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  • Seminário Nacional de Moda irá acontecer entre 26 e 28 de setembro

    2 comentários

    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Sem categoria no dia 03/09/2010

    Devido a problemas técnicos na realização do evento, o Seminário Nacional de Moda, mudou de data e irá acontecer no Catussaba Hotel Resort, em Salvador (BA), entre  26 e 28 de setembro . As inscrições também foram prorrogadas e os interessados podem se candidatar a uma vaga de delegado até o dia 7 de setembro.

    A seleção dos delegados selecionados será feita entre os dias 9 e 10 de setembro e será divulgada no site do Ministério e no blog da Moda no dia 13 do mesmo mês.

    A comissão é composta por dois participantes da Pré-Conferência Setorial de Moda (Viviane Martins e Cassiane Dantas), dois representantes do Grupo de Trabalho de Moda da CNPC (Fernando Molinari e Graça Cabral), dois representantes do do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Talita Sormim Saito e Fernanda Borcorny Messias) e dois representantes da Secretaria de Políticas Culturais (Afonso Luz e José Luiz Herencia).

    O Seminário Nacional de Moda irá contar com 150 delegados. Desses, 50 serão representantes regionais (10 de cada região do país) e o restante dos 100 delegados será dividido de acordo com o setor em que atuam na cadeia produtiva da moda: criadores e autores; universidades e associações; empresas jurídicas do setor e membros do atual grupo de trabalho de moda, ligado ao CNPC.

    O evento é organizado pelas Secretarias Executiva, de Políticas Culturais e pelo CNPC.

    Para se registrar acesse: http://sistemas.cultura.gov.br/snmoda/frmsnmodas/frmSNModas.php.

    Informações sobre o evento: http://culturadigital.br/setorialmoda/.

  • Inscrições para Seminário são prorrogadas até 30 de agosto

    1 comentário

    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Sem categoria no dia 23/08/2010

    As inscrições para o Seminário Nacional de Moda, que acontece em Salvador entre 16 e 18 de setembro, foram prorrogadas. Os interessados podem se candidatar a uma vaga de delegado até o dia 30 de agosto. A divulgação dos delegados selecionados será feita no dia 3 de setembro.

    O Seminário tem como objetivo discutir as políticas setoriais do Ministério da Cultura para o setor, elegendo representantes deste para o Colegiado de Moda, conforme dispõe o regimento interno do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC).

    O Seminário Nacional de Moda irá contar com 150 delegados. Desses, 50 serão representantes regionais (10 de cada região do país) e o restante dos 100 delegados será dividido de acordo com o setor em que atuam na cadeia produtiva da moda: criadores e autores; universidades e associações; empresas jurídicas do setor e membros do atual grupo de trabalho de moda, ligado ao CNPC.

    O evento é organizado pelas Secretarias Executiva, de Políticas Culturais e pelo CNPC.

    Para se registrar acesse: http://sistemas.cultura.gov.br/snmoda/frmsnmodas/frmSNModas.php.

    Informações sobre o evento: http://culturadigital.br/setorialmoda/.

  • Estão abertas as inscrições para o Seminário de Moda

    18 comentários

    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Sem categoria no dia 14/07/2010

    As inscrições para o I Seminário Nacional de Moda já estão abertas. O evento acontece em Salvador (BA) de 16 a 18 de setembro e seu objetivo  é discutir as políticas setoriais do Ministério da Cultura para o setor e eleger os representantes do setor para o Colegiado de Moda, conforme o regimento interno do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC).

    O Seminário Nacional de Moda irá contar com 150 delegados, desses 50 delegados serão representantes regionais (dez por cada região do país) e o restante dos cem delegados será dividido de acordo com o setor em que eles atuam na cadeia produtiva da moda: criadores e autores; universidades e associações; empresas jurídicas do seto e membros do atual grupo de trabalho de moda, ligado ao CNPC.

    As pessoas que desejam se candidatar a delegados devem registrar seus dados aqui . É importante que o (a) candidato(a) registre todos os seus dados e, se for  o caso, da instituição que ele(a) representa.

