INFORMATIVO
Rua Solano Trindade 175 , na subida do Açouge Luar do Sertão ,
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Rua Solano Trindade 175 , na subida do Açouge Luar do Sertão ,
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MAIS UMA VEZ NA CIDADE de EMBU DAS ARTES
”TEIA REGIONAL dos PONTOS DE CULTURA ”
FORMAÇÃO DOS PONTOS DE CULTURA
das REGIÕES METROPOLITANAS – grande São Paulo
Programação
–Formação dos Pontos
–Reunião da comissão paulista
—Mostra Artística
DIAS 27 , 28 e 29 de ABRIL de 2012
Polos Culturais - Centro Cultural Mestre Assis / Teatro Popular Solano Trindade / Praça Central
O QUE JÁ adiantamos é que no DOMINGO 29 de ABRIL , será o dia todo de MOSTRA ARTÍSTICA , e
o PONTO DE CULTURA que se interessar em trazer uma ação cultural , por favor
entrar em contato , pois estamos há poucos dias do evento.
CONTATO : (11) 8256-3620 –VERA (Carapicuíba )
(11) 9690-3000 –SOLEMAR (Embu)
(11) 87883041 — VLADEMIR (Santana de Parnaíba )
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ENCONTRO DA OESTE E
O “NGOMA” DOS PONTOS
Olá a todos os PONTEIROS da MACRO _OESTE e das Demais MACROS,
a próxima reunião da Macro-Oeste ( grande São Paulo) será realizada
Dia: 22 de outubro de 2011
Local : Ponto de Cultura OCA-Escola Cultural
O que significa Ngoma ?
Significa tambor no idioma kimbundu, oriundo dos povos Bantu.
O Som da Percussão
O som é todo ruído ou barulho que confortável ou desagradável podemos ouvir.
O som do choro ao nascer.
O som da voz de quem assiste o parto.
O som da voz de nossa mãe.
O som da voz de nosso pai.
O som da voz da família.
O som da voz dos amigos.
O som do sono.
O som do acordar.
Quando nos alimentamos ou bebemos líquidos, andamos, batemos palmas, estalamos os dedos – tudo tem um som.
Continentes Orientais como a África e Ásia têm som de tambores.
Na África os tambores são pioneiros, usados como meio de comunicação é sagrado celebra a alegria e toca a tristeza seus toques contam histórias e celebram as alegrias do nascimento, casamento e festas, como época de colheita principalmente a do inhame.
Muito antes dos avós, dos avós, dos nossos avós não existia o telefone, portanto as aldeias africanas se comunicavam através dos tambores em distâncias muito longe.
“Respirar é um som sagrado do criador.”
( NGOMA- texto desenvolvido pelo Ponto de Cultura REINO de ZAZI )
O ENCONTRO
Desta vez, a partir das análises e reflexões nas reuniões mensais anteriores, do sentido destes encontros, dificuldade de assiduidade dos ponteiros, decidimos mudar o formato deste encontro, pelo menos até o final deste ano , a princípio porque no mês de novembro não ocorrerá o nosso encontro mensal devido uma grande demanda de trabalhos dos pontos em relação ao mês da consciência negra , o outro motivo é que por esta demanda citada os ponteiros não poderão prestigiar os colegas nos seus pontos nas datas específicas, logo decidimos realizar uma espécie de prévia para esta louvação a cultura negra , conversas , trocas e louvação aos dos TAMBORES DA OESTE , todos a uma só VOZ.
A programação será a seguinte :
10:00 — 12:00 / Manhã – trocas de saberes com quatro pontos – a decidir
12:00 – 14:00 / Almoço – refeição coletiva — Feijoada e demais colaborações dos ponteiros
14:00 – 17:30 / Tarde – conversas entre os pontos
18 :00 ———- Encerramento com o NGOMA dos PONTOS.
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Entre os compassos de um tambor
marcante…
Rosários caídos no chão
Ancestrais negros, brancos, indígenas a cintilar
pelo sagrado desenhado,
São tambores, vozes e cordas a vida e tradição celebrar…
Foi uma experiência muito boa
dançar, cantar, tocar
dentre todos os participantes
da Teia.
Como um bom aspirante a poeta e cantor
Eu, Matheus Augusto,
Agradeço e peço a Benção de todos
os participantes e organizadores da Teia,
Assim como à Vera Athaíde,
Veridiana Negrini, Abuh Junior,
Denis do Hip Hop, Pai Paulo e
Yalorisá Mãe Neide de Oyá,
a todos da equipe Oca
e do Ponto de Cultura Ilê Ede Dudu.
Axé!
