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  • SID REALIZA PRÉ-CONFERÊNCIAS DE CULTURAS POPULARES E CULTURAS INDÍGENAS DE 7 A 9 DE MARÇO EM BRASÍLIA

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    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 26/02/2010

    O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID), e dentro das etapas da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), realiza, de 7 a 9 de março, em Brasília, as Pré-Conferências Setoriais de Culturas Populares e Culturas Indígenas.

    A abertura será às 19h, do dia 7, no Museu da República e os dois eventos serão realizados numa estrutura montada na Esplanada dos Ministérios, nos dias 8 e 9

    As Pré-Conferências têm caráter mobilizador, reflexivo, propositivo e elegerão os delegados para a etapa nacional da II CNC, que acontecerá de 11 a 14 de março, também em Brasília.

    Planos e colegiados setoriais

    Além de eleger os delegados, cujos representantes estaduais estão em fase final de seleção, sendo 10 por segmento e dois de cada macrorregião, as Pré-Conferências discutirão as diretrizes e ações que comporão os planos setoriais de Culturas Populares e de Culturas Indígenas. Também no âmbito das Pré-Conferências serão eleitos os novos membros dos Colegiados Setoriais, instância do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC).

    No âmbito da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, foram criados, em agosto de 2009, pelo Plenário do CNPC, os Colegiados Setoriais de Culturas Populares e Culturas Indígenas. Eles serão compostos por 15 titulares e 15 suplentes representantes da sociedade civil (três de cada macrorregião do país), além de 5 representantes titulares e 5 suplentes indicados pelo Poder Público Federal. Os eleitos e indicados exercerão mandato referente ao biênio 2010/2011.

    Entre os principais pontos a serem discutidos nas Pré-Conferências de Culturas Indígenas e Culturas Populares, estão a aprovação de Minuta dos Planos Setoriais de cada segmento e a eleição, pela primeira vez, dos representantes dos Colegiados Setoriais.

    Os interessados em participar da construção destes documentos podem acessar o blog geral da CNC, onde foram criados 19 blogs temáticos sobre cada segmento cultural do Ministério da Cultura, incluindo os de Culturas Populares e o de Culturas Indígenas. Os blogs servirão como veículos de divulgação de informações sobre cada um dos setores, além de agregar propostas para as plenárias da II CNC.

    Colegiados vão fomentar ações para os segmentos

    Os dois colegiados foram criados com o objetivo de fomentar políticas culturais para os dois segmentos. No caso das Culturas Populares, o Ministério da Cultura, por meio da SID realizou, em Brasília, nos anos de 2005 e 2006, dois Seminários Nacionais de Políticas Públicas para o setor que contou com a participação de delegações de todo o país. Também com o objetivo de promover a valorização das Culturas Populares, foram realizados o Iº e o IIº Encontro Sul-Americano das Culturas Populares (ESACP) dos quais participaram delegações da Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai e Venezuela. O primeiro aconteceu em Brasília, de 14 a 17 de setembro de 2006. O Segundo foi realizado em Caracas, de 25 a 28 de novembro.

    Os dois seminários resultaram na Carta Sul-Americana das Culturas Populares que está sendo cumprida por meio de várias ações, como a realização de três Prêmios (2007, 2008 e 2009) que contemplaram, em todo o país, 695 iniciativas desenvolvidas por mestres e grupos/comunidades formais e informais de culturas populares.

    Em relação ao segmento Culturas Indígenas, a Secretaria da identidade e da Diversidade Cultural criou, no dia 19 de abril de 2005, data em que se comemora o Dia do Índio, por meio de portaria nº 62, publicada no Diário Oficial da União, Grupo de Trabalho com a missão de discutir e propor políticas públicas de cultura que contemplem os anseios e as singularidades das culturas indígenas.

    Entre os principais pontos discutidos e encaminhados, até agora, pelo Grupo de Trabalho estão o fortalecimento das manifestações culturais indígenas; a valorização das culturas indígenas e a luta contra o preconceito e promoção de campanhas de divulgação; o acesso aos bens culturais do país, rompendo com a marginalidade dos povos indígenas; e a elaboração de uma política cultural indígena em parceria com os povos indígenas.