    Depois de preencher as informações pessoais e, se for o caso, da instituição, o candidato deve optar pelo eixo que ele representa na cadeia produtiva da moda. São três os setores eleitos pelo Ministério da Cultura:

    - Elo Criativo – designers, stylists, fotógrafos, cenógrafos, costureiros e demais criadores da moda.

    - Elo Associativo/Institucional – Entidades representativas da indústria da moda, representantes do ensino, projetos sociais, ONGs e Oscips.

    - Elo empresarial – proprietários de marca, organização de eventos e responsáveis  por distribuição

    Além disso, é importante que a pessoa insira o seu currículo no campo correspondente. É recomendável que tal currículo aponte principalmente a atuação do (a) candidato(a) no setor da moda.

    As inscrições (http://sistemas.cultura.gov.br/snmoda/frmsnmodas/frmSNModas.php) vão até o dia 15 de agosto e o nome dos selecionados será divulgado até o dia 30 do mesmo mês.

  • Avaliação das conferênciais e proposta de Seminário da Moda, por Luciano Cenci

    7 comentários

    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Opinião no dia 22/03/2010

    Queridos parceiros, expresso aqui minha avaliação sobre os recentes eventos que marcaram a inclusão da Moda nos processos de elaboração da política cultural brasileira. Aproveito também para fazer algumas sugestões com relação ao Seminário.

    Nossa primeira Conferência Pré Setorial teve grandes dificuldades em seu processo de preparação. Haja vista que muitos foram os estados que não enviaram representantes e, por exemplo, toda a região Sul do Brasil teve apenas uma delegada.

    Apesar disso, setores absolutamente representativos estiveram presentes e contestaram a legitimidade da plenária devido aos chamados ruídos de comunicação que, neste caso, poderiam até ser considerados “estrondos”!

    Mesmo assim creio que conseguimos realizar um bom pré-setorial, com rápidas, porém ricas, discussões e elaborações de propostas. Propostas estas que os delegados eleitos para a II CNC levaram com garra e inteligência ao conhecimento dos demais 880 representantes da cultura brasileira.

    Destaco como importantíssima nossa forte atuação como delegação e o sólido apoio dos convidados e observadores. Mesmo em número bem reduzido (10) e com pouca experiência política nós nos fizemos ouvir, deflagramos várias discussões nos outros setores, eixos e bancadas estaduais colocando nossas propostas e a nossa própria existência como setor cultural organizado efetivamente na pauta da conferência. E no mesmo patamar das outras imprescindíveis diretrizes debatidas e votadas neste histórico evento.

    Para multiplicar nossa voz a delegação da Moda, unida, elaborou ferramentas como o manifesto A CULTURA ESTÁ NA MODA, apoiado por representantes de vários outros setores, e encaminhou 2 moções propositivas que, diga-se de passagem, aproveito para solicitar que sejam postadas no Blog do Setorial do MINC. Estas moções reforçaram o conhecimento geral, o debate democrático e conseguiram a adesão de mais de 200 delegados cada.

    Na plenária que, pela falta de tempo, tratou as propostas setoriais sem a devida discussão, conseguimos a aprovação de uma delas: aquela que melhor demonstra que a moda também tem características sociais e que enxerga a cultura como grande meio de transformação da sociedade. (Moção 23, abaixo)

    Vale destacar que mesmo tendo sido aprovadas sem debate, claro que foi bom que todas propostas setoriais tenham sido aprovadas.

    A surpresa e até a resistência de alguns delegados de outros setores abordados por nossas propostas mostra que estamos dando os primeiros passos numa luta que é, principalmente, pela conscientização nacional de que moda pode ser arte e é cultura. Moda, sobretudo, não é modismo! Este equívoco ainda é a grande armadilha em que caem os desavisados devido à imagem estereotipada difundida pela grande mídia e, portanto, se coloca como um dos maiores obstáculos as nossas propostas e nossa organização.

