Diversidade cultural na Praça dos Girassóis (Sexta Cultural)

A  Sexta Feira foi assim, vários rostos conhecidos se reencontrando, entre uma apresentação e outra, também o encontro dos Artistas do Estado do Tocantins, que a muito vinha sentido a carência do poder público num evento cultural que faça jus aos artistas  Tocantínios e a todo seu talento.

A Sexta Cultural vem reafirmar o talento dos (as) artistas tocantinenses, a programação de abertura deu um gostinho do que virá nos próximos finais de semana; Música; apresentações Circenses; Hip Hop; Comidas Típicas proporcionando ao cidadão uma diversa opção de entretenimento cultural,  com tudo isso a praça do memorial Coluna Prestes deverá se tornar em breve uma referência para o encontro das culturas e do culto à amizade, intensa diversidade cultural aberta ao público,  no centro da cidade.

O evento  contou também com uma homenagem ao Artistas Tocantinense, com a Diplomação de Hora ao Mérito Cultural em alusão ao dias nacional das artes oferecido  pelo Conselho Municipal de Política  Cultura de Palmas, SINDIMUSI e Ordem dos Músicos do Brasil .

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Everton

Everton dos Andes

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Quesia Carvalho

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Diplomação de Honra ao Mérito Cultural

Diplomação de Honra ao Mérito Cultural

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Circo os Cacos

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Grupo de Sombras Hip Hop

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Grupo de Sombras Hip Hop

programação

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Sexta Cultural em homenagem ao Artista Tocantinense

O evento acontece no Memorial Coluna Prestes e será transmitido ao vivo pela Rádio Portal do Jalapão.Programaçao Sexta cultural

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Edital da UFT Contempla Oficinas Musicais para o Município de Ponte Alta do Tocantins

raimunda-quebradeiraO Edital é uma ação da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (Proex) com premiação de atividades de arte e cultura em homenagem a “Dona Raimunda Quebradeira de Coco”. Foram selecionados  9 projetos  distribuídos para cidades do interior  do Estado do Tocantins, para o município de  Ponte Alta do Tocantins o projeto contemplado foi   “Oficinas Didáticas Musicais com Viola de Arame ( Viola Caipira) e outros instrumentos musicais da Cultura Popular”. O público alvo  são Músicos, Professores da rede pública e privada, Instrutores de música e multiplicadores da comunidade local.

As aulas serão ministradas pelo músico Luciano da Viola e devem iniciar na segunda semana de agosto de 2019.

O professor possui  Graduação em Pedagogia,  Especialização em Educação Musical e Pós-graduação em Edução em TeViola logompo  Integral. É Professor da rede pública Municipal de Palmas e Delegado da Ordem dos Músicos do Brasil para a região do Jalapão.

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Ministério da Cidadania lança o Prêmio Culturas Populares 2019


“Vamos estimular prêmios aos mestres, às pessoas que realmente criam arte no Brasil”, ministro da Cidadania, Osmar Terra (Fotos: Clarice Castro / Ascom Ministério da Cidadania) 

O Ministério da Cidadania vai premiar quem faz cultura popular no Brasil. Estão abertas até 16 de agosto as inscrições para o sétimo Prêmio Culturas Populares, que vai dar vinte mil reais a 250 mestres, mestras ou Pontos de Cultura que estimulem e valorizem as expressões culturais, como o cordel, o frevo, a quadrilha, o maracatu, a capoeira, as culinárias regionais e o bumba meu boi, entre muitas outras.

O evento que marcou o lançamento da premiação foi realizado nesta segunda-feira (24), em Porto Alegre (RS), e contou com a presença do ministro da Cidadania, Osmar Terra. Na ocasião, o ministro ressaltou a importância do prêmio para a valorização da diversidade cultural brasileira. “O Prêmio de Culturas Populares que nós estamos lançando é um prêmio para estimular a criatividade, premiar iniciativas importantes. É um estímulo que se dá à criatividade nacional em todo o País. Vamos estimular prêmios aos mestres, às pessoas que realmente criam arte no Brasil”, festejou.

