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  • Ficha Técnica – Teia Brasil 2010

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    por: Uirá Porã, em cobertura colaborativa, Destaques no dia 09/09/2010

    A Teia Brasil 2010 é fruto de uma Gestão Compartilhada entre

    Ministério da Cultura – MinC

    • Ministro de Estado da Cultura – Juca Ferreira
    • Secretário  Executivo – Alfredo Manevy
    • Secretário de Cidadania Cultural – SCC – Célio Turino
    • Secretário de Políticas Culturais – SPC – José Luiz Herencia
    • Secretário do Audiovisual – SAV – Silvio Da-Rin
    • Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural – SID – Américo Córdula
    • Secretária de Articulação Institucional – SAI – Silvana Meireles
    • Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura – SEFIC – Henilton Menezes

    Secretaria de Cidadania Cultural

    • Diretoria de Acesso à Cultura – TT Catalão
    • Chefia de Gabinete – Antônia Rangel
    • Coordenação-Geral de Gestão de Pontos de Cultura – Eliete Braga
    • Coordenação-Geral de Mobilização e Articulação em Rede – Juana Nunes
    • Coordenação-Geral de Cultura e Cidadania – Elaine Tozzi

    Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará

    • Governador – Cid Ferreira Gomes
    • Vice Governador – Francisco José Pinheiro
    • Secretário da Cultura – Francisco Auto Filho
    • Secretária Executiva da Cultura – Alda Araújo

    Instituto de Arte e Cultura do Ceará / Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

    • Presidente – Maninha Morais
    • Diretora de Ação Cultural – Isabel Fernandes
    • Diretora de Museus – Valéria Laena
    • Diretora Administrativo Financeira – Valéria Sales

    Comissão Nacional dos Pontos de Cultura – Executiva da Teia

    • Coordenação Geral – Norma Paula
    • Comunicação: Uirá Porã e Rosangela Rocha
    • Mobilização: Álvaro e Vanessa
    • Articulação Institucional: Chacon e Mãe Lúcia
    • Fórum: Géo e Patrícia
    • Produção: Walter e Andréa
    • Programação: Severino e Fábio
    • Sistematização: Lucimar e Otizete
    • Registro e Memória: Robson e Damasceno
    • Mobilização Regional
      • Norte – José Maria
      • Nordeste – Marcelo
      • Centro-Oeste – Leandro Nery
      • Sudeste – Camila
      • Sul – Ricardo Oliveira

    Equipe Teia Brasil 2010 – Tambores Digitais

    Comitê Gestor: Cris Abramo – SCC/MinC, Franzé Silva – Secult-CE, Juana Nunes – SCC/MinC, Maninha Morais – IACC/Dragão do Mar, Norma Paula – Instituto da Cidade, Valéria Sales IACC/Dragão do Mar, Uirá Porã e Walter Cedro – Comissão Nacional dos Pontos de Cultura


    SCC/MinC

    • Coordenação Geral – Juana Nunes
    • Produção Executiva – Cris Abramo
    • Assistência de Produção – Lízia Brito
    • Coordenação de mobilização – Carla Dozzi
, Caetano Ruas
    • Coordenação de Logística e Teias Regionais – Zildelene Medeiros
    • Coordenação de Comunicação – Isabelle Albuquerque, Zonda Bez
    • Coordenação Teia das Ações – Elaine Tozzi, Maria Benitez

    Produção

    • Coordenação de Produção Local – Vânia Cavalcante
    • Secretaria Executiva – Mirna Carla
    • Assistente de Produção Nacional – Juliana Moura
    • Assistente de Produção Local – Gilberto Rodriguez
    • Assessoria em Gestão de Projeto – Emídio Sanderson
    • Assessoria Jurídica – Ana Lúcia Carneiro Bezerra
    • Coordenação de Produção (Fórum) –  Alvaro Fernandez
    • Coordenação de Produção (Audiovisual) – Cabeto Rocker, Mauro Lira e Isabelle Albuquerque
    • Coordenação da Mostra Artística – Fabio Carvalho e Walter Cedro
    • Produção da Mostra Artística – Nefertith Andrade
    • Produção da Feira, Seminários e Oficinas de Economia Solidária – Lu Lima
    • Assistente de Produção – Leandro Vieira, Pedro Torres e Carla Gardenia
    • Coordenação de Estrutura – Fernando Figueiredo
    • Coordenação Técnica – Jones Cabó
    • Diretor de Palco – Jones Cabó e Márcio Farias
    • Coordenação de Secretaria – Sheila Fernandes
    • Coordenação Logística de Transporte – Nahuel Millivinte
    • Assistente de Logística de Transporte – Leonardo Porto Carrero
    • Coordenação de Logística de Passagem e Hospedagem – Giza Diógenes e Zildelene Medeiros
    • Articulação com os  Estados e Municípios – Claudia Maya
    • Assistente de Logística de Passagem e Hospedagem – Isabel Silvino, Ana Paula Rodrigues, Teotônio Roque, Roberta Melo, Joyce Mello e Bruno Alves
    • Coordenador de Logística de Estrutura – Fernando Figueiredo
    • Coordenação de Montagem (Artes Visuais) – Josymar do Nascimeto
    • Coordenação de Logística de Alimentação – Márcia Cavalcante Sonsol
    • Coordenação de Logística de Transporte – Lizia Raquel M. Brito e Thiago Bejart
    • Assistente de produção Mostra Audiovisual – Aryele Lopes e Leandro de Luxe

