Cultura não é de graça

Sobre a forma como os artistas estão cada vez mais não sendo remunerados, e a ideia de que a criatividade deve ser exercida como um fim em si próprio, não como um modo de ganhar a vida.

Embora a discussão se foque em mercados mais ao Norte, aqui no Brasil viver como artista (seja ele pesquisador, escritor, escultor, interventor, agitador, e o que for) é uma tarefa árdua e ingrata (principalmente quando se trabalha e se tem interesse em atividades fora da curva do mercado…).

Artigo na íntegra, e em inglês, aqui.

It’s not a matter of dredging up a more appropriate poster child for the starving-artist cause. If we want to improve the lot of artists, we need to shift gears from a woe-is-the artist conversation to one about the importance of art and the need to support the creation of art at the societal level.

This new conversation will depend in part on developing new ways of thinking about the struggles of artists, and broadening the focus of cultural production away from individual practitioners. There are a couple recent works in particular that help us conceptualize these problems.

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