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Postado por Evelyn Araripe em 21, maio 2011 – 9:31
Muita coisa boa está acontecendo em Embu das Artes durante o I Teia Regional – Oeste, que reúne municípios da Grande São Paulo. Confira alguns relatos da galera da Agência Jovem de Notícias que está acompanhando o evento bem de perto desde sexta-feira, 20 de maio, até domingo, dia 22.
“Essa história não é só minha
Ela é de todos nós
Ela é de todos nós”
Gabriela Santana Domingos – 17 anos
“Eu sempre tive uma ideia pré-formada sobre tudo o que acontece num terrero e é incrível que em poucos minutos você desconstrua 17 anos de pensamentos. Ver o porquê e o pra que tudo aquilo é feito foi maravilhoso, ver a alegria e o amor que eles tem pela religião em todos os seus aspectos – tanto espiritual, quanto cultural – me fez perceber que é necessária a vivência – mesma que pouca – daqueles rituais para desmistificar tudo o que eu tinha de preestabelecido”.
Henrique Souza – 17 anos – adolescente comunicador e orgulhoso por participar da Agência Jovem de Noticias.
“Pra mim hoje (21/05) foi o melhor dia, participei de várias brincadeiras, exercícios e me senti livre enquanto estava com meus colegas. Até mesmo o fato da não conhecer as pessoas não me incomodava nem um pouco, pelo contrário, dava mais curiosidade e vontade de participar de tudo. Entrevistei pessoas simplesmente ótimas. Vivo momentos que não esquecerei já mais: saídas com conversas inteligentes, risadas e medo. Confesso que, com um pouco de cansaço, tive o prazer de vivenciar varias apresentações em todo o Parque do Rizzo (ou seria Riso?!) . Por min não iria embora, pois por um momento senti que todos eram iguais, brancos, negros, indígenas, estrangeiros e religiões que com certeza respeitarei bem mais”.
Felipe de Camargo e Aleska Drychan – 17 anos
Cara, pudemos ver o grupo de crianças Pontinha Bloco do Beco, que fez uma apresentação de maracatu e mostrou a cultura pernambucana, todos se juntaram com um grupo de capoeiristas, os dois grupos se apresentaram juntos. Logo após, o pessoal do espetáculo circo circense fez uma super apresentação, irada, e todo o público que assistiu se divertiu e participou do evento, indiferentemente de cor, raça, sexo, estilo e opinião: MORÔ?
Verônica Mendonça da Silva (porque, além de filha da mãe, eu também sou do pai) – 19 anos
Para mim, Embu das Artes antes da chegada era uma incógnita. Ok, “das Artes”, mas que tipo de arte? Quem faz essa arte? Eu tô indo pra Teia de cultura, mas… que cultura? Quem vai estar lá? Onde a gente vai dormir?… Tantas perguntas. Nenhuma resposta.
Oito horas da manhã de sexta-feira (20/05). “P*, tô atrasada”, pensei enquanto na linha azul do, como sempre, metrô lotado de São Paulo. Chegada. Chegadas. Lanche. Ônibus. Música. Sol… Me disseram que ia fazer frio, droga!
Chegamos. No celular “Bom Dia! Embu parece uma cidade cinematográfica rs. Acompanha a cobertura em www.agenciajovem.org. Beijo” foi a primeira mensagem que mandei para um amigo que não pode vir e a resposta, dentre outras linhas, foi “Que lindo. Curte muito”. Me senti privilegiada e, para olhar em volta, saí pra dar uma volta, literalmente. Artesanato. Roupas. Comida. PESSOAS. “Que rico fazer parte disso”, pensei.
Solzinho bom, conversa tranquila e um monte de coisa pra fazer. “Não vamos deixar acumular matéria!”. Ok, lá vamos nós escrever… “O excelentíssimo fulano-de-tal analisa que a Teia é uma ótima oportunidade para se construir conhecimento”. Clica aqui. Põe imagem. Seu texto foi publicado com sucesso. Ver postagem. “Que lindo! É como um filho!” e eu no meio de tudo! O “que rico fazer parte disso” me acometeu novamente… Tanta gente por aí sem nem saber que isso tá rolando e eu aqui, protagonizando do meu jeito. Tanta gente em tantos outros mundinhos privados e eu aqui, aprendendo nesse mundão de culturas, não mais ou menos nobres que a minha, mas também culturas. Eu poderia hoje estar com a minha família, em São Paulo, mas escolhi estar aqui e por isso aqui estou.
“O grande espírito que está em mim saúda o grande espírito que está em você” resume o meu respeito e admiração pelo que está acontecendo aqui e acredito que esse seja o sentimento que permeia todos os presentes”.
