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  • Membros da CNPdC apresentam propostas

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    por: fernandaquevedo, em cobertura colaborativa, Destaques, Notícias no dia 30/03/2010

    Delegados tomando posse do regulamento. Foto: Maximiliano Leguiza

    Delegados participam de debates. Fotos: Maximiliano Leguiza

    Hoje pela manhã (30), os representantes da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura apresentaram as propostas discutidas ontem (29), e também nas Teias Regionais, e as deliberações de cada estados no III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura. O mesmo será finalizado ainda hoje.

    O Fórum começou com a apresentação artística do índio Parecei Jocelio Orikaice, de Mato Grosso, que virou uma espécie de celebridade, com suas vestes típicas. Ele foi fotografado durante toda a manhã. Depois ele cantou uma música típica de sua etnia, usada em rituais noturnos. Em seguida, o Regulamento do Fórum foi lido na presença de todos.

    O grande objetivo do Fórum é destacar as prioridades, bem como as demandas, de cada Ponto de Cultura e sistematizá-las para que estas venham a ser consolidadas como políticas públicas de cultura.

    Dentre as propostas nacionais apresentadas, destacam-se a regionalização de editais. Alguns representantes elegeram esta demanda como prioridade, como é o caso dos estados de Mato Grosso e Espírito Santo.

    Contudo, a maioria dos Pontos de Cultura elegeu como prioridade a criação e a potencialização da comunicação em rede, de forma que o Estado também possa colaborar com essa proposta, seja com recurso para ampliar a circulação entre os Pontos de Cultura, seja com a formação dos representantes. Essa demanda também soou como um chamados a todos os outros Pontos de Cultura. A capacitação serviria não somente para a elaboração de editais, mas também para os profissionais da cultura que executam os projetos e programas.

    Vídeo da Teia 2008 sendo exibido aos delegados

    Delegados participam de debates. Fotos: Maximiliano Leguiza

    Outra proposta bastante ouvida pela manhã foi a de criar meios e mecanismos para que os Pontos de Cultura possam ser sustentáveis.

    O bacana é perceber que todos os eixos temáticos das propostas foram temas de discussão durante toda a Teia 2010, o que reflete a sintonia entre os diversos setores da sociedade civil, ainda que a comunicação em rede entre os Pontos de Cultura não esteja no seu melhor momento.

    O Fórum Nacional dos Pontos de Cultura segue durante todo o dia no Sebrae, em Fortaleza.

    Por Fernanda Quevedo

    Veja o video da plenária

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  • Pontos de Memória vão integrar Programa Cultura Viva

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    por: Maximiliano Leguiza, em Notícias no dia 30/03/2010

    Seguindo o Museu Cortejo, unidos e embalados por canções e marchinhas de luta e alegria, os cerca de 40 participantes da Teia da Memória – representando 16 comunidades das cinco regiões do país – finalizaram o encontro das iniciativas dentro da Teia Brasil 2010- Tambores Digitais, no domingo (28), percorrendo o Dragão do Mar, levantando a bandeira de um futuro promissor rumo ao direito à memória.

    O evento não só proporcionou o compartilhamento de ideias, anseios, desafios e definição de estratégias, como também marcou a parceria, no primeiro dia (26), entre a Secretaria de Cidadania Cultural (SCC/MinC), com o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), afim de integrar os Pontos de Memória ao Programa Cultura Viva, assegurando mecanismos de investimentos para o desenvolvimento da iniciativa e integração aos Pontos de Cultura.

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    Para Jô Brandão (foto1), coordenadora de ações ligadas à SCC/MinC, a proposta do Projeto Pontos de Memória, que vem apoiando comunidades que já realizam ações de memória, merece o apoio da secretaria pois seguem a mesma linha de atuação dos pontos de cultura e a filosofia do “do-in antropológico”, criada pelo ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil.

    Desde a primeira Teia da Memória, em Salvador, no ano passado, percebemos essa interação com a proposta dos Pontos de Cultura. Desde então, o projeto Pontos de Memória está ‘no nosso colo’, sendo tratado com cuidado, porque sabemos da importância da memória para o fortalecimento do processo de identidades das populações que não foram reconhecidas pela história oficial, disse Jô Brandão.