Também presente no evento, o secretário especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Pires, afirmou que a cultura popular merece o reconhecimento que recebe nesse momento, pelo governo federal. “O Brasil é muito grande, são mais de oito milhões de quilômetros quadrados, e também muito diverso, com uma variedade enorme de expressões culturais que precisam ser preservadas”, destacou. “Para isso, é preciso levantar e estimular essas manifestações populares, como o Prêmio Culturas Populares tem feito. Contamos que, cada vez mais, essa premiação estimule a cultura popular no País”, disse.


Grupos representantes da cultura tradicional gaúcha se apresentaram no lançamento da premiação, ocorrido em Porto Alegre (RS)

A premiação

Na edição deste ano, 150 prêmios serão destinados a iniciativas de mestres e mestras da cultura popular, 90 a pessoas jurídicas sem fins lucrativos com finalidade ou natureza cultural, já reconhecidas como Pontos de Cultura ou cadastradas na Plataforma Rede Cultura Viva, e 10 para pessoas jurídicas com ações comprovadas em acessibilidade cultural, também reconhecidas como Pontos de Cultura ou cadastradas na Plataforma Rede Cultura Viva. Os premiados nas edições de 2017 e 2018 não poderão concorrer ao prêmio neste ano. Os interessados podem apresentar uma única inscrição em apenas uma categoria.

O equilíbrio regional, um dos critérios estabelecidos pelo prêmio, foi ressaltado pelo secretário especial Adjunto da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, José Paulo Martins, durante o lançamento: “A gente vai manter uma quantidade de premiação por região. Cada região brasileira vai ter 50 premiados. Isso é bom para a cultura brasileira e destaca personagens importantes. A gente fica muito feliz com isso”.

A avaliação das propostas será feita por uma comissão designada especificamente para o prêmio, composta por profissionais de reconhecida atuação e conhecimento na área das culturas populares, técnicos e servidores do Ministério da Cidadania e de instituições parceiras. A comissão terá 30 membros, sendo 15 titulares e 15 suplentes. Dentre os critérios de seleção estão a troca entre diferentes gerações que o saberes e fazeres da cultura popular tenham proporcionado, a relevância e a contribuição sociocultural das práticas nas comunidades em que são desenvolvidas e a capacidade de perpetuação e preservação dessas atividades tradicionais, gerando emprego e renda, entre outros.

Criado em 2007, o Prêmio Culturas Populares já teve seis edições, com cerca de 11 mil inscrições e 2.045 mestres, grupos e entidades sem fins lucrativos premiados com um total de R$ 28,75 milhões. A premiação ficou suspensa entre 2013 e 2016, tendo sido retomada em 2017. No ano passado, foram agraciadas 129 iniciativas da Região Nordeste, 123 da Sudeste, 99 da Sul, 98 da Norte e 51 da Centro-Oeste.

O homenageado

A cada ano, o Prêmio Culturas Populares homenageia um expoente da cultura popular brasileira. Este ano, o homenageado é o cantor, compositor e ator gaúcho Vitor Mateus Teixeira, o Teixeirinha, falecido em 1985, aos 58 anos. O secretário da Diversidade Cultural da Secretaria Especial da Cultura, Gustavo Amaral, cita o artista como um “mestre da cultura consagrado”. “Teixeirinha inegavelmente representa a identidade cultural e a tradição do povo do Rio Grande do Sul. É um mestre da cultura consagrado, cantor, ator e compositor. Seu disco Coração de Luto vendeu mais de um milhão de cópias em todo o Brasil em uma época que não havia internet, nem qualquer outro meio de disseminação rápida das manifestações culturais e mesmo assim ele fez história e continua fazendo. Deixou um grande legado para a música popular de raiz, que é justamente a categoria musical que as nossas políticas de apoio à cultura procuram abranger”, destaca.

