Edital de Cultura do Município de Palmas segue com inscrições até dia 26 de abril

  Através do Edital serão disponibilizados R$ 300 mil, de recursos oriundos  do  Fundo Municipal de Apoio a Cultura  , que serão divididos em projetos de até R$ 30 mil.O jogo (2)

De acordo com a Lei nº 137/ 2007,  25% dos recursos do Fundo Municipal de Apoio à Cultura, devem ser aplicados em projetos através de1098425_615051735182745_1711755386_n edital submetidos ao CMPC Conselho Municipal de Políticas Culturais .

O objetivo é selecionar projetos através de seleção pública, a projetos que pretendam pesquisa, criação, produção e circulação de trabalhos culturais e artísticos. Estão habilitados a participar do edital: artistas, produtores, mestres da cultura popular, companhias, grupos, associações, cooperativas ou empreDSCF0509sas, com ou sem fins lucrativos, de natureza cultural, identificados como “proponentes” que atuem diretamente no campo das atividades artísticas e culturais.  Os proponentes poderão se inscrever somente como pessoa jurídica, de natureza, com ou sem fins lucrativos.

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Edital :

http://www.palmas.to.gov.br/media/doc/18_3_2019_15_43_27.pdf

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Cadastro de Artistas Araguainenses para Temporadas Populares termina dia 15/02

Cultura cadastra artistas para Temporadas Populares em Araguaína
Artistas cadastrados farão parte de um banco de dados para a possível contratação em eventos culturais realizados pela Prefeitura durante o ano

Oficina g3

A Secretaria Municipal da Cultura está realizando, até o próximo dia 15 de fevereiro, o cadastramento de artistas para participar das Temporadas Populares de Arte e Cultura de Araguaína. Podem se cadastrar cantores, bandas, artistas plásticos, atores, entre outros.

Os cadastrados que preencherem aos requisitos técnicos farão parte de um banco de dados para a possível contratação e participação em mostras, espetáculos, festivais, feiras, luaus e demais eventos realizados pela Prefeitura de Araguaína no decorrer do ano.

Entre os eventos previstos estão o Luau do Parque, Festival Aberto de Dança, Hip Hop pela Paz, Festival de Teatro de Araguaína, Feira Gastronômica e Mostra de Rock. Cada artista será avaliado e poderá ser chamado de acordo com o evento a que melhor se identifique.

Cadastro
Na ficha cadastral, o artista ou banda deve apresentar informações como resumo do show, proposta de preço, release de apresentação e procuração dos integrantes da banda.

A ficha de cadastro pode ser solicitada na Secretaria da Cultura, localizada à Avenida Bernardo Sayão, n° 499, no Entroncamento. Depois de preenchida, deve ser entregue, junto com a documentação solicitada, ao diretor de Cultura, Luiz Tupiniquim.

(Fonte: Prefeitura de Araguaína - ASCOM - Mara Santos)

 

 

 

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Programa Rio de Janeiro a Janeiro

Programa Rio de Janeiro a Janeiro: eventos culturais, desportivos e corporativos tiveram impacto de R$ 8,8 bilhões na economia fluminenseoriginal_culturagera-release-header

Os 94 projetos realizados com a chancela do Programa em 2018 geraram 238 mil empregos e R$ 538 milhões em impostos. Cada R$ 1 alavancou R$ 17,61 na economia

Um total de 94 eventos culturais, desportivos e corporativos realizados no estado do Rio de Janeiro ao longo de 2018, sob a chancela do Programa Rio de Janeiro a Janeiro, tiveram um impacto de R$ 8,8 bilhões na economia fluminense. Eles reuniram um público de 12,5 milhões de pessoas, entre moradores (74,6%) e turistas (25,4%), geraram 238 mil empregos e R$ 538 milhões de impostos. É o que revela o resultado final do Programa, criado pelo governo federal em 2017 sob a liderança do Ministério da Cultura (MinC) para contribuir com a revitalização da economia fluminense. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (20) pelo MinC em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo cálculo e análise do impacto.micbr-640x640

Os eventos culturais constituíram 70,2% dos 94 eventos realizados no âmbito do Programa. Depois, vieram os desportivos (23,4%). Os corporativos representaram 6,4%. A maior parte, 77,7%, foi realizada na capital, e 22,3% no interior.