    Coordenação de Comunicação

    • Coordenação Geral – Gestão Compartilhada – Uirá Porã, Bianca Felippsen, Dalviane Pires e Isabelle Albuquerque
    • Comunicação (Planejamento e Coordenação da Equipe de Cobertura Compartilhada) – Gecíola Fonseca
    • Comunicação (Jornalista) – Marco Antonio Gramacho
    • Comunicação (Jornalista) – Tatiana Diniz
    • Coordenação do Site: Danielle Pereira
    • Desenvolvimento do Site: Equipe Xemelê
    • Atendimento à Imprensa: Sara Correia, Mônica Kimura e Solange Moura
    • Assessoria de Imprensa: AD2M Engenharia de Comunicação
    • Publicidade: Cultura em Ação
    • Criação Logomarca: Felipe Bizzi
    • Relações Públicas e Produtor: Mauro Lira
    • Jornalista – Carlos Costa
    • Designer – Italo Rios
    • Fotógrafo – Kleber Fragoso
    • Estagiário – Leandro Aslan
    • Museu Cultura Viva – Dayanne Timotéo

    Cobertura Colaborativa – Teia Brasil 2010: Tambores Digitais

    • Abiglacy Rodrigues Ferreira
    • Adriano Belisário Feitosa da Costa
    • Adriano Passos
    • Alan Regis Dantas
    • Amanda Leite de Sampaio
    • Amanda Nogueira de Oliveira
    • Ana Luzia Abraão Facundes
    • Andressa Iza Gonçalves
    • Carine Araujo Ribeiro
    • Célia Maria Pereira
    • Cintya Rafaella Batista Lima
    • Daniel Augusto Louzada Costa Carvalho
    • Daniely Holanda de Sousa
    • Fabio Lucas Belotte
    • Fernanda Quevedo
    • Francele Cocco
    • Franciane de Lima Gonçalves
    • Francisco Rones Costa Maciel
    • Gustavo Guedes de Castro
    • Ismael da Silva Ribeiro
    • Ismael de Holanda Sales
    • Ivanildo Batista de Andrade
    • Jéssica Gabrielle de Menezes Lima
    • Jose Paulo Pereira de Resende Neto
    • Leandro Cunha de Souza
    • Luciane Zuê Zacarioski e Souza
    • Marco Antônio Konopacki
    • Maria Cristina Dias Fontao
    • Maria Gloridaiane de Oliveira Teles
    • Maximiliano Leguiza
    • Milena de Castro Ribeiro
    • Monique Torres
    • Nathalia dos Santos Alves
    • Nelson Rodrigues Pombo Junior
    • Nilson Carvalho
    • Paulo Edison de Oliveira
    • Rafael Rigon
    • Regina Helena Paz Bastos
    • Rodrigo Paulino do Nascimento
    • Rosângela de Lima Teixeira
    • Simão Augusto Lopes Fernandes dos Santos
    • Sol Coêlho Santos
    • Soriano Francisco Edinilson Ribeiro da Silva
    • Taiane Alves de Lima
    • Thomas Antonio Rodrigues de Souza
    • Valentino Cabanillas Kmentt
    • Vivian Barbara Camargo

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  • Cordel sobre o Banco Palmas em Fortaleza (CE)

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    por: carloscosta, em Notícias no dia 06/04/2010

    Cédulas de palmas - Foto: comunicação colaborativa.

    O Conjunto Palmeiras é um promissor complexo de residências populares na zona sul periférica de Fortaleza, cidade do Sol, capital do Ceará.

    Nele, uma experiência modelo para o mundo da “socioeconomia” solidária, aqui em literatura de cordel. Informações detalhadas sobre essa iniciativa, navegue pelo Portal do Banco Palmas.

    Esse conjunto é mesmo arretado,
    residem 30.000 pessoas,
    humildes, guerreiros sonhadores
    para nada ficam à toa.
    Foi por lá que começou
    um processo que vou contar
    a criação do Banco Palmas
    uma ação solidária pra ficar.

    Alguns já ouviram falar
    de uma economia jovem
    que é capaz de gerar,
    renda para a comunidade
    sem o dinheiro centralizar.

    O nome é fácil decorar
    são valores que gosto
    e procuro aclamar,
    são repletos de significado
    Economia Solidária
    uma teia a prosperar.

    Foi pioneira a iniciativa
    principalmente no País
    que surgiu assim com encanto
    o primeiro banco comunitário no Brasil.