Já o secretário especial da Cultura lembra que, além do primor artístico, Teixeirinha se posicionou como um grande empreendedor. “Ele foi um cineasta exitoso, dirigia, montava elenco, empregou técnicos e conseguia com seus filmes circular em todos os países de língua portuguesa. E com sua música também. O cantor e compositor Chico César, por exemplo, conhece todas as músicas do Teixeirinha, porque vendiam muito na loja de discos em que ele trabalhava. Já conheci africanos que cantavam as músicas do Teixeirinha porque o cantor vendia muito em Angola e Cabo Verde”, conta Pires.

Para Márcia Teixeira dos Santos, filha de Teixeirinha, a homenagem é um merecido reconhecimento à obra do pai. “Esta homenagem mostra a importância que o trabalho do meu pai teve. Ele era um artista popular, ele cantava a história de vida do povo. As músicas dele relatavam a realidade do povo. Ele dizia que a música dele tinha cabeça, barriga e perna, ela era completa e, por isso, eu acredito que ele atingiu um número tão grande de pessoas”, conta. Além de Márcia, o mestre teve outros oito filhos com Zoraida Lima Teixeira, com quem se casou em 1957. Depois de passarem por Passo Fundo, se mudaram para o bairro da Glória, em Porto Alegre, onde viveram juntos até a morte do cantor.

Natural de Rolante (RS), Teixeirinha nasceu em 1927. Ficou órfão aos nove anos e foi morar com parentes que não tinham condições de sustentá-lo. Para sobreviver, fez um pouco de tudo antes de se revelar grande artista: carregou malas em portas de pensões, entregou marmitas e vendeu jornais e doces como ambulante.

A carreira

A carreira de cantor de Teixeirinha teve início nas rádios das cidades do interior do Rio Grande do Sul, como Lajeado, Estrela e Rio Pardo. Apesar de nunca ter cursado aulas de música ou canto, contava com seus dons naturais: a bela voz e a improvisação, que fizeram com que se tornasse um exímio repentista. Carismático, escrevia canções simples que tocavam o público. Em 1959, aos 32 anos, Teixeirinha foi convidado pela gravadora Chantecler para gravar seu primeiro LP em São Paulo. As músicas “Xote Soledade”, “Briga no Batizado” e “Coração de Luto” foram grandes sucessos e, em 1961, o LP alcançou a marca de 1 milhão de cópias vendidas, um feito inédito no País. O recorde era apenas uma mostra do que estava por vir: Teixeirinha vendeu mais de 100 milhões de discos.

Sua carreira obteve repercussão internacional, com excursões por Estados Unidos e Canadá. Em Portugal, recebeu o troféu “Elefante de Ouro” pelas vendas expressivas de discos. Fez shows na maioria dos países da América do Sul.

Artista diversificado, em 1970, fundou a “Teixeirinha Produções Artísticas Ltda”, por meio da qual produziu e distribuiu os filmes “Ela Tornou-se Freira” (1970), “Teixeirinha Sete Provas” (1973), “Pobre João” (1975), “Na Trilha da Justiça” (1977), “O Gaúcho de Passo Fundo” (1978), “Meu Pobre Coração de Luto” (1978), “Tropeiro Velho” (1979) e “A Filha de Iemanjá” (1981).

Teixeirinha recebeu o título de cidadão emérito em diversos municípios rio-grandenses, como Passo Fundo, Santo Antônio da Patrulha, Rolante e Soledade, além de diversas homenagens póstumas, como ruas com seu nome na capital gaúcha e em cidades do interior do estado. Em 1999, recebeu o prêmio póstumo “20 Gaúchos que Marcaram o Século XX” e, em 2000, o troféu Guri pela rádio RBS.