    A coordenadora de Museologia Social e Educação do Ibram, Marcelle Pereira, enfatizou o resultado positivo da parceria. “É uma alegria para o Ibram apoiar esta iniciativa de transformação social através da memória. A integração é um avanço. Saímos daqui fortalecidos e com o espírito multiplicador”.

    O primeiro dia de encontro também contou com a apresentação da representante da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), Cláudia Castro, e com palestra de um dos sócio-fundadores do Museu da Maré, no Rio de Janeiro, Antônio Carlos Vieira, que falou sobre a experiência do museu pautada no protagonismo comunitário.

    Na ocasião, Carlos Vieira convidou os participantes a refletir sobre o poder transformador da memória. “Falar de memória e falar da vida e do tempo. Memória são experiências vividas e também pode ser a construção do que não vivemos. Como pontos de memória temos a possibilidade de legitimar nossa história a partir da nossa perspectiva”.

    No segundo dia foi apresentado o leque de propostas de oficinas a serem oferecidas pelo Ibram e, em grupo, foram elaboradas as proposições apresentadas na plenária Teia das Ações e no III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura.

    As propostas passam pela integração dos Pontos de Memória ao Programa Cultura Viva, respeitando suas especificidades e necessidades. Desta forma, foram garantidos mecanismos de financiamento e desenvolvimento à criação de um grupo temático denominado “Memória e Museus”, na instância do Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, para propor políticas públicas para o setor.

    O terceiro dia de encontro também foi marcado pela palestra sobre inventário participativo do coordenador de Patrimônio Museológico do Ibram, Cícero de Almeida. Ele lembrou que o inventário deve lidar com as várias forças representativas da comunidade, em harmonia, e que a participação tem de pressupor a capacidade de lidar com a diferença. “A participação é o grande foco deste projeto. Durante o inventário, o grande desafio é perceber a igualdade na diferença e a diferença na igualdade. O que selecionar? Selecionar é pensar no conjunto complexo de possibilidades em conjunto com a vida.”

    Para finalizar, a Roda de Memória propiciou integração entre os representantes dos pontos, que puderam contar histórias da comunidade e falar sobre as expectativas. “As pessoas estão perdendo a memória do bairro. Mas acredito que este momento marca o começo de uma grande história, com diversas representações da comunidade se organizando pela mesma questão. O museu vai ajudar o Sítio cercado, que só é lembrado como lugar de violência, disse Palmira de Oliveira, do Museu de Periferia – MUPE, do Sítio Cercado, em Curitiba.

    Livaldo Degásperi apresentou a proposta do Ponto de Memória de São Pedro, no Espírito Santo, pautada na história de luta pelo território, registrada através das Ruas da Resistência, Conquista, Luta e União.

    Emília de Souza, do ponto de memória do Horto, no Rio de Janeiro, levantou o conflito que a comunidade vem enfrentando pela permanência no bairro e o papel da memória nesse combate. “ Sabemos que a memória é tão importante que os inimigos querem se apropriar dela.  Esse é o nosso maior instrumento. A comunidade está coesa se apropriando da idéia do Museu de Percurso Vila do Horto.”

    Rildo Fernandes, da comunidade do Coque, em Recife, disse que o local é um ponto turístico que precisa ser revitalizado e ter a sua história contada. “Acredito que com o Museu do Mangue do Coque esse quadro vai mudar para o homem-caranguejo. Quem não sabe nadar e dançar não pode viver no coque,” finalizou com aplauso do grupo.

    “Saio daqui mais fortalecida, com muita vontade de trabalhar e colocar nosso museu para funcionar, disse Deuzâni Noleto, do Ponto de Memória da Estrutural, no Distrito Federal.”

    Pontos de Memória – O Ibram acredita que o direito à memória precisa ser conquistado, mantido e exercido como direito de cidadania, como direito que precisa ser democratizado e comunicado entre os diferentes grupos sociais existentes no Brasil. É por esse direito e luta que está desenvolvendo o Projeto Pontos de Memória – resultado de parceria com o Programa Mais Cultura e, agora, com a Secretaria de Cidadania Cultural, do Ministério da Cultura, o Programa Nacional de Segurança com Cidadania – Pronasci, do Ministério da Justiça, e a Organização dos Estados Ibero-americanos.

