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Os grandes números para a realização da TEIA de Natal/RN

A TEIA Nacional da Diversidade 2014 apresenta números robustos para comportar toda grandiosidade desse Encontro, assim como do Programa Cultura Viva. A começar pela presença de 2.500 Pontos de Cultura e dos sete mil participantes.

Foram inúmeros os preparativos do Ministério da Cultura (MinC) e do Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, além dos parceiros, especialmente a Universidade Federal (UFRN) e o Instituto de Tecnologia e Artes (IFRN), ambos do Rio Grande do Norte, para a construção dessa TEIA da Diversidade.

Todos os 27 Estados brasileiros realizaram, com antecedência, seus Encontros Regionais dos Pontos de Cultura, para eleição dos delegados e das pautas para participação na TEIA de Natal. Impactando os protagonistas da cultura de todo país, num processo intenso e mobilizatório para a construção desse Encontro Nacional.

O Ministério da Cultura possui 72 pessoas trabalhando diretamente na TEIA, a produção contou com 180 pessoas e bolsistas; em uma estrutura de 7 mil m² montada nos 25 mil m² do campus da UFRN. Conta ainda com áreas próprias ou compartilhadas no IFRN e no Bairro da Ribeira, Cidade Alta da cidade.

Na Internet foram cadastradas mais de mil inscrições online e milhares de postagens, fotos, vídeos, documentos e matérias.

São 3.000 participantes dos Fóruns (Pontos de Cultura, Indígena, Assessibilidade, Afrodescendentes, Memória, Gestores), dos quais 715 delegados eleitos para o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura e mais de 200 palestrantes na área da elaboração da TEIA da Diversidade.

foto de Henrique Crasto
foto de Henrique Crasto

E para a Mostra Artística as apresentações contaram com 700 artistas, de grande variedade de matizes étnicos e culturais de todo o país. Com shows nos espaços da TEIA 2014: UFRN, IFRN, Bairro da Ribeira e Largo Don Bosco, sempre repletos de um platéia entusiasmada e participante.

Isso é a TEIA, um amálgama da nossa identidade em um único lugar para discussão, elaboração, diversão e entretenimento. Mais uma vez a TEIA apresenta suas fichas, em 2014 são 300 atividades em 6 dias da diversidade pulsando na cidade Potiguar.

Uma TEIA de grandes números e muitas histórias, que vão sendo compartilhadas e construídas em conjunto por todos os seus protagonistas.

pavilhão TEIA na UFRN

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Um Ponto na Rede! Gestores da Cultura Viva na TEIA

Pedro Vasconcellos

Pedro Vasconcellos, Diretor da SCDC/MinC, conta sobre os novos editais que o Ministério da Cultura está lançando para o Programa Cultura Viva, voltado para os segmentos da Juventude Rural, Cultura Hip-Hop, Ciganos e Indígenas. Pedro também faz um breve e esclarecedor resumo do andamento da TEIA da Diversidade.

“Estamos realizando muitos debates para construir um entendimento comum da relação com a sociedade civil na gestão compartilhada do Programa Cultura Viva”. Pedro destaca o Fórum dos Gestores, o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura e a Lei Cultura Viva.

Quer saber mais? Escute!

 

 

TT Catalão

TT Catalão, poeta, fotógrafo, escritor, ex-Diretor da SCDC/MinC e organizador da Roda de Conversa e Exposição “RupturaCONtradição” da TEIA da Diversidade. TT nos conta como as questões estéticas do Programa Cultura Viva são importantes para todo o processo.

“RupturaCONtradição” trabalha a narrativa estética e simbólica dos Pontos de Cultura, que é uma questão esquecida frente às questões da gestão, política pública, sistema, plano, ficando uma pauta muito técnica”.

Concorda? Veja como TT aborda as questões estéticas do Cultura Viva.

 

 

Natália Cunha

Natália Cunha, coordenadora da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, fala da alegria em estar participando da TEIA 2014 e de como o encontro é importante para os Pontos de Cultura paulistas.

É um momento de confraternização e troca de experiências, onde a Rede São Paulo, a maior do país, pode mostrar toda sua arte e levar de volta mais energia para as novas redes que virão.

O Estado de São Paulo conta com 700 Pontos de Cultura.

 

 

Américo Córdula

Américo Córdola, Secretário de Políticas Culturais do MinC, fala do desafio de somar e integrar todas as políticas da cultura do país com o Programa Cultura Viva na TEIA da Diversidade.

Que essa chamada de todas as políticas e diversidade cultural possa dar prosseguimento e ser compartilhada por todas as políticas do Ministério da Cultura nas próximas TEIAs.

Américo esteve presente em todas as TEIAs. Escute e reflita!

 

 

Marcelo Manzatti

Marcelo Manzatti é antropólogo e coordenador do Fórum de Culturas Populares e Tradicionais. Ele relata sua participação na TEIA em várias frentes de trabalho, já que a Rede de Culturas Populares conta com muitos representantes na TEIA.

Estamos tentando passar a nossa experiência e captar para a Rede tudo que rola na diversidade da TEIA, com objetivo da construção de políticas públicas. Que é uma atividade que estamos desenvolvendo desde 2002.

Diversidade também é com a Rede de Cultura Populares e Tradicionais. Escute!