    No ano de 1998
    já comemorou-se 12 anos
    que surgiu o Bancos Palmas
    e seus créditos sem juros
    transparente nas finanças,
    sem criar desconfiança
    gerando renda em louvor
    ao trabalho da esperança.

    Apenas 10 clientes,
    e nada mais que R$ 2.000,
    que uma estória começou,
    a revolucionar o Brasil.
    É beleza de se ver,
    o que acontece aqui,
    a moeda que  circula,
    vai e volta e fica ali.

    O nome dela é Palmas
    inspirada na comunidade
    que como tem que ser,
    reforça sua identidade.

    Não é igual a um banco,
    pois tem fortes diferenças
    de valores e conceitos,
    pois no Palmas se buscou
    com muito respeito
    fugindo do preconceito
    a busca por um consenso.

    Dos empréstimos vou falar.
    é sem juros o micro-crédito
    com confiança no ator local,
    destoa  dos grandes bancos,
    que deixam o povo mal
    sem ter como pagar
    o dinheiro emprestado
    e o juros que foi roubado.

    Tem loja pra vender,
    os produtos locais
    são esses os atores
    sociais e culturais
    feitos pelos empreendimentos
    que o banco vem incubar.

    Tem roupas
    mel e sabão,
    tudo que é gerado
    é de base comunitária
    assim é que dá gosto,
    da compra benfeitorada.

    Pra participar é fácil entrar
    mas na comunidade
    tem que morar.
    Sem delongas
    ou fichas de azar
    basta ser sincero,
    e no banco se cadastrar.

    Esse banco é bom lembrar,
    se quiser pode estudar
    quem sabe um dia nós
    por que não sonhar,
    vamos ter os nossos bancos
    pra  comunidade administrar.

    Por Thomas Enlazador

    Leia também Pontos de Cultura visitam banco comunitário de Fortaleza

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  • Participação e experiência lotam bagagem de volta

    2 comentários

    por: carloscosta, em Destaques, Notícias no dia 05/04/2010

    História de conquistas / Foto: Tatiana Diniz

    Às 10h30 da manhã de 25/03, a pernambucana Andresa Wanderlúcia de Souza recebeu um telefonema. Precisava sair da sua casa no Morro da Conceição e embarcar num vôo Recife-Fortaleza para participar da Teia 2010: tambores digitais. Tinha uma hora e meia. “Enfiei numa mala o que consegui, esqueci metade das coisas. Mas consegui pegar o avião”, conta.

    Andresa sabia que vir ao encontro era importante. Delegada representante do Ponto de Cultura Negras Raízes, ela participaria de discussões relevantes para o futuro do Centro de Formação do Educador Popular Maria da Conceição, do qual faz parte. O trabalho do centro ganhou impulso quando virou Ponto de Cultura em 2006, mas já existia há mais de 20 anos. Foi ampliado e hoje atinge crianças e jovens de três quilombos urbanos e mais três rurais, com uma proposta que otimiza a educação a partir da cultura. “A ideia é desenvolver estratégias para que esses quilombos se sustentem, além de fazer um levantamento de suas histórias e tradições”, explica.

    A ligação de Andresa com essa abordagem transformativa se mistura à história da sua própria vida. Foi na escolinha do centro no Morro da Conceição que ela cursou o ensino fundamental. Foi lá também onde conseguiu o primeiro emprego, como auxiliar de sala de aula. Virou secretária e administradora, posto que já ocupava na longa espera de um ano pela liberação do recurso e no desafio de utilizá-lo adequadamente. Hoje ela cursa o primeiro semestre de administração, mas comenta que aprendeu a administrar na prática: “Entrei na faculdade por necessidade, já havia assumido a função. Agora vou conquistar o diploma.”

    Na Teia 2010, Andresa se inscreveu no Grupo de Trabalho sobre sustentabilidade. Refletir sobre como os Pontos de Cultura conseguirão se manter é, hoje, um dos maiores desafios da proposta. Some-se a isso a necessidade de pensar sustentabilidade a partir de seus três pilares: o econômico, o social e o  ambiental.

    Na sala de cinema 2 do Dragão do Mar, representantes de vários Pontos de Cultura compartilharam experiências e dúvidas sobre o tema, elegeram um representante e redigiram quatro propostas levadas à plenária na tarde de ontem. O voto de Andresa foi mais um passo num processo em que atores sociais, pela primeira vez na história do país, participam ativamente da elaboração das políticas públicas culturais.

    Andresa se orgulha disso e observa que sua trajetória poderia ter sido muito diferente. Conta que teve o primeiro filho aos 16 anos, o segundo em seguida. Parou de estudar, voltou para a escola, desistiu outra vez, fez supletivo. Por muito tempo não imaginou que cursaria uma universidade. “Foram muitas conquistas. O centro foi o incentivo para que eu trabalhasse, a chance de não perder meu futuro, nem o futuro dos meus filhos. Como Ponto de Cultura ganhamos um apoio financeiro, mas o reconhecimento e a visibilidade das nossa ações foi o mais importante”, avalia.