    O projeto vem apoiando ações de memória em comunidades de todo o Brasil. Estão em fase de consolidação 12 Pontos de Memória, situados em comunidades populares nas cidades de Belém- PA, Belo Horizonte – MG, Brasília – DF, Curitiba – PR, Fortaleza – CE, Maceió – AL, Porto Alegre – RS, Recife – PE, Rio de Janeiro, Salvador – BA, São Paulo – SP, Vitória – ES.

    Também estão em desenvolvimento, com apoio do Ibram, iniciativas comunitárias a partir da realização de oficinas temáticas e consultorias técnicas e grupos envolvidos nas ações de preservação da memória local. Como exemplo de tais iniciativas, destacamos o Ecomuseu da Amazônia (Belém – PA), os Museus Sankofa da Rocinha e Vila do Horto (Rio de Janeiro – RJ) e o Museu Vivo do São Bento (Duque de Caxias – RJ).

    Por Sara Schuabb Couto

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  • Entrevista com Célio Turino

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    por: Amanda Nogueira, em cobertura colaborativa, Multimídia, Notícias no dia 30/03/2010

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    Ouça entrevista com o secretário de Cidadania Cultural do MinC, Célio Turino, que se despede do cargo após seis anos à frente do Programa Cultura Viva.  Clique aqui para ouvir.

    Por Anderson Moreira (Produtora de Áudio Popular)

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  • Publicações sobre o Cultura Viva lançadas na Teia 2010

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    por: mgramo, em Destaques, Notícias no dia 30/03/2010

    Comedia Del Acre/Foto: Mario Miranda

    Comedia Del Acre/Foto: Mario Miranda

    Mais duas publicações sobre o programa Cultura Viva foram lançadas durante a Teia Brasil 2010: Tambores Digitais.

    O catálogo Cultura Viva: Autonomia, Protagonismo e Fortalecimento SócioCultural para o Brasil, do Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania, começou a ser distribuído ontem (29) e traz as diretrizes do programa, voltadas ao fomento da cultura brasileira.

    Na introdução do catálogo, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirma que “nenhuma ousadia institucional de Estado, no campo da Cultura, foi tão longe quanto a criação dos Pontos de Cultura”.

    As ações e iniciativas do programa, sua definição e principais conceitos e objetivos são destrinchados de maneira didática. Vai direto ao ponto. Como escreve Célio Turino,  rementendo ao termo “do-in antropológico” cunhado por Gilberto Gil para falar dos Pontos de Cultura,  o Cultura Viva faz “acunputura social que vai direto ao Ponto”.

    Na publicação Seminário Internacional do Programa Cultura Viva – Novos Mapas Conceituais, também lançada durante a Teia Brasil 2010, Turino escreve sobre o Conselho Consultivo do Programa Cultura Viva. “Entendemos que para ampliar esse processo de des-esconder o Brasil e des-silenciar grupos sociais até então considerados subalternos, faz-se necessário ampliar o diálogo com esse novo protagonista, agora com um grupo de pessoas reunidas em um Conselho Consultivo”.

    Grafite Jamac na Teia 2010/Foto: Comunicação compartilhada

    Grafite Jamac na Teia 2010/Foto: Comunicação compartilhada

    Entrevistei Célio no ano passado, em Pirenópolis (GO), justamente durante o Seminário Internacional do Programa Cultura Viva, que gerou esse livro.

    Na época, ele lançava o seu livro “Ponto de Cultura – O Brasil de Baixo para Cima”, que foi relançado aqui em Fortaleza durante o 4º Encontro Nacional de Pontos de Cultura.

    A publicação com resultados do seminário traz os resultados das discussões dos Grupos Aglutinadores (GAs), criados durante o encontro para discutir novas possibilidades para o Cultura Viva, além de artigos de intelectuais que também participaram dos GAs.

    O pesquisador inglês Paul Heritage, por exemplo, escreve no artigo “Salve! Salve! Brasil, um Sonho Intenso”, que o Programa Cultura Viva tem “revelado o potencial dos artistas para desempenhar um papel central no bem-estar social e no desenvolvimento dos indivíduos e das comunidades”. As publicações estão disponíveis para download gratuitamente.

