Trabalhar juntos

abril 2nd, 2010 by Fabio Barone

Voltei para Suiça, e parece que o frio também congelou a minha capacidade de pensar em português…Porém, já me animo, a primavera está chegando!

Rsrsrs….mas aqui voltei para apresentar um site muito interesante em respeito ao conteúdo de este blog e tratar o tema em geral.

A ferramenta do Internet nos conecta com todo o mundo.
Podemos falar, escrever, trocar datos, etc.

Porque não trabalhar juntos também?

Podemos formar organizações que passam por em cima de fronteiras nacionales, formas de organização empresarial tradicionais, e dependencia por trabalhadores.

Podemos criar organizações que nos ajudem a ser todos empresários, a ser cooperativos, a trabalhar juntos – participando com pessoas em todo mundo.

Confiram por exemplo éste site: www.dreamfish.com (infelizmente, a página ainda só está em inglês…)
Dreamfish é uma cooperativa internacional de trabalhadores. A idea é simple: Quem tem trabalho, oferece na plataforma, y quem quer trabalhar, oferece o seu trabalho.
Não importa onde você mora. Ao mesmo tempo, todos participamos como uma cooperativa: passamos a ser membros de essa cooperativa, então temos interesse pessoal para que floreça…

No coração do sistema está que cada pessoa pode criar uma empresa, uma ONG, um micro-business, e pode colaborar com qualquer outra pessoa, organização, etc. no mundo.

Além disso, passamos a compartilhar os frutos da cooperativa. Se alguem consegue trabalho a través de dreamfish, 10% das entradas vão a volver para dreamfish, para cubrir os gastos da plataforma, e também para ser distribuidos entre os membros, em relação ao tempo e dinheiro investido. Então – compartilhamos o sucesso da organização entre todos!

Dreamfish também está experimentando com fluxos de valores. O que quer dizer que dinheiro não é tudo. Se os participantes na transação ou cooperação chegam num acordo, existem outras possibilidades…É um lugar para crescer, para cooperar, e para…mudar o mundo, trabalhando.

Outras pessoas também estão pensando muito em como criar novas formas de trabalhar juntos.

Um grupo bem interessante também é www.openkollab.com. Aí, umas cabezas bem intelligentes, com experiênças diversificadas, desde engenheria até Wall Street, está tentando de formular organizações colaborativas basadas sobre troca livre
de informação. Ainda sem resultados tangiveis, mas a conversa é muito interessante, inclusível e em alto nivel.

Outro trabalho que estou seguindo é aquele de Chris Cook (todo em inglês…) .
Ele propone, basado num tipo de organização legal nos Reinos Unidos e nos EU, a LLP resp. LLC, uma organização leve. Participantes entram no acordo, investendo dinheiro ou trabalho, e seram “pagados” no final do projeto, compartilhando riscos e sucessos. Ele também sugere a “unitização” dos produtos da empresa colaborativa. Por exemplo, o que produzimos é electricidade solar, então se podem remunerar os participantes em unidades de electricidades que podem ser convertidos para o abastecimento de electricidad – o vendidos…

Assim investores não seram alienados do produto criado…termos como “investor/a”, “trabalhador/a”,”produtor/a”,”consumente” perdem de valor. Todos participam para o sucesso da empresa. Avançamos para o que muitos observadores chamam de “prosumentes”.

Estou cierto que deven de existir muitos outros novos modelos de trabalhar juntos,
eu só aqui apresentei algumas ideas. Todos vocês que são expertos em organização, innovação social, etc. deven de conhecer muitas mais. Mas o que quero dizer é que com uma filosofia p2p podemos criar novas formas de trabalhar juntos, de interagir direitamente, e criar soluções que passam por em cima dos problemas criados pelo
sistema de hoje. Temos outra ferramenta para tomar a responsabilidade das nossas vidas, democratizando o fluxo de riquezas, permitendo a todos de participar.

Realizar sonhos…

fevereiro 24th, 2010 by Fabio Barone

Gente, infelizmente, o meu visto de turista venceu, já me encontro na Suiça, no frio…com muita saudade desse pais tão maravilhoso que é o Brasil (bom, por agora só conheci um pouco do Nordeste…).

