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	<title>Pré- Conferência Setorial de Livro, Leitura e Literatura</title>
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	<description>Informações sobre a Pré-Conferência de Livro, Leitura e Literatura</description>
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		<title>Mais Livro, Mais Leitura</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 14:35:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Neila Baldi, DLLL/SAI/MinC. Começam neste mês os cursos online para a criação de planos de leitura O primeiro curso online do projeto Mais Livro, Mais Leitura nos estados e municípios começa nesta segunda-feira, 9 de agosto. Na modalidade de ensino à distância, o treinamento prevê a capacitação de gestores municipais para a elaboração de planos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><em>Por Neila Baldi, DLLL/SAI/MinC.</em></p>
<p style="text-align: center"><strong>Começam neste mês os cursos online para a criação de planos de leitura</strong></p>
<p>O primeiro curso online do projeto Mais Livro, Mais Leitura nos estados e municípios começa nesta segunda-feira, 9 de agosto. Na modalidade de ensino à distância, o treinamento prevê a capacitação de gestores municipais para a elaboração de planos locais, assim como o Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL), instituído em 2006 pelos Ministérios da Cultura e da Educação.</p>
<p>A primeira turma é formada por gestores de localidades que participaram do Fórum Nacional ou de Fóruns Regionais de discussões sobre a instituição dos Planos Estadual (PELL) e Municipal de Livro e Leitura (PMLL). A partir de setembro, cidades cadastradas no portal do PNLL (<a href="http://www.pnll.gov.br/">http://www.pnll.gov.br/</a>) receberão informações sobre a abertura de novas turmas.</p>
<p>A capacitação tem cinco módulos, com previsão de 10 semanas, totalizando cinco horas por semana. Os gestores podem fazer o curso no horário que escolher, mas ao fim de duas semanas precisam ter completado o módulo para seguir para o próximo. O curso fornece o passo a passo para a elaboração do plano local, contemplando a elaboração do diagnóstico da realidade, a formação do grupo de trabalho, a definição de metas, objetivos e a construção de um plano de trabalho.</p>
<p>Há ainda um fórum de discussão, em que os participantes podem compartilhar experiências. A proposta do trabalho é que, ao final do curso, a prefeitura ou estado tenha um esboço do que será seu plano, pois ao longo da capacitação pode ir realizando, junto com a sociedade civil, o planejamento indicado.</p>
<p>Dentre os municípios inscritos no primeiro curso alguns já criaram grupos de trabalho para elaboração do PMLL. É o caso de Alexânia (GO) e Congonhas (MG). A primeira cidade brasileira a criar o seu plano foi Passo Fundo (RS), enquanto o município de Caxias do Sul (RS) tem o Programa Permanente de Estímulo à Leitura. O estado de Mato Grosso do Sul, em encontro realizado entre 7 a 9 de abril, instituiu por decreto seu PELL &#8211; que está em processo de elaboração.  O projeto Mais Livro, Mais Leitura nos estados e municípios é uma parceira do PNLL com o Instituto Pró-Livro.</p>
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		<title>Consulta Pública</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 13:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conferencianacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Comunicação Social/MinC, em 14/06/2010 MinC coloca em debate Anteprojeto de Modernização da Lei do Direito Autoral O Ministério da Cultura lançou nesta segunda-feira, 14 de junho, a Consulta Pública para a Modernização da Lei do Direito Autoral, a Lei nº 9.610/98. O objetivo do processo democrático, que vai até 28 de julho, é estimular a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><em>Comunicação Social/MinC, em 14/06/2010</em></p>
<p style="text-align: center"><strong>MinC coloca em debate Anteprojeto de Modernização da Lei do Direito Autoral</strong></p>
<p>O Ministério da Cultura lançou nesta segunda-feira, 14 de junho, a Consulta Pública para a Modernização da Lei do Direito Autoral, a Lei nº 9.610/98. O objetivo do processo democrático, que vai até 28 de julho, é estimular a participação da sociedade no aperfeiçoamento do texto. O anúncio aconteceu durante coletiva à imprensa realizada na sede do MinC, em Brasília.</p>