    Nossa outra moção existiu para que a discussão sobre o direito que temos de ter um Fundo, uma parcela ou uma fatia dos recursos da Cultura não ficasse restrita aos grupos de discussões, já que tínhamos poucos delegados e a discussão de propostas despriorizava as dos setoriais. Mesmo não sendo aprovada, entendo que tivemos êxito pois levamos esta questão para a plenária geral e final.

    O nosso Seminário, os que participarem de sua preparação e os representantes que ele eleger terão que “chegar junto” nas variadas instâncias e processos que se apresentarão até conseguirmos conquistar recursos próprios para a Moda enquanto cultura.

    Já conquistamos espaço. Depois desta semana em Brasília a presença da moda na cultura brasileira não é mais a mesma. O MinC é o nosso grande aliado. Precisamos aguçar nossa atenção, arrumar tempo, fortalecer e acelerar nosso processo de organização para recuperar o tempo perdido no mangue da desorganização e corresponder ao que milhares de pessoas do setor da Moda e o próprio MinC espera de nós.

    Assim está relatado no blog Setorial criado pelo MinC:

    Até agora, as relações dessas áreas com o poder público se davam na perspectiva da indústria, do comércio, do turismo, do urbanismo. A nova interlocução que se abre com a cultura permitirá, por exemplo, que a cadeia produtiva conte com linhas de apoio financeiro e outras formas de fomento relacionadas à cultura.

    Presente à abertura da pré-conferência de moda, o secretário-executivo adjunto do MinC, Gustavo Vidigal, lembrou que uma das possibilidades de acesso a recursos é o Fundo Nacional de Cultura. Este ano, há R$ 900 milhões disponíveis para dez fundos setoriais. “Não seria importante talvez criar um fundo setorial para a moda?”, sugeriu.

    O diretor de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais, Afonso Luz, destacou que os trabalhos desenvolvidos pelos profissionais da moda, da arquitetura, do artesanato e do design, que realizou sua pré-conferência setorial no final de fevereiro, têm a capacidade de identificar visualmente o Brasil. “São essas manifestações que criam a cultura no ambiente urbano”, disse.

    Ele lembrou ainda que há um campo importante para se estruturar na economia da cultura. Há, por exemplo, poucas informações sobre as cadeias produtivas, a sustentabilidade de cada ramo. Juliana Nolasco, coordenadora de Economia da Cultura do ministério, já adiantou que a moda será um dos próximos alvos de estudos do MinC.”

    A II CNC é um marco na cultura brasileira. Sabemos o que o Brasil representa para a cultura mundial. Foi lindo e inspirador ver tanta gente diferente, de tantos lugares e com imenso conteúdo discutindo concretamente nosso futuro. Estamos no caminho certo!

    Considero que as prioridades aprovadas pela II CNC mais significativas foram:

    Garantir que o acesso a internet seja realizado em regime de serviço publico e avançar com a formulação e implantação do plano nacional de banda larga contemplando as instituições culturais e suas demandas por aplicação e serviços específicos;

    Assegurar a destinação dos recursos do Fundo Social do Pré-sal para a cultura, aos programas de sustentabilidade e desenvolvimento do Sistema Nacional de Cultura;

    Regulamentar as profissões da área cultural, criando condições para o reconhecimento de direitos trabalhistas e previdenciários no campo da arte, da produção e da gestão cultural, incluindo os profissionais da cultura em atividades sazonais;

    O marco regulatório da Cultura, que já tramita no Congresso Nacional,  e que foi a proposta mais votada (754 votos). O marco é composto principalmente pelo Sistema Nacional de Cultura (SNC),  Plano Nacional de Cultura (PNC) e proposta de emenda constitucional (PEC) 150/2003, que vincula à Cultura 2% da receita federal, 1,5% das estaduais e 1% das municipais;

    A instituição da lei Griô, que estabelece uma política nacional de transmissão dos saberes e fazeres de tradição oral, em diálogo com a educação formal, para promover o fortalecimento da identidade e ancestralidade do povo brasileiro, reconhecendo político e economicamente os Grios Mestres e Mestras da tradição oral;

    E o reconhecimento de um “custo amazônico” a ser incluído em todos os novos editais para projetos culturais. Esse custo é entendido como um fator que onera as iniciativas culturais devido a questões geográficas e logísticas da região;

    Finalizo esta avaliação, com o objetivo de contribuir para o debate e a organização da Moda e agradecendo ao povo do MINC, Juliana, Tauana, Gustavo, Bia, Joãozinho e Juca, que sempre demonstram o mais concreto apoio e respeito aos representantes e propostas setoriais, incluindo a paciência necessária com nossa inexperiência política.