Mas não é isso o tema deste post.

Queria só compartilhar com vocês a minha felicidade por ter realizado um dos meus sonhos que eu tinha desde muito novo: publicar a minha música.

Antes da chegada do web 2.0, publicar música era uma questão de muita sorte, dinheiro, as conexões ou relações que ajudavam – emfim, era muito dificil.

Agora, com essas ferramentas do web, todos somos co-criadores, todos podemos produzir conteúdos. Bem, já sei que para vocês isso não é nada novo. Este post não quer apresentar nada novo. É só um exemplo mais de que podemos fazer com essas ferramentas.

Eu produzi a minha música sozinho, com o meu laptop, com fones, sem estudio. A qualidade não é espectacular, mas simplesmente todo isso me deixo realizar o meu sonho…então…

Toda esta música está em licença Creative Commons e pode ser baixada livremente.

Confirem vocês mesmos, para quem tenha interesse:
holoniverse

(Jamendo é uma plataforma de distribução de música livre)

Cordel da TV digital

fevereiro 11th, 2010 by Fabio Barone

Imagino muitos de vocês já tem que conhecer este vídeo – achei masssssssaaa!
Vou a compartilhar aqui também Cordel da TV digital

Produção distribuída e fabricação digital

fevereiro 3rd, 2010 by Fabio Barone

Outro movimento muito importante, que se está
desenvolvendo no momento, é o da produção
distribuída.

Os pioneiros deste abordagem, observando o mondo
do software livre, começaram a pensar se é possível
construir artefactos físicos imitando o modo de produção
do software livre.

Um software livre pode ser utilizado por outros
indivíduos que não foram envolvidos na produção
do software, pode ser baixado no computador local
e editado, mudado, melhorado, etc.

Agora esses caras da produção distribuída querem
reproduzir isso para criar – hardware! Como funcionaria?
Cada peça que vai a ser produzida por este método,
tem que ter uma descrição digital – um desenho ou
um projecto de forma digital. Com as ferramentas aptas,
estas descrições digitais vem transformadas em artefactos físicos:
uma cadeira, um apito, e até reproduzir-se a se mesmo!
Teoreticamente qualquer coisa que se pode descrever de forma digital, pode ser realizado.
www.thingiverse.com é um sitio cheio de exemplos.

Materiais usados podem ser carton, espuma, argila, nylon ou metal.

A beleza deste método? Como o desenho é digital,
pode ser copiado e distribuído sem custo algum –
exactamente como qualquer artefacto digital, seja musica,
vídeo, texto, etc. É interessante observar como os maiores
proponentes deste ideia também promulgam a informação livremente,e até trocam os seus desenhos entre se. É a consequência natural
da inteligência colectiva, deixando circular livremente os desenhos
que qualquer pessoa com a ferramenta adequada pode usar para produzir
o artefacto.

As ferramentas de que estou falando já existem, mas ainda
estão em fase de desenvolvimento. Aí, muito vai a acontecer
nos próximos anos, estou certo. Tem diferentes nomes
e tipos, como fabricadores digitais, impressora 3D, fablabs, reprap, replab,
etc. Por exemplo, um fablab contem um cortador laser e uma fresadora.
Todos tem em comum a reprodução de um artefacto físico
a partir de uma descrição digital.

Para mim, como o PC revolucionou como trabalhamos e transferindo
a processão de informação dos enormes computadores centrais
nas mesas de trabalho individual,
os vários fablabs e parecidos vão a revolucionar o mondo
da produção, mudando o poder de produção das grandes estruturas
industriais centralizadas para a pequena escala.