    Com um abraço ela se despede, seu vôo de volta sai às 5h. No seu currículo entra mais uma Teia, como as de São Paulo e Brasília, das quais também participou. Há dez anos, lembra, não costumava viajar, saía pouco do Recife. “Toda vez, embarco com uma mala e volto com duas. A segunda é a melhor bagagem que carrego: vai lotada de conhecimento e experiência”, conclui.

    Por Tatiana Diniz

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  • Pontos de Cultura conquistam vaga no Conselho Nacional de Política Cultural

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    por: Pontão Ganesha, em Destaques, Notícias, Todos no dia 31/03/2010

    No momento de fechamento da Teia 2010: Tambores Digitais, a grande notícia foi a confirmação, vinda de Brasília, de que a partir de agora os Pontos de Cultura terão um representante junto ao Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), órgão colegiado do Ministério da Cultura que visa propor a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento e o fomento das atividades culturais no pais.

    Agora, uma lista com três nomes deve ser enviada ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira, que aprovará uma das opções e, assim, definir o representante da Comissão Nacional junto ao CNPC.

    Os três nomes indicados para compor a lista foram aceitos por consenso, e, agora, cabe ao Ministério escolher entre Chico Simões (Ponto de Cultura Invenção Brasileira – DF), Mário Brasil (Ponto de Cultura Naus – AC) e Norma Paula Moreira (Ponto de Cultura Roteiro de Luz – Instituto Cidade – CE).

    Além da vaga no CNPC, os pontos terão representantes, também, na Comissão do Programa Cultura Viva. “Na verdade conquistamos, ao todo, 4 cadeiras: 3 no Cultura Viva – indicaremos três nomes e eles serão automaticamente aprovados -, e essa no Conselho ”, concluiu Gel Brito, do Centro do Teatro do Oprimido (Ponto de Cultura – RJ), membro da Comissão Executiva que organizou a Teia em Fortaleza

    Representantes de Pontos de Cultura garantem presença na Teia 2010. Fotos: Maximiliano Leguiza

    Segundo ele, o anúncio dessas novidades é uma prova indiscutível do reconhecimento, por parte do governo, da importância dos Pontos de Cultura no contexto social brasileiro: “São poucas as entidades e movimentos que têm assento nesse Conselho, que define políticas pública para o Brasil. Isso significa que os Pontos de Cultura estão assumindo espaços cada vez maiores nessa discussão”. Gel Brito comemorou a notícia e destacou que essas conquistam reforçam o movimento.

    O encerramento das atividades da Teia aconteceu na manhã de quarta-feira (31), no Sebrae, quando chegou ao fim a atual gestão da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e houve a apresentação dos novos 52 integrantes (27 representantes dos estados e 25 representantes de grupos de trabalhos, GTs). Por meio de votação, foi decidido que, dentro de 90 dias (em julho, portanto), será realizada a primeira reunião presencial da nova Comissão. Mas as conversas iniciais devem acontecer o mais breve possível, por meio da internet.

    Representantes de Pontos de Cultura garantem presença na Teia 2010. Fotos: Maximiliano Leguiza

    GT – Matriz Africana


    Vídeo: Maximiliano Leguiza

    AVALIAÇÃO

    Norma Paula Moreira, Coordenadora Geral da Teia 2010, destacou a participação dos representantes de Pontos em todos os eventos programados, desde as apresentações da Mostra Artística até a Plenária Final, quando foram apresentadas as propostas dos fóruns estaduais e dos GTs.

    Para ela, o evento foi bem sucedido e isso fica muito claro se observada a variedade e força das propostas apresentadas, tanto federais quanto estaduais, todas no sentido de engrandecer o Programa Cultura Viva em todos o território brasileiro. “Resta agora que os governos acatem essas decisões e, daí, vem a importância dessas comissões que alguns estados criaram – como é o caso do Ceará – que vão trabalhar muito para que essas propostas e deliberações não fiquem no papel”, explicou.

    Outro detalhe apontado pela Coordenadora Geral do evento foi a composição dessa nova Comissão Nacional, que tem muitas pessoas novas. “E essa mistura do novo com a experiência de quem já participava do processo cria a perspectiva de se dar uma grande alavancada nos trabalhos”, conta.

    Os números finais da Teia devem estar disponíveis em aproximadamente um mês, mas Norma adiantou que o evento contou com a participação de aproximadamente 5 mil pessoas, além do apoio de grande parte da população de Fortaleza. “A cidade atendeu o chamado, sentiu-se dona da Teia e contemplada em todas as atividades. Cheguei a ouvir ‘Que legal que os pontos de Cultura fizeram isso para a gente’”, comemorou. E a despeito de todos os problemas que possam ter acontecido, ela acredita que essa Teia foi a mais aconchegante de todas as que já aconteceram.