<p>“Nossa lei não é capaz de assegurar a plena realização do direito autoral no Brasil. Ela não cria nenhum mecanismo de harmonização entre o direito autoral e o direito de acesso à população. Não dá segurança jurídica aos investidores e falta transparência no sistema de arrecadação”, declarou o ministro da Cultura, Juca Ferreira, ao reconhecer a precariedade da legislação brasileira.</p>
<p>Para o ministro, é impossível criar uma Economia da Cultura no Brasil sem a modernização da lei. Segundo estudo realizado em 1998, pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), os setores impactados direta ou indiretamente pela criação das obras intelectuais representaram 6,7% do PIB do Brasil. Segundo o levantamento, o desenvolvimento dessa economia exige a construção de um sistema equilibrado, que a lei vigente do Direito Autoral brasileira não foi capaz de criar.</p>
<p>A nova lei propõe a harmonia entre os direitos dos criadores, cidadãos, investidores e usuários e  incentiva a formação de novos arranjos produtivos. Isso dá maior controle do autor sobre sua criação, amplia o acesso à cultura e ao conhecimento, promove a diversidade da produção cultural e redistribui os ganhos relativos aos direitos autorais.</p>
<p>Marcos Souza, coordenador da Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC, afirmou que a Consulta Pública é uma continuação de debate público que ocorre desde 2007 por meio do Fórum do Direito Autoral. Ele explicou que a modernização garantirá mecanismos de transparência e controle social do sistema de arrecadação e distribuiçaõ do direitos autorais.</p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/2010/06/14/lei-do-direito-autoral/" target="_blank">O que muda com a nova lei.</a></p>
<p>Também participaram da coletiva de imprensa o secretário executivo, Alfredo Manevy e o secretário de Políticas Culturais, José Luiz Herencia.</p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/" target="_blank">Participe da Consulta Pública e acesse a íntegra do anteprojeto.</a></p>
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		<title>Revisão da Lei de Direito Autoral</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 19:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conferencianacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, dia 14, foi aberta a consulta pública que ajudará a definir o texto da reforma da Lei de Direito Autoral. O texto em consulta modifica e acresce dispositivos à Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais. O anteprojeto de Lei sugere mudanças no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, dia 14, foi aberta a consulta pública que ajudará a definir o texto da reforma da Lei de Direito Autoral. O texto em consulta modifica e acresce dispositivos à Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais.</p>
<p>O anteprojeto de Lei sugere mudanças no âmbito da reprodução de materiais, licença de uso, prática de jabá e, ainda, propõe a criação do Instituto Brasileiro de Direito Autoral. Este terá a finalidade de regular e supervisionar as entidades de arrecadação de direitos.</p>
<p> O prazo para apresentação de propostas encerra-se no dia 28 de julho de 2010. Para saber como participar da consulta, cadastrar-se e obter informações sobre a versão consolidada da Lei e os pontos a serem discutidos, acesse o <a href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/" target="_blank">Blog do Direito Autoral</a>.</p>
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		<title>Setorial de Literatura, Livro e Leitura debate o Fundo Nacional e define seus representantes no Plenário</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 14:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conferencianacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ Fundo Nacional de Cultura (FNC), Fundos Setoriais e eleição dos representantes para o Plenário do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) foram os pontos centrais do último debate entre os membros do Colegiado de Literatura, Livro e Leitura. O encontro aconteceu nos dias 31 de maio e 1º de junho, em Brasília, durante a 4ª Reunião Ordinária dos Colegiados Setoriais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Fundo Nacional de Cultura (FNC), Fundos Setoriais e eleição dos representantes para o Plenário do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) foram os pontos centrais do último debate entre os membros do Colegiado de Literatura, Livro e Leitura. O encontro aconteceu nos dias 31 de maio e 1º de junho, em Brasília, durante a 4ª Reunião Ordinária dos Colegiados Setoriais do CNPC.   </p>