“Na prática, o Rio de Janeiro a Janeiro foi uma oportunidade de expressar em números aquilo que muitos profissionais, cariocas ou amantes do Rio, sempre intuíram: a vocação cultural e as belezas naturais, as paisagens urbanas, litorâneas e sonoras da cidade e do estado contribuem para a dinâmica econômica de uma maneira extremamente positiva”, afirma o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. “Os números demonstram de forma tangível que cultura é investimento, e não gasto. O nosso propósito – contribuir para revitalização da economia carioca – foi atingido. Espero que o resultado incentive mais e mais investimentos em eventos culturais”, complementa. 

O levantamento constatou um alto índice de alavancagem econômica* dos eventos, mostrando o quanto a realização deles impulsionam uma extensa cadeia produtiva: cada real gasto nos projetos movimentou outros R$ 17,61 na economia como um todo. Esse cálculo é feito com base nos investimentos na produção do evento (serviços contratados, como artistas, iluminadores, infraestrutura de palco etc.) e também nos gastos dos frequentadores (turistas brasileiros, estrangeiros e moradores do Rio) no período dos eventos. Nesse último critério, foram considerados gastos com hospedagem, transporte local, compras realizadas no período de estadia, alimentação, passeios, combustível, energia, serviços de comunicação, serviços financeiros.

O estudo mostrou ainda que o retorno sobre o investimento público** foi de R$1,95 para cada R$ 1 que os governos federal, estadual e municipal aportaram para a realização dos eventos, seja direta ou indiretamente (por meio de renúncia fiscal). Isso significa um retorno de 95% do investimento inicial. No total, 11 projetos do Programa captaram R$ 18,3 milhões via Lei Rouanet. Outros cinco eventos captaram R$ 1,55 milhão pela Lei Estadual do ICMS (Lei 2.657/96).

Mês a mês

Ao longo do ano, fevereiro foi o período em que foi registrado o maior impacto econômico, R$ 3,7 bilhões, impulsionado pelas festividades carnavalescas. Em seguida, o mês de janeiro, com R$ 2,3 bilhões, em decorrência dos festejos de Ano Novo. No segundo semestre, destacaram-se os meses de setembro e dezembro, com R$ 406 milhões e R$ 501 milhões, respectivamente. Durante todo o ano, os eventos que geraram maior impacto econômico foram o Carnaval do Rio, movimentando R$ 3 bilhões, seguido pelo Réveillon, com R$ 1,94 bilhão.

Veja a tabela abaixo com o impacto econômico e o número de eventos realizados a cada mês:

EVENTOS

IMPACTO ECONÔMICO

MÊS

PROGRAMADOS

REALIZADOS

PÓS EVENTO

JANEIRO

5

4

 R$        2.328.765.705,73

FEVEREIRO

11

10

 R$        3.688.529.468,20

MARÇO

14

8

 R$            325.135.767,05

ABRIL

10

4

 R$            191.777.237,72

MAIO

17

10

 R$            275.200.004,15

JUNHO

15

7

 R$            270.739.785,19

JULHO

16

12

 R$            249.767.934,46

AGOSTO

13

7

 R$            178.474.045,44

SETEMBRO

20

9

 R$            406.935.097,40

OUTUBRO

10

5

 R$            146.028.794,87

NOVEMBRO

13

11

 R$            301.644.971,63

DEZEMBRO

10

7

 R$            501.359.904,46

SUB TOTAL

154

94

 R$        8.864.358.716,30

Sobre o Rio de Janeiro a Janeiro

A situação de crise enfrentada pelo Rio de Janeiro mobilizou os governos federal e estadual, a Prefeitura Municipal do Rio e a iniciativa privada a firmarem uma parceria com o objetivo de estimular a economia por meio da realização de um calendário de eventos com grande potencial de impacto socioeconômico no Estado.  

Após o lançamento do Programa, em setembro de 2017, foram abertas as inscrições para que os projetos interessados pudessem obter a chancela Rio de Janeiro a Janeiro. Os responsáveis pelas propostas tiveram que fornecer, por meio de um formulário de inscrição, informações detalhadas sobre o evento, como orçamento total, número de pessoas envolvidas na organização, estimativa de público, entre outras. A partir da coleta de dados dos formulários, a FGV desenvolveu uma metodologia, em conjunto com o Ministério da Cultura, para a análise dos projetos e avaliação de impacto econômico.