    Por Luciane Zuê (Pontão de Cultura Digital Ganesha) – Cobertura Compartilhada

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  • A rede ampliando as redes na Teia

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    por: Pontão Ganesha, em cobertura colaborativa, Notícias, Todos no dia 31/03/2010

    Além do contato presencial entre representantes de Pontos de Cultura, delegados e comunicadores, a internet foi sem dúvida a forma mais utilizada para se comunicar durante a Teia 2010 – Tambores Digitais.

    Rede da Teia ofeceu acesso a quase 90 mil páginas durante os dias de evento. Foto: Maximiliano Leguiza

    Do dia 25 de março, quando se deu o início oficial da Teia, até o dia 30 de março, foram 8587 ips distribuídos, 88.845 páginas acessadas, isso sem contar com os modem 3g’s que se via por todos os lugares.

    O dia em que mais se utilizou internet por aqui foi no sábado (28), quando foram apontados 5.260 acessos só no Telecentro montado ao lado do Dragão do Mar, especialmente para a apreciação do público. Os dados são da ParadaNet.com, empresa que prestou serviço à Teia.

    Muitos representantes de Pontos de Cultura e principalmente as pessoas que trabalharam (e ainda estão trabalhando) na Comunicação Compartilhada, chegaram antes e ainda estão acessando a internet. Só na sala da comunicação, circularam cerca de 50 comunicadores todos os dias.

    Outra forma de se comunicar bastante utilizada durante a Teia foi um telefone fixo via rádio que fazia ligações para todos os lugares do Brasil, serviço oferecido gratuitamente.

    Além de possibilitar a troca de informações, a  internet e a banda larga também foram temas de seminários durante a Teia 2010. Leia mais aqui.

    Por Fernanda Quevedo

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  • TT Catalão: “Vai dar tudo certo”

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    por: Pontão Ganesha, em Notícias, Todos no dia 31/03/2010

    Com declarações baseadas num misto de otimismo e cautela, TT Catalão – que assume o lugar de Célio Turino na Secretaria de Cidadania Cultural do Ministerio da Cultura (MinC) – reforçou o que já havia adiantado durante a Teia Sul (que aconteceu em São Francisco do Sul- SC, de 26 a 28 de fevereiro): institucionalmente o Programa Cultura Viva está garantido, para além do governo atual.

    Isso porque o Ministério da Cultura contemplou o Programa na minuta enviada à Casa Civil, destinada a consolidar as leis sociais do Governo Lula. Ele adiantou, entretanto, que essa discussão sobre a transformação do Programa em lei segue em duas frentes diferentes: a institucional e a social, e que tanto o governo quanto a sociedade fazem sua parte – o primeiro ao deixar o processo encaminhado e a sociedade, ao buscar a legitimidade através de manifestações populares, abaixo-assinado, etc….

    Essas duas frentes de ação, de acordo com TT, devem convergir no Congresso Nacional. “É lá que esse jogo vai ter que se definir. Aí não depende mais da gente. Depende da nossa pressão, sim, mas não depende da gente”, explicou, acrescentando que em todo esse processo, Estado e sociedade estão se encontrando, falando a mesma língua. “Nesse caso tem acontecido uma coisa rara, que é o Estado ter as ruas de seu lado”, acrescentou.

    TT fez uma leitura pessoal sobre os desdobramentos possíveis para esse processo. Segundo ele, uma coisa que já se desenha é que um comitê supra-partidário deve assumir o programa, o que se justifica pelo fato de que os Pontos de Cultura se espalham por vários estados, governados por partidos diferentes. Como exemplo, citou o estado de Alagoas, governado pelo PSDB (considerado partido de oposição), e extremamente comprometido com o Cultura Viva e todas as suas ações. “Isso mostra que as diretrizes partidárias não têm essa rigidez toda, e o que conta na verdade é conhecer o Programa e reconhecer sua importância. Também, quem vai ser contra? É quase como ser contra o Dia das Mães”, comentou.

    FUTURO

    TT demonstra total serenidade para assumir a Secretaria de Cidadania Cultura (SCC)l, mesmo reconhecendo como um desafio de grandes proporções estabelecer a conexão entre os vários pontos de cultura que florescem por todo o País. “Vivemos um momento de impasse: temos pontos de cultura, mas uma rede ainda em formação. Está faltando a Teia mesmo”, afirma, lembrando que a gestão desse processo ficou ainda mais complexa depois que os convênios passaram a ser efetivado também através dos estados, num princípio de gestão compartilhada.

    Esse, aliás, é um dos pontos aos quais TT pretende dar muita atenção a partir de abril, quando assume efetivamente o cargo na SCC. Segundo ele, o diálogo com os estados já teve início em dezembro e a proposta agora é intensificar esse contato. Além disso, TT pretende dar atenção à questão da estética e da linguagem, dos signos e apropriações,  tópicos que ele explica como “diálogo das tramas”. “Essa é a minha praia. Aliás, foi assim que entrei no programa… escrevendo, fazendo frases, fotografando, me aventurando pela narrativa simbólica. Só agora eu estou ‘encrachazado’. Mas vai dar tudo certo”, finalizou.