    Por Marco Gramacho (comunicação Teia 2010)

    Matéria relacionada

    Relatos de encanto e superação:”Histórias de Ponto” para baixar


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  • Rapper Linha Dura se apresenta junto ao Cururu e Siriri

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    por: fernandaquevedo, em cobertura colaborativa, Notícias no dia 29/03/2010

    Linha Dura ao lado de gestores culturais e mestres da Cultura de Mato Grosso

    O Palco Verde, montado no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, onde foi realizada a Mostra Artística da Teia 2010-Tambores Digitais foi pequeno diante a grandiosidade de artistas, talentos, e também oportunidades de divulgação e difusão de produções culturais de Pontos de Cultura de todo o país.

    Para os pontos do estado de Mato Grosso, a mostra artística do Ponto de Cultura Pixaim foi um reflexo disso. O rapper Linha Dura teve a oportunidade de tocar ao lado dos mestres do Cururu e Siriri. O encontro já era esperado pelo rapper que pesquisa a música Mato-Grossense de forma a unir duas grandes representações culturais, o Rap e Siriri e Cururu. Tal encontro já fora planejado algumas vezes, mas só foi possível na Teia 2010.

    Para os cururueiros, a participação no show de Linha Dura significou mais uma oportunidade de difusão da cultura Mato-grossense. Também participaram dos shows os B.boys da CUFA de Maracanau (CE), de forma que a mostra do Ponto de Cultura Pixaim foi palco para diversas manifestações artísticas, mas principalmente para a difusão da cultura do estado.

    Linha Dura no Palco da Teia 2010. Foto Fernanda Quevedo

    São manifestações folclóricas típicas das regiões pantaneiras expressadas em versos, passos e seqüências, sendo que o Cururu só pode ser tocado e dançado por homens. Os instrumentos utilizados são a viola de cocho feita com madeira e cordas produzidas com tripas de animais, como o macacos.

    São utilizados também o mocho e o ganzá, que dão um peso ao som. Nenhuma dessas manifestações esta registrada em livros e/ou museus. A tradição é preservada e passada de pais para filhos. Existe forte presença da religiosidade católica entre nas musicas e festas de cururu e siriri.

    Por Fernanda Quevedo

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  • Bené Fonteles leva arte para a Teia

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    por: Maximiliano Leguiza, em cobertura colaborativa, Destaques, Notícias no dia 29/03/2010

    Fonteles durante lançamento em Fortaleza / Foto: André Goldman

    Fonteles durante lançamento em Fortaleza / Foto: André Goldman

    Dentro da Teia Brasil 2010- Tambores Digitais aconteceu o lançamento do livro “Nem é erudito, nem popular – arte e diversidade cultural no Brasil”, do artista Bené Fonteles. O evento foi no Hall do Memorial da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar,  no sábado( 27).

    Bené Fonteles não separa vida e arte. Artista plástico, músico, escritor, ‘agitador’ cultural, um ser em produção constante, ‘dono’ de manifestos, canduras, cozinhas de tempo e mergulhos poéticos. Tem um longo percurso pelas artes, em parcerias com Luiz Gonzaga, Gilberto Gil e Tetê Espíndola, entre tantos outros, bem como relação com a arte contemporânea e literatura brasileiras.

    A Exposição “Pegando a Teia: tradição, atrito e ruptura” traz a representação de várias gerações renovadoras das identidades culturais do País. Augusto de Campos, Arnaldo Antunes, Sérvulo Esmeraldo, Francisco Almeida, José Albano são alguns dos artistas cuja produção ocupa três espaços do Centro Dragão do Mar, uma das galerias do Memorial da Cultura Cearense, no Espaço Mix, e ainda no hall em frente à livraria do centro cultural. A exposição fica aberta até amanhã (31), das 9h às 21h30.

    Na Teia 2008: iguais na diferença (Brasília, DF), a exposição que deu mote ao livro levou mais de 100 mil pessoas ao Museu da República para visita-la. Uma proposta que se coaduna com o pensamento do poeta e jornalista TT Catalão, em torno do conceito “RupturaConTradição”, que deve render novas discussões a partir da sua inclusão nesta participação na Teia de Fortaleza.

    Por Jofran Fonteles Borges (Semente das Artes)

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  • Aprovado novo regimento no III FNPC

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    por: leandroaislan, em Notícias no dia 29/03/2010

    Delegados aprovam regimento do III FNPC (Foto: Leandro Aislan)

    Delegados aprovam regimento do III FNPC (Foto: Leandro Aislan)

    Começou neste domingo o III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (IIIFNPC), realizado durante a Teia Brasil 2010 – Tambores Digitais. A abertura aconteceu pela manhã, na Praça Verde no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza-CE.

