audiovisual

terça-feira, março 30th, 2010

GT discute importancia do Audiovisual

Após se reunirem pela manhã em comissões estaduais, os Pontos de Cultura dividiram-se em setores de atuação na tarde de ontem. Não foi uma missão fácil, já que os Grupos Temáticos eram 25 e a maioria dos Pontos de Cultura trabalham com a transversalidade, ou seja, perpassam seu trabalho por vários destes temas. Sendo eles: Ação Griô, Artes Cênicas, Audiovisual, Criança e Adolescente, Cultura de Paz, Cultura Digital, Economia Solidária, Escola Viva, Estudantes, Gênero, Grupo Amazônico, Hip Hop, Juventude, Legislação, LGBT, Literatura, Matriz Africana, Música, Patrimônio Imaterial, Culturas Tradicionais e Indígenas, Patrimônio Material, Pontões e articulação da rede, Rádios Comunitárias, Rede da Terra, Ribeirinhos e Sustentabilidade.

No GT de audiovisual ficou difícil categorizar o que pertencia a audiovisual e o que dizia respeito à comunicação, já que grande parte dos participantes transitavam pelos dois temas. Mesmo com os ânimos exaltados os participantes elegeram 10 prioridades (listadas abaixo). A principal delas diz respeito a criação de uma Ação Audiovisual Cultura Viva.

“É pra ter um tratamento específico dentro do Programa Cultura Viva, para ganharmos força como os griôs e outros ganharam”, explicou Davy Alexandrinsky, redator do decálogo que resultava de reuniões preliminares em Brasília. Ele também foi alvo de protestos: “Me retiraram da mesa, alegaram que eu estava manipulando, querendo conduzir o processo, mas se não conduzíssemos ficaríamos aqui até que horas?”. Era 23 horas quando o GT encerrou a reunião.

Um representante da Funarte aproveitou para divulgar os novos editais que estão previstos para o primeiro semestre e interessam à classe audiovisualista. Manoel Correia, conhecido como Bignel, representante do Ministério da Cultura, falou sobre o Laboratório Cultura Viva, um projeto que deve dar visibilidade às produções audiovisuais dos Pontos de Cultura. Paulo Roberto Tavares, do Ponto de Cultura TV OVO de Santa Maria (RS), que já trabalhou com o Ponto Brasil – programa que era produzido pelos Pontos de Cultura e exibido pela TV Brasil, disse que esse projeto trará mais independência justamente por não ser mais ligado à TV Brasil: “Com isso nós podemos exibir em qualquer lugar, TV local, comunitária, universitária, educativa e na TV Brasil, mas não só nela.”

Para Sílvio Da-Rin, Secretário do Audiovisual, “pela sua natureza, capilaridade e experiências culturais reunidas, o Cultura Viva revelou-se um grande laboratório no uso do audiovisual”. Segundo Jader Costa do Ponto de Cultura Fancine de Volta Redonda (RJ), que conduziu o GT, a capacidade de produção audiovisual dos Pontos de Cultura é inegável: “Quantos milhares de jovens espalhados pelo país estão sendo resgatados pelo audiovisual?”, disse.

Luísa Falcão do Ponto de Cultura Amanda, do Ceará, que trabalha com Cinema de Animação e fez a vinheta da Teia 2010: Tambores Digitais, que você pode ver aqui, endossa o discurso desse protagonismo juvenil: “É preciso que tenha essa política de incentivo, principalmente pra capacitar e fomentar, porque se você passa um ano formando o jovem e depois não o aproveita, não adianta”. Para ela, os valores de financimento do audiovisual no Brasil são um nó, principalmente no que diz respeito à animação. “Todo mundo pensa que animação é barato, é só desenhar uns bonequinhos e pronto, mas pra fazer um segundo de animação eu preciso de 24 desenhos. Imagina então fazer um longa? Um longa de animação custa no mínimo 2 milhões!”