    A SID também realizou dois editais de premiação, Edição Ângelo Creta (2007) e Edição Xicão Xucuru (2008) contemplando iniciativas culturais realizadas por representantes de várias etnias distribuídas entre os 220 povos indígenas existentes no país.

    (Heli Espíndola-Comunicação/SID)

    Representações estaduais

    Acesse a Portaria nº 4, de 3 de dezembro de 2009, que aprova a Resolução nº 2 do Comitê Executivo da II CNC, regulamentando todo o processo.

    Informações e dúvidas sobre as Pré-Conferências Setoriais de Cultura podem ser obtidas pelo correio eletrônico: marcelo.manzatti@cultura.gov.br

    Baixe aqui a lista dos reprentantes em formato pdf.

    CULTURAS INDÍGENAS

    ACRE

    Titulares

    José Carmélio Alberto Nunes

    Edina Carlos Brandão

    Ivonildes Brandão Borges

    Francisco de Oliveira Piyáko (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Elza Severino da Silva Manchineri

    Élcio Severino da Silva Manchineri

    Alexandre de Souza Brasil

    ALAGOAS

    Titulares

    Manoel Messias da Silva

    Cremilda Eminia Máximo

    Ana Selestino Gomes da Silva

    Suplentes

    Nenethy

    Ayrá

    Júlio Horta

    AMAPÁ

    Titulares

    Rosenã Waiãpi

    Sérgio dos Santos

    Luís Donisete Benzi Grupioni

    Suplentes

    Koneddia Kamasiya Tiriyo

    Aldiere Orlando

    João Neves Silva (Governo)

    AMAZONAS

    Titulares

    Farney Tourinho de Souza

    Raimunda Enes de Oliveira

    Rafael Pessoa São Paio

    Suplentes

    Jackson Oliveira Joaquim Marubo

    Maria Amélia de Oliveira Marubo

    Joel Dionísio Francisco

    BAHIA

    Titulares

    Maria Ferreira dos Santos

    Raoni Braz Vieira

    Valdineide Rodrigues dos Santos

    Edilene Santos Carvalho (Payaiá)

    Jerry Adriane Santos de Jesus (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Juvenal Teodoro da Silva

    Joscélia Santos da Silva

    Edilene Santos Carvalho

    CEARÁ

    Titulares

    Rita Gomes do Nascimento

    Ricardo Weber do Nascimento Costa

    Rosa da Silva Souza

    Suplentes

    Antonio Ricardo Domingos da Costa

    Maria da Conceição Alves Feitosa

    Vânia Cysne

    DISTRITO FEDERAL

    Titulares

    Marcos Terena

    Azelene Inácio

    Saulo Ferreira Feitosa

    Suplentes

    Álvaro Tukano

    Santxiê Tapuia

    ESPÍRITO SANTO

    Titulares

    Leonardo Pereira de Souza

    Ronivaldo Pereira da Silva

    Antonio Carvalho

    Suplentes

    Nelson

    Pedro

    GOIÁS

    Titular

    Veronica Aldé

    MARANHÃO

    Titulares

    José Arão Marizê Lopes

    Lourenço B. Milhomem

    Adilson Ribeiro Guajajara

    MATO GROSSO

    Titulares

    Vítor Aurape Peruare

    Maria de Fátima Roberto Machado

    Estevão Bororo Taukane

    Francisca Navantino Pinto de Ângelo (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Xisto Tserenhi’ru Tserenhimi’rami

    Crizanto R. T. Wá Xavante

    Magno Amaldo da Silva

    MATO GROSSO DO SUL

    Titulares

    Tonico Benites

    Dionedison Demecio Candido

    Suzie Silva Vito

    Suplentes

    Eder da Silva Vito

    Belchior Donizete Cabral

    MINAS GERAIS

    Titulares

    Terezinha Maria Furiati

    Ailton Alves Lacerda Krenak

    Izabela Assumpção D’Urço

    PARÁ

    Titulares

    Luiz Gonzaga Xipaia de Carvalho

    Paulo Wai Wai

    Bekwaj Kayapó

    Jacqueline Alves dos Santos (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Rikparti Kôkoproti

    Lurdes Tembé

    Mydjere Kayapó Mekrangnotire

    PARAÍBA

    Titulares

    Antonio Pessoa Gomes

    José Ciríaco Sobrinho

    Josafá Padilha Freire

    Annelsina Trigueiro de Lima Gomes (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Severina do Carmo