    A abertura teve início com a apresentação da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, elaborada no II FNPC, realizado em Brasília, em 2008. Logo após, foi distribuído um kit para os delegados de Pontos de Cultura junto ao Regimento Interno do III FNPC elaborado pela Comissão.

    O III FNPC tem como objetivo consolidar-se como uma instância permanente de atuação político-cultural, identificação de demandas e elaboração de propostas para o desenvolvimento de Políticas Públicas.

    Durante a leitura do regimento, foi aclamada a modificação de alguns artigos. Entre eles, o artigo 22. Com a mudança, os GTs poderão ser incluídos, excluídos ou fundidos.

    Foi definida também uma mudança na programação do Fórum.  A apresentação da nova Comissão Nacional de Pontos de Cultura foi alterada de quarta-feira (31) para terça-feira (30). O anúncio será após a Plenária de Sistematização. A mudança foi definida porque alguns delegados não poderiam comparecer na quarta-feira, pois os voos estavam marcados para o horário da apresentação.

    A Plenária de Sistematização será realizada em dois turnos. O primeiro será realizado pela manhã, de 9h a 12h30 e o segundo de 14h às 19h.

    O Fórum Nacional de Pontos de Cultura (FNPC) é uma instância legítima e deliberativa do Movimento Nacional dos Pontos de Cultura. A realização do III FNPC observa a autonomia e diversidade das formas de organização do Movimento, por meio das Redes e Fóruns Estaduais, das Redes Temáticas, das Ações Nacionais, das Redes Articuladas pelos Pontões de Cultura e as demais formas de organização transversal  dos Pontos de Cultura, em nível local, regional e nacional.

    Por Leandro Aislan

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  • Cortejo Ebulição dos Libertos atrai cerca de dois mil brincantes

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    por: daniellepereira, em cobertura colaborativa, Destaques, Notícias no dia 29/03/2010

    Brincantes celebram cultura no Cortejo. Foto: Leandro Cunha

    Brincantes celebram cultura nacional no Cortejo. Foto: Leandro Cunha (comunicação colaborativa)

    O Cortejo da Cidadania “Ebulição dos Libertos” foi um dos destaques da programação da Teia 2010 no domingo (28), que esta chegando à reta final. O cortejo foi caracterizado como uma celebração da Teia, mais especificamente da Mostra Artística, que integrou a programação do evento.

    No Cortejo, Pontos de Cultura do Ceará e do Pará fizeram uma alusão ao líder abolicionista jangadeiro Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar. Mas não foram só os “ponteiros” que participaram da celebração. De acordo com a Policia Militar, cerca de duas mil pessoas, entre dezenas de turistas e cearenses de vários municípios do estado, brincaram e dançaram ao som do Maracatu e assistiram às intervenções teatrais.

    Foi o caso de Darlene Kopisnk, gestora do Pontão Vivenciando Culturas, do Paraná. Darlene estava entusiasmada: “Esse cortejo é um retrato do nosso país. Significa união, integração, protagonismo. Não há melhor forma de vivenciar a Teia, e tudo aquilo que ela significa para a Cultura do nosso país”, comenta a gestora que trabalha com jovens de periferia, usando a música como ferramenta de reintegração social.

    Participaram da celebração os Multiplicadores da Música e Boi Juventude, ambos são Ponto de Cultura de Fortaleza  (CE), e a inusitada Caravana Carbono Neutro de Belém (PA). O cortejo político-cultural encerrou-se com chuva, no Aterrinho da Praia Iracema, refrescando os brincantes – o que não diminuiu em nada a animação.

    Por Fernanda Quevedo (comunicação compartilhada)

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  • Relatos de encanto e superação:”Histórias de Ponto” para baixar

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    por: Zonda Bez, em Notícias no dia 29/03/2010

    Ederlan, Mestra Nicinha, Bastião, Beth de Oxum, Mestre Bebé, Iraci, Helena, Cleide, Benedito do Rojão, Filhos da Dita, Bothina, Mestre Manjado, Sodrezinho, Clair, Genésia, Ivone, Antoninho, Mestre Leonildo, Claúdio, Mestre Ivo, Jandira, Nilcemar, Dereck, Francisca e Potyra.