Uma das propostas votadas no GT de audiovisual diz respeito ao mapeamento dos Pontos de Cultura Produtores de Audiovisual. Essa é uma das metas do Projeto Do Ponto ao Mundo, da jornalista e produtora Carine Araújo, presente à reunião. O projeto foi contemplado na Bolsa Funarte de Produção Crítica sobre Conteúdos Artísticos em Mídias Digitais. Ao final da sessão ela falou sobre o preenchimento do formulário (distribuído aos presentes) e sobre como esse trabalho serviria de base para as reivindicações do grupo.

“A idéia é mapear os Pontos produtores de audiovisual e não só quantificar, mas qualificar, saber o que eles estão produzindo, qual o gênero predominante, com que profissionalismo está sendo feito e onde está sendo divulgado”, declarou. O produto final da pesquisa será um catálogo que agrupará os principais pontos audiovisualistas. (Você pode saber mais sobre o projeto aqui.)

Foram escolhidos ao final da sessão 9 representantes regionais e sub-regionais para acompanhar as demandas do Grupo junto ao Fórum Nacional de Pontos de Cultura. A Comissão eleita foi:

Norte:
Titular:Shirlene Teixeira Lopes    Suplente:Francisco Marnilson Neris da Silva

Sul:
Titular: Maria Miguelina da Silva (Florianópolis – SC)   Suplente: Paulo Tavares(Rio Grande do Sul) e Bruno Fred Mancuso( PR)

 


Centro-Oeste:
Titular: Marcos Telles de Alcântara ( Goias)     Suplente:Eduardo Pena Teles( Brasília)


Nordeste – sub-região 1( Bahia, Sergipe e Alagoas):
Titular:Rosangela Rocha ( Sergipe)   Suplente:Rogério Matos (BA) e Tania Mendes (BA)


Nordeste –Sub-região 2(Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba):
Titular: Raimundo Melo(RN)      Suplente: Lula Gonzaga(PE)


Nordeste – Sub-região 3( Ceará , Piauí e Maranhão):
Titular: José Gerardo Damasceno     Suplente: Francisco da Chagas Silva


Sudeste – Sub região SP:
Titular: Elias Mngote    Suplente: Thais Scabio


Sudeste – Sub-região RJ/ES:
Titular:David Alexandrisky(Niterói- RJ)   Suplente:Jader Costa(Volta Redonda-RJ)


Sudeste – Sub-região MG:
Titular:Luciene de Oliveira
Suplente:Michael Brasil

As 10 propostas eleitas que compõem o Decálogo do Audiovisual foram:

  1. Entende-se por Ponto de Cultura Audiovisual todo Ponto comprometido com no mínimo 2 eixos: Produção, Formação, Pesquisa e Difusão/ Distribuição (exibição nas diversas plataformas), regulares, na área do audiovisual;
  2. Mapear os Pontos de Cultura de Audiovisual e convocá-los para um encontro Nacional do GT Audiovisual
  3. Solicitar junto ao Minc a participação efetiva do GT do Audiovisual do processo de elaboração, seleção e realização do Laboratório Cultura Viva do MINC, incentivando as produções regionais e que a avaliação seja feita com profissionais com experiência para avaliação técnica das produções
  4. Reunir e sistematizar o acervo audiovisual produzido nas quatro TEIAS Nacionais (SP; MG, DF,CE)em parceria com a Cultura Digital
  5. Organizar um “Kit Audiovisual Cultura Viva”, com um conjunto de DVDs produzidos pelos PCs Audiovisual, para distribuição aos Pontos e Pontões de Cultura e outros meios e mídias, em parceria com a Cultura Digital, negociando os custos de produção-distribuição junto ao Minc
  6. Será de responsabilidade do GT Audiovisual acompanhar e validar a cobertura e finalização do registro das TEIAS, com a estadualização das coberturas específicas dos respectivos projetos das delegações de cada Estado
  7. Solicitar ao Minc que os filmes produzidos com recurso público ou incentivado, com mais de 2 anos após lançamento sejam autorizados para exibição nos PCs
  8. Solicitar através do Ministério da Cultura, junto aos Ministérios competentes, autorização e legalização automáticas das Rádios e TVs Comunitárias criadas e mantidas pelos Pontos de Cultura.
  9. Garantir a participação na aprovação de projetos de pontos de cultura pelo fundo setorial cultural
  10. Supervisionar e orientar todas as exibições de material audiovisual, que tenham a chancela do Programa Cultura Viva, para garantir qualidade profissional da projeção