 

 

Conheça a Carta de Natal, produzida pelo IV Fórum Nacional dos Pontos de Cultura na TEIA da Diversidade

Desde a sua primeira edição em 2007, o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (FNPdC) vem se articulando em uma grande rede da sociedade civil. Rede essa, que tem garantido um diálogo franco e estruturado dos Pontos de Cultura, entre si, com a sociedade e com os poderes públicos.

Em sua 4° edição, na TEIA Nacional da Diversidade 2014, esse processo de debates e deliberações foi precedido e amplificado por fóruns regionais, realizados nos 27 estados da nação, que emprestaram para a pauta deste FNPdC uma legitimidade ainda maior. Além, da eleição dos 715 delegados para o encontro nacional.

Fórum Nacional dos Pontos de Cultura

Durante a TEIA de Natal, os Pontos de Cultura trabalharam bastante para estruturar suas demandas, por meio da realização de 29 Grupos de Trabalhos (GTs) Temáticos, cujo resultados foram encaminhados para a Plenárias Gerais. Os GTs que fizeram parte deste IV Fórum Nacional dos Pontos de Cultura foram:

  • Ação Griô
  • Audiovisual
  • Capoeira
  • Circo
  • Criança e Adolescentes
  • Cultura Digital
  • Cultura e Paz
  • Dança
  • Economia Solidária
  • Escola Viva
  • Estudantes
  • Gênero
  • Grupo Amazônico
  • Hip-hop
  • Juventude
  • LGBT
  • Livro, Leitura e Literatura
  • Matriz Africana
  • Música
  • Patrimônio Imaterial e Culturas Tradicionais
  • Patrimônio Material
  • Pontões e Articulação da Rede
  • Povos Indígenas
  • Rádios Comunitárias
  • Rede da Terra
  • Ribeirinhos
  • Sustentabilidade
  • Teatro

Aprovado por aclamação, o documento resultante do FNPdC foi lido na abertura oficial da TEIA da Diversidade, pela Ponteira Potiguar Cíntia Mathos, na presença da Ministra da Cultura Marta Suplicy e da Secretária da SCDC/MinC Márcia Rollemberg, além de diversas autoridades locais e nacionais presentes.

Rompendo paradigmas com a gestão compartilhada da sociedade civil e poder público, o Programa Cultura Viva se fortalece com o crescimento organizacional de seus protagonistas. A Carta de Natal vem corroborar esse momento.

Leia ao final na íntegra a Carta do Fórum Nacional dos Pontos de Cultura.
Se quiser escutar, clique abaixo:

 

Carta de Natal

Natal, 22 de Maio de 2014.

O IV Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (IV FNPC) realizado de 19 a 20 de Maio de 2014, como parte da programação da TEIA da Diversidade 2014, foi um marco no processo de mobilização, articulação e, sobretudo, de afirmação cultural e política dos Pontos de Cultura de todo o País.

O I Fórum Nacional dos Pontos de Cultura foi realizado durante a segunda edição da TEIA, em 2007,na cidade de Belo Horizonte. No ano seguinte realizamos o II Fórum em Brasília e em 31 de março de 2010 o III Fórum, em Fortaleza. Portanto, somente depois de mais de quatro anos é que finalmente conseguimos realizar este tão aguardado e necessário reencontro.

Nesse período, o Movimento Nacional dos Pontos de Cultura e a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC) não ficaram parados. Apesar da abrupta interrupção do Programa Cultura Viva e da alarmante incompreensão por parte do governo Dilma acerca da importância social, cultural, política e econômica dos Pontos de Cultura, em sentido oposto à ideia original do Programa que preconiza que não somos nós que precisamos do Estado, mas sim o Estado que precisa de todos e todas nós, não ficamos parados.

Realizamos a Marcha Nacional dos Pontos de Cultura em 2011, ocupando a Esplanada dos Ministérios, o Ministério da Cultura e o Congresso Nacional com ponteiras e ponteiros de 16 estados brasileiros e do Distrito Federal; participamos ativamente da Cúpulas dos Povos em 2012; integramos o 1º Congresso Latino americamo Cultura Viva Comunitária em 2013; culminando em novembro de 2013 com a participação maciça de ponteiros e ponteiras de todo Brasil e com a aprovação por aclamação de 04 entre as 20 prioridades da III Conferência Nacional de Cultura, dentre elas a Lei Cultura Viva. Hoje integramos conselhos municipais, estaduais e regionais de cultura e formamos o maior colegiado de cultura que já existiu.

E para chegarmos até aqui, ao longo de 2013 e dos primeiros meses de 2014, foram realizados 27 fóruns estaduais, mobilizando cerca de 2000 participantes nestas etapas preparatórias, elegendo 715 delegados nos Fóruns Estaduais de Pontos de Cultura para o presente Fórum Nacional evidenciando a vivacidade dessa Rede que experimenta a confluência entre memória e invenção por meio da renovação trazida pelos novos Pontos e dos diálogos com aqueles que vivenciam essa jornada desde seu início.

Foram, enfim, inúmeras mobilizações, reuniões, encontros, audiências, diálogos e celebrações que somadas à nossa atuação cotidiana em nossos Pontos e comunidades são provas permanentes de que o processo de encantamento e engajamento fundamentado na autonomia, no protagonismo e no empoderamento – desencadeado há 10 anos atrás depois de séculos de opressão, violência e descaso – não tem retorno: avançar é o nosso inevitável e inadiável destino.