Isso é a verdadeira produção para demanda, não para mercado.
Baixa a barra de investimentos, reduzindo os custos de produção.
Pequenos empresários podem assim entrar no mercado,
descentralizando a produção. Alta tecnologia pode chegar
em lugares bem afastados dos centros, aliviando a pressão
dos movimentos migratórios, enriquecendo aldeias e zonas rurais
(um fablab, que foi criado no MIT, está com $50’000 USD; outras
implementações querem baixar os custos significamente: o preço de um
reprap, com características diferentes, é (hoje) de 520$).
.
Com estas maquinas será possível construir engenhos de comunicação,
para comunicar-se com todo mundo. Podem ser usados para
arte, manufactura, construção, artesania – permitem de usar
essa frase já bem conhecida: só a imaginação é o limite…

Alguns links:
Fablab @ MIT
Fablab @ Wikipedia
Cubespawn, open source manufacturing system
Makerbeam, open source hardware
Reprap, a universal constructor by using rapid prototyping
E muitos mais….

Codigo aberto – na cultura geral

janeiro 4th, 2010 by Fabio Barone

Um conceito fundamental da sociedade p2p é a noção do código aberto. No mundo do software, o código aberto revolucionou a maneira de produzir software, chegando a ameaçar os métodos tradicionais de negócio.

A que se deve esse êxito? Escrever um programa para computador é naturalmente um trabalho colaborativo. Já nos anos 50, os primeiros programadores trocavam seus códigos entre si. O desejo de aprender com os outros, e ao mesmo tempo de ajudar, está no centro das motivações dos programadores para participarem de projetos de software livre ou código aberto; estudos têm comprovado que não é o dinheiro em primeira linha. Já existem muitos trabalhos que analisam o que é o software livre e também tem alguns artigos no livro da culturadigital.br que tratam esse tema.

Neste espírito foram construídos programas tão importantes e de alta qualidade como linux, openoffice ou firefox.

Seria possível divulgar essa ideia do software livre para outros setores de atividade humana também? Tem muitas pessoas que afirmam essa pergunta. Eu acho que nem temos que pôr essa pergunta. Porque o lema do software livre, a colaboração, ja está pegando força em muitas áreas da cultura humana. Wikipedia é um exemplo muito conhecido, como youtube, flickr, e a quantidade de sites web 2.0. O que é que acontece aqui? Temos indivíduos que colaboram para criar conteúdos de qualquer forma como textos, vídeos, fotos, áudio, etc. sem fins de lucros – um dos maiores incentivos é colaborar, co-criar, formar comunidades virtuais, sentir-se unidos, participar em algo maior – e simplesmente porque as pessoas querem, porque é “fun”, dá sentido as atividades dos indivíduos, que se sentem integrados, fomentando ação participativa.

Então vemos que tudo isso é expressão de uma cultura geral global que está implantando-se no “DNA” cultural deste tempo: um DNA que reflita uma consciência coletiva, que já supera o individualismo. Nem temos que nos esforçar, isso vai se desenvolver naturalmente nas pessoas. Assim criamos uma forma de sabedoria coletiva, à qual todos tem acesso. Uma sabedoria aberta, não exclusiva. Uma sabedoria de código aberto, de colaboração, coletiva, comum.

Também já observamos como plataformas tipo Napster, etc. introduziram novos padrões de intercâmbio: o conteúdo pode ser copiado e distribuído pela infra-estrutura eletrônica muito facilmente e sem custo algum. Estes novos padrões giram em torno das leis vigentes para propriedade intelectual.

Imaginemos um mundo onde a sabedoria é acessível para todos. Onde para construir painéis solares, uma estufa solar, um biodigestor, uma máquina – qualquer coisa -, só é preciso estar online e descarregar as informações, livre de patentes e restrições. A livre circulação de informação verdadeiramente oferece a possibilidade de acabar com a pobreza. Sem sufocar a economia – ao contrário! Os painéis têm que ser costruidos e vendidos…

Além disso, ter os desenhos de produtos acessíveis online significa que estão a disposição de todo mundo – como no mundo do software, também qualquer indivíduo pode colaborar para melhorar os produtos, para achar falhas, compartilhar experiências, contribuir com novas ideias, complementos, adicionais, novas funções, etc. A sabedoria coletiva estilo código aberto proporciona a ferramenta para uma cultura sem limites, uma cultura humana, que pode alimentar nossa evolução neste planeta.