<p>Entre as principais deliberações do Colegiado, elegeu-se Nilton Bobato e Izaura Maria Franco, respectivamente titular e suplente, para compor o Plenário do CNPC. Já em relação ao Fundo de Livro, Leitura, Literatura e Humanidades, foi apresentada uma alteração de ordem conceitual. O Colegiado sugeriu retirar a palavra “Humanidades” que, de acordo com seus representantes, possui um sentido muito amplo. Contudo, a restrição é feita apenas à palavra e não à pesquisa e ampliação de conhecimentos na área.</p>
<p>Veja, abaixo, a relação dos membros do Colegiado presentes na reunião:</p>
<p>Ademir Gomes de Assunção (Área de Criação)</p>
<p>Antonio Almir Mota (Área de Criação)</p>
<p>Edgar Figueira Borges (Região Norte)</p>
<p>Glaucio Cruz Pereira (Região Sudeste)</p>
<p>Izaura Maria Ribeiro Franco (Região Centro-Oeste)</p>
<p>João de Castro Ribeiro (Área de Criação)</p>
<p>José Castilho Marques Neto (Plano Nacional de Livro e Leitura)</p>
<p>Juracy Ignez Saraiva (Área de Mediação)</p>
<p>Luis Antônio Torelli (Área de Produção e Distribuição)</p>
<p>Maria do Socorro Flores (Região Nordeste)</p>
<p>Nêmora Arlindo Rodrigues (Área de Mediação)</p>
<p>Nilton Bobato (Região Sul)</p>
<p>Oscar Manoel Gonçalves (Fundação Biblioteca Nacional)</p>
<p>Vitor Tavares da Silva (Área de Produção e Distribuição)</p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/cnpc/2010/06/02/colegiados-do-cnpc-mantem-os-debates-sobre-o-fundo-nacional-de-cultura/" target="_blank">Leia mais</a></p>
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		<title>Além de legislação, é preciso informação, diz António Pinto Ribeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 14:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>neilabaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>

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		<description><![CDATA[Ensaista português proferiu palestra magna na II Conferência Nacional da Cultura  O escritor e ensaista português António Pinto Ribeiro proferiu hoje (12) palestra magna na II Conferência Nacional da Cultura. Em sua fala, afirmou que “não se resolve a atividade cultural com legislação mas, vivendo”. A frase polêmica – principalmente no Brasil, onde hoje existe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ensaista português proferiu palestra magna na II Conferência Nacional da Cultura </em></p>
<p> O escritor e ensaista português António Pinto Ribeiro proferiu hoje (12) palestra magna na II Conferência Nacional da Cultura. Em sua fala, afirmou que “não se resolve a atividade cultural com legislação mas, vivendo”. A frase polêmica – principalmente no Brasil, onde hoje existe uma pauta com a Reforma da Lei Rouanet, a PEC 150, o Vale Cultura e o Fundo Pró-Leitura, entre outros. Na entrevista abaixo, o ensaista fala um pouco sobre o tema, além de discutir sobre política cultural e leitura.</p>
<p>Pinto Ribeiro tem formação acadêmica nas áreas da Filosofia, Ciências da Comunicação e Estudos Culturais. É progrador cultural e consultor para as artes da Presidência do Governo Regional dos Açores/Direcção Regional da Cultura. Em sua conversa, mostra exemplos que deram certo em Portugal, no estímulo à leitura, entre outras.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-157" href="http://culturadigital.br/setoriallivro/?attachment_id=157"><img class="alignnone size-full wp-image-157" src="http://culturadigital.br/setoriallivro/files/2010/03/conferencia-magna-1.jpg" alt="conferencia-magna-1" width="500" height="333" /></a></p>
<p> </p>
<p><strong>- O senhor afirmou que não se resolve a atividade cultural com legislação mas, vivendo. É algo polêmico, não? </strong></p>
<p>Eu explico. Eu acho que a legislação deve ser incentivadora. As leis existem em um estado democrático para que não haja atropelos sociais e devem ser instrumentos que facilitem os direitos dos cidadãos. Não adianta apenas existirem leis se não houver condições de produção, de informação e educação cultural. É preciso viver isso, democraticamente.</p>
<p> <strong>- Em sua palestra, o senhor destacou a questão da diversidade cultural. Portugal está avançado neste debate?</strong></p>
<p> Portugal, no domínio da interculturalidade é muito avançado. Portugal é um dos países que melhor acolhe os imigrantes. É verdade que as leis protegem mas, se não houvesse no portugues a pré-disposição de receber, não seria só a lei que faria.</p>