Mauri Dias de Sales – 18 anos
“Neste sábado de manhã, em Embu das Artes, tivemos ações culturais em alguns pontos da cidade. Em cada ponto foram feitas apresentações culturais. Uma das apresentações que mais me impressionou foi da OCA, que trouxeram brincadeiras simples de um povo esquecido pela juventude. Foi muito bom, valeu a pena”.
Felipe B. Lopes – 17 anos
“Hoje foi incrível, pois eu não imaginava encontrar coisas tão humildes e ao mesmo tempo tão chique. Eu estive presente em uma oficina no Parque do Rizzo, onde uma organização chamada OCA-Carapicuiba estava ensinando, ou melhor, resgatando brincadeiras maravilhosas que exercitavam o corpo e a mente, além de serem muito divertidos. Teve uma brinquedo chamado “barangandão”, muito show (!), que você mesmo fazia com as cores que você queria, e era feito com papel crepom, jornal e cordão, que parecia com um busca pé ou um treme terra, esses usados nas festas, a diferença é que não tinha perigo nenhum, pois não tinha fogo, você gira e faz uns movimentos muito marah e também jogando para o alto. Teve também uma brincadeira chamada “futebol com garrafa”, muitoloko, que você colocava as garrafas espalhadas pelo chão, cada um com sua garrafa tinha o objetivo de derrubar a garrafa do outro e proteger a sua garrafa, isso foi muito maneiro eu me diverti muito… Velho, essas brincadeiras são tão sadias e divertidas e de uma simplicidade impressionante, pois hoje com a tecnologia nos esquecemos de brincar exercitando o corpo, a gente só fica na frente do computador ou videogame, mas essas brincadeiras são muito, muito boas e divertidas.
Pow, e quando falei com os índios, uma coisa que não imaginava fazer, e eles são muito legais, eu pensei que eles não usavam a net, mas eles usam e sabem até mais do que eu…um deles me falou algo que nunca vou esquecer: “As cobras grandes não vão atrás das presas, mas as presas vão ao encontro das grandes cobras, e isso quer dizer que se nós somos pessoas boas, vamos atrair coisas boas, mas se somos maus, atrairemos coisas más”. Bu’u.
Resumindo, nunca achei tão interessante saber sobre outras culturas da região e do Brasil mesmo, mas agora sei que é fantástico. Não podemos perder isso, mesmo que tenhamos i-phone e todas as tecnologias devemos continuar privilegiando nossas culturas naturais, que são nossa marca e a identidade do brasileiro”.
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Segue o link de algumas fotos da TEIA, tirada pelo Tuxaua Robson Sampaio, na cobertura da TEIA regional: http://www.flickr.com/photos/robson_b_sampaio/sets/72157626663314359/with/5744545058/
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Por: Adrielly Santos e Luana Viegas

Nesse sábado, 21/05, rolou a oficina de Pedro Jatobá sobre soft livre. “ A internet é uma vitrine para quem não tem vitrine no Brasil”, disse Pedro, que explicava como fazer bom uso dela. Na oficina ele apresentou o Linux Ubuntu, algumas pessoas já conheciam, nem que seja de nome, e Pedro falou da sua preferência por essa plataforma em relação ao Windows.
Pedro esclareceu a melhor qualidade do Linux. Alguns participantes deram suas opiniões em relação ao Linux por acreditarem que este é mais difícil do que o Windows, mas de acordo com a explicação de Pedro, isto é questão de costume.
O ponto principal da oficina foi a apresentação do site iTEIA, que é uma plataforma para publicar na internet a arte dos Pontos de Cultura de todo o Brasil. Além de qualquer pessoa poder acessar o site e publicar seus conteúdos sendo cadastrados, o iTEIA não se apropria dos direitos autorais publicados, como o Youtube.
Dica de Pedro Jatobá: “Se você posta seus conteúdos no Youtube, Facebook e outras redes sociais, a dica é colocar apenas alguns segundos do seu material nestas redes e deixar o link do site desejado (ex: iTEIA), para que automaticamente quem está assistindo vá para o outro site. Assim, o seu conteúdo será mais divulgado e seus direitos autorais reservados”.
Na prática os participantes da oficina se cadastraram no site I-TEIA. Se você também quiser se cadastrar entre no sitewww.iteia.org.br e mostre o melhor de si.
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A Comissão Paulista dos Pontos de Cultura organiza a 1ª Teia Regional Oeste, em Embu das Artes. Fique sabendo!