    Veja o que já publicamos sobre TT aqui, aqui, aqui e aqui.   

    Por: Luciane Zuê (Pontão Ganesha de Cultura Digital) – Cobertura Compartilhada

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  • Rádio Rebuliço disponibiliza programas

    0 comentários

    por: Amanda Nogueira, em cobertura colaborativa, Destaques, Multimídia, Notícias no dia 30/03/2010

    Para você que não conseguiu acompanhar a transmissão de rádio via streaming ou FM, ouça aqui todos os programas produzidos pela Rádio Rebuliço durante aTeia Brasil 2010- Tambores Digitais.

    Continue ouvindo a rádio rebuliço através do Nós da Rede e do Estúdio Livre.

    Rádio Rebuliço, aqui tá tudo misturado!

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  • Artes Cênicas abraça a divisão de GTs e cria Teatro, Circo e Dança na Teia 2010

    0 comentários

    por: franciane, em Notícias no dia 30/03/2010

    Cerca de 120 delegados da TEIA 2010 – Tambores Digitais estiveram presentes no Grupo de Trabalho (GT) de Artes Cênicas, na sala 1, do Sesc, em Fortaleza (CE). Por conta da ausência da representante do GT na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, a reunião foi mediada por, Alexandre Agostini, do Ministério da Cultura (MinC). Sem surpresas, o grupos dividiu-se em três, sendo Teatro, Dança e Circo, pois após a leitura do Regimento Interno do III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, no domingo (28/03) ficou legitimado a inclusão, divisão e fusão dos mesmos.

    Teatro

    Teatro ficou com e maior número de componentes, sendo cerca de 80 pessoas envolvidas. A representação ficou por conta de um colegiado em que dez pessoas, sendo duas por região ficaram responsáveis em representar o GT no CNPdC e caso haja necessidade um membro deve ser eleito para os encontros presenciais.

    Foram eleitos: Região Norte: Clelton Marques Bentes (PA) e Elcias Villar (RO); Região Nordeste: Lindemberg Monteiro da Silva (SE) e Frank Lourenço (CE); Região Centro-Oeste: Joeli Siqueira Milhorança (MT) e Miguel Mariano (DF); Região Sul: Joelson Santos da Cruz (PR) e Révero Paula Ribeiro (SC); Região Sudeste: Flavio Sanctum (RJ) e Manoel Lucena Mesquita Junior (SP).

    As deliberações para o eixo nacional abrangem: a criação de edital para Artes Cênicas, que visa a manutenção e adequação de espaços físicos, implantação de equipamentos técnicos e cênicos; formação e sustentabilidade dos artistas e técnicos, já que é necessário o trabalho de pesquisa para  a continuação dos projetos. Para as estaduais: que o MinC olhe mais para grupos específicos, tais como Teatro de Bonecos, Amazônico, Linguagens Contemporâneas, entre outros, criando editais que estimulem seu crescimento e valorização; além da circulação, que promove, o intercâmbio com outros estados e países.

    Circo

    Manifestaçao circense durante da Teia 2010 - Tambores Digitais . Foto: Maximiliano Leguiza

    O GT de Circo, contou com apenas sete participantes, que ressaltaram entre suas experiências como está a situação circense no país. Camilo Torres (Sudeste),  Luciano Astiko (Centro-Oeste), Carlos Adrian Pagliano e Simone Alves (Nordeste), ficaram como representantes rotativos para a CNPdC, já que elegeram como estartégia a mobilização que cada Ponto realiza em sua região e o deslocamneto geográfico.

    As propostas visam, em âmbito nacional, garantir o acesso dos circos tradicionais aos mecanismos de apoio governamentais para sua organização, manutenção e circulação; além da inclusão dos mestres como mantenedores da tradição e memória asseguradas e asseguradas a eles o acesso ao Programa Ação Griô. As estaduais preveem a criação de editais e prêmios de apoio e manutenção do circo; e possibilitar o mapeamento das atividades no Brasil a partir de uma articulação da rede de Pontos e Pontões.

    Dança

    Durante as duas horas de reunião, o GT de Dança, com seus 24 representantes, discutiu as diferentes faces do segmento em todo o país e suas necessidades, o que apresentou uma grande diversidade. Hip Hop, Contemporânea, Axé, entre outros, são representados na CNPdC, por Anderson de Oliveira dos Santos, do Ponto Eco da Periferia, de Recife (PE) e seu suplente, Renato Alves Pereira, do Ponto Bailando na Cidade, de Diadema (SP).

    Da reunião foram retiradas as seguintes propostas nacionais: editais que garantam a acessibilidade do grupo e assegurem a participação e legitimidade de todas as expressões da dança; incentivar a criação de ações de capacitação de artistas e/ou educadores em Pontos de Cultura. Estadual: criar prêmio com verba para a aquisição de materiais nos Pontos já existentes e a inserir a mesma condição para os próximos editais.