    José Wagner Oliveira

    Zenilda Pontionila de Barros

    PARANÁ

    Titulares

    Reginaldo Alves

    Dirceu R. Pereira Santiago

    Sheilla Souza

    Suplentes

    Ivan Bribis Rodrigues

    Florêncio Rekaye Fernandes

    PERNAMBUCO

    Titulares

    Marcondes de Araújo Secundino

    Marcos Luidson de Araújo

    Francisca Bezerra da Silva

    Suplentes

    Ângelo

    Vincent Carelli

    Eliene Amorim de Almeida

    RIO DE JANEIRO

    Titulares

    João Pacheco de Oliveira Filho

    Germana Portella

    Anapuáka Muniz Tupinambá Hã Hã Hãe

    RIO GRANDE DO NORTE

    Titulares

    Maria Ivoneide Campos da Silva

    Jussara Galhardo Aguirres Guerra

    Thayse Michelle Campos da Silva

    Jussara Galhardo Aguirres (Poder Público Estadual)

    RIO GRANDE DO SUL

    Titulares

    Denise Rosana Wolf

    Abílio Padilha da Silva

    Fernanda Jófej

    Suplentes

    Vherá Poty Benites da Silva

    Ariel Ortega

    Deoclides de Paula

    RONDÔNIA

    Titulares

    Gasodá Suruí

    Waldeiza Rosa Coiryn

    Heliton Gavião

    Eliézer de Oliveira (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Antenor de Assis Karitiana

    Edjales Vinícios de Brito

    RORAIMA

    Titulares

    Vanda Domingos da Silva

    Selestina Francisco da Silva

    Juliana Rodrigues Clementino

    Francineth dos Santos Raposo (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Cristino Pereira dos Santos

    Olinda Pereira de Melo

    Osmar Carlos da Silva

    SANTA CATARINA

    Titulares

    Miguel Alves

    Brasílio Priprá

    Leonardo da Silva Gonçalves

    Cleide Albuquerque (Poder Público Estadual)

    SÃO PAULO

    Titulares

    Maria das Dores Conceição Pereira Prado

    Adolfo Timóteo

    Antonio Mauricio Fonseca de Oliveira

    Leandro Rosa (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    Avani Florentino de Oliveira

    Giselda Pires de Lima

    Daniel Monteiro Costa (Daniel Munduruku)

    SERGIPE

    Titulares

    José Apolônio dos Santos

    Lindomar dos S. Rodrigues

    Ugo Maia Andrade (Poder Público Estadual)

    TOCANTINS

    Titulares

    Kohalue Karajá

    Kubaria de Andeciwuala

    Ivan Luiz Guarany Silva

    Joana Euda Barbosa (Poder Público Estadual)

    Suplentes

    João Kwanha Xerente

    DELEGADOS PODER PUBLICO FEDERAL

    Marcelo Simon Manzatti (SID/MinC)

    José Carlos Levinho (Museu do Índio/FUNAI)

    Gersem José dos Santos Luciano (SECAD/MEC)

    Lylia da Silva Guedes Galetti (Carteira Indígena/MMA)

    Aderval Costa Filho (MDS)

    CONVIDADOS

    Francisco Avelino Batista (COIAB)

    Manoel Uilton Santos (APOINME)

    Ramão Vieira (ARPIN-PAN)

    Timóteo da Silva Verá Potyguá (ARPIN-SUDESTE)

    Abraão de Oliveira França (FOIRN)

    Romancil Gentil Cretã (CNPC e ARPIN-SUL)

    PALESTRANTE

    Marcio Meira (FUNAI)

    MEDIADORES

    João de Carvalho Monteiro Gonçalves (SID/MinC)

    Giselle Dupin (SID/MinC)

    Ana Maria Ângelo Bravo Villalba (SID/MinC)

    Thaís Werneck (SID/MinC)

    Joana Arari Bindi Botom (Consultora)

  • Balanço dos editais da SID

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    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 22/02/2010

    Veja o balanço dos editais publicados entre 2005 e 2008

    A Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) divulga um balanço dos editais publicados entre 2005 e 2008. Neste período, foram realizados 12 editais, quase todos de premiação, sendo: três para as Culturas Populares; dois para as Culturas Indígenas; cinco para o segmento LGBT; um para as Culturas Ciganas e um para a inclusão cultural da pessoa idosa.