<p> <strong>- O senhor considera que é papel do Estado intervir na cultura? </strong></p>
<p> É papel do Estado facilitar aos criadores que criem e aos públicos que possam ter acesso. Em Portugal temos a Lei do Mecenato e o Ministério da Cultura trabalha com um programa semelhante aos Editais que ocorrem no Brasil. Durante muito tempo os europeus e os sul-americanos estavam centrados no apoio à criação. Mas é preciso também um trabalho de formação cultural, que possibilite formar o gosto cultural.</p>
<p> <strong>- Esse é um tema que, na pré-conferência setorial do Livro, Leitura e Literatura foi discutido: no caso, do mediador de leitura. Vocês se veem avançados neste sentido?</strong></p>
<p>A formação depende da cidade e da experiência pessoal. Em alguns aspectos o Brasil está mais avançado: por exemplo, em projetos regionais, para cidades com até 15 mil habitantes. No que se refere à leitura, a alfabetização é um fato em Portugal. Mas existe a “iletricia cultural” &#8211; o que no Brasil é conhecido como analfabetismo funcional. Há pessoas que sabem ler mas não conseguem decodificar um horário de trem. É um trabalho grande a fazer porque quando a gente sente prazer no que está a ler, está mais disposto a ler mais.</p>
<p><strong>- E como se incentiva a ler mais?</strong></p>
<p>Tem de trabalhar na escola, na família e, às vezes, contra a televisão. Eu não sou daquele tipo reacionário, que é contra a televisão. Mas é preciso gerar o tempo que o jovem gasta vendo TV.</p>
<p><strong>- Mas hoje as crianças passam também muito tempo em frente ao computador&#8230;</strong></p>
<p>O computador pode ser uma via de leitura. Não é mal, nem bom, depende do que a criança vê no computador.
<a href='http://culturadigital.br/setoriallivro/2010/03/15/alem-de-legislacao-e-preciso-informacao-diz-antonio-pinto-ribeiro/conferencia-magna-4-244x163/' title='conferencia-magna-4-244x163'><img width="150" height="150" src="http://culturadigital.br/setoriallivro/files/2010/03/conferencia-magna-4-244x163-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="conferencia-magna-4-244x163" title="conferencia-magna-4-244x163" /></a>
</p>
<p><strong>- E o senhor é a favor, então, de o Estado regular a programação da TV, para que tenha mais conteúdo cultural e educativo?</strong></p>
<p>As Tvs generalistas (abertas) fazem a sua programação. O Estado não pode impor a programação. Mas, em troca da licença pode decidir que tenha uma parte da programação mais educativa. Hoje, em Portugal, o governo tem estimulado a criação de canais alternativos. Mas é preciso, também, informar que eles existem.</p>
<p><strong>- Hoje, no Brasil, no que diz respeito à leitura, temos o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que estimula a democratização do acesso aos livros, entre outras ações. Ainda não somos um país de leitores, mas investimos nisso. O que está sendo feito em Portugal para aumentar o gosto pela leitura?</strong></p>
<p>Temos em Portugal o Plano Nacional da Leitura. O Ministério da Cultura tem, para isso, a colaboração de jornais e grandes centros culturais. Há um exemplo bem interessante: há um conjunto de médicos que aderiu ao plano e, depois de suas consultas, falam sobre livros que eles gostam. Assim, o paciente fica curioso e pode querer também ler. É preciso incentivar a curiosidade.</p>
<p><strong>- O que o senhor achou de participar a II Conferência Nacional da Cultura?</strong></p>
<p>Tem dois aspectos fascinantes. Um deles é que o trabalho anterior à conferência possibilitou ter um diagnóstico da situação cultural brasileira (ele se refere às conferências municipais, estaduais e às pré-conferências). Sabe-se, assim, o que se está pensando no Brasil. Isso não significa, no entanto, que não devem haver pesquisas e estudos. Mas o diagnóstico foi feito a partir do pulsar das pessoas. Outro aspecto é que a conferência é a prova viva da diversidade cultural brasileira. Ontem, na abertura, eu vi manifestações culturais de índios, negros, moradores do Amazonas, das mais diversas regiões. Isso é de uma riqueza rara.</p>
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		<title>Resultado final da II CNC</title>