Os Pontos de Cultura representam a pluralidade, a riqueza e a diversidade do nosso povo e de nossa nação. Formamos um corpo robusto e íntegro, composto pelas diversas caras, cores, sotaques, saberes e fazeres que expressam a beleza de nossa gente. Por isso mesmo, possivelmente somos os atores sociais que melhor conhecem as dificuldades e as potencialidades de nosso povo e do nosso País. Somente esse simples fato, em um contexto democrático, deveria ser suficiente para que o Estado tomasse medidas imediatas e efetivas não somente para derrubar os obstáculos que nos limitam, como também para ampliar os espaços e canais de diálogos e de participação dos Pontos de Cultura no planejamento, na implementação e na avaliação de políticas públicas das demais diversas áreas.

Portanto, reafirmamos a necessidade tanto de continuidade, ampliação e avanço do Programa Cultura Viva, ressaltando e fortalecendo seus valores e princípios fundamentais, quanto da instituição definitiva de novas formas de relação entre Estado e sociedade libertos do paradigma paternalista e da visão impositiva que caracteriza boa parte das políticas públicas. Para tanto, é primordial uma concepção de Estado que, ao invés de impor, dispõe as condições e os meios para o pleno exercício da cidadania cultural, promovendo autonomia, protagonismo e empoderamento social.

Indo além, é necessário que o poder público, em todas suas instâncias, não só busque a garantia dos direitos culturais, como se empenhe em ampliar a interlocução com os agentes que constroem e mantêm viva a cultura dessa nação.

Neste IV Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, instância legítima de organização e formulação dos Pontos de Cultura, foram eleitas e eleitos as/os representantes responsáveis pela nova gestão da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, composta por 34 Grupos de Trabalho e 27 representações de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.

Por fim, o IV FNPC, expressão máxima da integração dos saberes e fazeres dos Pontos de Cultura, reafirma suas convicções e faz públicas suas proposta prioritárias ao Ministério da Cultura e de modo mais amplo, ao Estado brasileiro.

• Reconhecer por meio de portaria governamental da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura como instância formal e legítima de representação dos Pontos de Cultura brasileiros, bem como, a garantia de realização, com aporte do Ministério da Cultura, de no mínimo, 03 encontros presenciais nacionais, de funcionamento de uma plataforma virtual permanente de discussão e de recursos para mobilização e articulação dos planos de trabalho dos GTs temáticos;

• Assegurar a permanência dos Pontos de Cultura como política de Estado, com dotação orçamentária prevista em dispositivo legal, mecanismos públicos de controle e gestão compartilhada com a sociedade civil, tendo como ponto fundamental para a consecução desse item a aprovação da Lei Cultura Viva e a destinação de percentuais das Leis Rouanet e do Audiovisual para o Fundo Nacional de Cultura vinculando esse recurso ao Programa Cultura Viva;

• Garantir a existência de Pontos de Cultura em todos os municípios do Brasil, bem como a consecução da meta de constituição de no mínimo 15000 pontos de cultura até 2020;

• Revisar a legislação que rege a relação entre pontos de cultura e Ministério da Cultura, desenvolvendo mecanismos administrativos e jurídicos de repasse financeiro, de acompanhamento e de prestação de contas mais simples, sem, no entanto, deixar de ser rigorosos, transparentes, funcionais e ágeis, conforme orientações da portaria 118 de 30 de dezembro de 2013;

• Reconhecer e fomentar política e financeiramente experiências que se desenvolvem tendo como foco os saberes e fazeres dos mestres e griôs de tradição oral e da cultura popular, com a criação de mecanismos permanentes de apoio e incentivo às redes de transmissão oral e seus vínculos com sistema educacional, bem como suas práticas nos diversos grupos étnicos culturais, que formam o povo brasileiro;

• Reconhecer e fomentar política e financeiramente ações permanentes e estruturantes de promoção da equidade de gênero; de afirmação das diversas identidades de gênero e orientação sexual; de valorização e afirmação de todos os recortes geracionais, étnico raciais e de crença religiosa; de afirmação e de criação de mecanismos que garantam acessibilidade a todas e todos à fruição e à produção de bens culturais; sempre se orientado por uma perspectiva política e econômica de ultrapassagem ou minimização das desigualdades classe;

• Viabilizar junto ao BNDES um programa de fomento para desapropriação de imóveis que não cumpram a função social da propriedade conforme previsto no Estatuto da Cidade, que também permita a construção, manutenção, adequação e reforma, para garantir o acesso às pessoas com deficiência, incapacidade temporária e/ou mobilidade reduzida, e necessidades visuais, sonoras e verbais em conformidade com a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (ONU, 2008) , além gerar portaria que indique a concessão de uso de imóveis ociosos públicos para pontos de cultura, pontos de memória, pontos de leitura, reconhecidos pelo Programa Cultura Viva e que não possuem sede própria pública de projeto de arquitetura e urbanismo.