As estimativas apontaram a expectativa de impacto turístico, impacto na atração de investimentos, impacto na geração de emprego e renda, na inclusão social e potencial de continuidade e expansão, sendo que os dois primeiros tiveram peso de 35% e os três últimos, 10% na composição final da média entre eles. Para lidar com os mais de 80 mil dados, a FGV desenvolveu um algoritmo que calculou o potencial de impacto dos projetos.

Houve 831 inscritos, dos quais 617 foram habilitados a rodar esse modelo matemático. Destes, 154 eventos ganharam a chancela do programa, sendo que 83% eram da cidade do Rio de Janeiro, com valor total a ser investido de R$1,06 bilhão. As propostas selecionadas foram divulgadas no site do Rio de Janeiro a Janeiro e receberam o certificado do Programa. Também tiveram a possibilidade de participar de duas rodadas de pitching com empresas estatais, para buscar patrocínio. Outra possibilidade foi a captação de recursos por meio de leis de incentivo federais e estaduais. Em 2018, as empresas estatais investiram R$169 milhões de reais nos municípios do Rio de Janeiro para 342 ações.

*O Retorno Sobre Investimento Público (ROIP) mede a razão entre o valor dos impostos gerados a partir da realização do evento e o investimento estatal no evento, ou seja, se o projeto foi lucrativo para os governos municipal, estadual e federal (caso tenha recursos de todos).

**O Índice de Alavancagem Econômica (IAE) mostra a razão entre o impacto econômico, ou seja, o valor movimentado na economia como um todo, e o investimento, de origem pública ou privada, para a realização do evento.

Assessoria de Imprensa
Ministério da Cultura
imprensa@cultura.gov.br
(61) 2024-2412/2492/2256

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Fórum de Economia Solidária realiza Plenária em Ponte Alta do Tocantins

 

Economia Solidária

Plenária em Porto Nacional – TO

Acontece no próximo dia 24 de  novembro em Ponte  Alta do Tocantins a plenária geral do Fórum Estadual de Economia Solidária.

Economia

Posse do Conselho Estadual de Economia Solidária do Estado do Tocantins

O objetivo da plenária é aprofundar o debate sobre as práticas da Economia Solidária e quais são os principais desafios frente a atual conjuntura nacional das políticas públicas para o segmento.

FEIRA

Plenária em  Silvanópolis -TO

O Fórum é formado por membros indicados por entidades da sociedade civil, sendo  um instrumento do movimento da Economia Solidária e espaço de articulação e diálogo entre diversos indivíduos  e movimentos sociais pela construção da economia solidária, como base fundamental de outro desenvolvimento socioeconômico para o Brasil.

Local:

Centro de Ensino Médio Sabino Ferreira  Medeiros

Rua da Laranjeiras  S/N -Bairro da Boa Esperança
PROGRAMAÇÃO
8h. – Café da manhã
9h. –  Inicio dos trabalhos

12h. – Intervalo para Almoço

14h. – Resolução dos Trabalhos

16h.  – Encaminhamentos

Organização:

Fórum Estadual de Economia Solidária do Tocantins ( FEES/TO)

Empreendimentos de Economia Solidaria de Ponte Alta- TO

Pessoas de Contato: Luciana (63) 984238716

Raquel Pinheiro- ( 63) 99101092

Pela articulação  por  uma sociedade para o Bem viver

Fórum Brasileiro de Economia Solidária 

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Mercado das Indústrias Criativas do Brasil – (MicBR)

Acontece na cidade de São Paulo no período de 05 a 11 de novembro  a primeira edição do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR). O evento é promovido pelo  Ministério da Cultura (MinC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A programação reunirá empreendedores brasileiros e de sete países sul-americanos de dez áreas da produção cultural (artes cênicas, audiovisual, animação e jogos eletrônicos, design, moda, editorial, música, museus e patrimônio, artes visuais e gastronomia) com o objetivo de impulsionar a internacionalização da produção cultural brasileira e o intercâmbio entre os países, em especial da América do Sul.