		<link>http://culturadigital.br/setoriallivro/2010/03/15/resultado-final-da-ii-cnc/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 14:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>neilabaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[Após três dias de debates, os participantes da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), realizada em Brasília, de 11 a 14 de março, elegeram as 32 prioridades que nortearão as políticas públicas para o setor. Outras propostas setoriais vindas das Pré-conferências também foram aprovadas. Leia aqui a matéria na íntegra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após três dias de debates, os participantes da <strong>II Conferência Nacional de Cultura</strong> (<strong>II CNC</strong>), realizada em Brasília, de 11 a 14 de março, elegeram as <a href="http://blogs.cultura.gov.br/cnc/files/2010/03/Propostas-32-finais.pdf">32 prioridades</a> que nortearão as políticas públicas para o setor. Outras propostas setoriais vindas das Pré-conferências também foram aprovadas.</p>
<p>Leia <a href="http://www.cultura.gov.br/site/2010/03/14/resultado-final-da-ii-cnc/" target="_blank">aqui </a>a matéria na íntegra.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>II Conferência Nacional discute políticas culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 11:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>neilabaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[De quinta-feira (11) a domingo (14), Brasília será palco de grandes discussões sobre Cultura envolvendo artistas, produtores culturais, investidores, gestores e representantes da sociedade de todo o País. Eles estarão reunidos na II Conferência Nacional de Cultura (CNC), que acontece no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, com o objetivo de debater, aperfeiçoar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De <strong>quinta-feira (11) a domingo (14)</strong>, Brasília será palco de grandes discussões sobre Cultura envolvendo artistas, produtores culturais, investidores, gestores e representantes da sociedade de todo o País. Eles estarão reunidos na <strong>II Conferência Nacional de Cultura (CNC)</strong>, que acontece no <strong>Centro de Eventos e Convenções Brasil 21</strong>, com o objetivo de debater, aperfeiçoar e formular políticas públicas da área.</p>
<p>Os debates da Conferência contribuirão para a construção de um marco regulatório da Cultura, fundamental para o fortalecimento da área no País. Outras áreas estratégicas como Educação, Saúde e, mais recentemente, Assistência Social, já possuem seus marcos regulatórios. Na Cultura, estão em tramitação no Congresso Nacional o Sistema Nacional de Cultura (SNC), o Plano Nacional de Cultura (PNC) e a PEC 150/2003, que vincula à Cultura 2% da receita federal, 1,5% das estaduais e 1% das municipais. Durante o encontro, também serão avaliados os resultados da I Conferência, realizada há cinco anos.</p>
<p><a href="http://blogs.cultura.gov.br/cnc/2010/03/08/ii-conferencia-nacional-discute-politicas-culturais/" target="_self">Leia mais</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Delegados da Setorial do Livro, Leitura e Literatura esperam consolidação das ações na II CNC</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>neilabaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Os delegados regionais da Setorial do Livro, Leitura e Literatura estão com muitas expectativas para a II Conferência Nacional de Cultura (CNC), que começa amanhã (11) e segue até domingo (14), em Brasília. Eleitos na Pré-Conferência, que se encerrou ontem (9), os dirigentes das cinco regiões do País esperam consolidar, durante o debate, ações desenvolvidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">Os delegados regionais da Setorial do Livro, Leitura e Literatura estão com muitas expectativas para a II Conferência Nacional de Cultura (CNC), que começa amanhã (11) e segue até domingo (14), em Brasília. Eleitos na Pré-Conferência, que se encerrou ontem (9), os dirigentes das cinco regiões do País esperam consolidar, durante o debate, ações desenvolvidas no setor e que foram apontadas nas cinco estratégias a serem levadas à II CNC.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><strong></strong><span style="font-weight: normal">“A expectativa é que a gente consiga ter força e voz para defender a nossa luta, principalmente no que se refere à legislação e à formação de promotores de leitura”, disse Maria Antônia Costa de Oliveira, delegada da Região Norte da Setorial do Livro, Leitura e Literatura. Da mesma região, Rosilda Ramos de Santana, acredita na consolidação e no fortalecimento das ações. “Vamos a partir de agora na perspectiva de transformar o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) em lei”, afirmou. A setorial é a única que já tem um plano e em execução – falta somente institucionalizá-lo. </span></p>