    Artes Visuais e Cultura e Educação Transformadora

    Dentre as discussões, antes da divisão, por consenso, por determinado a inclusão do tema Cultura e Educação Transformadora em todos os GTs, além do apoio para a criação de um GT com o mesmo nome que incentive Pontos de Cultura nas escolas, para a próxima edição do FNPdC. Também solicitou-se criar um GT de Artes Visuais, já que segundo o grupo é uma Arte Popular e estima um outro olhar do evento devido sua importância.

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  • GT discute importancia do Audiovisual

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    por: tabuleiroproducoes, em Notícias no dia 30/03/2010

    Após se reunirem pela manhã em comissões estaduais, os Pontos de Cultura dividiram-se em setores de atuação na tarde de ontem. Não foi uma missão fácil, já que os Grupos Temáticos eram 25 e a maioria dos Pontos de Cultura trabalham com a transversalidade, ou seja, perpassam seu trabalho por vários destes temas. Sendo eles: Ação Griô, Artes Cênicas, Audiovisual, Criança e Adolescente, Cultura de Paz, Cultura Digital, Economia Solidária, Escola Viva, Estudantes, Gênero, Grupo Amazônico, Hip Hop, Juventude, Legislação, LGBT, Literatura, Matriz Africana, Música, Patrimônio Imaterial, Culturas Tradicionais e Indígenas, Patrimônio Material, Pontões e articulação da rede, Rádios Comunitárias, Rede da Terra, Ribeirinhos e Sustentabilidade.

    No GT de audiovisual ficou difícil categorizar o que pertencia a audiovisual e o que dizia respeito à comunicação, já que grande parte dos participantes transitavam pelos dois temas. Mesmo com os ânimos exaltados os participantes elegeram 10 prioridades (listadas abaixo). A principal delas diz respeito a criação de uma Ação Audiovisual Cultura Viva.

    “É pra ter um tratamento específico dentro do Programa Cultura Viva, para ganharmos força como os griôs e outros ganharam”, explicou Davy Alexandrinsky, redator do decálogo que resultava de reuniões preliminares em Brasília. Ele também foi alvo de protestos: “Me retiraram da mesa, alegaram que eu estava manipulando, querendo conduzir o processo, mas se não conduzíssemos ficaríamos aqui até que horas?”. Era 23 horas quando o GT encerrou a reunião.

    Um representante da Funarte aproveitou para divulgar os novos editais que estão previstos para o primeiro semestre e interessam à classe audiovisualista. Manoel Correia, conhecido como Bignel, representante do Ministério da Cultura, falou sobre o Laboratório Cultura Viva, um projeto que deve dar visibilidade às produções audiovisuais dos Pontos de Cultura. Paulo Roberto Tavares, do Ponto de Cultura TV OVO de Santa Maria (RS), que já trabalhou com o Ponto Brasil – programa que era produzido pelos Pontos de Cultura e exibido pela TV Brasil, disse que esse projeto trará mais independência justamente por não ser mais ligado à TV Brasil: “Com isso nós podemos exibir em qualquer lugar, TV local, comunitária, universitária, educativa e na TV Brasil, mas não só nela.”

    Para Sílvio Da-Rin, Secretário do Audiovisual, “pela sua natureza, capilaridade e experiências culturais reunidas, o Cultura Viva revelou-se um grande laboratório no uso do audiovisual”. Segundo Jader Costa do Ponto de Cultura Fancine de Volta Redonda (RJ), que conduziu o GT, a capacidade de produção audiovisual dos Pontos de Cultura é inegável: “Quantos milhares de jovens espalhados pelo país estão sendo resgatados pelo audiovisual?”, disse.

    Luísa Falcão do Ponto de Cultura Amanda, do Ceará, que trabalha com Cinema de Animação e fez a vinheta da Teia 2010: Tambores Digitais, que você pode ver aqui, endossa o discurso desse protagonismo juvenil: “É preciso que tenha essa política de incentivo, principalmente pra capacitar e fomentar, porque se você passa um ano formando o jovem e depois não o aproveita, não adianta”. Para ela, os valores de financimento do audiovisual no Brasil são um nó, principalmente no que diz respeito à animação. “Todo mundo pensa que animação é barato, é só desenhar uns bonequinhos e pronto, mas pra fazer um segundo de animação eu preciso de 24 desenhos. Imagina então fazer um longa? Um longa de animação custa no mínimo 2 milhões!”

    Uma das propostas votadas no GT de audiovisual diz respeito ao mapeamento dos Pontos de Cultura Produtores de Audiovisual. Essa é uma das metas do Projeto Do Ponto ao Mundo, da jornalista e produtora Carine Araújo, presente à reunião. O projeto foi contemplado na Bolsa Funarte de Produção Crítica sobre Conteúdos Artísticos em Mídias Digitais. Ao final da sessão ela falou sobre o preenchimento do formulário (distribuído aos presentes) e sobre como esse trabalho serviria de base para as reivindicações do grupo.