Seu acervo, que reúne mais de 1.200 canções lançadas em cerca de 70 discos, atualmente é preservado pela Fundação Victor Mateus Teixeira. De acordo com a filha Márcia, que é diretora executiva da instituição, todos os filmes de Teixeirinha já foram remasterizados e, agora, a obra inédita do cantor está sendo resgatada. “Agora estamos resgatando gravações originais do meu pai. De acordo com o produtor, que analisou 17 das 128 fitas com material bruto, já há canções para fazer, pelo menos, quatro discos. A previsão é de que, até o fim deste ano, parte do material inédito seja lançado, o que torna a homenagem do Prêmio Culturas Populares ainda mais especial”, conclui.

Assessoria de Imprensa
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Iniciou no último dia 05 o Rally dos Sertões série Jalapão

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Quatro dias de disputa em um percurso de aproximadamente 1.230 quilômetros. Assim será a 5ª edição do Rally Jalapão, prova válida para o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e integrante do calendário do Sertões Series.

Passando por dois estados brasileiros entre os dias 05 a 09 de junho, este é o primeiro ano que a prova irá largar e chegar em uma mesma cidade. A anfitriã escolhida foi Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. De lá, os competidores seguem para Dianópolis e São Félix no Tocantins, fechando o laço em Luís Eduardo Magalhães.

O Sertões Series Jalapão será um verdadeiro aquecimento para o Sertões 2019. Com boa parte do terreno em areia, nos trechos cronometrados e deslocamentos, pilotos e navegadores enfrentarão uma prova dura, com muita piçarra, trilhas, estradinhas de fazendas e trechos de alta velocidade.

O Sertões Series 2019 contará com 3 competições de tirar o folego, anote na agenda e não perca nenhuma:

• Rally Jalapão (Cross Country) entre 5 e 9 de Junho.
• Sertões, entre 24 de Agosto e 1 de Setembro.
• Rota Sul e amigos entre 6 e 8 de Dezembro.

O município de São Félix do Tocantins está localizado a 263 km de Palmas, capital do Tocantins. O povoamento do município se iniciou com migrantes nordestinos vindos principalmente do Piauí, Maranhão e Bahia, surgindo como arraial em 1736.

Geograficamente é o mais central do Jalapão, limitando-se ao Norte com o município de Lizarda, ao Sul com Mateiros, a Oeste com Novo Acordo e a leste com o Estado do Maranhão.

São Félix sedia o Monumento Natural Canyons e Corredeiras do Rio Sono (MONACC), primeira unidade de conservação municipal de proteção integral. No município você pode conferir atrativos incríveis e praticar o rafting no Rio Novo, modalidade que cresce a cada dia na região.  Entre os atrativos, estão a Praia do Alecrim, o  Fervedouro do Alecrim, a Cachoeira da Jalapinha, a Serra da Catedral e o Povoado do Prata.

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Senadora Kátia Abreu discute Plano de Desenvolvimento Regional do Jalapão em Ponte Alta do Tocantins

A reunião de trabalho com prefeitos e demais gestores dos municípios que fazem parte do Parque Estadual do Jalapão aconteceu na Câmara Municipal de Ponte Alta do Tocantins e contou com palestra do superintendente do SEBRAE: Moisés Gomes, da vice reitora da UFT: Ana Lucia Medeiros e da Assessora de Planejamento e Desenvolvimento Organizacional do TCE: Márcia Cristina Gonçalves e da Senadora Kátia Abreu.

A reunião teve como metodologia identificar as potencialidades e fragilidades do território para buscar saídas para os principais problemas apresentados. A partir desse disgnóstico técnico, a elaboração da proposta de ações estratégicas para o desenvolvimento de um Plano de Desenvolvimento Regional coordenado pela Universidade Federal do Tocantins juntamente com outras instituições públicas e privadas.

Durante sua palestra a senadora fez uma apresentação de dados estatísticos da região em comparação com outras localidades, das suas potencialidades e fragilidades, e da importância da elaboração desse Plano de Desenvolvimento Regional em virtude principalmente da exploração turística e da divulgação que a região vem tendo ao longo dos anos.