    SID – BALANÇO DOS EDITAIS 2005-2008

    Por meio desses editais, a Secretaria põe em prática o Programa Identidade e Diversidade Cultural: Brasil Plural, primeiro programa específico para a diversidade cultural no país, criado em 2003, no Plano Plurianual do Ministério da Cultura. Com políticas como esta, o Brasil já está atendendo a alguns dos objetivos da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, que reúne atualmente 95 países e foi promulgada em nosso país em 2007.

    Ao longo desses quatro anos, editais da SID receberam um total de 4.273 inscrições, das quais 875 (20% do total) foram contempladas. Os dados consolidados consideraram apenas os recursos destinados diretamente para os segmentos atendidos, ou seja, o recurso que foi efetivamente pago por meio de prêmios de mérito cultural ou por meio do conveniamento de projetos. A distribuição dos recursos – um total de R$ 14.043.040,66 – obedeceu ao critério de proporção de inscritos por região do país, de modo que os resultados refletem a demanda: a região Nordeste, origem de 38% das inscrições, ficou com 34% dos recursos, enquanto que a região Norte, com 15% dos inscritos, ficou com 15% dos recursos (veja gráfico 1 abaixo).

    Os editais contemplaram cinco segmentos socioculturais – povos indígenas, culturas populares, ciganos, LGBT e idosos -, sendo que 48,5% dos recursos foram destinados para as culturas populares, 26,2% para as culturas indígenas e 21,1% para o segmento LGBT, conforme gráfico 2 abaixo.

    Quanto à distribuição dos recursos por UF, Minas Gerais e São Paulo se destacam em valores absolutos, mas em valores per capita as UF que mais receberam recursos foram Roraima e Acre.

    Segundo o Secretário Américo Córdula, uma das vantagens da política de editais é permitir uma distribuição mais democrática dos recursos: “Graças a esta política, a SID tem contemplado segmentos socioculturais historicamente excluídos e marginalizados das políticas públicas de cultura. Além disto, estamos chegando a muitos municípios que integram os territórios da cidadania, definidos como prioritários pela política de inclusão do Governo Federal. Dos 385 municípios que foram contemplados em algum dos nossos editais, 62 integram esses territórios, e são locais onde era muito difícil chegarem recursos do Ministério da Cultura. Assim, cidades como Cavalcante (GO) e Atalaia do Norte (AM), são exemplos de cidades pequenas nas quais investimos cerca de 50 mil reais cada uma. Em valores per capita, os municípios que mais receberam recursos foram Figueirão (MS), Itacajá (TO) e Itaguari (GO). Com a publicação deste balanço, a SID/MinC está dando visibilidade e transparência à aplicação dos recursos públicos, além de facilitar o acompanhamento dos governos estaduais e municipais sobre os recursos recebidos em seus municípios. Por fim, com este balanço podemos estabelecer uma série histórica para às políticas da Diversidade e que vai colaborar para a construção de indicadores  culturais. O balanço permite a visualização da distribuição dos recursos por edital, região, estado e município, o que permite uma avaliação para atuação futura em áreas que não foram atendidas”

    Os gráficos divulgados fornecem uma visão detalhada dos recursos recebidos por cada um dos 385 municípios contemplados, e dos editais dos quais participaram, além de possibilitar a análise comparativa por edital e por região, dentre outros recortes.

    SID – BALANÇO DOS EDITAIS 2005-2008

    Gráfico 1 – Distribuição dos recursos por região:

    Gráfico 2 – Distribuição dos recursos por segmento sócio-cultural:

  • Confiras as datas das PRÉ-CONFERENCIAS SETORIAIS DE CULTURA

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    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 17/02/2010

    PRÉ-CONFERENCIAS SETORIAIS DE CULTURA

    O Ministério da Cultura dentro das etapas da II Conferência Nacional de Cultura, está organizando as Pré-conferencias Setoriais de Cultura que têm caráter mobilizador, reflexivo, propositivo e eletivo e são instâncias de articulação local e regional de agentes culturais de cada uma das áreas artísticas e de patrimônio com assento no Conselho Nacional de Políticas Culturais.
    As etapas das pré-conferencias setoriais de cultura obedecem ao seguinte calendário:
    Setores: Audiovisual
    Data: 23 a 25/02
    Local: Brasília

