O Brasil precisa decidir como se posicionará no novo cenário marcado pela evolução das tecnologias e comunicação em rede. E, para isso, deve discutir a sério questões de relevância nacional como a criação do marco civil da internet, o plano nacional de banda larga e a reforma da lei de direitos autorais. Essa é a opinião da Eliane Costa, para quem esses debates devem ser pautados pelo ponto de vista da política pública. “Tem que ter um norte que sirva para os vários atores (envolvidos)”, disse na entrevista gravada durante o Simpósio Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais, que aconteceu de 26 a 29 de abril em São Paulo.

Eliane Costa é a gerente de patrocínios de uma das maiores, senão a maior, financiadora da cultura nacional, a Petrobras. A empresa investe cerca de 200 milhões por ano em projetos de cinema, música, teatro, dança, literatura e outras manifestações culturais brasileiras por meio tanto de leis de incentivo quanto apoio direto.

Na área da cultura digital, a Petrobras financia a digitalização de coleções desde 2002, quando o “Petrobras Música” recuperou acervos como o etnográfico do Museu Nacional “sempre com o foco em ampliação do acesso”, conta.

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