger as duas propostas prioritárias para cada um dos eixos, resultando no conjunto de dez propostas para a Arte Digital. Estas serão enviadas para a da II Conferência Nacional de Cultura. As demais propostas reunidas constituirão um conjunto de orientações a serem consideradas pelo grupo de trabalho do segmento e pelo MinC, para a futura formulação de políticas para o setor da Arte Digital.

    Eleição de delegados para a II CNC

    Dentre todos os delegado presentes, serão eleitos dez para participar como delegados na II CNC. A composição será feita mediante escolha de dois delegados de cada região do País.

    Indicação de lista tríplice para renovação do grupo de trabalho participante do CNPC

    Os delegados escolherão, dentre os presentes, três nomes a título de indicação, para que um deles seja acolhido pelo CNPC. Ele(a) atuará como representante do setor de arte digital no CNPC, com o objetivo de fomentar políticas culturais para o segmento.

    Quem participa

    Todos têm direito a voz, exceto os observadores. Somente os delegados têm direito a voto.

    Delegados da sociedade civil – até 3 por UF
    Delegados do poder público federal – 5
    Delegados do poder público estadual – até 27
    Convidados – 15 (sem direito a voto)
    Sistematizadores – 5 (sem direito a voto)
    Mediadores – 5 (quando delegados, terão direito a voto, do contrário, não terão)
    Observadores – número indeterminado, conforme a disponibilidade do espaço físico (sem direito a voz e voto)
    Atuais membros do grupo de trabalho no CNPC: 6 delegadas natas

    Em breve todos os nomes serão divulgados, uma vez que aguardamos confirmação.

    Subsídios para o debate
    Foi disponibilizado no blog da Pré-Conferência Setorial de Arte Digital o conteúdo produzido para subsidiar as discussões. Dentre eles, temos toda a coloboração oriunda do Fórum da Cultura Digital Brasileira, resultante de um debate de cerca de 4 meses na rede social www.culturadigital.br, os documentos-síntese produzidos pelos curadores que reuniram as contribuições ocorridas no grupos da plataforma, o debate e as pĺenárias do Seminário Internacional do Fórum, promovido em novembro de 2009, em São Paulo. Os eixos de debate foram:

    Memória Digital (acervo, história e futuro); Economia da Cultura Digital (compartilhamento, interesse público e mercado), Infovia Digital (infraestrutura, acesso e inclusão), Arte na Era Digital (linguagem, democratização e remix); Comunicação Digital (língua, mídia e convergência).

    Também foram disponibilizadas as diretrizes para a Cultura Digital no Plano Nacional da Cultura (PNC), o resultado da assembleia de Arte Digital ocorrida no Pará e as diretrizes apontadas pelo grupo de trabalho de Arte Digital ligado ao CNPC. Serão disponibilizadas ainda as propostas da Conferência Livre Comunicação para a Cultura, organizada pelo MinC, em Pernanbuco, em setembro de 2009.

    A abertura das Pré-Conferências Setoriais será às 19h, do dia 7, no Museu da República. Os participantes se reunirão nos dias 8 e 9 numa estrutura montada na Esplanada dos Ministérios. As Pré-Conferências têm caráter mobilizador, reflexivo, propositivo e elegerão os delegados para a etapa nacional da II CNC, que acontecerá de 11 a 14 de março, também em Brasília.

    :. Informação importante
    # Portaria nº 4, de 3 de dezembro de 2009, que aprova a Resolução nº 2 do Comitê Executivo da II CNC, regulamentando todo o processo.


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  • As propostas resultantes da Conferência Livre Comunicação para a Cultura

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em contribuições ao debate no dia 04/03/2010

    Realizada em setembro de 2009, a Conferência Livre convocada pelo Ministério da Cultura contou com a participação dos pontos de cultura, pontões de cultura digital, pontos de mídias livres afins ao tema da Comunicação.