Após um a palestra foi realizada debate com os gestores onde foram feitos alguns questionamentos e levantamentos de demandas locais e encaminhamentos para o desenvolvimento da ação.

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Inscrições para a Feira da Economia Solidária de Ponte Alta do Tocantins seguem até 09/05

Já com data para ser inaugurada 18 de Maio, a Feira da Economia Solidária e da  Agricultura Familiar encontra-se com inscrições abertas para participação. A chamada pública com o regulamento e ficha de inscrição estão disponíveis  no site da Prefeitura de Ponte Alta e estarão disponíveis até dia 09 de maio para os interessados. (link.: https://www.pontealtadotocantins.to.gov.br/noticia/chamada-publica-012019)

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Equipe de planejamento da prefeitura e de representantes dos agricultores

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Equipe de planejamento da prefeitura e de representantes dos agricultores

 

O projeto da Feira e de revitalização do Mercado Municipal é uma ação  que conta com o envolvimento de várias secretarias do município   e deverá  fortalecer a agricultura familiar, o artesanato e o turismo da região, através de ações que vão desde o incentivo ao comercio local através de capacitação, orientação técnica de órgãos do governo   aos comerciantes e agricultores além  da infraestrutura e do apoio na mobilização para o desenvolvimento de apresentações   Artísticas Culturais. Outras ações institucionais também estão previstas a acontecer durante o evento, que inicialmente deverá acontecer quinzenalmente com previsão de realizar-se semanalmente.

 

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Edital de Cultura do Município de Palmas segue com inscrições até dia 26 de abril

  Através do Edital serão disponibilizados R$ 300 mil, de recursos oriundos  do  Fundo Municipal de Apoio a Cultura  , que serão divididos em projetos de até R$ 30 mil.O jogo (2)

De acordo com a Lei nº 137/ 2007,  25% dos recursos do Fundo Municipal de Apoio à Cultura, devem ser aplicados em projetos através de1098425_615051735182745_1711755386_n edital submetidos ao CMPC Conselho Municipal de Políticas Culturais .

O objetivo é selecionar projetos através de seleção pública, a projetos que pretendam pesquisa, criação, produção e circulação de trabalhos culturais e artísticos. Estão habilitados a participar do edital: artistas, produtores, mestres da cultura popular, companhias, grupos, associações, cooperativas ou empreDSCF0509sas, com ou sem fins lucrativos, de natureza cultural, identificados como “proponentes” que atuem diretamente no campo das atividades artísticas e culturais.  Os proponentes poderão se inscrever somente como pessoa jurídica, de natureza, com ou sem fins lucrativos.

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Edital :

http://www.palmas.to.gov.br/media/doc/18_3_2019_15_43_27.pdf

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Cadastro de Artistas Araguainenses para Temporadas Populares termina dia 15/02

Cultura cadastra artistas para Temporadas Populares em Araguaína
Artistas cadastrados farão parte de um banco de dados para a possível contratação em eventos culturais realizados pela Prefeitura durante o ano

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A Secretaria Municipal da Cultura está realizando, até o próximo dia 15 de fevereiro, o cadastramento de artistas para participar das Temporadas Populares de Arte e Cultura de Araguaína. Podem se cadastrar cantores, bandas, artistas plásticos, atores, entre outros.

Os cadastrados que preencherem aos requisitos técnicos farão parte de um banco de dados para a possível contratação e participação em mostras, espetáculos, festivais, feiras, luaus e demais eventos realizados pela Prefeitura de Araguaína no decorrer do ano.

Entre os eventos previstos estão o Luau do Parque, Festival Aberto de Dança, Hip Hop pela Paz, Festival de Teatro de Araguaína, Feira Gastronômica e Mostra de Rock. Cada artista será avaliado e poderá ser chamado de acordo com o evento a que melhor se identifique.

Cadastro
Na ficha cadastral, o artista ou banda deve apresentar informações como resumo do show, proposta de preço, release de apresentação e procuração dos integrantes da banda.