  • MANIFESTO “A CULTURA ESTÁ NA MODA”

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    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Resultados no dia 22/03/2010

    Outra importante colaboração dos delegados setoriais da Moda na II CNC foi a elaboração e redação do manifesto “A Cultura está na Moda”. Confira o texto abaixo:

    “Isto da gente ser exatamente o que a gente é ainda vai nos levar além”
    P. Leminski

    Nunca antes na história deste país tivemos a oportunidade de fazer arte sentindo o gosto de fazer parte. Uma Conferência Nacional de Cultura como esta, mesmo com as imperfeições em seu processo, é uma enorme vitória do povo brasileiro.

    Neste momento de inserção do debate e da ampliação da consciência cultural e política no Brasil, chamamos aqui sua atenção para importantes propostas de políticas culturais que, por agregarem também características específicas, necessitarão de sua maior atenção e apoio nas votações.

    Assim como a cultura está na moda, chegou a hora da moda ser entendida como arte e cultura. O setor da moda representa o quarto maior PIB do país. Neste sentido, queremos ampliar a compreensão geral de que a moda, envolvendo o setor têxtil, pequenas e grandes confecções, indústrias, estilistas, costureiras, bordadeiras e muitos outros trabalhadores, está ligada e presente em todos os outros setores culturais através das interações de seus criadores com a cultura popular, a música, a arte visual e digital, a arquitetura, etc . E, por isso mesmo, é atualmente líder em geração de empregos.

    É fundamental para impulsionar ainda mais este setor e gerar ainda mais oportunidades à população, a implementação de programas legitimamente culturais, que promovam sua aproximação das capacitações, profissionalizações e fomentos ao know how acumulado por estilistas e designers. Isto possibilitaria uma produção de mais e mais qualidade, solidificando assim, as iniciativas de inserção desta produção, absolutamente cultural e social, aos mercados nacionais e internacionais.
    Diante disso, propomos à CNC 2010:

    Financiar projetos de geração de emprego e renda, promover estudos de mapeamento e fomento de processos sustentáveis na moda com reafirmação cultural em grupos/ comunidades por meio de políticas de capacitação, profissionalização e estímulo à produção e à circulação.

    Promover a institucionalização da moda no Ministério da Cultura por meio da criação: do Fundo Nacional da Moda; do Comitê da Moda; e da Agenda Propositiva de Trabalho com o MinC. (Propostas defendidas no Eixo III – Cultura e Desenvolvimento Sustentável).

    Assinam: Luciano Cenci (Moda-BA); Luciana Galeão (Moda -BA); Júnia Martins (Comunicação-BA); Francisco Weyl (Audiovisual-PA); Viviane Martins (Moda-RJ); Tereza Accioly (Música-PE); Valber Almeida (Cultura Popular Tradicional-PB); Cassiane Dantas (Moda-PA).”

  • Delegados da Moda conseguem a aprovação de moção na II CNC

    0 comentários

    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Resultados no dia 22/03/2010

    A atuação dos dez delegados setoriais da Moda durante a II Conferência Nacional de Cultura foi bastante relevante. O grupo se fez ouvir e promoveu importantes debates com os outros delegados e se destacou nos eixos e bancadas estaduais colocando as propostas elaboradas na Pré-Conferência Setorial e mostrando a importância da Moda como setor cultural organizado.