<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">Além de refletir a diversidade do Brasil, a delegada Setorial do Livro, Leitura e Literatura da Região Sul da Setorial do Livro, Leitura e Literatura, Taíza Mara Rauen Moraes, está com muita expectativa em relação à II Conferência Nacional de Cultural (IICNC) porque seu estado vem discutido há um ano as questões relativas ao tema.</p>
<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">Maria do Socorro Sampaio Flores, delegada da Setorial do Livro, Leitura e Literatura da Região Nordeste, espera que os mesmos ganhos da pré-conferência, ou seja, com uma discussão ampla, que abranja o olhar de todos os integrantes da cadeia.</p>
<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">Já o delegado Victor Lobo, da Setorial do Livro, Leitura e Literatura da Região Centro-Oeste , espera que, nesta conferência, sejam resolvidas as questões de financiamento do setor e que a “cultura seja considerada tão importante quanto a educação”.</p>
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		<title>Delegados ressaltam diversidade regional e a importância de legislação</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>neilabaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[  Os delegados regionais eleitos durante a Pré-Conferência Setorial do Livro, Leitura e Literatura – realizada de 7 a 9 de março, em Brasília – ressaltaram a importância de o encontro ter possibilitado que as diversas regiões do País tivessem voz. Também destacaram o fato de a plenária ter discutido a necessidade de se criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm" align="center"> </p>
<p align="justify">Os delegados regionais eleitos durante a Pré-Conferência Setorial do Livro, Leitura e Literatura – realizada de 7 a 9 de março, em Brasília – ressaltaram a importância de o encontro ter possibilitado que as diversas regiões do País tivessem voz. Também destacaram o fato de a plenária ter discutido a necessidade de se criar legislação que institucionalize os programas existentes.</p>
<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">No encontro, a plenária avaliou o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e também definiu as cinco estratégias – uma para cada eixo – a serem levadas para a II Conferência Nacional da Cultura, que começa amanhã (11) e vai até domingo (14), também em Brasília.</p>
<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">“As estratégias foram muito bem articuladas de forma a viabilizar as vozes de diversas regiões do Brasil”, disse a delegada da Região Sul, Taíza Mara Rauen Moraes.</p>
<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">Maria Antônia Costa de Oliveira, delegada da Região Norte, também destacou a diversidade regional, ao afirmar que a pré-conferência conseguiu debater pontos que haviam sido debatidos nas municipais e estaduais. Da mesma região, Rosilda Ramos de Santana, avaliou como positiva a pré-conferência devido à sua abrangência. “Foram ouvidos quem está dentro do processo, para se construir uma política com todos”.</p>
<p style="font-weight: normal;margin-bottom: 0cm" align="justify">A delegada da Região Nordeste, Maria do Socorro Sampaio Flores, destacou a unificação da uma linha geral para a política de livro, leitura e literatura. “Conseguimos consolidar uma luta: a da regionalização”, afirmou. Ela referia-se ao fato de, durante a Pré-Conferência, a plenária ter colocado nas estratégias a serem levadas à II CNC a importância da valorização da diversidade da criação literária das regiões. Victor Lobo, delegado da Região Centro-Oeste, também ressaltou este item, ao citar as discussões sobre as contribuições da pequenas livrarias como pontos de leitura. Ele destacou ainda o caráter do debate: nacional.</p>
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		<title>Livro poderia ser mais barato, diz Juca Ferreira</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 21:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>neilabaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a abertura das Pré-Conferências Setoriais, o ministro Juca Ferreira comentou que o livro poderia ser mais barato e acessível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a abertura das Pré-Conferências Setoriais, o ministro Juca Ferreira comentou que o livro poderia ser mais barato e acessível. </p>
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