    “A idéia é mapear os Pontos produtores de audiovisual e não só quantificar, mas qualificar, saber o que eles estão produzindo, qual o gênero predominante, com que profissionalismo está sendo feito e onde está sendo divulgado”, declarou. O produto final da pesquisa será um catálogo que agrupará os principais pontos audiovisualistas. (Você pode saber mais sobre o projeto aqui.)

    Foram escolhidos ao final da sessão 9 representantes regionais e sub-regionais para acompanhar as demandas do Grupo junto ao Fórum Nacional de Pontos de Cultura. A Comissão eleita foi:

    Norte:
    Titular:Shirlene Teixeira Lopes    Suplente:Francisco Marnilson Neris da Silva

    Sul:
    Titular: Maria Miguelina da Silva (Florianópolis – SC)   Suplente: Paulo Tavares(Rio Grande do Sul) e Bruno Fred Mancuso( PR)

     


    Centro-Oeste:
    Titular: Marcos Telles de Alcântara ( Goias)     Suplente:Eduardo Pena Teles( Brasília)


    Nordeste – sub-região 1( Bahia, Sergipe e Alagoas):
    Titular:Rosangela Rocha ( Sergipe)   Suplente:Rogério Matos (BA) e Tania Mendes (BA)


    Nordeste –Sub-região 2(Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba):
    Titular: Raimundo Melo(RN)      Suplente: Lula Gonzaga(PE)


    Nordeste – Sub-região 3( Ceará , Piauí e Maranhão):
    Titular: José Gerardo Damasceno     Suplente: Francisco da Chagas Silva


    Sudeste – Sub região SP:
    Titular: Elias Mngote    Suplente: Thais Scabio


    Sudeste – Sub-região RJ/ES:
    Titular:David Alexandrisky(Niterói- RJ)   Suplente:Jader Costa(Volta Redonda-RJ)


    Sudeste – Sub-região MG:
    Titular:Luciene de Oliveira
    Suplente:Michael Brasil

    As 10 propostas eleitas que compõem o Decálogo do Audiovisual foram:

    1. Entende-se por Ponto de Cultura Audiovisual todo Ponto comprometido com no mínimo 2 eixos: Produção, Formação, Pesquisa e Difusão/ Distribuição (exibição nas diversas plataformas), regulares, na área do audiovisual;
    2. Mapear os Pontos de Cultura de Audiovisual e convocá-los para um encontro Nacional do GT Audiovisual
    3. Solicitar junto ao Minc a participação efetiva do GT do Audiovisual do processo de elaboração, seleção e realização do Laboratório Cultura Viva do MINC, incentivando as produções regionais e que a avaliação seja feita com profissionais com experiência para avaliação técnica das produções
    4. Reunir e sistematizar o acervo audiovisual produzido nas quatro TEIAS Nacionais (SP; MG, DF,CE)em parceria com a Cultura Digital
    5. Organizar um “Kit Audiovisual Cultura Viva”, com um conjunto de DVDs produzidos pelos PCs Audiovisual, para distribuição aos Pontos e Pontões de Cultura e outros meios e mídias, em parceria com a Cultura Digital, negociando os custos de produção-distribuição junto ao Minc
    6. Será de responsabilidade do GT Audiovisual acompanhar e validar a cobertura e finalização do registro das TEIAS, com a estadualização das coberturas específicas dos respectivos projetos das delegações de cada Estado
    7. Solicitar ao Minc que os filmes produzidos com recurso público ou incentivado, com mais de 2 anos após lançamento sejam autorizados para exibição nos PCs
    8. Solicitar através do Ministério da Cultura, junto aos Ministérios competentes, autorização e legalização automáticas das Rádios e TVs Comunitárias criadas e mantidas pelos Pontos de Cultura.
    9. Garantir a participação na aprovação de projetos de pontos de cultura pelo fundo setorial cultural
    10. Supervisionar e orientar todas as exibições de material audiovisual, que tenham a chancela do Programa Cultura Viva, para garantir qualidade profissional da projeção

    Vejam as fotos do GT:

    Paulo Roberto explica o Laboratório Cultura Viva

    Plenária vota as propostas

    Davy Alexandrinsky e Luísa Falcão

    Jader Costa: Milhares são resgatados pelo audiovisual

    Carine Araújo e o projeto Do Ponto ao Mundo

    Por Simão Augusto/Tabuleiro Produções

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  • Entrevista com Juca Ferreira

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    por: Amanda Nogueira, em cobertura colaborativa, Destaques, Multimídia, Notícias no dia 30/03/2010

    jucaOuça entrevista com o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, realizada pelo Ponto de cultura Produtora de Áudio Popular, que participa da cobertura colaborativa da Teia Brasil 2010.

    Clique aqui para ouvir

    Por: Anderson Moreira (Produtora de Áudio Popular)

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