A ficha de cadastro pode ser solicitada na Secretaria da Cultura, localizada à Avenida Bernardo Sayão, n° 499, no Entroncamento. Depois de preenchida, deve ser entregue, junto com a documentação solicitada, ao diretor de Cultura, Luiz Tupiniquim.

(Fonte: Prefeitura de Araguaína - ASCOM - Mara Santos)

 

 

 

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Programa Rio de Janeiro a Janeiro

Programa Rio de Janeiro a Janeiro: eventos culturais, desportivos e corporativos tiveram impacto de R$ 8,8 bilhões na economia fluminenseoriginal_culturagera-release-header

Os 94 projetos realizados com a chancela do Programa em 2018 geraram 238 mil empregos e R$ 538 milhões em impostos. Cada R$ 1 alavancou R$ 17,61 na economia

Um total de 94 eventos culturais, desportivos e corporativos realizados no estado do Rio de Janeiro ao longo de 2018, sob a chancela do Programa Rio de Janeiro a Janeiro, tiveram um impacto de R$ 8,8 bilhões na economia fluminense. Eles reuniram um público de 12,5 milhões de pessoas, entre moradores (74,6%) e turistas (25,4%), geraram 238 mil empregos e R$ 538 milhões de impostos. É o que revela o resultado final do Programa, criado pelo governo federal em 2017 sob a liderança do Ministério da Cultura (MinC) para contribuir com a revitalização da economia fluminense. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (20) pelo MinC em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo cálculo e análise do impacto.micbr-640x640

Os eventos culturais constituíram 70,2% dos 94 eventos realizados no âmbito do Programa. Depois, vieram os desportivos (23,4%). Os corporativos representaram 6,4%. A maior parte, 77,7%, foi realizada na capital, e 22,3% no interior.

“Na prática, o Rio de Janeiro a Janeiro foi uma oportunidade de expressar em números aquilo que muitos profissionais, cariocas ou amantes do Rio, sempre intuíram: a vocação cultural e as belezas naturais, as paisagens urbanas, litorâneas e sonoras da cidade e do estado contribuem para a dinâmica econômica de uma maneira extremamente positiva”, afirma o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. “Os números demonstram de forma tangível que cultura é investimento, e não gasto. O nosso propósito – contribuir para revitalização da economia carioca – foi atingido. Espero que o resultado incentive mais e mais investimentos em eventos culturais”, complementa. 

O levantamento constatou um alto índice de alavancagem econômica* dos eventos, mostrando o quanto a realização deles impulsionam uma extensa cadeia produtiva: cada real gasto nos projetos movimentou outros R$ 17,61 na economia como um todo. Esse cálculo é feito com base nos investimentos na produção do evento (serviços contratados, como artistas, iluminadores, infraestrutura de palco etc.) e também nos gastos dos frequentadores (turistas brasileiros, estrangeiros e moradores do Rio) no período dos eventos. Nesse último critério, foram considerados gastos com hospedagem, transporte local, compras realizadas no período de estadia, alimentação, passeios, combustível, energia, serviços de comunicação, serviços financeiros.

O estudo mostrou ainda que o retorno sobre o investimento público** foi de R$1,95 para cada R$ 1 que os governos federal, estadual e municipal aportaram para a realização dos eventos, seja direta ou indiretamente (por meio de renúncia fiscal). Isso significa um retorno de 95% do investimento inicial. No total, 11 projetos do Programa captaram R$ 18,3 milhões via Lei Rouanet. Outros cinco eventos captaram R$ 1,55 milhão pela Lei Estadual do ICMS (Lei 2.657/96).

Mês a mês

Ao longo do ano, fevereiro foi o período em que foi registrado o maior impacto econômico, R$ 3,7 bilhões, impulsionado pelas festividades carnavalescas. Em seguida, o mês de janeiro, com R$ 2,3 bilhões, em decorrência dos festejos de Ano Novo. No segundo semestre, destacaram-se os meses de setembro e dezembro, com R$ 406 milhões e R$ 501 milhões, respectivamente. Durante todo o ano, os eventos que geraram maior impacto econômico foram o Carnaval do Rio, movimentando R$ 3 bilhões, seguido pelo Réveillon, com R$ 1,94 bilhão.