Por Verônica Mendonça
Ontem rolou a abertura oficial da 1ª Teia Regional Oeste que contou com a presença de convidados e autoridades. Em sua fala inicial, Veridiana Negrini, integrante da Comissão Paulista dos Pontos de Cultura e representante do Instituto Polis de São Paulo, falou sobre a realização da Teia destacando a importância da participação dos Pontos de Cultura na construção coletiva desse trabalho. O Secretário de Cultura de Embu das Artes, Paulo Oliveira, mostrou-se muito satisfeito com a realização do evento pois, segundo ele, organizar um evento como esse com muito dinheiro seria fácil, porém não foi o que aconteceu, a organização não teve muitos recursos, mas contou com a colaboração e apoio de diversas organizações e instituições que trabalharam bastante para conquistar essa realização.
Raquel Trindade, que é artista, coreógrafa e poeta, ainda emocionou a todos em seu discurso quando se afirmou “a mulher mais feliz do mundo” por ter as artes, a família e Embu das Artes em sua vida, relembrando o legado de seu pai, Solano Trindade. Para ilustrar o valor da cultura indígena, o representante da Associação Indígenta do Cariri, Bu’ú, reafirmou a importância de se aprender sobre a cultura dos povos indígenas, já que cada um traz consigo crenças, tradições, novas idéias e novas propostas para a sociedade atual, onde outras culturas são impostas desde os tempos do descobrimento do Brasil: “Ninguém descobre aquilo que já existe”, afirmou citando a colonização portuguesa.
Ocupando a cadeira do Pontão de Cultura Digital iTEIA estava presente Pedro Jatobá, que afirmou a importância de “não guardarmos nossa cultura na gaveta”, usando a internet de maneira cada vez mais efetiva para combater a massificação cultural que ocorre devido à grande mídia. Ainda citou o ditado pernambucano “Em rede boa todo mundo se balança” desejando sucesso para o evento. Sérgio Mamberti, secretário de políticas culturais do MinC, enunciou a cultura como meio para garantia dos direitos fundamentais e da cidadania, e falou também de sua colaboração enquanto secretário.
Ainda estavam presentes na mesa de abertura o poeta e representante da Funarte em São paulo, que ocupou o lugar de Tadeu di Pietro, da Regional do MinC SP, Roberto Bicelli; a representante da Comissão Paulista dos Pontos de Cultura e do Ponto de Cultura OCA, Vera Athayde e o prefeito da cidade de Embu das Artes, Chico Brito.
Após os discursos, a partir das 19 horas, no Largo dos Jesuítas, aconteceu o Cortejo das Matrizes, que contou com apresentações de diversos grupos como o Ponto de cultura Aika, de Cotia, e ARAPOTY, de Itapecirica da Serra, ambos indígenas; Festa de Santa Cruz, de Embu das Artes e Carapicuíba; o Carro de Boi, de Itapecirica da Serra; o Ponto de Cultura JUMP, de Taikô, da própria cidade, os “cabeções”, de Santana de Parnaíba, que acompanharam o Ponto de Cultura ILÉ EDE DÚDÚ/Orunmilá – Dança Afro e Percursão de Ribeirão Preto e Folias e Romaria, também de Embu das Artes, que animaram a galera presente na praça com a batida de seus instrumentos e o coro de suas músicas.
mai
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Por: Adrielly Santos, Mauri Sales e Verônica Mendonça
Em Embu das Artes, na 1ª Teia Regional Oeste de Cultura, das 9 até as 11 horas da manhã de hoje rolou um seminário sobre oPrograma Cultura Viva, com Célio Turino. O programa começou em 2004 com objetivo de apoiar ações culturais e fortalecer o elo entre Estado-sociedade para potencializar as pessoas, entidades e instituições. No bate-papo foi destacada a importância da construção dos pontos de cultura como um processo de identidade, onde, somada ao protagonismo e a intersecção entre os outros diversos pontos, faria surgir uma grande teia de cultura alheio ao grande mercado de consumo.
Às 14 horas também aconteceu a Roda de Conversa Deliberativa entre os representantes dos pontos de cultura presentes para articular melhor a rede e levantar algumas propostas que serão encaminhadas para a Comissão Paulista dos Pontos de Cultura. Como fazer a intersecção entre o ponto de cultura e a comunidade foi um dos assuntos levantados e que mais chamou a atenção de Mauri Sales, participante da roda. As respostas foram surgindo e a conclusão foi de que antes de sermos ponto cultural, somos parte de uma comunidade e, com isso, devemos fazer com que a comunidade se una sem deixar de ser o que somos e nem esquecer de onde viemos.
Veridiana Negrini, uma das organizadoras da Teia, disse que a roda de conversa é o momento mais rico do trabalho pois ela contribui para se aprender a ouvir o outro, além de fortalecer o grupo, sendo que é aí que a teia realmente começa a se tecer.