Vejam as fotos do GT:

Paulo Roberto explica o Laboratório Cultura Viva

Plenária vota as propostas

Davy Alexandrinsky e Luísa Falcão

Jader Costa: Milhares são resgatados pelo audiovisual

Carine Araújo e o projeto Do Ponto ao Mundo

Por Simão Augusto/Tabuleiro Produções

sexta-feira, março 26th, 2010

Graffiti em "alto mar" na Teia 2010

O Grupo de Grafiteiros do JAMAC chegaram dia 22 em Fortaleza para realizar intervenções na Mostra Artística da Teia. No caminho do aeroporto para o hotel o grafiteiro “O Meira” pensou que seria legal grafitar um barco, sobretudo, por estarmos numa cidade litorânea, ou seja, dialogar com as especificidades do espaço. Desde dia 22 o grupo composto pelo cinegrafista Jerônimo e os Grafiteiros “Dom David”  e “O Meira” realizaram pesquisa com os moradores da região para saber se havia um barco ou navio disponível para grafitar.

De tanto andar pela cidade o grupo conheceu o taxista Sérgio que apresentou o Joãozinho (João Freitas) membro do grupo Babilônia de Fortaleza que possibilitou realizarem a façanha, grafitar um navio encalhado no litoral de  Fortaleza.

Interessados  e na expectativa de  grafitar um navio o grupo perguntou ao Joãozinho se  conhecia o local onde o navio estava encalhado e se tinha  algum contato para levar o grupo no Navio.

Joãozinho morador da região e freqüentador do Navio a 16 anos providencio tudo e até arriscou alguns grafites. As 11hs do dia 26 o pescador Chico das Rosas  levou no seu barco Jerônimo, O Meira, Dom David, Joãozinho e Paulo Índio –iVoz rumo ao navio   encalhado. Segundo Joãozinho o navio se soltou do porto de Mucuripe  a 25 anos passados e foi em direção ao lado leste do porto, muitas foram as tentativas de resgatar e desencalhar o navio,  mas como não foi possível desmontaram o que conseguiram e a carcaça foi deixada no local. Com o tempo o navio se tornou local de mergulho e passeios para os que gostam de aventura.

Das 11hs 30min às 15hs 30min os Grafiteiros fizeram grafites no navio e o cinegrafista Jerônimo filmou a intervenção dos grafiteiros utilizando uma técnica própria de animação de grafite e o Paulo Índio gravou entrevista sobre a experiência de grafitar num navio.

Algumas falas são interessantes reproduzir antes da edição do vídeo, segundo O Meira “como o local do navio onde estamos grafitando é muito alto e estamos um pouco longe do litoral, o vento espalha muito a tinta antes de chegar ao metal, então estamos tendo dificuldades fazer alguns traços, mas a experiência de grafitar num outro ambiente que não é parede e com esta vista, é maravilhoso”, segundo Dom David  “ o local é perigoso devido o tempo que o navio esta encalhado e sem qualquer tipo de cuidado, o convés em alguns locais esta frágil e enferrujado o que se não tomamos cuidado, ao andar podemos romper as placas do convés e cair dentro do navio numa altura de aproximadamente 10 metros”.

O retorno foi emocionante principalmente porque os grafiteiros e cinegrafistas fizeram as suas intervenções num local que não estava na programação da Teia e demonstraram a importância de inovar e ser criativo.

Parabéns  a todos que encaram esta aventura e realizarão uma intervenção artísticas maravilhosa.

Vejam as fotos e acompanhem os vídeos.

Paulo Índio

sexta-feira, março 26th, 2010

A Teia na rede

teia_rede1

Com uma idéia na cabeça e uma rede na mão, Daiane se instalou em plena praça para colocar, literalmente, a Teia na rede.

Projetando fotos do primeiro dia da Teia 2010- Tambores Digitais em uma rede de dormir, ela criou uma metáfora bem humorada dessa mescla de novas tecnologias sociais e tradição cultural, tão própria dessa cultura viva.