    Setores: Cultura Afro-brasileira
    Data: 24 e 25/02
    Local: Brasília

    Setores: Arquivo
    Data: 24 e 26/02
    Local: Rio de Janeiro

    Setores: Design
    Data: 25 a 27/02
    Local: Rio de Janeiro

    Setores: Museus
    Data: 26 a 28/02
    Local: Rio de Janeiro

    Setores: Arte Digital, Arquitetura, Artesanato, Artes Visuais, Circo, Cultura Indígena, Cultura Popular, Dança, Livro/Leitura/Literatura, Música, Moda,Teatro, Patrimônio Material e Imaterial.
    Data: 07 a 09/03
    Local: Brasília

  • LEGISLAÇÃO pertinente ao tema

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    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 08/02/2010

    Resolução nº02, Baixe aqui (236KB formato pdf) .

  • GT INDÍGENA – RELATÓRIO SÍNTESE 2005

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    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 08/02/2010

    POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A CULTURA DOS POVOS INDÍGENAS

    “A Constituição Federal de 1988, ao reconhecer como legítimas as manifestações culturais e as formas de organização próprias aos povos indígenas, veio a retirar todo o fundamento legal ao exercício generalizado do mecanismo da tutela, reconhecendo a capacidade civil dos indígenas. O Artigo 215 dispõe que “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso  às fontes da cultura nacional…” e também que “o Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras,…”.

    A Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, homologada recentemente pelo governo brasileiro, veio a consolidar uma nova ordem jurídica quanto aos povos indígenas, fixando os princípios gerais de uma política indigenista que não esteja pautada em uma perspectiva assimilacionista e autoritária, mas sim no diálogo intercultural e no respeito às diferenças.

    Um pressuposto básico para a elaboração de uma política cultural nessa esfera é a enorme diversidade própria às culturas indígenas, visto tratar-se de, aproximadamente, 220 povos, com cerca de 180 línguas, com histórias distintas, inseridas em diferentes ecossistemas e em contextos econômicos e políticos regionais fortemente contrastantes, localizadas dentro de um país com dimensões continentais.

    Uma das medidas priorizadas pelo Governo brasileiro para a implementação das recomendações oriundas do documento ”Diretrizes para a Formulação de uma Política Cultural Referente aos Povos Indígenas”, elaborado por participantes do Fórum Cultural Mundial de 2004, foi a constituição do Grupo de Trabalho com a finalidade de indicar políticas públicas para a  cultura indígena.

    No dia 19 de abril de 2005, data em que se comemora o Dia do Índio, foi publicada no Diário Oficial da União, a Portaria Ministerial nº 62, que criou o Grupo de Trabalho que tem a missão de discutir e propor políticas públicas de cultura que contemplem os anseios e as singularidades das culturas indígenas.

    A constituição do GT é o resultado do esforço do Governo Federal que, pela primeira vez, reúne, no âmbito do Ministério da Cultura, representações dos povos indígenas, de entidades públicas e da sociedade civil organizada para trabalhar em favor da construção de uma política pública para as culturas indígenas.

    O Grupo concentrou a Programação de Trabalho em Quatro Eixos Fundamentais:

    1.  Fortalecimento das manifestações culturais indígenas

    2.  Valorização das culturas indígenas – luta contra o preconceito e promoção de campanhas de divulgação

    3.  Acesso aos bens culturais do país, rompendo com a marginalidade dos povos indígenas.

    4.  Elaboração de uma política cultural indígena em parceria com os povos indígenas.”

    Baixe aqui o arquivo completo (195 KB, formato pdf).

  • Histórico da discussão sobre o Estatuto dos Povos Indígenas no âmbito da Comissão Nacional de Política Indigenista

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    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 04/02/2010

    A discussão sobre o Estatuto dos Povos Indígenas, proposta pela Subcomissão de Assuntos Legislativos, atende o estabelecido pelo ato de criação da Comissão Nacional de Política Indigenista, o Decreto de 22 de março de 2006, Artigo 2°, Inciso V, no qual se define como competência da CNPI, entre outras: “Propor a atualização da legislação e acompanhar a tramitação de proposições e demais atividades parlamentares relacionadas com a política indigenista”.