INSCRIÇÃO E PROGRAMAÇÃO 

ATRAÇÕES CULTURAIS 

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Presença confirmada no MicBR, John Newbigin 

John Newbigin dedica a carreira à economia criativa. Fundou e é CEO da Creative London, uma parceria público-privada que investe em negócios criativos e em tecnologia digital. Na década de 1990, Newbigin foi assessor especial do ministro da Cultura e esteve envolvido nas primeiras políticas públicas britânicas de economia criativa. Ao longo de sua trajetória profissional, falou e escreveu extensivamente sobre o assunto. Em 6 de novembro, falará mais um pouco, durante palestra gratuita no Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR).

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Posse do Conselho Estadual de Economia Solidária biênio 2018 a 2020.

O Governo do Estado do Tocantins através do  Conselho Estadual de Economia Solidária (CEES) deu posse aos conselheiros que atuarão de 2018 a 2020. O evento aconteceu na terça-feira, 18, em Palmas e contou com a participação do gestora Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social, Wande Mary Oliveira (Vânia do Aureny 3), dando posse também à nova presidência do Conselho.Economia

No ato, foram empossados 20 conselheiros e suplentes, sendo representantes do governo e da sociedade civil.

Após a posse, os novos conselheiros se organizaram e elegeram a nova presidência, tendo o governo, por meio da Secretaria de Agricultura e Pecuária, e como vice, representando a sociedade civil, Edi Benini, do Núcleo de Economia Solidária da Universidade Federal do Tocantins.

Sobre o CEES O Conselho Estadual de Economia Solidária criado pela Lei nº 2.493, de 25 de agosto de 2011, é um órgão autônomo de deliberação colegiada, de caráter permanente no sistema descentralizado e participativo de Economia Solidária.

A instituição tem composição paritária entre o Governo e a Sociedade Civil e é vinculado à estrutura da Secretaria Estadual do Trabalho e do Desenvolvimento Social.

ATO No 1.207 – DSG. O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, no exercício do cargo de GOVERNADOR DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso da atribuição que lhe confere o art. 40, inciso II, da Constituição do Estado, e na conformidade da Lei 2.493, de 25 de agosto de 2011, resolve D E S I G N A R para compor o Conselho Estadual de Economia Solidária – CEES, no biênio de 2018/2020, os seguintes representantes:

I – do Poder Público:

a) da Secretaria do Trabalho e Assistência Social: Titular: VALTER FROTA MARTINS; Suplente: Raimunda Araújo Santos;

b) da Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária: Titular: FRANCISCA MARTA BARBOSA SANTOS; Suplente: Rogério Cardoso de Sousa;

c) da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura:

Titular: EREMILSON FERREIRA LEITE; Suplente: Reinaldo Augustus Mota de Macedo;

Titular: OCIRENE RODRIGUES NETO; Suplente: Daniela Barbosa Macedo; Titular: NAYARA ABI JAUDI DE ASSIS BRANDÃO; Suplente: Breno Vinicius Alves de Andrade;

d) da Secretaria da Educação, Juventude e Esportes:

Titular: CARMEM LÚCIA SOUSA SANTOS; Suplente: Eni Tereza da Cunha Felipe;

e) da Secretaria de Cidadania e Justiça:

Titular: JOÃO CARLOS PEREIRA JAVAÉ; Suplente: Cleane Gomes Nogueira;

f) da Secretaria do Planejamento e Orçamento:

Titular: ODILON DUTRA DA SILVA; Suplente: Weilian Inocêncio dos Santos Paiva;

g) do Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins – RURALTINS: Titular: ELISÂNGELA MARIA LOPES; Suplente: Cássia Medrado Araújo Borges;

II – da Agência de Fomento do Estado do Tocantins S/A – FomenTO: Titular: MAURILIO RICARDO ARAÚJO DE LIMA; Suplente: Jardel Crystiano Nunes Ribeiro;

III – de Empreendimentos Econômicos Solidários – EES ou Entidades de Apoio, Assessoria e Fomento – EAF à Economia Solidária, referendados em Plenária Estadual pelo Fórum Estadual de Economia Solidária:

a) da Associação dos Agricultores do Assentamento Santo Onofre:

Titular: RAQUEL PINHEIRO DA SILVA; Suplente: José Martins Barbosa;

b) da Caritas Diocesana de Palmas:

Titular: SAMUEL DOS REIS VIANA; Suplente: Maria Istélia Coelho Folha;

c) da Federação das Associações de Moradores do Estado do Tocantins – FECOMTO:

Titular: SILVANA MARIA ALVES DE SOUSA E SILVA; Suplente: Maria Lucimar Rodrigues da Costa;

d) do Instituto de Fomento a Economia Solidária e ao Desenvolvimento Sustentável:

Titular: JORAN DE OLIVEIRA BARROS JUNIOR; Suplente: Paula Rodrigues Zerbini;

e) da Colônia de Pescadores Profissionais de Miracema e Tocantínia e Associação dos Criadores de Abelhas de Tocantínia – ACAT:

Titular: MARIA JOSÉ DE ANDRADE REIS ABREU; Suplente: Célia Maria de Assis;

f) do Núcleo de Economia Solidária da Universidade Federal do Estado do Tocantins – NESOL:

Titular: EDI AUGUSTO BENINI; Suplente: Ana Lúcia Sales Gomes;

g) do Movimento Estadual de Direitos Humanos – MEDH e Centro de Direitos Humanos de Palmas – CDHP:

Titular: MARIA VANIR ILÍDIO; Suplente: Dayane Sousa Araújo;

h) da Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação – COMSAÚDE:

Titular: LUCIANA PEREIRA DE SOUZA; Suplente: Carleiz Pereira de Souza;

i) da Cooperativa de Trabalhadores e Prestação de Serviços, Assistência Técnica e Extensão Rural – COOPTER e União das Cooperativas e Agricultores Familiar e Economia Solidária – UNICATES:

Titular: JUARILDES BARREIRA NUNES; Suplente: Daniel Barbosa dos Santos;

j) da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis – ACMR e Associação de Catadores de Materiais Recicláveis da Região Norte de Palmas – ASCAM:

Titular: JOSÉ FRANCISCO DA SILVA; Suplente: Maria Edileuza Sousa Mendes;

IV – do Poder Legislativo Estadual, um Deputado Estadual, representando o Parlamento Tocantinense:

Titular: RICARDO AYRES DE CARVALHO; Suplente: José Roberto Ribeiro Forzani.

Palácio Araguaia, em Palmas, aos 2 dias do mês de julho de 2018; 197o da Independência, 130o da República e 30o do Estado.

MAURO CARLESSE Governador do Estado, em exercício

Rolf Costa Vidal Secretário-Chefe da Casa Civil

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Silvanópolis Recebe Empreendimentos da Economia Solidária

A Associação  de Moradores da  Cidade de Silvanópolis  realizou no último sábado a culminação doFEIRA 1s trabalhos desenvolvidos durante o ano  de 2017/2018. Com projetos incentivados através de convênio com Fundação Banco do Brasil a entidade desenvolve várias oficinas. FEIRA

Durante o evento aconteceu a Feira da Economia Solidária onde  foram apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos empreendimentos locais, como por exemplo  a produção de sabão, detergentes e desinfetantes de forma artesanal. Comidas típicas como; biscoito peta, Quebrador, Pães, Bolos além da implantação de horta comunitária.

Também foi realizada a Plenária Estadual da Economia Solidária onde foram eleitos novos representantes. O papel do fórum junto a empreendimentos solidários está sendo como indutor de tais iniciativas no  sentido fortalecer essas ações. O próximo encontro estadual está previsto para acontecer em 24 de Novembro na cidade São Bento, na região do bico do papagaio.

O momento cultural contou com apresentação musical e de dança de Tambor uma tradição local.TAMBOR

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Terça na Câmara / Acompanhamento Parlamentar

Os trabalhos foram abertos com Rogério Freitas falando sobre Operação Jogo Limpo.  A abertura dos trabalhos começou com o relato da operação “Jogo Limpo” pelo Vereador  Rogério Freitas.  Na ocasião foi relatado a truculência da  Polícia Civil contra os Parlamentares da Câmara Municipal .cropped-CNPC-11.jpg

Através de projeto de lei apresentado pelo  Vereador “Léo  Barbosa” foi  declarado de Utilidade pública o Instituto Cultural Amigos da Música (ICAM).

O Vereador Milton  Néris  fez denuncia de obras irregulares na Praia da Graciosa onde pede esclarecimentos aos órgãos ambientais sobre a devastação e uso de Máquinas Públicas   em obras particulares.

Lúcio Campelo oferece denúncia contra secretário municipal por interferência do poder público   na iniciativa privada em empreendimento no setor industrial de Taquaralto.