Daiane é coordenadora do Ponto de Cultura Corredor da Cultura, em Arapiraca (AL), que desde 2006 oferece oficinas de circo, teatro e dança.

Ah, e ela também gosta de dormir em rede.

Por:  Ana Facundes

quinta-feira, março 18th, 2010

Luz, câmera, ação

Mostra Audivisual exibe produção dos Pontos de Cultura

Nos dias 26 e 27, os participantes da Teia 2010: tambores digitais terão a oportunidade de conferir a produção audiovisual dos Pontos de Cultura, que será exibida no Auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, sempre a partir das 17h.

Espetáculo El Quijote / Flávio Portela - divulgação

Espetáculo El Quijote / Flávio Portela - divulgação

Serão exibidos um total de 24 filmes, entre curtas, médias e longas. O público infantil ganhará uma sessão específica no dia 27, quando serão exibidos os filmes produzidos para essa faixa etária.

Mauro Lira, produtor executivo da Mostra, explica que o evento “representa um grande momento de construção, conhecimento e reconhecimento para os Pontos de Cultura, que promovem o cinema como forma de interação, realizando  o intercâmbio entre as várias linguagens construídas e reconstruídas dos saberes culturais de todos os estados brasileiros.”

Confiram abaixo as sinopses de alguns dos filmes que serão exibidos. A programação final será publicada em breve.

Por Tatiana Diniz

DO MANGUE À FÉ (SP)

Direção: Talita Apolinário Eduardo Rajabally.

Sinopse: Talita tem 21 anos e vive em uma das maiores e favelas sobre palafitas do país, o Dique da Vila Gilda, em Santos. Grávida de três meses, ela tem planos e também problemas comuns a garotas com a mesma origem.

CARRO DE BOI (PR)

Direção: Rudá K. Andrade

Sinopse: O documentário se passa na comunidade remanescente quilombola do Capivari-Serro (MG) e enaltece as qualidades poéticas, barrocas e dramáticas do carro de boi e seu canto, desvelando os segredos e transes desse transporte de origem romana.

NO ELEVADOR (PR)

Direção: Willian Coutinho Duarte, Marta Pego, Lucia Pego

Sinopse: Três amigas se divertem com uma história  embaraçosa acontecida em um elevador  de shopping.

TESTEMUNHA OCULTA (SP)

Direção: José de Oliveira

Sinopse: Carlito é a única testemunha do assassinato de seu chefe, Sr. Leandro, dono de um clube de jogatina. O que ninguém sabe é que o chefe e sua gangue estavam envolvidos no espancamento que resultou na morte do jovem Adolpho, um jovem viciado em alucinógenos.

CICLO PARAENSE DE CULTURA DIGITAL (PA)

Direção: Gustavo Guedes de Castro

Sinopse: O Ciclo Paraense Cultura Digital foi um evento  de formação direcionado a pontos de cultura de todo o estado, diferentes temáticas relacionadas a cultura de todo o estado, dentre elas a gestão de projetos.

W.C. CHAT-N  (MG)

Direção: Cibele Araujo

Sinopse: Curta digital, que narra um bate-papo escrito nas paredes de um banheiro publico. Um curta hilário e com um final surpreendente.

POESIA DE BARRO (DF)

Direção: Adriana Gomes

Sinopse: História que registra a cena cultural dos anos 80 em Taguatinga-(DF). No final da ditadura, artistas realizam grandes feiras de rua, encontros na bar do Careca, no Cineclube, e as peças de teatro da praça.

NAVIO NEGREIRO- TRAGÉDIA EM SÃO PAULO (SP)

Direção: Thiago Fernandes

Sinopse: O Documentário aborda o cotidiano de partes dos negros na cidade de São Paulo e os efeitos causados pela falta de abolição 120 anos depois de sua promulgação.

UNIDADE FEMININA- DEIDS EM AÇÃO (SE)

Direção: alunas da oficina de iniciação ao vídeo.

Sinopse: O universo feminino é retratado por internas da unidade feminina, sobre liberdade, música e vida.