Cordialmente,
Fórum Nacional dos Pontos de Cultura

4 novos editais do Cultura Viva são lançados na TEIA da Diversidade

Para incentivo e fomento do Programa Cultura Viva, que beneficiou cerca de 4 mil Pontos de Cultura de todo país, o MinC lança quatro novos Editais voltados para os segmentos Hip-hop, Ciganos, Indígenas e Juventude Rural. Todos os editais contemplam os públicos presentes na TEIA Nacional da Diversidade 2014, que foi o local onde o Ministério da Cultura anunciou as novas iniciativas.

Com foco na sociedade civil, dentro de nova modalidade de conveniamento decorrente do processo de evolução do Programa Cultura Viva, os quatro Editais contemplam também novas maneira de se relacionar com essas comunidade populares. Outro destaque é a transversalidade dentro das instituições que compõe o MinC e o Governo Federal, que geraram iniciativas cooperadas para viabilização e ampliação dos recursos destinados.

A seguir, um resumo das iniciativas divulgadas em primeira mão na Teia da Diversidade em Natal (RN):

Hip hop

HIP-HOP
A Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SCDC/MinC) e a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC) lançam a segunda edição do edital Cultura Hip-Hop. Está previsto um investimento de R$ 3 milhões para fomento de artistas, grupos e comunidades praticantes do gênero no Brasil.

O edital vai contemplar também ações socioculturais e socioeducativas que instrumentalizem os elementos da Cultura Hip-Hop, a produção e distribuição de bens da Cultura Hip Hop, publicações gráficas e eletrônicas (internet) e produção de estratégias para a difusão do Hip-Hop.

ciganos

CIGANOS
As secretarias da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura do Ministério da Cultura (SCDC / MinC) e de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR / PR) vão lançar a 3ª edição do Prêmio Culturas Ciganas.
O edital destinará R$ 857 mil em prêmios voltados ao fortalecimento e a promoção de ações de valorização das expressões dos Povos Ciganos do Brasil. Serão contempladas 60 iniciativas culturais nas categorias: Expressões Artísticas; Transmissão do Conhecimento e Registro; Práticas Tradicionais; e Contribuição para o Fortalecimento da Cultura dos Povos Ciganos. A SCDC / MinC participará com R$ 657mil para o prêmio e a SEPPIR / PR com R$ 200 mil.

juventude rural

JUVENTUDE RURAL
Secretaria Nacional da Juventude da Presidência da República (SNJ/PR) com a Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SCDC/MinC) lançam edital destinado à instituições públicas sem fins lucrativos, na categoria de Pontões de Cultura que desenvolvam atividades com jovens camponeses na faixa etária de 15 a 19 anos, pertencentes aos quadros da Reforma Agrária, da Agricultura Familiar, do Extrativismo Rural e dos Povos e Comunidades Tradicionais.

Cinco projetos que apresentem propostas de desenvolvimento, fortalecimento e articulação de atividades culturais para estes jovens serão selecionados, nas categorias Comunicação, Produção, Intercâmbios Culturais e Educação.

indígenas

INDÍGENAS
A SCDC/MinC dispõe de um orçamento de R$ 2 milhões para apoiar o edital e deve distribuir prêmios com valores que variam de R$ 20 a R$ 40 mil. Um edital de prêmio, voltado diretamente às comunidades e não mais para as OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público), atendendo antiga reivindicação do segmento.

Saiba mais ouvindo o Diretor da SCDC/MinC Pedro Vasconcellos, que também nos apresenta um breve resumo da TEIA da Diversidade, vitoriosa nos seus objetivos e na sua realização.

Pedro Vasconcellos

Mais informações sobre os prazos e condições para participação nos editais e prêmios serão divulgadas em breve. Na 4ª edição da Revista do MinC, saiba mais sobre as chamadas públicas e a TEIA da Diversidade.

Saiba mais
Sobre o Programa Cultura Viva

As ações de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (MinC) são implementadas por meio do Programa Cultura Viva. Seu objetivo é fortalecer o protagonismo cultural da sociedade brasileira, valorizando as iniciativas culturais de grupos e comunidades excluídos e ampliando o acesso aos bens culturais, principalmente por meio do apoio a projetos de grupos, coletivos e entidade culturais denominados Pontos e Pontões de Cultura. O programa Cultura Viva é gerido pela Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SCDC/Minc).

O Programa Cultura Viva tem como ação prioritária o Ponto de Cultura. É o reconhecimento do Estado às manifestações culturais da sociedade brasileira já organizadas nas comunidades urbanas e rurais do país. Os Pontos funcionam como locais de recepção, articulação e disseminação de iniciativas culturais, e não possuem um modelo único de atividades. O que os une é a transversalidade da cultura (que abrange várias temáticas), a gestão compartilhada entre o poder público e a sociedade civil e a atuação em uma rede solidária de bens e serviços.

Foto: Nando Magalhães

CineTEIA: a diversidade no audiovisual

A TEIA da Diversidade abre espaço para que os integrantes da Rede Cultura Viva apresentem sua produções audiovisuais no encontro nacional dos Pontos de Cultura e das redes da diversidade que compõem o Programa Cultura Viva. De 21 a 24 de maio, acontece na Universidade Federal Rio Grande do Norte (UFRN) uma mostra de vídeos produzidos pelos Pontos de Cultura.