    Clique aqui para baixar o arquivo completo (97 KB, em formato pdf).

  • O Plano Nacional de Cultura e os índios: dilemas e tradições políticas na articulação de um pensamento sobre povos e culturas indígenas no Brasil

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    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 02/02/2010

    “RESUMO: O presente artigo pretende realizar uma análise crítica do Plano Nacional de Cultura a respeito das políticas por ele propostas em relação à cultura indígena. Tal crítica pretende enfatizar as tradições políticas herdadas não apenas das três tristes tradições da política cultural no Brasil, enfatizadas por Rubim (2007), mas também das tradições dos órgãos governamentais que anteriormente tematizaram a cultura indígena como objeto de sua atuação. A análise é efetuada tendo como pano de fundo a questão dos povos indígenas do Nordeste, buscando demonstrar a dificuldade apresentada pelo PNC de tematizar a questão indígena com o foco nas diferenças entre os diversos povos colocados sobre essa rubrica. Assim, a análise que se segue busca ser a introdução para um debate que procure aprofundar as diferenças entre os diversos povos indígenas como forma de enriquecer a discussão em torno da questão indígena no PNC.”

    Sandro Campos Neves, Doutorando em Antropologia – PPGA-UFBA

    Clique aqui para baixar o arquivo completo (115 KB, formato pdf).

  • Políticas Públicas para as Culturas Indígenas no Brasil – 2005/2007

    0 comentários

    por: Culturas Populares, em Documentação no dia 02/02/2010

    “Em consonância com a determinação do Governo Federal de que sejam desenvolvidas ações transversais, tanto no âmbito governamental quanto por meio de diálogos diretos com a sociedade civil, desde o início de 2003 o Ministério da Cultura, por intermédio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural – SID/MinC, tem procurado implementar ações que justifiquem sua missão institucional, tendo como principal vertente a interlocução com setores culturais, notadamente os desprovidos de políticas públicas e/ou onde o braço do Estado não lhes alcança, em conseqüência da necessidade de melhor delineamento e adequação dessas políticas.

    A Constituição Federal de 1988, ao reconhecer como legítimas as manifestações culturais e as formas de organização próprias aos povos indígenas, veio a retirar todo fundamento legal ao exercício generalizado do mecanismo da tutela, reconhecendo a capacidade civil dos indígenas. O Artigo 215 dispõe que “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional…” e também que “o Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras…”.

    A Convenção 169 da OIT, homologada recentemente pelo governo brasileiro, veio consolidar uma nova ordem jurídica em relação aos povos indígenas, fixando os princípios gerais de uma política indigenista que não esteja pautada em uma perspectiva assimilacionista e autoritária, mas sim no diálogo intercultural e no respeito às diferenças.

    Um pressuposto básico para a elaboração de uma política cultural nessa esfera é a enorme diversidade própria às culturas indígenas, visto tratar-se de aproximadamente 225 povos, com cerca de 180 línguas, com histórias distintas, inseridas em diferentes ecossistemas e em contextos econômicos e políticos regionais fortemente contrastantes, localizadas dentro de um país com dimensões continentais.

    Uma das medidas priorizadas pelo Governo brasileiro para a implementação das recomendações oriundas do documento “Diretrizes para a Formulação de uma Política Cultural referente aos Povos Indígenas”, elaborado por participantes do Fórum Cultural Mundial de 2004, foi a constituição de um Grupo de Trabalho com a finalidade de indicar políticas públicas para a cultura indígena.

    Esse Grupo de Trabalho foi criado pela Portaria Ministerial nº 62 , publicada no Diário Oficial da União no dia 19 de abril de 2005, com a missão de discutir e propor políticas públicas de cultura que contemplem os anseios e as singularidades da cultura indígena.

    Deste modo, graças ao esforço do Governo Federal, foram reunidas pela primeira vez, no âmbito do Ministério da Cultura, representações dos povos indígenas, de entidades públicas e da sociedade civil organizada para trabalhar em favor da construção de uma política pública para a cultura indígena.”

    Clique aqui para baixar o arquivo completo (6.8 Mb, em formato .pdf)