ESCOLA DOM HELDER CAMÂRA (CE)

Direção: Ivan Batista

Sinopse: Um retrato da importância da escola pública na periferia abrir as portas nos finais de semana com atividades culturais, esportivas, aprendizagem, lazer e profissionalizantes para crianças.

CAIXA PRETA (RJ)

Direção: Ana Cláudia Okuti

Sinopse: jovem de uma comunidade no Rio de Janeiro que, por causa de dificuldades econômicas, resolve arrumar em emprego. Mas uma caixa preta modifica o rumo das coisas, transformando a esperança em triste realidade.

VITALINO E NÓS DO BARRO (ES)

Direção: Alunos da Rede Municipal de Vitória

Sinopse: Um boneco de barro ganha vida e sai de Pernambuco para participar de uma baile funk em Vitória.O filme é uma homenagem ao centenário de nascimento do Mestre Vitalino.

CONTADORES DE ESTÓRIAS (PB)

Direção: Durval Leal Filho

Sinopse: Contadores de Estórias é um patrimônio imaterial: suas narrativas traçam memória da Fundação da cidade de Bananeiras no Brejo da Paraíba.

A ÚLTIMA LÁGRIMA (BA)

Direção: Taninha Mendes

Sinopse: Ficção que aborda dramas sociais,principalmente as insatisfações  de uma garota de programa. O enfoque é o bairro de Canabrava, local que no passado foi constrangido por ter um lixão de Canabrava.

Mostra Infantil

A VELHA QUE FURA BOLAS

Direção: Chistian Saghaard- Catu Filmes

Sinopse: Desde menina, ela gostava de furar bolas, mas um dia as crianças  decidiram dar o troco…

A ESCOLA MAL ASSOMBRADA

Direção: Chistian Saghaard- Catu Filmes

Sinopse: Duas amigas procuram por uma escola que dizem ser mal assombrada. Dentro delas há zumbis, bruxas e vampiros. Um filme de terror ou de terrir?

PERDIDA NO ZOOLÓGICO

Direção: Chistian Saghaard – Catu Filmes

Sinopse: Uma garota se perde de sua turma e caminha entre os animais  do zoológico, interagindo com eles enquanto procura seus amigos.

VASSOURAS – O INTERIOR A CAPITAL DA CULTURA (RJ)

Direção: Alunos do curso de vídeo do Pontão de Cultura Digital do Circo Voador

Sinopse: Um momento de encontro e reconhecimento coletivo, de troca de afetos dentro da dimensão humana, formulando e debatendo as políticas publicas de cultura.

MINHA HISTÓRIA MINHA VIDA (RN)

Direção: Paula Viviane

Sinopse: A trajetória de vida de uma garota que, aos 10 anos de idade ficou cega e tem que conviver com as limitações que tal situação acarreta. O documentário é narrado em forma de depoimento.

DESAFIO E LIBERADE (RN)

Direção: Lúcia Costa

Sinopse: Como a pessoa de baixa visão ou não vidente relaciona-se com o trabalho? Esta e outras questões são  discutidas nesse documentário  a partir de uma experiência pessoal.

SAPUCAIA (SP)

Direção: Silvia Bigareli e Victor Menezesúcia Costa

Sinopse: As urnas funerárias indígenas, inspiradas na cumbuca (fruto) da sapucaia (árvore), são utilizadas como elos metafóricos da transformação dos objetos e dos ciclos culturais.

HISTÓRIAS DO CENTRO DE ITAJÁ (SC)

Direção: Evalise Moraes/Daniel Dotto/ Yara da Costa/ Daniel Weber

Sinopse: Documentário feito por crianças e adolescentes que retrata  o cenário vivido no município nos seus primeiros anos de crescimento comparando a antiga aparência da cidade com a atual.

EL QUIJOTE (SP)

Direção: Daniel Brazil

Sinopse: Em outubro de 2009, idiomas, cores e culturas de 10 países se juntaram para representar as histórias do cavaleiro da triste figura, Dom Quixote, e para lançar a Rede Latinoamericana de teatro em Comunidade.