Os Sistemas de Informações Culturais na América do Sul. – Argentina

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O Sistema de Información Cultural de la Argentina – SINCA

Tendo por tema o MERCOSUL, iniciaremos com a explanação sobre o funcionamento do SICSUR – Sistema de Información Cultural del Mercosur. O SICSUR tem por fim específico a geração de dados e informações sobre as atividades culturais, compila as atividades economico-produtivas dlas expressões de multiculturalismo e extensão dos quadros simbólicos de cada país-membro. Lançado em outubro de 2009 em Quito, durante o IV Seminário de Sistemas de Informação do Mercosul. O SICSUR oferece mais de 4200 registros no mapa cultural. A construção de SICSUR visa inverter a falta histórica de gestão institucional e cultural na região: a falta de dados válidos sobre a economia cultural. A fim de melhorar a formulação das políticas públicas de cultura, o SICSUR procura resolver questões de cidadãos e gestores culturais, fornecer fontes de informação para pesquisadores e estudantes, bem como, promover o diálogo entre os agentes e instituições culturais.

Nosso objetivo é demonstrar que, não somente no Brasil, mas em outros países do MERCOSUL (Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai, Chile, Peru, Uruguai e Venezuela), existem programas semelhantes aos nossos.

Iniciaremos com a análise sobre as iniciativas desenvolvidas na Argentina.

Argentina

Instituição Cultural

A partir de 2005, o Ministério da Cultura da Argentina desenvolveu a redefinição explícita do conceito de cultura. O Sistema de Contas Nacionais – SCN entende a cultura com maior amplitude, inclui os conhecimentos, práticas, crenças, valores, normas, costumes e realidades que organizam e moldam o cotidiano e as formas de vida conjunta. Como tal, procura federalizar a cultura e garantir a igualdade de acesso aos bens simbólicos. A cultura é um direito, conforme ditam os direitos humanos, políticos e econômicos. O Estado deve desempenhar um papel ativo para garantir que isso aconteça. Além disso, procura-se proteger e defender o patrimônio cultural e da diversidade cultural. Os bens culturais são veículos de identidade, singulares, e, portanto, não devem ser regidos pelas leis que regulam o intercâmbio comercial internacional de mercadorias.

Quanto à gestão pública, o Estado argentino, dado seu sistema federal, se baseia em agências de cultura de 24 jurisdições (23 províncias e a cidade autônoma de Buenos Aires) coordenadas pelo Ministério da Cultura sob o Gabinete do Presidente.

Para mais informações acesse o site: http://sinca.cultura.gob.ar/staff.php

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