Veja a tabela abaixo com o impacto econômico e o número de eventos realizados a cada mês:

EVENTOS

IMPACTO ECONÔMICO

MÊS

PROGRAMADOS

REALIZADOS

PÓS EVENTO

JANEIRO

5

4

 R$        2.328.765.705,73

FEVEREIRO

11

10

 R$        3.688.529.468,20

MARÇO

14

8

 R$            325.135.767,05

ABRIL

10

4

 R$            191.777.237,72

MAIO

17

10

 R$            275.200.004,15

JUNHO

15

7

 R$            270.739.785,19

JULHO

16

12

 R$            249.767.934,46

AGOSTO

13

7

 R$            178.474.045,44

SETEMBRO

20

9

 R$            406.935.097,40

OUTUBRO

10

5

 R$            146.028.794,87

NOVEMBRO

13

11

 R$            301.644.971,63

DEZEMBRO

10

7

 R$            501.359.904,46

SUB TOTAL

154

94

 R$        8.864.358.716,30

Sobre o Rio de Janeiro a Janeiro

A situação de crise enfrentada pelo Rio de Janeiro mobilizou os governos federal e estadual, a Prefeitura Municipal do Rio e a iniciativa privada a firmarem uma parceria com o objetivo de estimular a economia por meio da realização de um calendário de eventos com grande potencial de impacto socioeconômico no Estado.  

Após o lançamento do Programa, em setembro de 2017, foram abertas as inscrições para que os projetos interessados pudessem obter a chancela Rio de Janeiro a Janeiro. Os responsáveis pelas propostas tiveram que fornecer, por meio de um formulário de inscrição, informações detalhadas sobre o evento, como orçamento total, número de pessoas envolvidas na organização, estimativa de público, entre outras. A partir da coleta de dados dos formulários, a FGV desenvolveu uma metodologia, em conjunto com o Ministério da Cultura, para a análise dos projetos e avaliação de impacto econômico.

As estimativas apontaram a expectativa de impacto turístico, impacto na atração de investimentos, impacto na geração de emprego e renda, na inclusão social e potencial de continuidade e expansão, sendo que os dois primeiros tiveram peso de 35% e os três últimos, 10% na composição final da média entre eles. Para lidar com os mais de 80 mil dados, a FGV desenvolveu um algoritmo que calculou o potencial de impacto dos projetos.

Houve 831 inscritos, dos quais 617 foram habilitados a rodar esse modelo matemático. Destes, 154 eventos ganharam a chancela do programa, sendo que 83% eram da cidade do Rio de Janeiro, com valor total a ser investido de R$1,06 bilhão. As propostas selecionadas foram divulgadas no site do Rio de Janeiro a Janeiro e receberam o certificado do Programa. Também tiveram a possibilidade de participar de duas rodadas de pitching com empresas estatais, para buscar patrocínio. Outra possibilidade foi a captação de recursos por meio de leis de incentivo federais e estaduais. Em 2018, as empresas estatais investiram R$169 milhões de reais nos municípios do Rio de Janeiro para 342 ações.

*O Retorno Sobre Investimento Público (ROIP) mede a razão entre o valor dos impostos gerados a partir da realização do evento e o investimento estatal no evento, ou seja, se o projeto foi lucrativo para os governos municipal, estadual e federal (caso tenha recursos de todos).

**O Índice de Alavancagem Econômica (IAE) mostra a razão entre o impacto econômico, ou seja, o valor movimentado na economia como um todo, e o investimento, de origem pública ou privada, para a realização do evento.

Assessoria de Imprensa
Ministério da Cultura
imprensa@cultura.gov.br
(61) 2024-2412/2492/2256

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