Quero terminar este artigo com uma reflexão. Muitas pessoas, artistas, engenheiros, inventores, desenhistas, etc., nos arranjos atuais, fazem de uma idéia dinheiro com patentes, colocando que a ideia é inteiramente deles. Agora, seguindo o trabalho de Rupert Sheldrake (Wikipedia) sobre os campos mórfogenéticos, uma idéia sempre tem um antecedente, descende de algo que já esteve antes. Para mim, não existe uma ideia que nasceu independente no cérebro de uma pessoa. Então, aqui temos um fundamento científico e filosófico de que toda sabedoria, enfim, é coletiva, e teria de ser acessível para todos. Ainda necessitaremos de maneiras de proteger idéias para que não sejam abusadas por terceiros, como introduzidos pelos Creative Commons .

Mais que tudo, temos que trabalhar com este lema da sabedoria código aberto como com um ideal, uma base, sem implantar novos dogmas, deixando-nos guiar pelo desejo de colaborar, co-criar, compartilhar, de formar consciência coletiva e uma humanidade mais justa e eqüitativa, participativa, onde qualquer indivíduo pode contribuir e aceder, fomentando o desenvolvimento do ser integral e de comunidades auto-determinadas e sustentáveis. (Muito obrigado Khalila por revisar o texto)

Uma evolução possivel

dezembro 22nd, 2009 by Fabio Barone

A vida é um sistema complexo, com elementos caóticos. Então, não é possível prever o futuro. Temos demasiadas variáveis desconhecidas. Mas o que podemos fazer è desenhar cenários de desenvolvimentos possíveis.

Nós nos encontramos agora em uma situação de mudança. Já sabemos que não é possivel continuar como sociedade do mesmo jeito como até hoje. Serìa a destruição da nossa Mãe Terra. Acabaríamos com todos os recursos naturais. Deprecìaríamos nossa base de vida mesmo – aniquilaríamos a nós mesmos. Além disso, estamos experimentando tensões sociais crescentes devido às desigualdades econômicas, acesso aos recursos e educação limitados. As cidades já não são só lugares de cultura e mercado, mas também fogões/porões de violência e insegurança. As teorias econômicas convencionais estão falhando enquanto o sistema global de crescimento contínuo cria instabilidades; os pobres ficam mais pobres e os ricos sempre mais ricos. O sistema financeiro está em mãos de poucos, nos escraviza e cria uma atmosfera de competição áspera, onde a derrota está incorporada no arranjo. Enfim, todos esses fatores também influenciam nossa saúde mental, afastando-nos uns dos outros, de nossa felicidade e de nossa natureza mesma.

Com os sistemas de informação que temos hoje, podemos criar sociedades participativas em todo setor da expressão humana, onde suprimir e controlar seria mais e mais difícil. O padrão de interação geral nesta visão é o padrão de colaboração.

Quando os primeiros astronautas chegaram ao espaço, eles transmitiram as imagens de uma terra inteira, de um planeta único, de uma unidade. Eu acho que isso é o lema dos próximos anos: a unidade, o inter-relacionamento de toda manifestação – somos todos um. Passo por passo vamos refinando este sentimento, e talvez cheguemos a nos entender como uma unidade, uma espécie, superando a fragmentação social, étnica e ideológica. Talvez seja ingênuo este sonho, mas para mim, é um sonho atingível, existe a possibilidade de poder realizá-lo. Então, vou a utilizar e oferecer todas as minhas energias e saberes para a realização dele. Porque isto me faz feliz, me faz sentir bem e útil. Se o futuro provar que estava enganado, pelo menos tentei.

Já estamos experimentando como em todo mundo, além dos mass midia, os meios de comunicação predominantes, se está criando um movimento alternativo que manifesta o novo lema. Ainda bem que um site suportado pelo estado, como este culturadigital.br, está promovendo estes ideais: é indício proeminente de uma mudança, não só em mentes de hippies e salva-mundos, mas de uma onda que está conquistando uma grande parte da sociedade. E não nos enganemos: as grandes corporações são constituídas por…seres humanos. Até lá as novas visões estão chegando, às vezes mais rápido e firme do que com os chamados revolucionários que não construem, mas queixam-se.