    Os delegados encaminharam 2 moções propositivas que reforçaram o conhecimento geral, o debate democrático e conseguiram a adesão de mais de 200 delegados cada.  Confira a moção:

    Moção 23 (aprovada)

    Nós delegados da II Conferência Nacional de Cultura, reunidos em Brasília no período de 11 a 14 de março de 2010, consideramos que “a cultura está na moda e a moda está na cultura” chegou a hora da moda ser entendida como arte e cultura. O setor da moda representa o 4º maior PIB do país. Neste sentido, queremos ampliar a compreensão geral de que a moda – setor têxtil e do vestuário contemplando os arranjos produtivos locais, representado por micro, pequenas e médias empresas, presentes em todos os setores culturais que se seguem:

    A) Teatro, cinema, circo, dança (figurino)

    B) Musica (figurino, trilha sonora)

    C) Arquitetura (projeto de ambiente e arquitetura da moda)

    D) Cultura popular, indígena, afro-brasileira (influência cultural, ancestralidade, figurino, técnicas artesanais, ambiência)

    E) Artes visuais, digitais (influência estética, recursos técnicos e tecnológicos)

    F) Livro, leitura e literatura (registro, temas, ilustrações)

    G) Museu (conteúdo e expositivo)

    H) Patrimônio material e imaterial (legitimação da memória dos ofícios)

    I) Design (Referência estética e conceitual)

    Entendemos e pedimos apoio para viabilizar projetos culturais de inclusão social e formação profissional nos níveis técnicos,

    tecnológicos e científicos que possibilitem dos meios de produção, promova processos sustentáveis que resultem na formalização da indústria criativa de moda e o design como diferencial competitivo nas comunidades estratégicas para o desenvolvimento cultural regional.

    Total de assinaturas: 265

  • Confira as cinco estratégias aprovadas na Pré-Conferência Setorial de Moda

    10 comentários

    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Sem categoria no dia 10/03/2010

    Em um processo muito rico de discussão, os participantes da Pré-Conferência Setorial de Moda conseguiram eleger as cinco estratégias prioritárias  para o setor que devem ser apresentadas pelos representantes eleitos do setor na II Conferência Nacional de Cultura.

    As estratégias fazem referência aos cinco eixos da Conferência Nacional de Cultura. Ao longo do diálogo foram levantadas muitas outras questões importantes para o setor.  O material deve ser apresentado na Confira as propostas aprovadas aqui:

    Eixo I – Produção simbólica e diversidade cultural

    Registrar de maneira multimídia, organizar e promover as memórias que formam a identidade cultural material e imaterial da moda brasileira por meio de recursos públicos, considerando as diversidades locais.

    Eixo II – Cultura, cidade e cidadania

    Promover a articulação interministerial para formação e qualificação do profissional da moda, fomentar estudos e pesquisas que mapeiem, a partir do território, a interdisciplinaridade e diversidade do setor e potencializar as microrregiões com a realização de projetos de moda.

    Eixo III – Cultura e desenvolvimento sustentável

    Financiar projetos de geração de emprego e renda, promover estudos de mapeamento e fomento de processos sustentáveis na moda com reafirmação cultural em grupos/comunidades por meio de políticas de capacitação, profissionalização e estímulo à produção e à circulação.

    Eixo IV – Cultura e Economia Criativa

    Elaborar editais públicos específicos para o setor de moda e fomentar parcerias com órgãos públicos e privados para a consolidação das atividades de grupos acadêmicos, experimentais e oriundos da sociedade civil organizada com ações nacionais e internacionais.

    Eixo V – Gestão e institucionalidade da Cultura

    Promover a institucionalização da Moda no Ministério da Cultura por meio da criação: do Fundo Nacional da Moda; do Comitê da Moda; e da agenda propositiva de trabalho com o Ministério da Cultura.

  • Conheça os dez delegados setoriais da Moda na CNC

    7 comentários

    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Resultados no dia 10/03/2010

    Oito dez nomes escolhidos para serem delegados setoriais da moda na II Conferência Nacional de Cultura foram indicados pelos delegados regionais, sem passar por votação.

    As delegações de cada uma das cinco regiões, exceto o Sul e o Centro Oeste, indicaram dois representantes da sociedade civil. Com apenas uma delegada, as duas regiões só terão um representante cada.