O projeto CineTEIA acontece no espaço montado em frente ao refeitório da TEIA da Diversidade na UFRN. É uma iniciativa da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV/MinC).  O objetivo da ação é promover a produção audiovisual independente dos Pontos, Pontões e Agentes Cultura Viva nacionais.

Davy Alexandrisky, do GT Audiovisual da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, explica que se que se algum Ponto de Cultura solicitar, novos filmes podem ser inseridos no CineTEIA em um dos horários com possibilidades de inserção.

Segundo a SAV, foram aceitos qualquer tipo de produção audiovisual. Todas as produções serão apresentadas no encontro. Os melhores filmes estão sendo selecionados pela curadoria para serem exibidos posteriormente nas emissoras de TVs públicas parceiras da TEIA.

Nas palavras de  Leonardo Barbosa Rossato da Coordenação-Geral de Inovação, Convergência e Plataformas Audiovisuais: “O audiovisual, através da cultura digital, sempre foi vetor estruturante da ação Pontos de Cultura e o MinC, com o CineTEIA, pretende dar vazão à exibição destes conteúdos, que serão exibidos no CineTEIA e nas televisões do campo público e rede de cineclubes, fortalecendo a exibição comunitária e a regionalização da produção audiovisual.”
Clique aqui e baixe a Programação CineTEIA.

O CineTEIA se desdobrará contribuindo para a curadoria de cineclubes e Pontos de Cultura e tornando seu acervo compartilhado; inicialmente, na rede do Rio Grande do Norte e, posteriormente, em todo o Brasil.

Traga sua pipoca e boa diversão!

Para mais informações, entre em contato com a SAV:
Leonardo.barbosa@cultura.gov.br / (61)2024-2874

Escute o Davy apresentando a o CineTEIA com dicas aos Ponteiros e Ponteiras.

foto Vídeo nas Aldeias
Foto: Ponto de Cultura Vídeo nas Aldeias

IV Seminário de Arte e Cultura da UFRN integra programação da TEIA da Diversidade

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realiza sua quarta edição do “Seminário de Arte e Cultura – Tessituras culturais, políticas e formação acadêmica”.

Foto da Cobertura Colaborativa da TEIA 2007/MG de Élcio Paraíso
Foto da Cobertura Colaborativa da TEIA 2007/MG de Élcio Paraíso

De 22 a 23 de Maio, nas dependências da UFRN, a novidade de 2014 é a participação de Pontos de Cultura no evento, que acontece durante a TEIA da Diversidade, em especial do Ponto de Cultura Conexão Felipe Camarão (RN).

Veja a programação abaixo e participe!

FOLDER IV SEMINÁRIO DE ARTE E CULTURA DA UFRN. Miolo-1

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Um Ponto na Rede! A TEIA da Diversidade produzindo seus primeiros resultados

Anapuaka Tupinambá

Anapuaka Tupinamba relata os principais pontos de deliberação do Fórum de Culturas Indígenas, realizada na TEIA da Diversidade entre os dias 20 e 21 de maio.

As 24 propostas aprovadas foram sintetizadas em 4 grandes eixos:  Universidade Indígena, desburocratização dos editais indígenas, troca das dívidas dos Pontos de Cultura Indígenas por trabalhos, abrir espaços públicos e do MEC para os índios.

Escute e comente!

 

 

Bell Galvão Unidos da Vila Maria/SP

Bell Galvão é representante do Ponto de Cultura da Escola de Samba unidos da Vila Maria, zona norte da capital São Paulo,  conta da importância de participar da TEIA da Diversidade para o samba paulista.

A Vila Maria é Ponteira desde 2005 e a participação do carnaval de São Paulo na TEIA Nacional é um marco para a cultura paulista.

Dentre os 700 Pontos de Cultura do Estado de São Paulo, existem 65 delegados eleitos nesse importante momento de retomada do Programa Cultura Viva.

Venha pular o carnaval da TEIA com a gente!

 

 

Lula Gonzaga

Lula Gonzaga, do Ponto de Cultura Cinema de Animação de Olinda (PE), faz uma análise de como foi o Fórum dos Pontos de Cultura na TEIA da Diversidade.

Entende os avanços e reconhece os erros de condução no final. E conclama todos os Pontos de Cultura a se unirem para uma melhor gestão do Programa Cultura Viva.

O Cultura Viva nasce do governo, mas é um muito mais do que um Programa de Governo. Ele é nosso e temos que assumir o Cultura Viva.

 

 

Mãe Carmen de Oxalá

Mãe Carmen de Oxalá é babolorixá e liderança do Ponto de Cultura Ilé Axé Cultural de Gauíba/RS, o primeiro Ponto de Cultura de matriz africana do Rio Grande do Sul.

Mãe Carmen está muito animada com o intercâmbio cultural com os demais Ponteiros e preparando grande mobilização para o Cortejo da TEIA 2014.

Vamos botar as baianas nas ruas da cidade!

 

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Um Ponto na Rede! Ponteiras e Ponteiros falam da sua participação na TEIA

Puyr do povo Tembé do Pará relata a importância da participação na TEIA da Diversidade no processo de luta que eles vem travando por demarcação de terras e respeito aos direitos indígenas.

Puyr do povo Tembé do Pará e do Ponto de Cultura Indígena relata a importância da participação na TEIA da Diversidade no processo de luta que eles vem travando por demarcação de terras e respeito aos direitos indígenas.