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CONVITE – Plenária Estadual de Economia Solidária do Tocantins

 

EconomiaSolidaria

CONVITE

Plenária Estadual de Economia Solidária do Tocantins

O objetivo da plenária é aprofundar o debate sobre os seguintes Tema: quem somos? Como nos reconhecemos como economia Solidaria e onde queremos chegar.

Local: Silvanópolis- TO

( na sede da Associação de Moradores de Silvanópolis no antigo Pinheirinho).

Data:  dia  25 de agosto de 2018, ( sábado )

8h – Café da manha

9h. início e desenvolvimento dos trabalhos indo até as 17h

(O almoço é custeado pela   Associação de Moradores de Silvanópolis, Trazer contribuição para o café da manhã  e o lanche da tarde).

Organização: 

Fórum Estadual de Economia Solidária do Tocantins    ( FEES/TO)

 Associação de Moradores de Silvanópolis- TO

Pessoas de Contato:

Luciana  (63) 984238716

Joran ( 63)- 984 036696

 Raquel Pinheiro- ( 63) 991010920

Contamos com a participação de vocês para a articulação de uma sociedade para o Bem viver!

Logo economia 1

 

 

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TRADIÇÃO E CONTRADIÇÃO – Davy Alexandrisky

Davy AlexandriskyDentro da lógica que preside o comportamento aqui no feicibuqui seria muito razoável que ao invés de escolher o título acima para essa postagem eu escolhesse: HOJE COMI BIJU! (ou beiju – já vi grafado das duas maneiras).

Porque realmente é verdade: hoje comi biju na casa de farinha da Aldeia 2 Irmãos (vou optar por essa grafia).

É um biju um pouco diferente do que é vendido tradicionalmente nos tabuleiros das baianas do Rio de Janeiro, ou os industrializados, comprados em supermercados.

Primeiro porque é mais grosso e menos seco e as índias/nativas, misturam coco ralado à goma da tapioca. Segundo porque tem outras versões mais úmidas, feitas enroladas na folha de bananeira ou mesmo planas, assadas direta no “forno” (grande tabuleiro metálico, aquecido à lenha, aonde a mandioca/aipim ralada e prensada é seca para se transformar em farinha).

Índias/nativas justifica o título: “Tradição e contradição”.

Estou residindo na Aldeia 2 Irmãos, mas desenvolvendo minha proposta em mais outras três Aldeias Pataxós relativamente próximas umas das outras (de carro a maior distância, de uma ponta a outra é percorrida em menos de meia hora).

Em cada uma dessas aldeias tenho tomado o cuidado de perguntar como a pessoa quer ser tratada, porque assim como na questão do tratamento dos afrodescendentes, aonde há Movimentos que fazem questão do tratamento: negro, enquanto outros exigem o tratamento: preto, aqui tem gente que diz que: “índio é quem mora na Índia” e quer ser tratado por nativo, enquanto outros fazem questão de serem chamados de índios.

Aliás, também já vi esse tipo de discussão em relação aos “aglomerados urbanos de baixa renda”, entre os que exigem o tratamento de comunidade enquanto outros fazem questão de usar o nome favela.

Outra diferença marcante de pensamento entre alguns e algumas índias/nativas é com relação à forma de se vestir: alguns/algumas acham importante representarem a “causa indígena” com cocares, tangas e pinturas, enquanto outros/outras consideram “ridículo terem que se fantasiar para serem reconhecidos como índios” (repetindo uma frase falada por uma mulher que faz questão de ser chamada de índia).

Mas não se trata de uma diferença de “escolha cultural hegemônica” entre as Aldeias 2 Irmãos, Kaí, Pequi ou Tibá, aonde estou trabalhando. Não! Há diferenças de entendimento sobre esse e outros temas entre os habitantes dentro de cada uma dessas aldeias, que são sustentadas por argumentos muito sólidos, dos dois lados.

A grande lição que a vida me deu é que cada um de nós é um “território cultural único”. Que convive – harmonicamente ou não – com outros “territórios culturais únicos”.

O exagero rodriguiano decretou que toda unanimidade é burra, o que nas entrelinhas refuta a ideia de hegemonia de pensamento, numa apoteótica celebração à diversidade.

Afinal, quem é igual???

Davy Alexandrisky

https://www.facebook.com/davy.alexandrisky

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