    A plenária decidiu que a nona e a décima vaga deveriam ser disputadas por votação entre os profissionais de todos os estados. Foram quatro candidaturas e, ao final da escolha, a lista dos delegados ficou assim:

    BA Maria Auxiliadora Goya Lopes
    CE Jander Mendes Pontes
    RR Maria da Conceição da Silva Matos
    PA Cassiane Dantas
    DF Margareth Rose Santos Alves
    SP Clarice Ferreira
    RJ Luís Fortunato
    PR Doroteia Barduy Pires
    BA Luciano Cenci
    RJ Fatima Leite da Costa

    A eleição da lista tríplice de onde saem os nomes para ocupar a cadeira no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) deve ser feita somente no Seminário de Moda que o Ministério da Cultura irá organizar ainda no primeiro semestre. Até lá, o blog segue sendo o principal canal de diálogo. Participem e dêem as suas sugestões.

  • Moda, arquitetura e artesanato iniciam relação institucional com Ministério da Cultura

    1 comentário

    por: conferencianacional, em Notícias no dia 08/03/2010

    As pré-conferências de moda, arquitetura e artesanato marcam o começo da aproximação entre esses setores com o Ministério da Cultura e a definitiva compreensão dessas atividades como manifestações culturais. Até agora, as relações dessas áreas com o poder público se davam na perspectiva da indústria, do comércio, do turismo, do urbanismo. A nova interlocução que se abre com a cultura permitirá, por exemplo, que a cadeia produtiva conte com linhas de apoio financeiro e outras formas de fomento relacionadas à cultura.

    Presente à abertura da pré-conferência de moda, o secretário-executivo adjunto do MinC, Gustavo Vidigal, lembrou que uma das possibilidades de acesso a recursos é o Fundo Nacional de Cultura. Este ano, há R$ 900 milhões disponíveis para dez fundos setoriais. “Não seria importante talvez criar um fundo setorial para a moda?”, sugeriu.

    O diretor de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais, Afonso Luz, destacou que os trabalhos desenvolvidos pelos profissionais da moda, da arquitetura, do artesanato e do design, que realizou sua pré-conferência setorial no final de fevereiro, têm a capacidade de identificar visualmente o Brasil. “São essas manifestações que criam a cultura no ambiente urbano”, disse.

    Ele lembrou ainda que há um campo importante para se estruturar na economia da cultura. Há, por exemplo, poucas informações sobre as cadeias produtivas, a sustentabilidade de cada ramo. Juliana Nolasco, coordenadora de Economia da Cultura do ministério, já adiantou que a moda será um dos próximos alvos de estudos do MinC.

    (Texto: Ismália Afonso, Ascom SPC/MinC)

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  • Acesse o texto base e o regimento interno da Pré-Conferência Setorial de Moda

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    por: Lauro dos Santos Mesquita, em Metodologia no dia 04/03/2010

    A Pré-Conferência Setorial de Moda é um espaço privilegiado para se debater políticas públicas para o setor. É um primeiro passo para se construir uma política cultural para essa que é uma das mais importantes expressões da criação brasileira.

    Para ajudar o debate, dois documentos são essenciais. Um deles é o Texto Base da II Conferência Nacional de Cultura que explica quais os eixos irão pautar a Conferência Nacional de Cultura e a proposição de estratégias durante a Pré-Conferência Setorial de Moda. .

    Outro documento importante é o regimento interno, cujas regras explicam o funcionamento das votações e dos procedimento durante a Pré-Conferência Setorial. É importante lembrar que os artigos desse regimento são votados pelos delegados ao longo do evento e alguns podem ser alterados, de acordo com a decisão da plenária.

    Para agilizar os debates e qualificar as propostas, é importante que os participantes da Pré-Conferência Setorial de Moda conheçam bem os dois documentos. As sugestões podem ser feitas já pela caixa de comentários do blog e funcionarão como um adiantamento nas discussões.

    Acesse aqui:

    Texto Base da II Conferência Nacional de Cultura (PDF)

    Regimento Interno das Pré-Conferências Setoriais (PDF)