Quem passava pelos espaços do Dragão do Mar ontem à noite, pôde presenciar a diversidade que acontecia em todos os cantos do Centro Cultural. Poesia, samba de roda, metais e outros  sons faziam a festa dos participantes da Teia 2010 – Tambores Digitais.

Não só de discussões políticas e de arte se faz um evento dessa grandiosidade, porém essa Mostra está sendo algo a parte. O poeta, ator e arte-esducador, Emmanuel Marinho, do Ponto de Cultura Todas as Idades, de Dourados, mostrou ao Brasil a cultura pantaneira através de seu espetáculo Solo Para Palavras e Sanfona de Brinquedo, no espaço Teatro das Marias. Os Pontos de Cultura que encontram-se aqui conheceram versos que expressão as tradições do Mato Grosso do Sul.

O Grupo Raízes de Acupe, com seu samba de roda, da Bahia, colocou todos para dançar e sambar no Palco Economia Solidária. “Isso é bom demais. Esse grupo de senhores tocando alegremente é belíssimo”, exclama Laila Caddah, de Teresina (PI).

Ao som de frevo, maracatu, ciranda, forró, entre outros rítmos, a Orquestra Popular do Ponto de Cultura Menino de Ceilândia, do Distrito Federal, também garantiu a diversão e a alegria, no Anfiteatro do centro Centro Dragão do Mar. “É incrível o que eles fazem! Acho que a utilização de instrumentos, como o clarinete, modifica a característica da música. É interessante o que a gente ouvia somente com triângulo, ser tocado numa orquestra de metais”, ressalta Luiz Nepomuceno, de Natal (RN).

Hoje as atividades continuam.

Franciane Gonçalves – Pontão de Cultura Guaicuru

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