A Internet já nos proporcionou blogs, fórums, páginas interativas, wikis, redes de execução de música e arquivos, Orkut, Facebook, etc. etc. – o chamado Web 2.0, um ecosistema de aplicativos e espaços para encontrar pessoas, manter relações, interagir, interatuar, trocar informação e conteúdos, lugares onde as pessoas podem expressar-se, criar contatos, divulgar pensamentos – sem barreiras de qualquer tipo.

Isso é só o início. No futuro, teremos ferramentas para encontrar trabalho online, colaboraremos com parceiros em todo o mundo, não necessitaremos ser empregados de ninguém. Criaremos sistemas financeiros onde não serão os bancos a prover moeda, mas as comunidades, para um desenvolvimento sustentável das atividades econômicas. Podemos investir em projetos em todo o mundo, ajudando as comunidades a elevar a qualidade de vida. Essas comunidades terão acesso às informações de todo tipo, para uma educação completa.

Com sistemas como os de os Fab Labs (Conceito, em inglès), até produtos físicos podem ser produzidos em qualquer parte do mundo a baixo custo, divido à divulgação livre dos desenhos. Isto está de acordo com as idéias de open source, que serìa central nesta visão. É a livre divulgação da informação que permite acesso democrático a toda pessoa em todo o mundo. Assim, vamos cultivar uma inteligência coletiva que poderìa multiplicar nossos esforços, nossa criatividade, nossos poderes e saberes.

Nos próximos posts, iremos nos deter com mais detalhe em alguns desses elementos.

(Este post foi revisado 09.01.2010. Muito obrigado a Magnolia Rejane Andrade dos Santos, UFAL, pela correção do texto)

Bem vindos!

dezembro 9th, 2009 by Fabio Barone

Queridos(as) brasileiros(as),,

Primeiro quero expressar a minha gratidão a vocês pela calorosa recepção nesta terra maravilhosa. É com todo o meu respeito que eu quero editar este blog, expressando o meu amor por vocês e por toda humanidade. Estou muito agradecido ao site culturadigital.br por disponibilizar esta plataforma para tratar o tema da cultura digital e sua influência na sociedade moderna.

Eu acho que os meios de comunicação eletrônicos oferecem uma proposta muito interessante para o ser humano evoluir. Eles oferecem a todos nós ferramentas para nos comunicarmos eficientemente – e, ainda mais importante diretamente com qualquer pessoa no mundo. Com essa ferramenta, podemos divulgar informação de maneira rápida – e barata. Isso traz consigo uma visão bem linda de que a democratização da sociedade é possível. Nós podemos nos organizar para qualquer atividade humana que precise de colaboração. A informação descentralizada é uma ferramenta para, de verdade, acabar com a pobreza! Com a inclusão digital, toda informação na Internet está à disposição de qualquer pessoa. Então, todos assim recebemos a possibilidade de usar essa informação para melhorar o nosso nível de vida.

Podemos criar novas formas de trabalhar juntos, articulando colaboradores em todo o mundo. Podemos produzir novos produtos que o cliente necessita, não os que o mercado requer, sim os que o cliente comunica diretamente ao produtor. Podemos revolucionar o sistema monetário; colaborando podemos criar novas formas de bancos comunitários, novas moedas, novas plataformas para dirigir o nosso dinheiro aonde queremos. Podemos encontrar pessoas com as mesmas paixões, trocar idéias, fazer amizades.

Este blog tem como fim o elucidar dessas possibilidades e quer também dialogar. Em inglès, este tipo de comunicação è conhecido como Peer-To-Peer, ou P2P – comunicação entre pares. É um processo que reflete os desenvolvimentos da sociedade de hoje e que traz consigo a atraente proposta de viabilizar a democratização da informação e dos meios de produzir-las.

Peço desculpa por todos os erros neste blog, como estrangeiro ainda tenho que aprender bem português, mas acho que escrevendo vou melhorando sempre mais.

Estou muito ansioso para começar esta conversa com todos vocês.

(Este post foi revisado 09.01.2010. Muito obrigado a Magnolia Rejane Andrade dos Santos, UFAL, pela correção do texto)