“Espero que essa TEIA venha fortalecer os Pontos de Cultura, em especial a rede dos Pontos de Cultura Indígena”.

Escute e comente!

 

 

Davy Alexandrisky

Davy Alexandrisky do GT Audiovisual da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, que realiza juntamente com a Secretaria do Audiovisual (SAV) o CINE TEIA, com mais de 40 filmes dos Pontos de Cultura.

“No final da exibição tem debate sobre o filme exibido”.

Assista!

 

 

Pedro Jatobá

Pedro Jatobá, do iTeia e da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, convoca todos os Pontos de Cultura para participarem da cobertura colaborativa da TEIA Nacional da Diversidade 2014.

“Em rede boa todo mundo se balança”.

Participe!

 

 

Leandro Anton

Leandro Anton (Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo de Porto Alegre/RS) e representante da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura convida todos os Pontos de Cultura para participar da TEIA Nacional da Diversidade 2014.

A TEIA não é um evento, é um encontro da cidadania e da diversidade cultural que comemora 10 anos do Programa Cultura Viva nesta TEIA.

Venha celebrar nosso 10° aniversário com a gente!

 

A diversidade pensando o Programa e a Cultura Viva do Brasil na TEIA

A TEIA da Diversidade, além das atividades lúdicas e artísticas, abriga também fóruns, seminários e reuniões de gestores. Espaços para elaboração de conceitos, políticas públicas, articulação em redes, perspectivas de evolução e desenvolvimento.

Nunca a diversidade brasileira esteve tão presente em um mesmo lugar, seja nas apresentações artísticas da Mostra, seja nos ambientes das áreas do conhecimento. Ao todo, são mais de 200 nomes de diferentes setores da sociedade, como: governos, universidades, associações e entidades culturais, artistas e produtores, participando como protagonistas das elaborações conceituais da TEIA 2014.

Destaca-se a participação dos próprios Pontos de Cultura nos vários momentos de reflexão, que acontecem durante a programação do encontro nacional. Nessa TEIA, os Ponteiros escutam, opinam, formulam e replicam experiências dos 10 anos de construção do Programa Cultura Viva. Conjuntamente com as mais de 20 Redes articuladas, de grande amplitude temática, presentes no evento: Museus, Memória, Indígenas, Quilombolas, LGBT, Economia Solidária, Culturas Populares e Tradicionais, Hip-Hop, Afrodescendentes e Acessibilidade, entre outras.

A diversidade pulsa a partir do conhecimento gerado pelos Pontos de Cultura e do intercâmbio com as demais redes e instituições.

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TEIA 2007. Foto: Funarte

São cinco Fóruns, a Conferência Livre de Cultura e Educação Popular e o Seminário Nacional de Acessibilidade em Ambientes Culturais.

Entre 19 e 23 de maio, serão realizados o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, Fórum de Culturas Afro-Brasileiras, Fórum da Cidadania e da Diversidade, Fórum Nacional de Gestoras e Gestores do Programa Cultura Viva..

No dia 21 de maio acontece o 1° Fórum de Gestores e Comunidades dos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs).

O Encontro Nacional de Pontos de Cultura Indígena aconteceu nos dias 19 e 20.
No dia 22, a reunião da Rede Saúde e Cultura e a audiência da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.

O Colegiado de Culturas Populares reúne-se na sexta-feira (23). No mesmo dia, também haverá o encontro do Comitê Técnico de Cultura LGBT para a discussão de políticas públicas voltadas ao segmento. Para a manhã de sábado (24), está marcada a solenidade de Comemoração do Dia Nacional dos Povos Ciganos.

A cultura brasileira não vai ser a mesma depois da TEIA Nacional da Diversidade 2014, pelo encontro de vários e diversos pensamentos na perspectiva da construção de suas unidades e do coletivo no Programa Cultura Viva.

seminários
TEIA 2008. Foto: cobertura colaborativa

Abaixo, confira alguns dos nomes presentes nas atividades de elaboração e construção de pensamentos e conceitos (nomes repetidos em mais de uma atividade foram relacionados somente com uma ocorrência):

SEMINÁRIOS

  • Américo Córdula – Secretário de Politicas Culturais – Ministério da Cultura
  • Anderson Leão – Gira Dança e Ponto de Cultura Giratório
  • Antônio José Ferreira – Secretário Nacional de Promoção dos Direitos Direitos da Pessoa com Deficiência
  • Arnaldo Godoy – Diretor de Teatro – MG
  • Carla Mauch – Coord. do IV SENAAC e Mais Diferenças
  • Catarina Shin – UFRN
  • Cláudia Werneck – Escola de Gente – RJ
  • Dilma Negreiros – Coordenadora do Ponto de Cultura CIEMH2 Núcleo Cultural
  • Elisa Machado – Coordenadora do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas da Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura
  • Elke Hiedel – UFRN
  • Felipe Monteiro – Performer – UFBA
  • Jefferson Fernandes – UFRN
  • Jeniffer Cuty – UFRGS
  • Klístenes Braga – UECE
  • Leonardo Castilho – Educador e DJ – Museu de Arte Moderna – SP
  • Márcia Rollemberg – SCDC/MinC
  • Nara Salles – UFRN
  • Osvaldo Emery – Ministério da Cultura
  • Patricia Dorneles – UFRJ
  • Pedro Berti – Mais Diferenças e Whatscine
  • Professor Fernando Cruz – Dep. de Políticas Públicas da UFRN
  • Raimundo Nonato – Conselho Nacional de Pessoas com Deficiência
  • Renato Di Renzo – Grupo Tam Tam
  • Sara Mabel – UECE
  • Sérgio Paulo Nascimento – Coordenador Geral de Acessibilidade da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa Com Deficiência – Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
  • Tiago Maritan – UFPB
  • Vera Lúcia Santiago Araújo – UECE
  • Willian Coelho [Billy Saga] – Rapper

