Discussões Virtuais

  • A Pré-conferência Setorial de Dança será realizada nos dias 7, 8 e 9 de março de 2010, em Brasília.

    Como preparação, os candidatos a delegados estaduais e atuais membros do Colegiado Setorial de Dança poderão utilizar o blog Setorial de Dança como colaboradores para integração, troca de conhecimentos, publicação de textos, abertura de debates, inserção de notícias, entre outras ações que possam enriquecer as discussões prévias até a realização da Pré-conferência.

    Caso você seja um candidato a delegado estadual ou membro do Colegiado Setorial de Dança que não tenha ainda se registrado  como colaborador do blog, envie um email para dianaderose@funarte.gov.br, para que possamos reencaminhar o convite.

5 Comments

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  • Blog da setorial de dança abre espaço para o debate » Conferência Nacional de Cultura

    12 de fevereiro de 2010

    […] da setorial de dança abre espaço para o debate O blog da setorial da dança está com espaço aberto para colaboradores no debate sobre o setor. A Pré-conferência Setorial de Dança será realizada nos dias 7, 8 e 9 […]

  • valdemar santos

    12 de fevereiro de 2010

    A Delegação de dança do Piauí é formada por Valdemar Santos, Maurea Oliveira, Nayara Fabrícia, Sidh Ribeiro, Weila Carvalho e Beborah Radassi, fizeram quatro encontro onde foram discutidos o texto base da Conferencia Nacional de Cultura e condensamos em quatro propostas que pretendemos apresentar e discutir na pré conferencia.
    * Criar um programa de incentivo que visem pesquisas em manifestações culturais resultando em um banco de dados sobre a história da dança no Piauí.

    * Implantar qualificação permanente dos profissionais de dança em nível técnico, tecnólogo e superior (licenciatura e bacharelado), residências artísticas, intercâmbio (bolsas de estudo) junto ao MinC e Ministério da Educação em parceria com as instituições estaduais, municipais, federais e iniciativa privada.

    * Ampliar o acesso de dança no estado com parcerias entre o governo estadual, municipal através das suas Secretarias de Cultura e Educação.

    * Garantir mecanismos de ampliação do mercado de trabalho e valoração do profissional-artista da dança, abrangendo entre outras coisas a disponibilização de espaços que viabilizem a fruição e difusão das criações artísticas.

    Precisamos fiscalizar, questionar e sugerir na forma como vem sendo desenvolvido o ensino da dança, é fundamental que tenhamos parâmetros para esse ensino e capacitação profissional, precisamos de regulamentação respeitando a diversidade de valores e saberes, garantido a formação de qualidade. Portanto para perceber a Dança como uma arte e não simplesmente como uma simples movimentação organizada ou criativa, devemos observar, apropriar-se e defender seu surgimento, desenvolvimento e atual situação em que se encontra e suas possibilidades educacionais. Pois a Dança é uma forma de conhecimento, elemento essencial para a educação do ser social. A Dança pode mobilizar e educar de uma outra forma, mais companheira e menos opressora como as diversas pedagogias que foram desenvolvidas ao longo da formação humana. É fundamental descobrir meios da cultura dialogar com turismo, de descobrir forma da cultura crescer na proporção que cresce o turismo, apostar na parceria como forma de fortalecer o turismo cultural no estado, é sabido por todos que o turista busca a singularidade e originalidade, precisamos valorizar e potencializar o que temos de singular e original, buscar formas para que as políticas culturais, dialoguem com turismo e comunicação e forma que potencialize o todo.

  • mara jane

    12 de fevereiro de 2010

    Uma pré conferência tão próxima a conferência, não prejudica as discussões???

  • Doralice Loureiro da Mota

    24 de fevereiro de 2010

    Discutindo diretrizes para a política cultural, durante assembléia realizada em Palmas – Tocantins, algumas propostas foram formuladas para discussão na pré-conferência setorial da dança. Dentre as várias propostas estão: lançamento de editais de circulação de espetáculos em âmbito nacional e para a região norte, considerando as distâncias que dificultam o acesso às produções; construção e funcionamento de centros culturais, provocando a descoberta de novos talentos; implantação de cursos profissionais e de extensão de dança; programas de capacitação, através de oficinas e/ou cursos continuados e garantir o ensino da dança, enquanto expressão artística, nas escolas públicas e privadas.
    São ações que devem pertencer a um sistema, feitas em parceria entre governo federal, estadual e municipal. As atitudes devem ser em relação ao profissional da dança, enquanto trabalhador, e também ao cidadão, aquele que precisa ter acesso aos bens culturais, para que as produções tenham público para consumi-las. Formação de platéia se faz, inicialmente, através de educação para as artes, pelo fazer e o conviver com práticas artísticas. É preciso, na verdade, de um conjunto de ações que se fortaleçam, se preservem e garantam continuidade. Por isso é essencial que sejam atingidos todos os agentes: os que fazem e os que recebem.
    A delegação do Tocantins é formada pelos seguintes delegados eleitos na assembléia:
    Meire Maria Monteiro Reis, Simone dos Santos Oliveira Rodrigues, Liubliana da S. Moreira, Márcia Regina R. Gomes, Jaldine A. Ribeiro, Raul B. Machado e a delegada representante do poder público Doralice Loureiro da Mota, coordenadora de artes cênicas da Fundação Cultural do Tocantins. Esperamos contribuir com as discussões para formular estratégias significativas para o setor da dança no Tocantins e no Brasil.
    Até lá!
    Doralice Mota

  • MONICA MESQUITA

    10 de março de 2010

    Enquanto a Dança não for legitimada e respeitada enquanto profissão, pesquisa, e reconhecida na educação como área de conhecimento autônoma dentro das artes. Pouco se ganha e avança no setor.

    O ensino e vivência da dança, assim como das outras linguagens artisticas tem que começar na escola. Infelizmente o que vemos é que a pouca profissionalização no setor. Falta interesse e mesmo acesso de muitos bailarinos em uma formação mais acadêmica. Importante para estudos, pesquisas e registros das atividades na área. Ainda apesar da carência existem poucos cursos superiores na área de Dança no Brasil.

    Um dos motivos talvez seja a invasão de profissionais de outras áreas principalmente da educação física que equivocadamente se julgam qualificados e aptos a trabalhar com a dança o que também é um grande erro que tem que ser corrigido, pois isso desqualifica e banaliza a formação em Dança.

    A educação física tem que respeitar a sua intervenção e atuação profissional não é igual a um profissional das Artes, e que é diferente do profissional de dança.

    Enquanto houver esta invasão de educadores físicos na área e não for delimitado o espaço do profissionais com formação em dança e a valorização da sua formação, as universidades e escolas terão pouco interesse na criação de novos cursos técnicos e superiores, uma carência da área.

    Muitos editais de contratação de profissionais de dança, não valorizam a formação em dança e abrem espaço para profissionais de educação física . O que só prejudica os profissionais do setor e a educação em dança no Brasil. Pois coloca profissionais desqualificados para atuar na área.

    A contratação de professores através de editais tem que ser mais específicos valorizando a formação em dança, durante toda a vida e principalmente a técnica e universitária.

    Abraços

    Mônica Mesquita
    Graduada em Teatro – MG
    Pós graduanda em Artes Visuais e Dança (em andamento)
    Tem pesquisa e estudo desenvolvido na área de Artes Cênicas (Dança, Teatro e circo), e a tentativa de apropiação destas áreas pela educação física. Políticas públicas, mercado e profissão de Artes cênicas e corporais, ética profissional.

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