    Teve como objetivo a produção de propostas destinadas à a Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM), sob o tema das mídias digitais, e, à Conferência Nacional de Cultura (II CNC) indicando as principais questões que no campo da Comunicação tocam a Cultura, no âmbito da produção de informação e entretenimento; disponibilização, armazenamento e licenciamento de conteúdos.

    Conheça as propostas:

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  • A Cultura e Arte Digital no Plano Nacional de Cultura

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em contribuições ao debate no dia 04/03/2010

    No ano de 2003, deu-se início ao processo de construção de uma ação de longo prazo no plano da cultura. Com o Seminário Cultura Para Todos, começaram os trabalhos para a elaboração do Plano Nacional de Cultura, que tem como objetivo ser o “primeiro planejamento democrático de longo prazo das políticas culturais do país…[com] duração de 10 anos [e que permita]… continuidade e ampliação dos programas de apoio e estímulo para criação, produção, difusão e acesso às artes e à cultura”.

    O Plano Nacional de Cultura (PNC) foi construído com a intenção ser revisto periodicamente com a participação direta da sociedade. O objetivo consiste na construção de uma política cultural que tenha, entre suas ações, um espaço para a “arte digital”, entendida aqui como “apropriação social das tecnologias da informação e da comunicação para ampliar o acesso à cultura digital”. A intenção do Ministério da Cultura é implementar, entre 2010 e 2013 as políticas de cultura para a área da arte digital, entre outras, por meio dos planos nacionais setoriais e do 2ª Conferência Nacional da Cultura, em conjunto com a elaboração dos planos municipais e estaduais.

    Histórico do Plano Nacional de Cultura:
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    historicopnc2
    historicopnc3

    Fonte: Ministério da Cultura (2009)

    Segundo dados obtidos pelo Ministério da Cultura, observa-se um fator interessante nos gastos das famílias e que dizem respeito ao campo da cultura digital. Se observarmos que diversas mídias migraram para os aparatos computacionais, tais como livros, vídeos, jogos e algumas experiências artísticas mediadas via Internet, isso sem falar na educação, podemos afirmar que segundo a tabela abaixo, vários itens, como informática, leitura e audiovisual tem relação direta com a “arte digital”.

    PERCENTUAL DE FAMÍLIAS QUE REALIZARAM GASTOS COM CULTURA E    ITENS CULTURAIS SELECIONADOS – 2002-2003

    gastos com a cultura

    Fonte: MinC/Diagnóstico Geral – IBGE/IPEA/ Casa de Rui Barbosa

    Com a possibilidade de acesso aos bens culturais facilitados pelas tecnologias digitais e computacionais, podemos inferir que “as práticas culturais deslocam-se para dentro do domicílio e relacionam-se com a presença de televisão, rádio, internet, telefonia e outros meios de comunicação [...] as políticas de crédito e de telecomunicações ampliaram as possibilidades de ter cada um desses equipamentos [e que] a distribuição dos meios de comunicação influencia a produção, difusão, consumo e recepção da cultura” Dessa forma, a transformação ocorrida no campo do acesso à cultura, possibilitada pela “cultura computacional”, altera radicalmente a noção de bens de consumo culturais, pois passa-se de uma cultura “passiva” de receptor, para uma cultura ativa de “produção-crítica-recepção” de todo e qualquer conteúdo de áudio, vídeo ou texto.

    De acordo com o Ministério da Cultura, as diretrizes estratégicas do Plano Nacional de Cultura são:

    1) Fortalecer a ação do Estado no planejamento e na execução das políticas culturais
    2) Proteger e promover a diversidade das artes e expressões culturais
    3) Universalizar o acesso dos brasileiros à fruição e à produção cultural
    4) Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico sustentável
    5) Estimular a organização de instâncias consultivas e de participação direta

    pnc

    E as ações previstas que dizem respeito ao campo da “arte digital” especificamente são as abaixo listadas:

    a)Ampliar as linhas de financiamento e fomento à produção independente de conteúdos para rádio, televisão, internet e outras mídias
    b)Contribuir para a definição dos marcos legais e organizacionais que ordenarão o desenvolvimento tecnológico, a sustentabilidade e a democratização da mídia audiovisual e digital
    c)Identificar e fomentar as cadeias de formação e produção da arte digital, para apoiar atividades profissionais e iniciativas compreendidas nesse campo, bem como as novas relações existentes entre núcleos acadêmicos, indústrias criativas e instituições culturais
    d)Incentivar inovações tecnológicas na área cultural que compreendam e dialoguem com os contextos e problemas socioeconômicos regionais do país
    e)Adequar a regulação dos direitos autorais, suas limitações e exceções, ao uso das novas tecnologias de informação e comunicação
    f)Apoiar políticas de inclusão digital e de criação, desenvolvimento, capacitação e utilização de softwares livres
    g)Ampliar as políticas dedicadas a elevar a inserção de conteúdos regionais, populares e independentes na televisão, no rádio, no cinema, na internet
    h)Fomentar o emprego das tecnologias de informação e comunicação para a expansão dos espaços de crítica e reflexão cultural
    i)Estimular redes de compartilhamento de conteúdos que possam ser utilizados livremente por escolas, bibliotecas de acesso público, rádios e televisões públicas e comunitárias, de modo articulado com o processo de implementação da televisão digital
    j)Apoiar as políticas públicas de universalização do acesso à internet em redes de alta velocidade
    k)Apoiar a implementação e qualificação de portais de internet para a difusão nacional e internacional das artes e manifestações culturais, com a disponibilização de conteúdos que possam ser compartilhados

    Os itens listados dão conta de inúmeras questões centrais para o desenvolvimento de uma política para o desenvolvimento de apoio à produção cultural para os artistas digitais.

    Alguns itens importantes extraídos do Fórum da Cultura Digital Brasileira não estão claramente apontados no PNC, de modo que a Conferência Pré-setorial de Arte Digital apresenta-se como uma oportunidade formal de ter tais proposições acolhidas na II CNC. Como, “apoio ao desenvolvimento, capacitação e utilização de softwares livres”, por exemplo, pode fomentar uma inserção de artistas no campo da “arte digital”, no que diz respeito à produção de obras que se construam em diálogo com esses novos processos e meios. Além disso, a implementação de portais para a difusão nacional e internacional foi inclusive um item sugerido em várias reuniões presenciais realizadas pela curadoria de Arte Digital durante os meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2009. Sugeriu-se inclusive a criação não só de “portais”, mas também a implementação de  “servidores de rede” culturais para apropriação por parte dos artistas que usam as tecnologias digitais.

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  • Conheça as metas para a Arte Digital propostas pelo GT no CNPC

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    por: coordenacaopresetorialdeartedigital, em contribuições ao debate no dia 04/03/2010

    Em reunião do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), o grupo de trabalho de Arte Digital indicou suas prioridades.

    Como metas foram apontadas as seguintes prioridades:

    1) Criar uma cultura institucional de Estado que reconheça a Arte Digital como área de Pesquisa, criação, produção específica;
    2) Incentivar e valorizar a formação em Arte Digital e reconhecer a profissão;
    3) Ampliar os recursos para projetos em Arte Digital visando de toda sua cadeia produtiva;
    4) Estabelecer políticas publicas para o desenvolvimento da produção em Arte Digital e garantir sua difusão, disponibilização, manutenção e consumo em todos os setores sociais;
    5) Fomentar, mostras, exposições, festivais premios em Arte Digital.

    Em especial:

    - Criação de politicas publicas de financiamento para criação e manutenção de laboratórios específicos de pesquisa, criação, produção e disponibilização (distribuição) de Arte Digital, com as seguintes características:
    - Abertura à comunidade
    - Integração de diversas áreas do conhecimento, transdiciplinares;
    - Cooperação com movimentos sociais, ONGs e setores empresariais e educacionais;
    - Cooperação com instituições educacionais ou culturais, pontos de cultura;
    - Geração de empregos e serviços;
    - Inovação.
    - Enfrentamento do problema com manutenção e conversação de acervos de obras digitais.

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