 

RODAS DE CONVERSA

  • Aderbal Ashogum – RJ
  • Alana Keline Costa Silva Manchineri – Comissão Nacional de Juventude Indígena e Colegiado Setorial de Culturas Indígenas
  • Alessandro Melchior – Presidente do CONJUVE
  • Ana Valéria Machado Mendonça – ComSaúde Mulher/NESP – CEAM – UNB – DF
  • Arnaldo de Lima – Representante de pontos de cultura quilombolas – Comunidade Custanera – Teresina – PI
  • Berenice Bento – UFRN
  • Bernardo Novais da Mata Machado –  Secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura
  • Cacica Tanone – Kariri Xokó – DF
  • Chico Bomba – Rapper – RN
  • Christiane Falcão – SCDC – MinC
  • Cristiane Sobral – atriz, escritora e poetisa – Fundação Cultural Palmares Makota Kizandembu – Mestre em Indumentária Africana
  • Dalva Santos – Coordenadora-geral de Ações Empreendedoras e Inovação da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura
  • Déia Maria de Almeida – Terreiro Gantóis
  • José de Ribamar Feitosa – Terreiro Opô Afonjá
  • Deputada Federal Alice Portugal
  • Deputado Federal Luiz Alberto
  • Diogo Todé – Fanzineiro – PE
  • DJ Aline – DJ – SP
  • Dona Dainda – Comunidade Quilombola Kalunga – GO
  • Eliane Costa – consultora nos campos da Gestão Cultural, Economia Criativa e Cultura Digital
  • Elisa Machado – Coordenadora CGSNBP
  • Ellen Krohn – DPI/Iphan
  • Erlon Fábio de Jesus Costa – Séculos Indígenas
  • Esmeraldina dos Santos – Marabaixo – AP
  • Euzamara de Carvalho – Assessora da pasta de Juventude Rural na Secretaria Nacional de Juventude – Secretaria-Geral da Presidência da República (SNJ/SG-PR)
  • Fabiano dos Santos – Diretor DLLLB
  • Fernanda Kaingáng – Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual
  • Galo de Sousa – Grafiteiro – PE
  • Gersonice de Azevedo Brandão – Terreiro da Casa Branca
  • Gilmar Santos Cunha – Conexão G
  • Giowana Cambrone Araújo – Comitê LGBT
  • Guilherme Alves – Secretaria Nacional de Juventude
  • Helena Wendel Abramo – Coordenadora-Geral de Políticas Setoriais da Secretaria Nacional da Juventude da Presidência da República
  • Henry Novion – Ministério do Meio Ambiente e do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético
  • Isaac William Farias Loureiro – Carimbó – PA
  • João Antônio Ferreira dos Santos – Terreiro Bate Folha
  • Jocenira Barbosa – Terreiro do Alaketu
  • José Jorge Carvalho – Projeto Encontro de Saberes/INCTI/UnB – DF
  • Kátia Alexandria Barbosa – Terreiro Bate Folha
  • Katiara – MC – Movimento Kilombagem – SP
  • Kitangi Nogueira – Representante de juventude – SP
  • Kleber Rocha – Diretor de Gestão de Mecanismos de Fomento – Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura
  • Leonardo Pinho – Unisol Brasil Central de Cooperativas
  • Mãe Beata de Yemanjá – RJ
  • Mãe Isabel – estilista e coordenadora da Grife Criolê
  • Mãe Lucia de Oyá – PE
  • Mag Magrela – Grafiteira – SP
  • Makota Valdina – BA
  • Manoel Vital de Carvalho – Diretor de Fomento á Economia Solidária da Secretaria de Economia Solidária
  • Marcelino Azevedo – Associação Cultural e Folclórica de Guimarães – Boi do Maranhão – MA
  • Marcelo Manzatti – Presidente da Rede de Culturas Tradicionais e Populares
  • Marcilino Gomes de Jesus – Terreiro Roça do Ventura
  • Márcio Sno – Fanzineiro – SP
  • Marcos André Carvalho – Secretário da Economia Criativa – Ministério da Cultura
  • Marcus Vinícius Nogueira – consultor técnico em Arranjos Produtivos Locais de base comunitária
  • Maria Aparecida Adriano – Fórum Brasileiro de Economia Solidária
  • Maurício Antunes Tavares – UFPE/Fundação Joaquim Nabuco
  • Melayne Macedo – Marcha Mundial das Mulheres – RN
  • Mestre Curió – BA
  • Murilo Parrino Amatneeks – Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Juventude – Secretaria Nacional de Juventude
  • Neuza Conceição Cruz – Terreiro da Casa Branca
  • Ogã Andrey Girofenan – SE
  • Oneide M. Rodrigues – Mametu Nangetu – PA
  • Pai Paulo – Representante do Colegiado Setorial Afro-Brasileiro do CNPC – SP
  • Paul Singer – Secretário Nacional de Economia Solidária
  • Pedro Neto – Colegiado Setorial de Cultura Afro-Brasileira
  • Pedro Pontual – Diretor do Departamento de Participação Social da Secretaria- Geral da Presidência da República
  • Raminho de Oxossi – PE
  • Rejane Nóbrega – SEC – MinC
  • Renata Melo – Secretaria de Políticas para as Mulheres – PR
  • Ricardo de Moura – Congada – MG
  • Rizoneide Amorim – Instituto Marista de Solidariedade
  • Rosildo Moreira do Rosário – Samba de Roda – BA
  • Thiago Vinícius – Agência Solano Trindade – Banco Comunitário União Sampaio – União Popular de Mulheres
  • Tião Rocha – Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento/CPCD)
  • TT Catalão – poeta e dirigente cultural
  • Vanda Machado – Ilê Axé Opo Afonjá/BA
  • Vera Veronika – MC – DF
  • Veridiana Negrini – Coordenadora SNBP
  • Watatakalu Yawalapiti – Aldeia Yawalapiti – MT
  • Zé Brow – Rapper – PE