    25 histórias que chamam a atenção pela riqueza humana, superação de dificuldades e revela que arte e cultura são importantes instrumentos de educação, promoção de cidadania e geração de oportunidades.

    Estes relatos foram revelados durante a Teia Brasil 2010: tambores digitais, como resultado do Prêmio Histórias de Ponto, que selecionou histórias institucionais, juntamente com a biografia de um personagem da comunidade, com destaca pelo seu conhecimento, atuação e história de vida em torno dos Pontos de Cultura.

    “Como um mapa, cada um de seus personagens nos indica o caminho percorrido por eles, que fazem a diferença em suas comunidades”, acrescenta Juana Nunes, coordenadora de Mobilização e Articulação em Rede da Secretaria de Cidadania Cultural do MinC, no texto de abertura do catálogo.

    “Promover o encontro de todos nesta publicação é a maneira de estreitar os laços – visíveis ou não – que nos unem. Uma inspiração para todos que desejam promover a arte e a cultura no Brasil”, finaliza.

    Baixe a publicação Histórias de Ponto.

    Por Zonda Bez (SCC/MinC)

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  • Debates falam da liberdade na Internet e Banda Larga

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    por: anafacundes, em cobertura colaborativa, Notícias no dia 29/03/2010

    Paulo Fujimoto apresenta o Plano Nacional de Banda Larga

    Fujimoto apresenta o Plano Nacional de Banda Larga/Foto: Paulo Indio e Guilherme Marin (iVoz)

    Seguindo uma tendência mundial, alguns projetos tramitam no Congresso Nacional buscando mais controle na Internet, prevendo desde o registro de dados pessoais para uso da Internet até a instalação de câmeras de vigilância em lan houses.

    No Brasil, a pressão de movimentos sociais fez com que o Ministério da Justiça estudasse o assunto e formulasse uma proposta de marco regulatório. Esse processo contou com uma consulta pública no ano passado, que foi acompanhada pelo Observatório do Marco Civil para garantir a transparência do processo colaborativo.

    Agora, a proposta está sendo transformada em formato de projeto de lei e será divulgada nas próximas semanas.

    No Seminário Tambores Digitais, realizado na Teia 2010, o coordenador do projeto, Paulo Rená, apresentou seus três eixos principais – direitos de uso, reponsabilidades do intermediário e diretrizes para o Estado – com o objetivo principal de garantir direitos fundamentais. Ele já afirmara anteriormente: “a intenção do projeto é não começar a regular Internet pela porta da cadeia, o objetivo é ampliar a liberdade”.

    O novo marco regulatório incluirá o acesso universal à Internet como preceito constitucional, o que está diretamente relacionado ao Plano Nacional de Banda Larga, que foi apresentado em seguida por Paulo Fujimoto, assessor especial da Presidência da República.

    Para frustração da plateia, ele afirmou já no início que não tinha nenhuma novidade com relação à decisão final sobre o plano, além do que já estava sendo divulgado pela imprensa. Segundo Fujimoto, no dia 5 de abril, o presidente Lula vai bater o martelo com relação à proposta. Depois dessa definição, será aberto um canal de comunicação com a sociedade.

    O plano pretende levar Internet rápida e barata para todo o país, universalizando o acesso em um quadro que concentra hoje 80% das conexões nas regiões Sul e no Sudeste, enquanto apenas 5,8% estão no Nordeste.

    Essa disparidade se reflete, também, nos custos: enquanto uma conexão de 200 Kbits custa R$ 119 por mês em Manaus, esse valor garante uma conexão de 6 MBits em São Paulo. De qualquer maneira, esses preços em si são altíssimos e parte desse custo deve-se à carga de ICMS de 40%, que coloca a Internet no mesmo patamar de tributação do cigarro.

    O objetivo do plano é fazer com que o governo leve Internet aonde as empresas não querem ir e incremente a concorrência onde o mercado está presente, tratando de diminuir a concentração de operação nas mãos de poucas empresas. Segundo Fujimoto, “o desafio é massificação da banda larga com preço acessível e qualidade satisfatória”.

    Por Ana Facundes (comunicação colaborativa)

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