 

FÓRUNS

  • André Moraes – Jongo Dito Ribeiro
  • Bernardo Mata Machado – Secretário de Articulação Institucional/MinC
  • Beth Carmona – Dirigente de TV pública
  • Cebolinha – Bonde do Passinho – RJ
  • Cristina Rodrigues Holanda
  • Déia Maria de Almeida – Terreiro Gantóis
  • Douglas Santos – Fundação Palmares
  • Fernanda Papa – SNJ
  • Frederico Barbosa – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA
  • Gersonice de Azevedo Brandão – Terreiro da Casa Branca
  • Isadora Tami – Coordenadora-Geral de Desenvolvimento Territorial (SEC/MinC)
  • João Antônio Ferreira dos Santos – Terreiro Bate Folha
  • Jocenira Barbosa – Terreiro do Alaketu
  • José de Ribamar Feitosa – Terreiro Opô Afonjá
  • Kátia Alexandria Barbosa – Terreiro Bate Folha
  • Lamartine Silva – Coletivo Casa Preta – PA
  • Lia Calabre – Pesquisadora Fundação Casa de Rui Barbosa
  • Marcilino Gomes de Jesus – Terreiro Roça do Ventura
  • Marcos Cordiolli – Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas
  • Marjorie de Almeida Botelho
  • Neuza Conceição Cruz – Terreiro da Casa Branca
  • Noam Moreira – Representante do Juventude Viva (SEPPIR)
  • Sérgio Vaz – Cooperifa

 

DEBATES/CONFERÊNCIAS/PALESTRAS

  • Celia Pinheiro Moreira, coordenadora do PIM – Programa Integração pela Música
  • Erlon Fábio de Jesus Costa – Séculos Indígenas
  • Geraldo Horta – Sniic/MinC – Representação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC)
  • Guti Fraga, Presidente da Funarte
  • Isadora Tami – SEC/MinC
  • Ivete Miloski, gestora da Biblioteca Parque de Manguinhos – RJ
  • José Jorge Carvalho – Projeto Encontro de Saberes/INCTI/UnB
  • Lígia Simão Nicolucci, Diretora de Cultura do CEU de Matão – SP
  • Marcos André Carvalho – secretário da Economia Criativa do MinC
  • Profa. Dra. Rosângela Costa Araújo – Mestra Janja (UFBA)
  • Vanda Machado – Ilê Axé Opo Afonjá – BA

Dia Mundial da África

Dia 25 de maio é o Dia da África, uma das matrizes culturais mais fortes da identidade brasileira.

É comemorada no dia da fundação da Organização de Unidade Africana (OUA), uma organização regional que reuniu os países do continente Africano. Seus objetivos eram promover a unidade e solidariedade dos estados africanos e servem coletivamente como porta-voz do continente. Foi substituída em 9 de julho de 2002 pela União Africana (UA) de inspiração semelhante a União Européia (UE).

A TEIA Nacional da Diversidade 2014 não poderia deixar essa data passar em branco.
Além da Programação dedicada, em especial o Fórum de Cultura Negra, que se inicia no dia 21/05, teremos uma comemoração conjunta da TEIA da Diversidade com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

O 42° Edição do Dia Internacional da África acontece nas dependências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Participe!

22/05
Exposição fotografias, trajes africanos e banners
Local: Centro de Convivência Djalma Marinho
Horário: das 8:00 às 12:00h

23/05
Debate: “África hoje: Desafios de integração regional e desenvolvimento sustentável”
Local: Auditório da Biblioteca Central Zila Mamede
Horário: das 8:00 às 12:00h

Debate: “O processo de globalização e os seus impactos na cultura africana”
Local: Centro de Convivência Djalma Marinho
Horário: das 14:00 às 18:00h

Desfile de moda de trajes africanos e danças tradicionais
Horário: das 17:00 às 18:00h

Dia da África